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Processamento de pescados com tecnologia 4.0 será destaque na Fish Expo 2023
Evento vai reunir empresas de inovação e tecnologias de última geração em produção, gestão e processamento de pescados.

O desafio de auxiliar o setor de pescados da América Latina passa por adaptações e muita inteligência para se manterem competitivos na indústria atual. As tecnologias que vieram para revolucionar a qualidade de alimentos impacta em ganhos de produtividade e avanços nunca vistos. É a indústria 4.0 com uso de inteligência artificial e conectividade que resulta em rastreabilidade e eficiência. A tendência de automação e emprego de tecnologias é destaque na Fish Expo 2023 e no 5º International Fish Congress que será realizado no Maestra Convention Center no Recanto Cataratas Resort, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, de 19 a 21 de setembro. Inscrições podem ser feitas clicando aqui.
O evento, que reúne congresso com especialistas nacionais e internacionais vindos de 12 países, discute e apresenta alternativas sustentáveis para a produção de pescados e vai reunir ainda mais de 130 empresas na feira Fish Expo. Empresas que desenvolvem soluções para mitigação da escassez hídrica e uso de energia, ganhos de produtividade e segurança alimentar.
“A nossa meta para esta quinta edição é bater mais um recorde de público e de expositores”, afirma o presidente do IFC Brasil e ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin.

Fotos: Divulgação/IFC
A programação conta com mais de 50 conferencistas nacionais e internacionais para tratar de temas relevantes para a cadeia, como tendências de mercado, inteligência artificial na aquicultura, sustentabilidade, crédito, organização da cadeia, gestão e rentabilidade, nutrição, genética, sanidade e biossegurança, entre outros. “Nosso propósito é que o IFC contribua para transformar o Brasil em um grande produtor mundial de pescado”, destaca o Gregolin.
Eliana Panty, Organizadora do IFC Brasil & Fish Expo 2023 destaca que as mais de 130 empresas expositoras da Fish Expo 2023 apresentarão soluções em insumos inovadoras e com tecnologia de ponta como probióticos, antibióticos, hormônio de reversão e ácidos orgânicos para o mercado de pescado, além de vacinas, aditivos e melhoramento genético, além de equipamentos e serviços. “A Fish Expo 2023 vai demonstrar o impacto das tendências de consumo no processamento de pescados, discutir as preferências do novo consumidor que moldam o futuro do setor. A resposta para essa demanda é a adaptação com tecnologias de ponta, automação e práticas sustentáveis de processamento e distribuição”, revela a CEO do IFC Brasil e da Fish Expo, Eliana Panty.
Brasil na ponta
A empresa Aquagermany especializada em aeradores (equipamentos utilizados para garantir a qualidade da água através da oxigenação) vai apresentar sistemas acionados apenas quando necessários, com sondas que mandam informações e acionam os aeradores. “Estaremos mostrando nossas soluções de manejo que vão dar um upgrade na rotina do produtor, fazendo a produção aumentar, reduzindo mortalidades e perdas. O nosso queridinho do momento é o sistema de monitoramento e acionamento via sonda que está trazendo uma economia de energia e aumento de produtividade”, destaca Maycon Agostini, do Departamento de Marketing da Aquagermany.
Um dos lançamentos da Fish Expo 2023 é a BTJ Lab que vai apresentar um projeto inovador que promete revolucionar o mercado da tilápia. Será um centro de pesquisa à campo na
área da tilápia, oferecendo experimentos na área da nutrição, manejo e genética. O objetivo da empresa é se tornar fonte de conhecimento para que o setor possa avançar cada vez mais. “Através de pesquisa, a BTJ Lab descobre novas técnicas, práticas e tecnologias que possam otimizar a produção. Os clientes interessados no nosso serviço podem esperar transparência total, qualidade e excelência. Isso significa que que todos os experimentos e pesquisas realizados serão conduzidos com rigor científico e os clientes terão informações claras e precisas sobre os processos e resultados. Queremos dar a oportunidade para as empresas revelarem o potencial dos seus produtos”, expõe o sócio administrador da BTJ, Thiago Torquato Junqueira Franco.
Pool de inovação
Tecnologias reunidas da Fish Expo que oferecem softwares de controle de processos em tempo real baseado em dados e insights, além de rastreabilidade de ponta a ponta. “Estamos transformando o processamento de alimentos por meio de soluções conectadas e inovadoras que se comunicam e colaboram para melhorar seu rendimento, produtividade e sustentabilidade em todo o processo” , evidencia o diretor Regional de Vendas da Marel, Christian Jensen.
A empresa islandesa é patrocinadora do IFC Brasil desde a primeira edição da Fish Expo, sempre apresentando inovações para a indústria de processamento. No estande da Marel serão apresentadas soluções como o Compact Grader, FilleXia, StreamLine, SensorX e TargetBatcher, personalizadas para atender às necessidades e demandas específicas dos clientes da América Latina, oferecendo excelente desempenho e eficiência no processamento de pescados. “Nosso software fornece controle de processo em tempo real baseado em dados e insights, além de rastreabilidade de ponta a ponta e eficiência de produção, melhorando o desempenho e a produtividade da sua linha”, exalta Jensen.
Sobre o IFC Brasil
Correalizado pela Fundep e Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), O IFC Brasil 2023 tem o patrocínio do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Itaipu Binacional; Ministério da Pesca e Aquicultura; Copel (Companhia Paranaense de Energia; Fomento Paraná; BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul) e OCEPAR (Organização da Cooperativas do Paraná). O evento é realizado com o apoio da APEX , MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços); ABIPESCA (Associação Brasileira das Indústrias de Pescados), PEIXE BR (Associação Brasileira da Piscicultura); ABCC (Associação Brasileira dos Criadores de Camarão); CAMARÃO BR (Associação Nacional da Cadeia Produtiva do Camarão); Unila (Universidade Federal da Integração) e UFPR (Universidade Federal do Paraná.

