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Presidente do Sistema OCB prevê agronegócio brasileiro para próxima década com atuação cada vez mais cooperativista

O cooperativismo tem uma meta clara, desenhada por planejamentos estratégicos robustos e que guiam as cooperativas em cenários de meses, anos e décadas, para que, considerando todos os ramos do movimento, em 2027, se alcance R$ 1 trilhão em movimentação financeira e 30 milhões de cooperados nos quadros sociais das cooperativas por todo o Brasil, dos quais. Essas metas não demonstram apenas a continuidade da representatividade do movimento cooperativista, mas também os caminhos que o cooperativismo vai ter que enfrentar para alcançar estes patamares

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Em um Brasil que se destaca como potência agroalimentar, as cooperativas agropecuárias assumem papel fundamental. Responsáveis por mais da metade da safra nacional de grãos e com faturamento superior a R$ 430 bilhões em 2022, o movimento cooperativista demonstra pujança e contribui de forma significativa para a competitividade do agronegócio brasileiro.

Presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas: “Com números expressivos, perspectivas promissoras e um sistema de apoio sólido, o futuro do cooperativismo é de crescimento, inovação e ainda mais sucesso” – Foto: Divulgação/Sistema OCB

Para tratar do panorama do cooperativismo agropecuário no país, desde seus números expressivos até os desafios e perspectivas para o futuro, o Jornal O Presente Rural entrevistou o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas. “O cooperativismo agropecuário brasileiro é sinônimo de eficiência, entrega e resultado”, afirma Freitas, enfatizando: “São mais de um milhão de produtores rurais, reunidos em cerca de 1.185 cooperativas espalhadas por todo o país, que geram empregos, renda e prosperidade”.

No entanto, apesar do sucesso, o cooperativismo agropecuário brasileiro enfrenta desafios como a manutenção da atividade no campo e a adaptação às mudanças climáticas. A fim de mitigar os efeitos das mudanças climáticas, as cooperativas investem em pesquisa, desenvolvimento de novas tecnologias e adoção de práticas sustentáveis. “O futuro do cooperativismo agropecuário brasileiro é promissor. Com a crescente demanda por alimentos no mundo, a expectativa é de que o setor continue crescendo nas próximas décadas. Para acompanhar esse ritmo, as cooperativas precisarão se fortalecer ainda mais, investindo em tecnologia, inovação e profissionalização da gestão”, ressalta Freitas.

O Presente Rural – Quais são os dados do cooperativismo agropecuário brasileiro?

Márcio Lopes de Freitas – O cooperativismo agropecuário brasileiro é sinônimo de eficiência, entrega e resultado, características marcantes que se materializam nos números sociais e econômicos destes negócios coletivos espalhados por todo o território nacional. Principalmente no que diz respeito a um movimento que contempla mais de um milhão de produtores rurais, distribuídos em cerca de 1.185 cooperativas por todo o país, gerando empregos, renda e prosperidade.

Em relação aos aspectos sociais, o movimento vem se expandindo, em especial sob o prisma do foco principal das cooperativas, as pessoas. Para se ter uma ideia, entre 2019 e 2022, os fluxos de cooperados do ramo agropecuário apresentou crescimento de cerca de 19 mil novos agricultores. A evolução dos quadros sociais das cooperativas, que tem destaque nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, mostram o potencial de expansão do movimento, assim como a utilização das cooperativas como um modelo de negócios que promove organização e inclusão dos agricultores nas cadeias produtivas.

Quanto os aspectos econômicos, as cooperativas agropecuárias também vão muito bem, totalizando mais de R$ 430 bilhões em ingressos em 2022, e um crescimento de 20% em relação à 2021.

Esse aumento de receitas foi alicerçado em trabalho duro e conjunto dos cooperados, cooperativas e seus colaboradores, de forma organizada e promovendo geração de novos empregos, que totalizaram cerca de 42,4 mil entre 2019 e 2022, número que representa 16,9% das cerca de 249.584 mil vagas ocupadas no movimento.

É imprescindível citar ainda que o cooperativismo agropecuário, representa mais de 50% da safra nacional de grãos, em especial na cafeicultura, fruticultura, fibras, hortaliças e bioenergia. Ele é, assim, parte vital da receita de sucesso do agronegócio, que, segundo dados do Cepea/Esalq-USP, cresceu cerca de R$ 1,6 trilhão na última década (2013-2023), assim como avançou em sua representatividade em relação ao PIB Nacional, que saiu de 18,69% em 2013 e chegou em 24,14% em 2023.

