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Probióticos podem ser uma alternativa para o tratamento de disbiose intestinal em aves de corte

A disbiose pode estar presente em todas as fases da vida das aves e pode ser controlada por meio de probióticos através da indução da eubiose, recomenda a Biomin

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A avicultura é uma atividade extremamente profissional e a produtividade, tanto do segmento de corte quanto de postura, é medida em detalhes. “O uso de antibióticos em doses terapêuticas foi, por muitos anos, considerado o tratamento mais usual para a disbiose (desequilíbrio da microbiota intestinal).  A evolução da tecnologia em saúde e nutrição animal proporcionou o desenvolvimento de novas soluções naturais, como os probióticos”, informa Renata Reis, gerente regional da Biomin, empresa de soluções nutricionais naturais do Erber Group.

Em um experimento a campo, a Biomin utilizou ao redor de 8,6 milhões de aves tratadas com micro-organismos probióticos, tanto no incubatório quanto no primeiro alimento. No grupo controle, o qual não recebeu o tratamento com probiótico, 20% dos pintinhos apresentavam gás no ceco. Já no terceiro dia, esse percentual subia para 50%.  A presença de gás nessa região é um dos sinais que indicam a disbiose intestinal, problema que afeta diretamente a produtividade da granja.

“A partir desses dados, começamos a tratar as aves do grupo testemunha com o probiótico desde o incubatório via spray logo após a eclosão dos pintinhos e depois administramos a versão encapsulada na primeira ração de 1 a 9 dias de idade. Os resultados foram notados em menos de 7 dias de uso, com o desaparecimento do gás no ceco, as bactérias benéficas foram capazes de colonizar o ceco, conhecido por ser um reservatório das bactérias patogênicas”, explica a especialista da Biomin.

A indução da eubiose resultou além do desaparecimento do gás cecal, uma melhora do peso corporal (+5%) e uma redução da mortalidade (0,30pp) aos 7 dias de idade. A utilização de bactérias benéficas induziu a eubiose e melhorou a função intestinal, o que refletiu em melhoria nesses indicadores de performance.    “A aplicação de estratégias naturais também contribui para o movimento mundial da redução do uso de antibióticos na produção animal”, diz Renata.

“Sabemos que a resistência antimicrobiana é um dos grandes desafios atuais. Assim, precisamos implementar alternativas eficientes para ter o mesmo ou mais sucesso em problemas comuns na produção, como é o caso da disbiose intestinal em aves”, destaca a gerente da Biomin. A empresa possui em seu portfólio a solução PoultryStar, que foi desenvolvido depois de muitos anos de pesquisa e onde 5 cepas de bactérias foram cuidadosamente selecionadas de diferente partes do tubogastrointestinal por sua capacidade de promover a saúde intestinal de aves.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Tecnologia

Aplicativo auxilia produtor no controle da mastite

Com linguagem simples e acessível a todos, o Mast Check, desenvolvido pela MSD Saúde Animal, é capaz de registrar cada vaca doente e qual o produto usar, independentemente da marca

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Foto: O Presente Rural

A mastite é considerada a doença que mais causa prejuízos para a produção leiteira mundial. No Brasil, de acordo com a Embrapa a enfermidade acomete cerca de 20% a 38% de todo rebanho nacional, refletindo diretamente na produtividade. Estima-se que a redução da produção de leite responda por 70% de todos os custos da mastite, que vão desde os custos com medicamentos, descarte de leite e de animais, efeitos negativos sobre a reprodução e na qualidade do leite.

Pensando em contribuir para a solução deste problema, a MSD Saúde Animal lança o Mast Check, um aplicativo de celular voltado à gestão da mastite. Com a ferramenta de fácil manuseio, é possível registrar a vaca doente, identificar o quarto afetado, o medicamento aplicado, programando as próximas aplicações e o descarte de leite.

“O objetivo é simplificar e levantar a informação, ou seja, a partir de hoje qualquer produtor terá acesso gratuitamente. Muitas vezes, esses dados são coletados de forma artesanal, em um pedaço de papel e as informações podem se perder. Com o Mast Check, o produtor coloca as mesmas informações de antes diretamente no app, que passa a auxiliá-lo na gestão inteligente da mastite”, diz Gustavo Ferro, gerente de Precisão, da MSD Saúde Animal.

