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Primeiro aplicativo brasileiro de transporte de gado chega para revolucionar o setor

Disponível nas versões Android e iOS, UBOI pode ser baixado gratuitamente

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Foto: Divulgação

Viabilizar a participação de pecuaristas de pequeno, médio e grande porte em um sistema qualificado de transporte animal, contribuindo com o crescimento da cadeia produtiva do setor de alimentos. Esse é o principal propósito do UBOI, primeiro aplicativo brasileiro de transporte de gado lançado pela transportadora da JBS.

Pioneira, a inovação poderá ser utilizada, inicialmente, por produtores dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Vale do Araguaia (MT). Nos próximos meses o serviço também será disponibilizado para outras regiões do Brasil que contam com operações da JBS.

O App UBOI permitirá o acesso dos pecuaristas à frota da JBS Transportadora – que conta com quase 3 mil veículos, entre veículos próprios e parceiros, que rodam por todo o País.

Os motoristas que prestam serviço para a JBS Transportadora poderão se cadastrar, gratuitamente, no app. Na versão para os pecuaristas, a ferramenta disponibilizará dados como nome do motorista e a placa do caminhão. O aplicativo ainda permitirá  o acompanhamento de todas as etapas do processo (carregamento, transporte e descarregamento dos animais), a consulta do histórico de transportes realizados e a possibilidade de avaliação sobre qualidade dos serviços oferecidos, entre outras funcionalidades.

Com a tecnologia, os pecuaristas terão a garantia de que o gado será transportado seguindo premissas internacionais de Bem-Estar Animal, um dos quatro pilares estratégicos de sustentabilidade que permeia toda a cadeia produtiva da JBS. O compromisso da Companhia com o tema reforça a importância do manejo correto de bovinos, contribuindo com a redução de acidentes e minimizando fatores de estresse para animais e profissionais envolvidos no processo.

“O UBOI chega para revolucionar o transporte de gado no Brasil. Essa inovação vai contribuir com o desenvolvimento do setor de maneira geral, à medida que auxilia a ampliação da capacidade produtiva do Brasil, simplificando e facilitando o transporte de gado entre propriedades rurais”, explica Ricardo Gelain, diretor da JBS Transportadora.

A JBS Transportadora conta com uma frota nova de carretas três eixos com elevador, carreta dois eixos de dois andares, carreta dois eixos baixa e carreta boiadeira Romeu e Julieta, além de motoristas treinados, central de monitoramento 24 horas, representante UBOI exclusivo em cada filial, telemetria embarcada com monitoramento em tempo real, certificação de bem-estar animal e opção de seguro de carga.

Investimento em comunicação

O aplicativo UBOI foi criado a partir de uma constatação que fica cada vez mais clara: a tecnologia no campo é um processo que veio para ficar. Hoje no Brasil aproximadamente 80% das fazendas de gado são gerenciadas pelos próprios donos e descendentes, e mesmo nas fazendas de menor porte o acesso à internet está consolidado. Segundo dados, 91% das propriedades têm acesso a internet 3G ou melhor; 60% utilizam a web como fonte de informação e 98% utilizam o aplicativo WhatsApp, ou seja, têm acesso facilitado a smartphones. Trata-se de um público amplo e que pode ter a rotina muito facilitada por novas tecnologias.

É justamente para esse público que o aplicativo UBOI foi desenvolvido. O foco da nova ferramenta é oferecer uma opção segura e com máxima comodidade para a contratação do transporte de animais. Para garantir que a nova tecnologia esteja à disposição do maior número possível de pecuaristas, a JBS também vai investir em uma ampla campanha de comunicação, buscando conscientizar os proprietários de fazendas sobre as vantagens e facilidades oferecidas pelo UBOI.

A JBS Transportadora está investindo mais de R$ 1 milhão nessa primeira etapa que envolve a criação e desenvolvimento do App UBOI e investimentos em mídia e comunicação, que inclui campanha focada em pecuaristas e influenciadores do setor nas praças de atuação, distribuição de materiais promocionais para pecuaristas, veículos especializados, entre outras.

Fonte: Assessoria da JBS
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Empresas Brandt

Oportunidades em alta, produtor foca na colheita do milho safrinha, mirando a safra verão

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Divulgação Brandt do Brasil

“O milho safrinha vem ganhando grande importância em diversas regiões produtoras do Brasil. A produção e a produtividade crescem ano após ano. Além disso, a cada safra o investimento em manejo químico, nutricional e consorciação com outras gramíneas, como a brachiaria, aumenta consideravelmente – da mesma maneira, a relevância econômica dessa cultura”, afirma Pedro Afonso, técnico de desenvolvimento de mercado da BRANDT do Brasil.

De acordo com o site Notícias Agrícolas o preço da saca de milho está aquecido, mas sofre pressão, devido à previsão de safra recorde no Brasil. O valor da saca de 60 kg está em torno de R$ 50,00 (Porto de Paranaguá), com fechamento em 29 de julho.

“Esse aquecimento do mercado do milho fez com que os produtores investissem mais na cultura, principalmente em manejo fitossanitário e nutrição aplicada, esperando aumento na produtividade, para aproveitar a alta no preço da saca”, destaca Pedro Afonso.