O Presente Rural – Como o senhor avalia o desempenho da produção agropecuária brasileira nos últimos anos e quais foram os principais fatores que contribuíram para esse crescimento?

Márcio Lopes de Freitas – A cadeia agropecuária como um todo é um sucesso no Brasil, gera renda, emprego, desenvolvimento regional e prosperidade nacional, sendo um dos atributos de potência da economia brasileira. Dito isso, o crescimento da produção agropecuária brasileira foi exponencial, tanto em volume das produções, tais como as de grãos que passaram de 300 milhões de toneladas produzidas, quanto se avaliarmos o extraordinário crescimento econômico dentro da porteira na participação do PIB do agronegócio. Essa participação de 2,6 pontos percentuais em quase duas décadas representa cerca de R$ 677 bilhões de aumento no PIB do setor.

Boa parte dessa evolução e sucesso se deve aos incrementos de eficiência relacionados aos índices de Produtividade Total dos Fatores (PTF), pautados no aumento da produtividade da mão de obra, redução ou baixo crescimento da área plantada, devido aos ganhos de produtividade da terra; e aumento do uso de capital, tendência que deve se manter na próxima década.
Para finalizar essa questão, não podemos deixar de comentar que as cooperativas agropecuárias funcionam como ferramenta para potencializar os fatores apontados como determinantes para o crescimento da agropecuária nacional nos últimos anos, principalmente pela promoção da pesquisa, assistência técnica, produtos e serviços que geram aumento de eficiência no uso dos fatores de produção do segmento.

O Presente Rural – Na sua opinião, quais os maiores desafios enfrentados pelos produtores agropecuários atualmente?

Márcio Lopes de Freitas – Nos dias atuais, o principal desafio dos produtores rurais é a manutenção da atividade no campo e a organização da cadeia produtiva, principalmente quando falamos da necessidade de remunerar o capital imobilizado em terras para produção agrícola e pecuária, frente a competição com outras atividades econômicas. E também quando falamos na organização para que a inclusão produtiva do agricultor ocorra de forma adequada e sustentável para que sua atuação possa ser perene e ocorrer de forma harmônica com todos os elos do agronegócio nacional, dentre eles fornecedores, compradores e prestadores de serviços.

O Presente Rural – Como as mudanças climáticas têm impactado a produção agropecuária no Brasil e quais medidas têm sido adotadas para mitigar esses efeitos? Como a OCB tem agido para auxiliar as cooperativas?

Márcio Lopes de Freitas – O clima é a variável número um quando se trata de agricultura e pecuária tropical e temperada. E foi por meio das normas climáticas que a agricultura e pecuária nacional se zonearam ao longo do país, frente às necessidades e aptidões hídricas e físicas dos ambientes de produção. Dito isso, processos de curto, médio e longo prazo, principalmente os oriundos de ação humana e que provocam alterações do clima, impactam diretamente os riscos de produção e rentabilidade, principalmente por tornarem regiões atualmente adequadas à produção agropecuária, inadequadas.

É preciso parabenizar a pesquisa agropecuária nacional que, antevendo as consequências das mudanças climáticas, tem trabalhado para criar boas práticas de produção, sistemas produtivos e cultivares adequados para ambientes e climas adversos e extremos.

No Sistema OCB somos apoiadores de iniciativas como essas e promovemos capacitações para os departamentos técnicos das cooperativas agropecuárias de todo o país junto com as unidades da Embrapa. São mais de 500 técnicos que atuam na disseminação das melhores práticas e inovações geradas pela pesquisa agropecuária brasileira, inclusive para boas práticas ambientais e adaptação às mudanças climáticas globais. Não podemos deixar de citar, também, o programa ESGCoop, iniciativa do Sistema OCB para diagnosticar, monitorar e apoiar o cooperativismo no que diz respeito à adequação as diretrizes ESG.

O Presente Rural – Qual o papel da tecnologia e da inovação no aumento da produtividade agropecuária? Cite alguns exemplos de tecnologias que têm sido adotadas pelos produtores e como as cooperativas e a própria OCB têm apoiado a adoção de novas tecnologias entre os seus associados.

Márcio Lopes de Freitas – Tecnologia e inovação são pilares centrais para o aumento de produtividade da agropecuária nacional. É por meio das inovações e tecnologias bem aplicadas que se aumenta eficiência e se utiliza melhor os recursos disponíveis para produção, assim como se criam novos mercados e disrupções setoriais que promovem desenvolvimento econômico e prosperidade local e ampla.

