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Notícias Postura

Procura por ovos aumenta no final de maio, mas preço ainda é inferior ao de abril

Expectativa é de que as temperaturas mais baixas de junho reduzam a produção de ovos, o que pode limitar as desvalorizações

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Arquivo/OP Rural

Na última semana de maio, granjeiros relataram ligeiro aumento na procura por ovos comerciais, o que impulsionou levemente os preços na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Apesar do aumento pontual, as cotações recuaram no mês.

No acumulado de maio (de 30 de abril a 31 de maio), o ovo branco, tipo extra, desvalorizou-se 3,3% em Bastos (SP), a R$ 74,78/caixa de 30 dúzias na sexta-feira (31). Quanto ao ovo vermelho, tipo extra, o recuo no mesmo período foi de 4,2% em Bastos, a R$ 86,74/cx no dia 31.

Segundo colaboradores do Cepea, a expectativa é de que as temperaturas mais baixas de junho reduzam a produção de ovos, o que pode limitar as desvalorizações. Ao mesmo tempo, as festas juninas e o início de mês devem estimular o consumo, contribuindo para sustentar os valores da proteína.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Santa Catarina retoma crescimento nas exportações de carne de frango

No último mês, Santa Catarina faturou US$ 122,5 milhões com as exportações do produto, um aumento de 16,4% em relação a junho

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ave de corte
Arquivo/OP Rural

Segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, o estado retoma o crescimento nos embarques em julho. No último mês, Santa Catarina faturou US$ 122,5 milhões com as exportações do produto, um aumento de 16,4% em relação a junho. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“O agronegócio é uma das grandes forças de nossa economia. Com o crescimento das exportações mostramos a força dessa cadeia produtiva tão importante para Santa Catarina, mesmo em um período de tantos desafios”, destaca o governador Carlos Moisés.

O bom resultado de julho se deve ao aumento expressivo nos embarques para a Holanda, que se tornou o maior comprador no último mês com US$ 21,2 milhões – 139,2% a mais do que em junho e 48,5% a mais do que em julho de 2019.

“A avicultura é um dos grandes destaques do agronegócio catarinense. Nossos produtos chegam a mais de 130 países e o setor gera empregos e renda ao longo de toda cadeia produtiva. Encerramos o mês de julho com boas notícias nas exportações e com a expectativa de crescimento na demanda interna”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

No mês passado, os maiores compradores da carne de frango produzida em Santa Catarina foram Holanda, Japão, China e Arábia Saudita.

Acumulado do ano

A carne de frango é o principal produto da pauta de exportações de Santa Catarina. De janeiro a julho deste ano, o estado embarcou 578,4 mil toneladas do produto, faturando aproximadamente US$ 916,4 milhões.

No acumulado do ano, os resultados ainda são menores do que aqueles registrados em 2019. O analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, explica que aconteceram mudanças em alguns mercados importantes, como no caso do México, onde as cotas de importação de carne de frango brasileira com tarifas reduzidas se esgotaram já no início do ano, o que tirou a competitividade do produto.

“Apesar desse cenário negativo nas exportações, a situação é relativamente estável no setor, pois as empresas adequaram a produção logo nos primeiros meses da pandemia, temendo uma queda nas vendas. A perspectiva é de que a demanda no mercado interno siga elevada no segundo semestre, pois é provável que muitos consumidores substituam outras carnes de maior valor, principalmente bovina e suína, pela carne de frango”, explica Giehl.

Diferenciais de Santa Catarina

Santa Catarina é reconhecida internacionalmente pela qualidade do seu agronegócio e o cuidado com a sanidade animal e vegetal. É o único estado brasileiro reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica. Na área vegetal, o estado é livre de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura, e também do Moko da Bananeira. As ações de defesa agropecuária são executadas pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), com o apoio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

Fonte: Assessoria
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Notícias Safra de inverno

Clima preocupa triticultor, mas chuvas nos próximos dias podem trazer alívio

Comercialização de trigo no mercado interno segue pontual, e produtores estão atentos ao clima no Sul do País

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Divulgação/AENPr

A comercialização de trigo no mercado interno segue pontual, e produtores estão atentos ao clima no Sul do País. Apesar de as lavouras apresentarem boas condições, a baixa umidade verificada nas últimas semanas começa a preocupar triticultores. Previsões indicam chuvas para os próximos dias, o que dá certo alívio. Ainda assim, agentes, especialmente do Paraná, indicam possíveis reduções na oferta e na qualidade.

Quanto aos preços, estão firmes, sustentados pela valorização do dólar. Entre 31 de julho e 7 de agosto, a moeda norte-americana avançou 4%, fechando a semana a R$ 5,42. No mesmo período, as cotações do trigo no mercado de balcão (valor pago ao produtor) subiram 0,57% no Rio Grande do Sul e 0,26% no Paraná.

No mercado de lotes, os aumentos foram de 0,92% em São Paulo, de 0,79% no Rio Grande do Sul e de 0,63% no Paraná.

Fonte: Cepea
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Notícias Safra 2019/2020

Colheita de 2ª safra de milho do Paraná vai a 51%

Ainda assim, o ritmo dos trabalhos permanece aquém do verificado em igual período das últimas “safrinhas”

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Divulgação/Copagril

A colheita da segunda safra de milho 2019/20 do Paraná atingia na segunda-feira 51% da área plantada, avanço de 14 pontos percentuais em relação à semana anterior, afirmou o Departamento de Economia Rural do Estado (Deral) na terça-feira (11).

Ainda assim, o ritmo dos trabalhos permanece aquém do verificado em igual período das últimas “safrinhas” —em 2019, quando houve maior antecipação, 87% da safra estava colhida neste momento. Em 2018, com ritmo mais próximo do atual, a colheita atingia 60% da área no período.

De acordo com o órgão do governo paranaense, 45% das lavouras de milho possuem condições boas, mesmo nível da semana anterior, enquanto 39% dos plantios apresentam condição média. A maior parte da safra do cereal, 88%, está no estágio de maturação.

Em relação ao trigo, cujo plantio foi concluído há cerca de três semanas no Paraná, as condições voltaram a ser rebaixadas. Segundo o relatório desta semana, 83% das lavouras do cereal possuem condição boa, ante 88% na semana passada. As condições médias são vistas em 14% da área, contra 10% no relatório passado. As perspectivas para o cereal foram afetadas por um período de seca no Estado.

Em publicação recente, o Deral alertou que a condição climática adversa deve resultar em perdas e reduzir o potencial de uma grande safra. Apesar disso, o departamento espera que a volta das chuvas prevista para esta semana no Paraná ajude a aliviar a situação.

“A seca prejudicou um pouco. Nesta semana teremos a volta das chuvas em todo o Estado. Se vierem nos volumes previstos, vão gerar uma tranquilidade por um bom período”, disse Carlos Hugo Godinho, analista do Deral, à Reuters. “Mas não devem reverter algumas perdas pontuais no Norte e Oeste do Estado”, acrescentou. A maior parte das áreas paranaenses de trigo está em frutificação (33%).

Fonte: Reuters
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