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Manejo alimentar adequado é determinante para crescimento e terminação de suínos

A fase de crescimento e terminação dos suínos representa o período de maior impacto econômico na produção suinícola, uma vez que concentra a maior parcela do consumo de ração e exerce influência direta sobre a rentabilidade do sistema produtivo. Nessa etapa, os principais indicadores zootécnicos são o consumo médio diário de ração, ganho de peso diário, conversão alimentar e mortalidade. “Esses indicadores de desempenho têm papel fundamental na mensuração dos resultados da atividade, auxiliando na tomada de decisões para melhorar a eficiência produtiva e a rentabilidade do sistema “, afirma Joice Silva, zootecnista da Auster Nutrição Animal.
O manejo nutricional tem papel central na fase de crescimento e terminação. A zootecnista destaca que dietas adequadas impactam diretamente nos indicadores zootécnicos e adequado balanceamento das exigências e das curvas nutricionais conforme a idade, o peso e genética dos animais podem favorecer uma maior deposição de tecido muscular e ainda pode oportunizar que possam alcançar seu pleno potencial produtivo durante essa etapa.
“A qualidade das matérias-primas e o fornecimento da ração também merecem atenção, considerando que falhas de processamento ou restrição de acesso ao alimento podem comprometer significativamente os resultados”, explica Joice.
A zootecnista recomenda atenção à qualidade e à correta regulagem dos comedouros, importantes para obtenção e manutenção de bons indicadores de desempenho. “Comedouros de má qualidade podem demandar mais mão de obra e, quando mal regulados, limitam o acesso à comida ou provocam excesso de desperdício, impactando negativamente os resultados. Regulagens muito fechadas reduzem a disponibilidade de ração na bandeja e aumentam a competição entre os animais, podendo comprometer o GPD dos leitões”, detalha.
Por outro lado, comedouros excessivamente abertos, que disponibilizam ração em excesso, favorecem o desperdício e podem comprometer a conversão alimentar. Além disso, a qualidade estrutural dos equipamentos influencia o comportamento alimentar dos suínos, sendo fundamental garantir fácil acesso à ração e número adequado de bocas de comedouro de acordo com a fase do ciclo e a quantidade de animais por baia. Joice Silva recomenda “monitoramento frequente dos comedouros como parte da rotina operacional da granja”.
Outro ponto essencial é o consumo ideal de água. Animais sem acesso fácil à água ou com consumo inadequado tendem a consumir menos ração, comprometendo o ganho de peso diário e a conversão alimentar. “Além do acesso adequado, a água deve ser limpa, fresca e de qualidade. O indicado é trabalhar com bebedouros com vazão adequada para a fase, em torno de 1,5 a 2 litros por minuto, e quantidade compatível de animais por bebedouro e em temperatura adequada para evitar impactos negativos no consumo”, orienta a zootecnista da Auster.
“O manejo alimentar adequado é fator decisivo para que os animais expressem o máximo potencial genético, garantindo desempenho produtivo consistente e redução de perdas zootécnicas”.
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Inovação genética e governança corporativa pautam debates da Topigs Norsvin sobre o futuro da suinocultura no Sul do país
Encontros no Paraná e em Santa Catarina reuniram produtores e especialistas para promover a troca de conhecimento e potencializar os resultados das granjas multiplicadoras