Nesse sentido, destaco as iniciativas das cooperativas, que além de possuírem um modelo de negócios inovador e atual por natureza, promovem e estão buscando fortalecer a cultura de inovação em seus quadros sociais. Cenário que se mostra presente nas feiras agropecuárias promovidas pelo cooperativismo agropecuário e que buscam trazer aos produtores rurais cooperados, as tecnologias e inovações mais recentes para serem utilizadas em seus negócios, promovendo resultados positivos no campo e na renda.

Dentre esses produtos e serviços apresentados e difundidos aos agricultores, que vão de drones até o ‘arroz e feijão’ da agricultura e pecuária, que é o bom uso do solo e das sementes, se destacam também as iniciativas de inovação e tecnologia que são geradas dentro das cooperativas e expostas para além delas, contribuindo desta forma para o segmento como um todo.

O Presente Rural – Quais iniciativas têm sido implementadas para garantir a sustentabilidade da produção agropecuária no Brasil?

Márcio Lopes de Freitas – Antes de tudo, é preciso ressaltar que é essência da agricultura e da pecuária brasileira é a boa utilização dos fatores de produção e dos recursos naturais disponíveis. Assim, o setor agropecuário brasileiro tem perseguido de maneira consistente a utilização de boas práticas agrícolas, o uso eficiente dos sistemas de produção e a sustentabilidade sob todos os prismas.

O que se tem visto são ações para sustentabilidade tanto no âmbito privado quanto no público. Em relação ao privado, a sustentabilidade tem sido sinônimo de rentabilidade, eficiência e renda no campo, aspectos que fizeram com que barreiras fossem rompidas para os produtores rurais, que buscam cada vez mais avançar em aspectos sustentáveis entendendo que essa mudança de processos e projetos internos gera no final das contas resultado.

Inseridas neste contexto estão as cooperativas, que não somente são referências no uso de certificações de sustentabilidade e comércio justo, mas também têm incentivado nos seus quadros sociais o avanço em práticas sustentáveis e uso eficiente dos recursos, por meio de uma rede técnica de mais de 9 mil profissionais que disseminam técnicas produtivas adequadas, sustentáveis e que promovem perenidade no campo.

O Presente Rural – Como as políticas públicas têm influenciado a produção agropecuária no Brasil? Há áreas em que o senhor acredita que o governo poderia atuar de forma mais efetiva?

Márcio Lopes de Freitas – As políticas públicas têm um papel fundamental para criação de um ambiente favorável para a agropecuária brasileira, pois é por meio delas que as condições tributárias, comerciais e produtivas entram em harmonia, permitindo que o setor privado possa ter segurança de seguir produzindo, investindo e gerando resultados para o Brasil. Nesse sentido, destaco a indispensável presença de uma política agrícola forte e atenta as demandas do setor, principalmente a partir de seus principais instrumentos, tais como o Plano Safra, Seguro Rural e a Política de Garantia de Preços Mínimos.

Acredito que todos esses instrumentos precisam ser reforçados, não somente por sua relevância para a garantia da atividade agropecuária para pequenos, médios e grandes produtores, mas também para balizar e mostrar a presença do estado ao lado do setor produtivo em momentos de adversidade. Um cenário assim dá segurança para que o cooperativismo e seus cooperados continuem sua atividade de produzirem alimentos.

Enquanto representantes do cooperativismo brasileiro, o foco mais recente de atuação do Sistema OCB é voltado para o Plano Safra 2024/25, em que solicitamos, com base no documento Propostas do Sistema Cooperativista ao Plano Safra 2024/25, cerca de R$ 558 bilhões em recursos, com taxas reduzidas, limites ampliados, além da manutenção da arquitetura do crédito rural e reforço aos mecanismos de gestão de riscos agropecuários, tais como Seguro Rural, Proagro, Pep e Pepro.

O Presente Rural – Qual é o papel das cooperativas na produção agropecuária brasileira e como elas contribuem para a competitividade do setor?

Márcio Lopes de Freitas – O cooperativismo e a agropecuária brasileira estão entrelaçados. E as cooperativas agropecuárias são vanguarda na organização e inclusão de pequenos, médios e grandes produtores na cadeia produtiva de alimentos, fibras, biocombustíveis e energia. Além disso, esses negócios coletivos originam mais de 50% da safra nacional de grãos e representam, em relação à produção brasileira, 75% do trigo, 55% do café, 53% do milho, 52% da soja, 50% dos suínos, 48% do algodão, 46% do leite e 43% do feijão, segundo dados do Censo Agropecuário realizado pelo IBGE. Também contribuem de maneira significativa nas safras da fruticultura, horticultura, proteínas animais, fibras e setor sucroenergético.