De acordo com o executivo, com a tecnologia nas mãos os produtores poderão ter fácil acesso às informações, mesmo não estando na fazenda. Um exemplo é a identificação dos animais em carência para que o controle não fique apenas na mão de uma única pessoa.

Esse é mais um passo do avanço digital na pecuária, de acordo com a gerente técnica da MSD Saúde Animal, Vanessa Masson. “O aplicativo serve como ferramenta anotação simplificada. O app gera automaticamente um plano de ordenha, trazendo informações sobre os próximos tratamentos e descartes de leite, o qual fica online e pode ser visualizado por todos interessados como produtor, ordenhador e veterinário, por exemplo. Também há a possibilidade de consultar o histórico dos dados e realizar o comparativo de resultados entre períodos” afirma.

A ferramenta foi idealizada pelas áreas de precisão, técnica, marketing e consultores da MSD Saúde Animal e faz parte do compromisso da companhia em criar soluções que promovam conectividade e levem ciência para o mercado, aumentando a produtividade nas fazendas e melhorando a vida das pessoas e a saúde e bem-estar dos animais. O Mast Check está disponível para celulares Android e iOS.

Fonte: Assessoria
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Empresas Investimento na suinocultura

Agroceres PIC investe R$ 100 milhões em duas novas unidades de produção e disseminação genética

O investimento faz parte do projeto de fortalecimento da estrutura da Agroceres PIC no Brasil e permitirá a empresa ampliar o fornecimento de fêmeas e reprodutores de alto valor genético e de Genética Líquida

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Foto: Divulgação

Recursos serão destinados para a construção de um novo Núcleo Genético e de mais uma Unidade de Disseminação de Genes. Objetivo do investimento é fortalecer a operação da empresa no Brasil e ampliar sua atuação em países vizinhos como Argentina, Paraguai e Bolívia.

Em um momento de forte retração na economia global, devido a pandemia do novo coronavírus, a Agroceres PIC, na contramão da crise, decide acreditar no Brasil e manter o seu programa de investimentos. Líder no mercado de genética, a empresa anuncia o aporte de R$ 100 milhões para a construção de duas novas unidades de produção na região Noroeste do Paraná: uma moderníssima Granja Núcleo e uma nova Unidade de Disseminação de Genes (UDG).

O investimento faz parte do projeto de fortalecimento da estrutura da Agroceres PIC no Brasil e permitirá a empresa ampliar o fornecimento de fêmeas e reprodutores de alto valor genético e de Genética Líquida, uma forte tendência observada tanto no mercado brasileiro como no sul-americano. “Esse investimento é estratégico para a empresa e reafirma nossa confiança na suinocultura brasileira e paranaense. Com essas novas unidades, vamos fortalecer nossa operação no Brasil e dar um passo importante para garantir novos ganhos de competitividade aos nossos clientes”, afirma Marcelo Araujo Ribeiral, presidente do Grupo Agroceres.

 

Núcleo genético de referência

Projetada para alojar 3.500 fêmeas elite, a nova granja Núcleo da Agroceres PIC deverá ser a mais moderna da América Latina. O projeto construtivo da unidade, elaborado pela empresa norte-americana Pipestone, é inovador e incorpora tecnologias de última geração, atendendo às mais rigorosas normas de biossegurança e bem-estar animal.

“O novo Núcleo Genético da Agroceres PIC será construído em uma área isolada de grandes produções suinícolas, no município de Paranavaí, terá 60 mil m² de área construída e capacidade para produzir até 110 mil animais por ano. Seu foco será fornecer animais de altíssimo valor genético para o Brasil e alguns países sul-americanos”, explica Alexandre Furtado da Rosa, Diretor Superintendente da Agroceres PIC.  Dado o seu grau de excelência, a nova unidade vai funcionar como “backup” genético de sua parceira PIC, na América Latina.

