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Prêmio Strategy Marketing reconhece excelência dos frigoríficos através do olhar dos fornecedores

Reconhecimento será concedido apenas em uma categoria: a dos frigoríficos mais admirados. Baseada na percepção dos próprios fornecedores, premiação reflete o zelo e a exigência com os produtos, tornando-os mais competitivos e bem-sucedidos no mercado.

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Fotos: Divulgação/FBM

O Prêmio Strategy Marketing foi criado com o objetivo de identificar e reconhecer os frigoríficos mais admirados pelo olhar dos fornecedores. Esses profissionais, que têm um contato direto com as indústrias, desempenham um papel fundamental ao garantir a qualidade dos produtos fornecidos, o que, por sua vez, impacta a percepção da marca e a confiança do consumidor final. Essa iniciativa visa destacar as empresas que mantêm altos padrões de qualidade e possuem uma relação sólida com seus parceiros de negócios.

A escolha da 5ª Feira Internacional para a Indústria de Processamento de Proteína Animal e Vegetal (Expomeat) como palco para a premiação não é por acaso. O evento, programado para acontecer  de 24 a 26 de setembro no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), é uma das maiores feiras do setor, reunindo soluções inovadoras para o processamento de proteínas animais. A entrega do prêmio durante o evento reforça ainda mais o vínculo entre os diferentes setores da cadeia produtiva, promovendo maior visibilidade e impacto na busca pela excelência e respeito ao consumidor final.

Promovida pela Fundação Brasileira de Marketing, a 5ª edição vai contar com mais de 120 palestras técnicas, 12 mil visitantes da indústria frigorífica e agroindústria, 380 marcas expositoras e 16 mil m² de exposição.

Mesmo enfrentando desafios, os frigoríficos continuam a desempenhar um papel vital na economia. As demandas já foram reavaliadas e novos mercados estão sendo abertos, o que resultou em um aumento de mais de 20% na balança comercial em comparação ao mesmo período do ano passado. Além disso, o crescimento urbano continua a impulsionar o consumo, evidenciando a resiliência do setor.

Embora algumas grandes marcas dominem o mercado, o prêmio não será previsível. Existem mais de quatro mil frigoríficos no Brasil, muitos com diversas filiais, totalizando mais de sete mil plantas industriais. Essas estruturas necessitam de planejamento e padrões de produção elevados, tanto para o mercado interno quanto para o externo, representando cerca de 70% da demanda. O julgamento será baseado nas ações diárias dos fornecedores, que possuem um conhecimento avançado sobre o movimento de melhoria contínua nas empresas.

O prêmio será concedido apenas em uma categoria: a dos frigoríficos mais admirados. A escolha foi feita para valorizar aqueles que se destacam pela excelência em suas operações e relacionamento com fornecedores. A premiação será baseada na percepção dos próprios fornecedores, o que torna o prêmio um verdadeiro “selo de respeito”. Essa valorização reflete o zelo e a exigência com os produtos, tornando-os mais competitivos e bem-sucedidos no mercado.

Fonte: Assessoria Fundação Brasileira de Marketing

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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