A atuação desta estrutura societária única, não se limita ao espaço delimitado dentro da porteira. As cooperativas também estão presentes na distribuição de insumos, na assistência técnica, na conservação e guarda de alimentos, na agregação de valor, por meio das agroindústrias e no poder de comercialização do mercado. E toda essa presença e representatividade se resume em competitividade para os cooperados e para o agronegócio como um todo.

O Presente Rural – Como o Sistema OCB tem trabalhado para fortalecer as cooperativas e apoiar os produtores rurais?

Márcio Lopes de Freitas – O Sistema OCB existe para o cooperativismo e atua para o movimento em suas três casas: OCB, Sescoop e CNCoop. Essa atuação é voltada para representação institucional e comunicação (OCB), monitoramento, diagnóstico, capacitação e apoio ao desenvolvimento do cooperativismo (Sescoop) e representação sindical (CNCoop).

Especificamente para o ramo agropecuário, além de temas transversais para o movimento como um todo, como a Reforma Tributária, por exemplo, são prioridade da representação institucional: crédito rural, defesa agropecuária, questões ambientais, inserção internacional, garantia de renda ao produtor, conectividade rural, fortalecimento da agricultura familiar e representação sindical. Destaco ainda as diversas ações de diagnóstico, monitoramento, capacitação e suporte aos negócios cooperativistas de todo o Brasil realizadas pelo Sescoop.

O Presente Rural – Quais são as expectativas do Sistema OCB para a produção agropecuária brasileira nos próximos anos visto que o clima tem impactado

cada vez mais o setor?

Márcio Lopes de Freitas – O exercício de antever cenários futuros é sempre um grande desafio, porém ação essencial para que os negócios das cooperativas e as estratégias estejam bem definidas nos horizontes de curto, médio e longo prazo. Desta forma, o que se tem de projeções oficiais do governo e de centro de pesquisas nacionais e internacionais é de um agronegócio brasileiro crescente para a próxima década, com tendência de aumento da demanda pelos produtos agropecuários globais, intensificação do uso dos fatores de produção, necessidade de investimentos e atuação cada vez mais cooperativista.

No que diz respeito especificamente as questões climáticas, elas continuarão sendo variável determinante para o setor, e nesse sentido o segmento converge para se adaptar e amenizar seus impactos para avançar em ambientes produtivos adversos, como era o Cerrado décadas atrás e que, com tecnologia, pesquisa e muito esforço, se tornou o celeiro de grãos do país.

O Presente Rural – Quais tendências o senhor acredita que irão moldar o futuro do cooperativismo agropecuário no Brasil?

Márcio Lopes de Freitas – O cooperativismo tem uma meta clara, desenhada por planejamentos estratégicos robustos e que guiam as cooperativas em cenários de meses, anos e décadas, para que, considerando todos os ramos do movimento, em 2027, se alcance R$ 1 trilhão em movimentação financeira e 30 milhões de cooperados nos quadros sociais das cooperativas por todo o Brasil, dos quais.

Essas metas não demonstram apenas a continuidade da representatividade do movimento cooperativista, mas também os caminhos que o cooperativismo vai ter que enfrentar para alcançar estes patamares, tais como o fortalecimento da intercooperação e das relações com o mercado, assim como avanços em aspectos de gestão e governança, para serem ainda mais profissionais e responsivas às necessidades globais. Também não podemos esquecer de citar da valorização das pessoas, que são o foco do movimento e a diferença para que as cooperativas reforcem seu papel de instrumento para tornar o mundo melhor e mais próspero.

O acesso é gratuito e a edição Especial de Cooperativismo pode ser lida na íntegra on-line clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

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C.Vale lança corte raquete empanada durante Siavs 2024 

Evento acontece de 06 a 08 de agosto no Distrito do Anhembi, em São Paulo.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Entre os dias 06 a 08 de agosto, a C.Vale Cooperativa Agroindustrial vai participar do Siavs 2024, um evento que reúne a avicultura, a bovinocultura, a suinocultura e o setor de peixes de cultivo, promovendo um encontro de especialistas e líderes do setor agroindustrial, gerando oportunidades de negócios e avanços tecnológicos.