A profissionalização da gestão e a incorporação de novas tecnologias ditam o ritmo de evolução das granjas brasileiras. Para debater os atuais gargalos mercadológicos e preparar o setor agropecuário para os próximos anos, a Topigs Norsvin promoveu duas edições estratégicas do Conexão Tecnológica na região Sul do país no início de junho. Os encontros foram realizados em Curitiba, no Paraná, e em Chapecó, em Santa Catarina, reunindo uma ampla comitiva de especialistas, gestores e produtores rurais parceiros.
“Trazer informações atualizadas sobre a gestão, a biosseguridade e as movimentações de mercado é um passo fundamental para garantir a sustentabilidade das operações e a lucratividade do produtor a longo prazo”, destaca o diretor Regional América Central e do Sul na Topigs Norsvin, André Costa.
Governança e renovação de conhecimento no Paraná
A capital paranaense sediou o primeiro evento entre os dias 1 e 2 de junho. O encontro focou na aproximação direta com os parceiros multiplicadores e na renovação do conhecimento técnico e de mercado. A programação abordou temas vitais para o negócio do parceiro multiplicador e englobou debates sobre o planejamento do processo de sucessão nas propriedades rurais, as estratégias de retenção de talentos diante da escassez de mão de obra e os impactos da nova reforma tributária no agronegócio.
Para enriquecer a troca de experiências, a Topigs Norsvin reuniu nomes de peso do setor produtivo nacional. O cenário macroeconômico e as atualizações do mercado de carnes e grãos integraram a pauta com a participação do consultor da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Iuri Pinheiro Machado. O evento também reforçou a atenção com a biosseguridade por meio da presença da auditora Fiscal Federal Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Juliane Galvani, que esclareceu as novas atualizações em sanidade.
O alinhamento interno e o fortalecimento da parceria contaram com a participação da equipe técnica e de coordenação de produção da empresa, marcando o lançamento oficial do Programa Marcas de Valor e apresentando as inovações em torno do reprodutor TN Duroc.
Alinhamento genético e capacitação em Santa Catarina
A rodada de debates avançou para o Estado catarinense no dia 3 de junho. A programação foi realizada na matriz da Cooperativa Central Aurora Alimentos, em Chapecó. A edição ganhou o formato de Encontro de Multiplicadores GA 2030, em referência à fêmea matriz do sistema desenvolvida com a tecnologia TN70. O diretor agropecuário da Cooperativa Central Aurora Alimentos, Marcos Antônio Zordan, realizou a abertura das atividades.
“O objetivo central deste encontro foi a capacitação e a atualização técnica de todos os profissionais envolvidos no programa de melhoramento genético. Reunimos os gerentes e os supervisores da Aurora e das cooperativas filiadas para aprimorar a operação de multiplicação dentro de todo o sistema integrado”, explica o consultor Técnico Comercial da Topigs Norsvin, Cleisson Trevisan.
Os representantes da Aurora, Evandro Nottar e Adriano Brambatti, apresentaram as atualizações do programa GA 2030 e os índices de benchmarking. O diretor Técnico da Topigs Norsvin no Brasil, Marcos Lopes, aprofundou a temática para os multiplicadores de Chapecó.
“Implementamos a seleção genômica com muita força desde o ano de 2019 para acelerar o melhoramento genético. Hoje a fêmea GA 2030 demonstra um potencial impressionante ao entregar quantidade e qualidade aliadas. Observamos granjas parceiras chegando a marcas próximas de 300 quilos de leitão desmamado por fêmea ao ano. A genômica também nos auxilia a avaliar características metabólicas e de osteocondrose para assegurar a alta longevidade da fêmea”, avalia Marcos Lopes.
A agenda técnica em solo catarinense complementou a capacitação dos parceiros com diretrizes avançadas sobre biosseguridade e métodos nutricionais para sustentar o potencial da nova fêmea hiperprolífica. A equipe de especialistas da companhia e pesquisadores convidados, como o professor do Centro de Ciências Agroveterinárias da Universidade do Estado de Santa Catarina (CAV UDESC), José Crestani, analisaram as táticas essenciais de cuidados na maternidade e a prevenção de desafios sanitários.
“A união entre a genética de excelência e a precisão nos processos da granja fortalece os resultados de toda a cadeia. O investimento contínuo em tecnologia e no desenvolvimento dos nossos parceiros cria uma suinocultura sustentável, altamente rentável e pronta para ditar tendências no agronegócio mundial”, conclui o diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, que comandou o encerramento do encontro ao lado do representante da Aurora Coop, Luiz Carlos Giongo.
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Novos reforços técnicos chegam ao time de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal
Profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.


Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades
As unidades de negócios de Avicultura e Aquicultura da MSD Saúde Animal anunciam a chegada dos médicos-veterinários Gleidson Salles e Ana Carla Rodrigues ao time. Os profissionais irão reforçar a equipe técnica, a fim de fortalecer sinergias e maximizar oportunidades, sempre com foco nos clientes.
Gleidson Salles é o novo gerente técnico sênior das unidades. Com mestrado em Zootecnia e doutorado em Biotecnologia e Biociências, soma experiências em sanidade avícola, acumulando passagens por grandes empresas do setor.
Já Ana Carla assume como coordenadora técnica sênior para Frango de Corte. Mestre em Produção e Sanidade Animal e com 14 anos de experiência na BRF, soma atuações estratégicas em sanidade avícola, incubatório e frango de corte, além de experiência em garantia da qualidade, biosseguridade e indústria.
“Para seguirmos avançando e mantermos a nossa posição de líder no mercado de vacinas no Brasil, é fundamental continuarmos atraindo talentos e desenvolvendo nossas pessoas”, destaca Marília Rangel, diretora da unidade de negócios de Avicultura e Aquicultura na MSD Saúde Animal. “Receber os novos profissionais é uma grande honra e fortalece a execução da nossa estratégia comercial, bem como permite a manutenção do contato próximo com os clientes.”