Entretanto, houve um grande período de estiagem em algumas das regiões produtoras de milho safrinha no Brasil, reduzindo o potencial produtivo individual de cada região. “Mas ainda é cedo para se falar no quanto essa estiagem reduzirá a produtividade total esperada de milho safrinha em 2020”, diz o técnico de desenvolvimento de mercado da BRANDT.

O mercado segue em alta também para a cultura da soja cotada no dia 29 de julho, em Paranaguá a R$ 114,50 a saca, com variação de 0,44% deixando o produtor também em uma situação de investimento e foco, principalmente no início da cultura.

Nesse cenário, ganha importância o manejo eficiente de dessecação de pré-plantio da soja, justamente por eliminar as plantas invasoras que causam mato-competição com a cultura principal instalada. Para Pedro Afonso, um bom manejo envolve muitas variáveis, que muitas vezes estão fora do nosso controle, tais como temperatura ambiente, umidade relativa do ar, velocidade do vento incidência solar, entre outras.

“Para uma alta eficiência na dessecação, a escolha dos princípios ativos é de suma importância, devido à imensa variedade de plantas invasoras presentes no solo. O uso de um ou mais princípios ativos em uma única aplicação ou aplicações sequenciais vem sendo muito eficiente no controle das plantas daninhas, sempre fica o alerta de tomar os devidos cuidados no momento das aplicações. Cuidados como deposição de gotas, pH da calda, espuma e redução na deriva, dentre outros, os quais devem ser controlados com auxílio de produtos específicos para essa finalidade”, orienta

Recomenda-se ainda, uma ou duas aplicações em pós-emergência da cultura, visando o controle das plantas emergidas após o plantio, evitando potenciais perdas de produtividade por mato competição.

A BRANDT oferece para o mercado uma linha de fertilizantes focada na tecnologia de aplicação, com a qual o produtor consegue eficiência superior no controle de plantas invasoras, através da redução das possíveis perdas durante o processo de aplicação. São dois produtos na linha Action: BRANDT Action Spray e BRANDT Action Sil atuando na deposição de gotas, espalhamento, adesividade e redução de espuma e deriva.

Outro destaque na aplicação de herbicidas em controle de plantas invasoras em pós-emergência da soja é a linha de mitigadores de fitotoxicidade da Brandt, com destaque a Smart Trio e a Smart Quatro Plus, ambos da tecnologia Smart System, com alta compatibilidade com a maioria dos herbicidas do mercado, além de nutrir e agir diretamente na fisiologia das plantas, promovendo suporte nutricional eficiente, viabilizando e garantindo a absorção e translocação de cada molécula nutricional.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Pneumonia enzoótica:

Um desafio para suinocultura

Patologia afeta os níveis produtivos dos rebanhos causando uma série de prejuízos

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Foto: O Presente Rural

As doenças respiratórias são um dos principais desafios enfrentados pela suinocultura. Dentre elas, a pneumonia enzoótica é responsável por uma série de prejuízos econômicos associados aos baixos índices zootécnicos, gastos com medicamento e condenações de carcaças.

Altamente contagiosa e amplamente presente nos plantéis brasileiros, a patologia afeta o sistema respiratório dos suínos, causando alta morbidade e baixas no desempenho dos animais. Pesquisas recentes indicam que a enfermidade pode causar perdas de até 30% no potencial produtivo do rebanho.

“O Mycoplasma hyopneumoniae (Mh) é o principal agente da pneumonia enzoótica. Presente na mucosa respiratória dos animais, a bactéria causa imunossupressão e pode contribuir para a entrada de outros agentes infecciosos na granja. A transmissão da doença ocorre através do contato direto com secreções respiratórias de um suíno portador, ou por meio de aerossóis presentes no ambiente”, afirma o gerente técnico da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, William Costa.

Entre os sinais clínicos mais comuns, estão: tosse seca, febre, apatia, atraso no ganho de peso e quedas no desempenho zootécnico. Como causa imunossupressão, o diagnóstico da patologia é complexo, visto que os suínos podem apresentar uma sintomatologia difusa. Por isso, a diferenciação dos sintomas e das lesões causadas pela enfermidade é fundamental para o diagnóstico diferencial. “Outras infecções secundárias podem acometer o rebanho afetado pela pneumonia enzoótica, pois o Mh é um dos maiores contribuintes para o surgimento do Complexo das Doenças Respiratórias de Suínos”, explica William.

A prevenção tem um papel fundamental para conter os avanços da patologia. O investimento em medidas de biosseguridade e a implementação de um protocolo de vacinação assertivo são imprescindíveis para conter o desafio na granja. Estudos demonstraram que diversas cepas de Mh podem apresentar diferentes graus de virulência e que a uma exposição prévia com uma amostra de baixa patogenicidade não protege o suíno contra uma infecção por um isolado de Mh de alta virulência.

Frente aos desafios impostos pela doença, a Ceva Saúde Animal desenvolveu a Hyogen®.

