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Primato Cooperativa Agroindustrial realiza entrega do Prêmio Excelência 2024

Evento é uma oportunidade de reconhecer os maiores destaques em diversas áreas, que foram avaliados ao longo do ano.

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Fotos: Divulgação/Primato

Na última sexta-feira (29), a diretoria da Primato Cooperativa Agroindustrial promoveu uma emocionante reunião para a entrega do Prêmio Excelência 2024. Repleto de significado, o evento é uma oportunidade de reconhecer os maiores destaques em diversas áreas, que foram avaliados ao longo do ano, celebrando o empenho e dedicação dos colaboradores que contribuem para o crescimento e evolução da cooperativa.

O prêmio é uma forma de celebrar e valorizar o empenho daqueles que buscam desenvolver suas habilidades de acordo com os valores e propósitos da cooperativa. O reconhecimento tem foco na busca pela excelência na gestão, um modelo que serve como referência para a cooperativa e auxilia todas as partes envolvidas a atingirem um alto patamar nos negócios que desenvolvem.

Em 2024, o troféu de Unidade Excelência foi para a Indústria de Rações de Toledo (Unidade 05), gerenciada por Márcio Benka Soares, que recebeu o prêmio em nome de toda a equipe da unidade. Já o prêmio Líder Excelência foi entregue a Sirlene Inês Kieling, encarregada do setor de compras, em reconhecimento à sua dedicação e liderança exemplares. O prêmio Colaborador Excelência 2024 foi concedido ao nutricionista Cláudio Bortoluzzi, colaborador da Unidade 05, que se destacou por sua entrega e comprometimento com os objetivos da cooperativa.

O presidente Anderson Léo Sabadin, fez um discurso inspirador sobre o papel de todos na mudança e no crescimento da organização. “Às vezes, o grande desafio somos nós mesmos. Precisamos nos propor a mudar, a influenciar as pessoas, independentemente do cargo. Se saio de casa, vou para uma loja, eu vou influenciar as pessoas, trocar ideias, dar risada, vou aproveitar essa jornada. Que todos também tenham esse espírito carregado de energia boa”, enfatiza.

Ao destacar a missão da cooperativa de alimentar o mundo de forma saudável, Sabadin explica que isso vai além da alimentação física. “Alimentar é também o lado espiritual, a boa energia, a oração, uma boa conversa. Vivendo o lado humano, o resultado, a venda, vêm naturalmente. O cliente percebe isso”, complementa o diretor presidente.

“O time de colaboradores da Primato tem trabalhado e entregado o máximo. Vejo o quanto cada um se compromete, e isso é o que os torna guerreiros. Este é um time que trabalha dia após dia para fazer a cooperativa crescer, e o varejo, neste ano, tem conseguido ajudar muito na fatia do faturamento total da cooperativa”, sublinha Daniel Girardello, gerente de divisão de logística integrada e varejo, sobre importância do trabalho em equipe.

Regiane Suchenski Meireles, gerente do supermercado Primato da Vila Pioneiro, ressalta os avanços que a cooperativa tem proporcionado para o crescimento de seus colaboradores. “A Primato dá a oportunidade de crescimento, tanto profissional quanto pessoal. Este foi um ano de disciplina, e o novo modelo de gestão veio para agregar no nosso progresso profissional. Uma gestão mais aberta me deu a possibilidade de desenvolver mais projetos e entregar melhores resultados”, afirma Regiane.
Além dos premiados nas categorias Excelência, a Primato também homenageou colaboradores que completaram marcos significativos de permanência na cooperativa. A Categoria 5 Anos celebrou os colaboradores que atingiram esse marco, incluindo Cláudio Bortoluzzi, que também foi reconhecido como Colaborador Excelência. Já a Categoria 10 Anos e a Categoria 15 Anos homenagearam os colaboradores que completaram respectivamente uma década e quinze anos de dedicação à cooperativa. Os premiados foram:

Categoria Excelência

Unidade 1: Danielle Andressa Schulz
Unidade 2: Celso Fuhr
Unidade 3: Egon Lauermann
Unidade 4: Raquel Mara Pereira
Unidade 5: Claudio Bortoluzzi (fábrica), Gabriel Zolino Agopian (comercial)
Unidade 6: Ricardo Lorenzatto
Unidade 7: Odirlei Gozzi
Unidade 8: Ediney Paulino da Silva
Unidade 9: Claudio Eliezer de Souza
Unidade 10: Eduardo Roberto Pezzinatto
Unidade 11: Abner Dias da Silva
Unidade 12: Vanessa Centenaro de Souza
Unidade 13 e Unidade 40: Solange Aparecida da Silva Prestes
Unidade 15: Jeferson Guimaraes da Silva
Unidade 16: Alessandro Queroz Buss
Unidade 17 e Unidade 29: Jocemar Andre de Franca
Unidade 18: Luzia Aparecida de Azevedo Ramires
Unidade 19: Severina Borges da Silva Costa
Unidade 20 e Unidade 34: Laisa Bresan Padilha
Unidade 21: Luciane Patricia de Souza Lunkes
Unidade 22: Guilherme Rauber de Oliveira
Unidade 23: Sergio Luiz Serafini
Unidade 24: Dener Daros
Unidade 25: Anderson Rodrigo Muller
Unidade 26: Amanda Roberta Lima Magalhães
Unidade 27: Claudineia Lima Carvalho Grande
Unidade 28: Roseli Vieira Dos Reis
Unidade 30: Danilo da Silva Bezerra
Unidade 31: Aparecido Lopes Diniz (fábrica), Rafael Vido de Alencar (comercial)
Unidade 32: Jaine Fontes
Unidade 33: Santa Cruz Denis Carballo (fábrica), Leonan Gualberto Afonso (comercial)
Unidade 35: Kauan Sichelero
Unidade 41: Lucas Henrique da Silva
Unidade 45: Cassia Melo dos Santos

