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Presidente da Coamo recebe titulo de Cidadão Honorário

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A noite de 19 de agosto de 2014 entrou para a história do engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente da Coamo que, emocionado e feliz, recebeu o título de Cidadão Honorário de Nova Santa Rosa, Município localizado no Oeste do Paraná. Este foi o 40º título de Cidadania honorária em âmbito Municipal que ele recebeu na sua trajetória, somando-se a eles, também o de Cidadão Honorário do estado do Paraná.  "Sinto-me extremamente honrado e ao mesmo tempo tomado de grande emoção ao receber o título de Cidadão Honorário do Município de Nova Santa Rosa" comemora o homenageado.
MOTIVAÇÃO – Para o presidente da Câmara Municipal de Nova Santa Rosa, Lari Hitz,  a honraria a Gallassini é merecida e foi aprovada por unanimidade pelo Poder Legislativo. "Comemoramos esta homenagem porque muito foi feito nesses 20 anos de Coamo no Município. A sua  presença mudou a vida dos nossos produtores. Antes eles estavam sem apoio e com sérios problemas e incertezas, mas com a cooperativa Coamo passaram a ter novos horizontes e estão muito felizes", afirma. 
IDEALISMO – Em nome dos vereadores, Jairo Arn fez a saudação ao homenageado destacando algumas de suas qualidades, que segundo ele o colocam merecedor da honraria como novo cidadão santa-rosense. "Dr. Aroldo é idealizador, antes de tudo é um visionário com grandes experiências e virtudes. O Senhor acreditou na nossa região, no potencial dos nossos agricultores, com trabalho e firmeza colocou a Coamo entre as cinco maiores empresas do Agronegócio da América Latina e trouxe a comunidade de Nova Santa Rosa muita segurança, estabilidade, evolução, progresso e renda, nesses vinte anos desde a chegada da cooperativa". 
GESTÃO – Para o prefeito do Município, Rodrigo Fernandes, a Coamo é um exemplo de gestão a ser seguido, inclusive, para as gestões do poder público, e o Município sente-se orgulhoso em tê-lo como seu mais novo cidadão. "O reconhecimento a Gallassini vai além das divisas do nosso Município, do nosso estado do Paraná, e além do nosso país. Como administrador vejo na Coamo um referencial a ser seguido com sua política de gestão, serviços e colheita de bons resultados, e principalmente, pelo tratamento igualitário aos seus associados que tem respeito, credibilidade e retorno certo e efetivo pela sua participação. A Coamo tem feito não o que os produtores querem, mas o que eles necessitam para produzir mais  e melhor", destaca Fernandes. 
COOPERATIVISMO – Segundo Gallassini, ele jamais imaginava que um dia isso pudesse receber tamanha honraria tendo em vista as circunstâncias em que se deu a instalação da Coamo em Nova Santa Rosa. "Foi o meu sentimento cooperativista que falou mais alto quando da arrematação, via judicial, do entreposto, então pertencente a extinta Coopagro, nos idos anos de 1994, portanto, há 20 anos."
O presidente da Coamo sentiu na época a angústia de homens e mulheres, laboriosos, honestos, cumpridores de seus deveres, ver a possibilidade de arcarem com grandes prejuízos em função da emissão de títulos em garantia de empréstimos à então cooperativa em exercício. Ele lembra que as negociações foram longas e exaustivas junto às instituições financeiras e à justiça para que o leilão fosse viabilizado e ao mesmo tempo realizado, dando fim àquela angústia que tanto perturbava os produtores da região.
CONQUISTA – "Quando a Coamo começou a atuar em 1994, a desconfiança era muito grande por parte de todos, porque o medo de sofrerem um novo revés estava a atormentar a cabeça dos produtores que falavam que ficaríamos um tempo e depois sairíamos da região. E isso, na verdade, jamais tinha passado pela nossa cabeça", lembra Gallassini, acrescentando que " Essa desconfiança somente foi dissipada quando efetuamos o depósito em juízo dos valores correspondentes as avaliações e o Banco do Brasil nos entregou as Notas de Crédito Rural e nós as devolvemos aos seus respectivos emitentes. Os produtores sentiram-se aliviados e eu também me senti de ter o dever cumprido, e feliz ao ouvir de produtores a frase:´Se não fosse a Coamo eu teria tido prejuízo".
EVOLUÇÃO – Após a tormenta e muito trabalho nesses 20 anos, a confiança dos produtores foi sendo conquistada e seguindo os princípios cooperativistas foi construído um grande entreposto em Nova Santa Rosa, com excelentes serviços aos associados e contribuição para o progresso da agropecuária e qualidade de vida de todos.
INVESTIMENTOS – Desde o início das suas atividades em Nova Santa Rosa, a Coamo não parou de realizar investimentos. Nos últimos anos foram mais de R$ 18 milhões em novas e modernas instalações, com escritório administrativo amplo e loja de peças, farmácia veterinária, agência da Credicoamo, construção de dois armazéns de insumos de 2.100m² cada, quatro novos silos para armazenagem de produtos agrícolas e três tombadores. Também foi duplicada a capacidade de secagem e máquinas de limpeza, visando o recebimento das safras com segurança e rapidez.
RESULTADOS – "Além dos investimentos materiais que estamos  realizando, também é motivo de orgulho aquilo que estamos plantando no coração e na mente de nossos produtores, que é a filosofia de um cooperativismo sério e de resultados. Um cooperativismo que durante os 44 anos de existência da Coamo propicia aos seus mais de 27 mil associados a confiança de que: "Se está na Coamo está seguro, está em casa", comemora Gallassini.

Fonte: Ass. Imprensa da Coamo

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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