 

Ampliando o negócio de Genética Líquida

O investimento prevê ainda a construção de uma nova UDG, com capacidade de alojamento para 800 reprodutores e uma produção de 1 milhão de doses inseminantes por ano. Quando a nova unidade no Paraná estiver construída, a Agroceres PIC vai elevar o plantel de machos comerciais de suas UDGs para 3.000 animais, que responderão por uma produção anual de 4 milhões de doses de altíssimo nível genético.

Em paralelo, e para dar suporte às duas novas unidades de produção, a Agroceres PIC deverá construir uma fábrica de ração, com capacidade de produção de 30 mil toneladas por ano. A empresa vai investir ainda em mais uma estação TADD (Thermo-assisted drying and decontamination, em inglês), sistema de descontaminação e secagem de caminhões termo-assistida, um processo de alta eficácia na eliminação de potenciais agentes infecciosos de impacto econômico.

“Temos um forte compromisso com a evolução da suinocultura brasileira. Com as novas unidades poderemos aumentar nossa capacidade produtiva, fortalecer nossa operação no país e, principalmente, disponibilizar aos nossos clientes, material genético de altíssima qualidade”, afirma Furtado da Rosa.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Webinar de hoje da Aviagen aborda nutrição de reprodutoras

Marcelo Silva liderará os clientes na discussão sobre a otimização da saúde e bem-estar das reprodutoras durante a atual pandemia global

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Marcelo Silva liderará os clientes na discussão sobre a otimização da saúde e bem-estar das reprodutoras durante a atual pandemia global- Foto: Divulgação

A Aviagen® América Latina continua em contato próximo com seus clientes, especialmente durante esse período de crise sanitária global, compartilhando com eles os mais recentes conhecimentos para promover o sucesso.

Como a nutrição possui um importante papel na sanidade avícola, no bem-estar animal e no desempenho de reprodutoras, a Aviagen está oferecendo webinars com duas etapas, sob o tema “Nutrição de reprodutoras visando conformação ideal de fêmeas e machos – parte II”.

O primeiro webinar sobre o tema contou com a participação de 350 clientes e foi realizado em 30 de Abril. A parte 2 será realizada hoje, às 16h, para clientes brasileiros (somente em Português) – apresentada pelo diretor global de serviços de nutrição da Aviagen, Marcelo Silva. Para participar, os clientes devem obrigatoriamente efetuar a inscrição através do link https://forms.gle/YfhQhNoReensdV9F6, e receberão o link de acesso ao webinar até duas horas antes do início.

O gerente de Marketing da Aviagen América Latina, Fábio Carnevale, explica que este seminário de nutrição em duas partes integra uma série mais ampla de seminários on-line, para ajudar os clientes a fortalecer suas operações durante a crise da COVID-19. “Desde o nosso primeiro webinar, em 29 de Abril, a popularidade dos seminários vem ganhando força, com 1.700 clientes participando das últimas cinco sessões. Todos os participantes estão totalmente engajados, fazendo perguntas interessantes e compartilhando ideias com seus colegas”.

A empresa continua a produzir um webinar a cada semana, explorando assuntos relevantes, como biossegurança, nutrição de frangos e reprodutoras, alto impacto no estoque de ovos e ferramentas disponíveis para reduzir perdas em incubatórios, além de práticas recomendadas para proteger os trabalhadores da produção contra a COVID-19. Para mais detalhes, entre em contato com Francinea Golucci, analista de Marketing da Aviagen América Latina, em fgolucci@aviagen.com.

Sobre Marcelo Silva

Marcelo Silva é formado em Zootecnia pela Unesp-Botucatu (Universidade Estadual de São Paulo), e possui mestrado e doutorado em Nutrição Animal pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ele tem mais de 20 anos de experiência na indústria de ração animal na América Latina, incluindo gerenciamento integrado de aves e suínos, bem como formulação de alimentos. Desde que ingressou na Aviagen, em 2009, ele ofereceu conselhos importantes a clientes da América Latina como especialista sênior em nutrição de aves, e atuou nos últimos dois anos como diretor global de serviços de nutrição.

Fonte: OP Rural
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