A C.Vale está pronta atender aos consumidores mais exigentes do mundo e que buscam produtos com preparos práticos, qualidade e sabor. Conta com uma linha de produtos IQF, que são produtos com congelamento individual das peças, tanto para peixes como para as aves e ainda uma ampla linha de empanados de frango para atender àqueles que buscam praticidade no dia a dia para petiscar ou em suas refeições cotidianas. Nesta oportunidade a C.Vale apresentará o lançamento da Raquete Empanada, um corte super diferenciado nos sabores tradicional e apimentado.

Para o gerente comercial Fernando Aguiar, participar do Siavs é uma oportunidade única para que a cooperativa se aproxime ainda mais dos clientes, possa prospectar novos, e ainda gerar relacionamentos, parcerias e acompanhar as tendências do mercado.

Acompanhado de parte do time comercial do mercado interno, externo e marketing de produtos, Aguiar espera representar todos os cooperados que produzem e entregam seus produtos para a cooperativa e confiam nessa gestão. “Estamos confiantes e esperamos fazer bons negócios, levando sempre em consideração a segurança dos nossos clientes e da C.Vale, para os nossos mais de 27 mil associados e 14 mil colaboradores”, frisou.

Fonte: Assessoria ABPA
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Painel empresarial debate futuro das proteínas no Siavs 2024

Debate reune cinco das maiores empresas de proteína animal do planeta em debate sobre rumos do setor.

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Foto: Alf Ribeiro/Arquivo Siavs

Representantes de cinco das maiores empresas de proteína animal do Brasil e do Mundo participarão de um painel sobre o futuro do comércio global das proteínas animais durante o Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs), maior evento dos setores no Brasil, que acontecerá entre os dias 06 e 08 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

Entre os confirmados para o evento estão o CEO da Alibem, José Roberto Goulart, o diretor-executivo de Agropecuária da JBS Seara e presidente da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), José Antônio Ribas Junior, o diretor de relações internacionais da Minerva Foods, João Sampaio, o vice-presidente de Agropecuária e Qualidade da BRF, Fábio Duarte Stumpf, e o Diretor da MCassab, Mário Sérgio Cutait.

Durante o painel, as lideranças empresariais abordarão cenários e perspectivas sobre os rumos da cadeia produtiva de proteína animal do Brasil e o contexto global das proteínas de aves, suínos, bovinos, peixes e ovos, incluindo questões de sustentabilidade, competitividade e outros pontos. “Reunimos representantes de algumas das maiores empresas globais no setor de proteína animal para apontar indicativos próprios sobre a trilha que a produção e o consumo de proteína animal deverá percorrer ao longo dos próximos anos.  Isso, não apenas considerando o cenário de consumo, como também na perspectiva da competitividade”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin, que será o mediador do painel.

O painel acontecerá no Auditório Celso Furtado, e será aberto ao público presente no Siavs. Veja mais sobre a programação do evento clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Abiove atualiza projeções para safra de soja de 2024

Pequenas alterações nas estimativas foram motivadas pela reavaliação periódica de produtividade.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulga a atualização das estatísticas mensais do complexo brasileiro da soja até maio de 2024. As novas projeções para o ciclo atual apresentam poucas mudanças, destacando-se pela leve revisão nas estimativas de produção.

A produção de soja em grão está estimada em 153,2 milhões de toneladas, um aumento de 700 mil toneladas em relação ao levantamento anterior. O esmagamento foi mantido em 54,5 milhões de toneladas, enquanto a produção de farelo de soja permanece estimada em 41,7 milhões de toneladas e a de óleo de soja em 11 milhões de toneladas.

Processamento mensal

Em maio de 2024, o processamento de soja foi de 4,29 milhões de toneladas, representando uma queda de 1,5% em relação a abril de 2024 e uma redução de 6,2% em comparação a maio de 2023, ajustado pelo percentual amostral de 90,6%.

Comércio exterior

As exportações alcançaram os seguintes volumes: 97,8 milhões de toneladas de soja em grão, 21,7 milhões de toneladas de farelo de soja, um aumento de 100 mil toneladas em relação ao levantamento anterior, e 1,15 milhão de toneladas de óleo de soja, um aumento de 50 mil toneladas em relação à última estimativa. A receita projetada com essas exportações do complexo soja é de US$ 49,6 bilhões em 2024.

Fonte: Assessoria Abiove
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SIAVS 2024 E

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