Categoria 5 anos

Unidade 05: Claudenores Batista da Silva, Angelita Alves da Silva, Jhiovane Thiery Lamb, Rafael Junior Costa, Juliano de Souza Oliveira, Claudio Bortoluzzi, Rudson Helvio Vareiro Filho, Bruna Eduarda Wrzecionek Zucareli, Gabriel Henrique Pinheiro.
Unidade 10: Jonivaldo de Oliveira, Jocilei Duffeck Grein, Eduardo Roberto Pezzinatto, Marlon, Thiago de Carvalho, Isai Baal, Camila Maria Dos Santos.
Unidade 11: Janete Goncalves Contadini, Claudete Maria da Rosa de Souza, Valdirene Clelia de Souza, Debora Elizabete Gibbert, Ana Carina de Pádua, Andressa Betina Furtado Dornelles, Jennifer Beatriz Ferreira dos Santos, Marcia Kanitz, Edicleia Zanella Donde Manica, Donizete Aparecido Jacoboski.
Unidade 12: Geralda Aparecida Alves Fernandes.
Unidade 13 e Unidade 40: Alisson Henrique Marques Kremer.
Unidade 15:
Jose Carlos de Andrade, Neide Rodrigues da Silva, Silvana Alves Cassandro de Oliveira.
Unidade 16: Loir Lima, Ademir Assmann, Rosenildo Dutra Basi.
Unidade 17 e Unidade 29: Zuleica Aparecida da Rosa, Leonir Antonio Laschi.
Unidade 19: Drielly Caroline Dias de Souza.
Unidade 22: Omar Feier, Luis Carlos Rodrigues dos Santos.
Unidade 23: Gilmar Borel, Fernando Luis Wenzel.
Unidade 24: Fabio Alexandre de Campos, Luis Henrique Azevedo da Silva.
Unidade 25: Arlei Pereira de Souza, Rodrigo Pires de Souza, Natan Tochio de Souza.
Unidade 27: Marilene de Souza, Viviane Lima Verde Schlindwein, Franciele Fernanda Bispo da Luz, Claudineia Lima Carvalho Grande, Cristiane Aparecida Goncalves, Cleomair Rodrigues, Marcos Roberto Waechter.
Unidade 30: Danilo da Silva Bezerra, Reginaldo Lima Ferreira.
Unidade 31: Celso Nunes da Silva, Jocimar Flores dos Santos.
Unidade 32: Isabel Eliane Chaves, Jose Ribeiro de Lima.

Categoria 10 anos

Unidade 10: Lucas Rafael Hauenstein.
Unidade 11: Denacir Antonio Guedes, Marizete Tereza Woll Chagas.
Unidade 16: Claudio Nascimento Ricardo, David Pryjmak.
Unidade 19: Clair Ines Knebel Lott.
Unidade 20 e Unidade 34: Eliana Jaconi Pereira Lemos, Maria Edimeia de Souza Rocha, Leda Aparecida da Silva, Jose Carlos da Silva.
Unidade 22: Rosalvo Dias de Oliveira.
Unidade 25: Maria Aparecida Barbosa dos Santos, Maria Dora Cristaldo.
Unidade 27: Vanessa Cristina Potratz Souza.
Unidade 32: Fernando Suchenski.

Categoria 15 anos

Unidade 05: Valmir Ferreira, Luiz Donizete de Souza.
Unidade 06: Angelita Schaufelberger.
Unidade 08: Angelo Bortoluce.
Unidade 10: Thais Daiane Giollo.

Fonte: Assessoria Primato

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs

Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

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Divulgação Jefo

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.

Os benefícios da nutrição de precisão

Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.

Jefo e a tecnologia de microencapsulação

Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.

Destaques no SIAVS 2026

Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:

• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;

• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;

• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;

• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;

• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.

“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.

No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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 Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

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Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.

O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico

O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.

Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos

Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).

No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.

Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.

Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico

Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos

Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.

As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico

Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2.  A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.

 Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!

Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.

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Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

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Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!

 

 

Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1

1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac

 

Fonte: Ass. de Imprensa Laboratoires Phodé
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

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Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
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