“O grupo de pesquisa e desenvolvimento da Ceva investigou e avaliou as cepas mais prevalentes de Mh na atualidade e cuidadosamente selecionou as amostras mais imunogênicas. A cepa selecionada foi a BA 2490-99, amostra isolada de campo em suínos acometidos clinicamente pelo Mh nos Estados Unidos. Em seguida, a cepa foi caracterizada antigenicamente e purificada para a indução de uma excelente resposta imune, atendendo as mais altas exigências de qualidade e eficácia em alto desafio”, afirma a gerente de linha da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, Marina Moreno.

O resultado disso é que uma dose de Hyogen® proporciona proteção robusta e efetiva contra o Mh. “Graças a uma potente estimulação do sistema imune pelo antígeno originado a partir da cepa BA 2490-99 de Mh junto ao exclusivo adjuvante Imuvant™, a Hyogen® garante proteção aos animais de forma rápida, a partir de 17 dias após a vacinação, e duradoura, por períodos superiores a 25 semanas após a imunização”, explica Marina.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Cobb discute elaboração de programas de biosseguridade na avicultura

Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, defendeu conceito One Health na elaboração de planos de biosseguridade  

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Médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira   - Foto: Divulgação

A segurança sanitária da população mundial é pauta diária com a pandemia de Covid-19. Medidas de higiene e distanciamento social são necessárias para reduzir a transmissão da doença. Em algumas atividades, como na avicultura industrial, esse tema é conduzido com particular sucesso no Brasil. O controle sanitário em granjas é tão rigoroso que o país é um dos únicos no mundo que nunca detectaram um foco de Influenza Aviária (IA). “Todas as ações que fazemos para proteger nossas aves agora fazemos para proteger a saúde humana contra a Covid-19”, destacou o médico veterinário e gerente Regional da Cobb-Vantress, Cristiano Emanuelli Pereira, durante webinar promovido pela empresa, uma das maiores fornecedoras de matrizes do mundo. A palestra online aconteceu simultaneamente para vários países da América Latina, com a participação de centenas de pessoas.

O evento teve o objetivo de manter os produtores e profissionais de agroindústrias atualizados em programas de biosseguridade. Para ele, o principal é saber que sempre é possível melhorar. Ou seja: um programa de biosseguridade deve estar em constante aperfeiçoamento. “Nunca devemos pensar que estamos bem, mas sempre que podemos melhorar”, destacou, reforçando que a biosseguridade está relacionada com saúde e bem-estar das aves. “O entendimento pleno de biosseguridade tem que ser visto com conceitos de saúde e bem-estar”.

Na avicultura, destacou, desafios como “micoplasmas, salmonela, influenza, laringotraqueíte e doença de Newcastle podem ser introduzidos por vários meios, como aves doentes, calçados, roedores ou água. Para tudo isso temos que ter ferramentas para bloquear ou reduzir os riscos. São muitos os riscos de contato das aves com microrganismos, mas 90% das infecções são passadas pelo homem”, orientou o médico veterinário.

Pereira destacou algumas medidas que a avicultura toma no processo de biosseguridade, como isolamento das granjas, controle do tráfego, limpeza e desinfecção das instalações, divisão entre zonas limpa e suja, controle de vetores, como ratos e cascudinho, tratamento térmico das granjas, quarentena de funcionários que tiveram contato com outras aves, mesmo pássaros de estimação, monitoramento da saúde dos funcionários e manutenção de programas de auditoria de boas práticas de produção. Para isso, frisou Pereira, “o treinamento das pessoas é muito importante”.

De acordo com ele, o arco sanitário, que higieniza veículos na entrada das granjas, precisa ser mais eficiente. “O arco sanitário é a primeira barreira em qualquer etapa da produção. Além de arco, precisamos outros mecanismos, pois muitas vezes ele não consegue tirar toda a sujeira só com desinfetante”, sugeriu.

Em algumas etapas da produção, como na criação dos pintinhos que vão povoar as granjas, as práticas de biosseguridade são ainda mais intensas. Para trabalhar, os funcionários precisam tomar dois banhos. Pereira destacou que essas instalações precisam dar o máximo conforto possível para que os funcionários o façam de maneira correta. “O banho dos funcionários tem que ter boa qualidade, com disponibilização de sabão, shampoo, bom espaço. É preciso desinfetar a área todo dia”. O álcool em gel e a limpeza de mãos frequente é outra prática necessária, alertou o médico veterinário. Em sua apresentação, Pereira também ressaltou a importância de manter limpos os arredores dos galpões. Isso ajuda no controle de roedores, e de insetos, como moscas e o cascudinho.

Citou outros pontos importantes na avicultura, como a monitoria da qualidade das rações, da água, e dos fornecedores de maravalha para a cama de aviário, além da execução de um plano de vacinação bem realizado e monitorado. “A biosseguridade requer compromisso e disciplina. É um trabalho diário. Nunca teremos um ponto pleno”, reforçou Pereira. O webinar teve a moderação do diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb na América do Sul, Marcus Briganó, do diretor Associado de Marketing da Cobb na América do Sul, Cassiano Bevilaqua e do gerente Sênior de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na América do Sul, Luciano Keske.

Fonte: Assessoria
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