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Prêmio Queijos do Paraná terá segunda edição, com novidades

Lançamento da premiação está marcado para 18 de setembro, no Mercado Municipal de Curitiba, iniciativa também contará com um novo prêmio, o Concurso Excelência em Muçarela

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Mais uma vez, a excelência e a diversidade da produção de lácteos terão posição de destaque na segunda edição do Prêmio Queijos do Paraná (clique aqui). A confirmação ocorreu nesta quarta-feira (10), na sede do Sistema Faep/Senar-Paraná, quando detalhes da iniciativa foram apresentados a 50 entidades públicas e privadas, que podem se tornar apoiadores da premiação. Realizada em junho de 2023, a primeira edição do Prêmio Queijos do Paraná distribuiu 98 medalhas, entre bronze, prata, ouro e super ouro.

Promovido pelo Faep/Senar-Paraná, Sebrae-Paraná, Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Sindileite-PR e Sistema Fecomércio-PR (passou a fazer parte do comitê gestor nesta edição), o Prêmio Queijos do Paraná tem o objetivo de divulgar a qualidade e valorizar os derivados lácteos produzidos no Estado. A segunda edição será lançada oficialmente em 18 de setembro, em evento no Mercado Municipal de Curitiba. Na ocasião, o comitê gestor do prêmio apresentará o regulamento, que trará uma série de novidades. A expectativa é que a nova edição bata recordes de inscritos e de participação.

“O Prêmio Queijos do Paraná alavancou o setor queijeiro do Estado. Por isso, decidimos continuar, promovendo uma segunda edição, sempre com a preocupação de não ser só um evento de premiação, mas uma iniciativa de desenvolvimento do setor, a partir de ações técnicas, focadas inclusive em questões legais e sanitárias” disse Ronei Volpi, assessor do Sistema Faep/Senar-Paraná e idealizador da iniciativa.

A segunda edição já começará maior: o evento de premiação, em 2025, transcorrerá ao longo de três dias. Nesse período, ocorrerão eventos técnicos, julgamento e premiação dos queijos, além de feira de produtores de todo o Paraná. A expectativa é que haja 600 produtos inscritos, superando a edição anterior (450). Também se espera que o número de entidades parceiras seja maior que os 28 apoiadores que se uniram ao prêmio realizado em 2023.

O Prêmio Queijos do Paraná não se restringirá aos três dias do evento de premiação. As entidades promotoras e os parceiros levarão a campo dezenas de ações voltadas ao desenvolvimento do setor lácteo, com a qualificação de produtores de leite, de produtores artesanais de queijo e de indústrias lácteas, além de técnicos e jurados. Assim como ocorreu na primeira edição, essas ações devem impulsionar a formalização e a profissionalização de queijeiros e queijarias em todo o Estado.

Outra novidade que faz parte da iniciativa é o Concurso Excelência em Muçarela, voltado a escolher o melhor queijo desta família em sua utilização na culinária. O produto não será julgado isoladamente, mas como ingrediente de uma pizza. Os jurados vão avaliar características técnicas como fatiabilidade, elasticidade, derretimento e gordura livre da muçarela, e as características sensoriais do produto em uma pizza. A expectativa é de que 80 queijeiros e/ou indústrias se inscrevam nessa modalidade.

Importância

Todo esse esforço concentrado se justifica pela importância da cadeia produtiva. Há produção de leite em todos os 399 municípios do Paraná. O Estado é o segundo maior produtor de leite do país, com 13 milhões de litros/dia, dos quais 6 milhões são destinados à fabricação de queijos. É um derivado que, além de ter valor nutricional, permite agregar valor à matéria prima, fortalecendo o setor e gerando empregos e renda.

Na primeira edição, o Prêmio Queijos do Paraná acumulou números expressivos. Foram 450 queijos inscritos, dos quais 291 foram habilitados a participar do concurso. No total, produtores de 90 queijarias de 75 municípios participaram da disputa. Foram premiados 88 queijos: 28 com medalha de bronze, 30 com prata e 30 com ouro. Os medalhistas de ouro se classificaram, ainda, para uma disputa final, que terminou com a seleção de dez produtos condecorados com a medalha super ouro.

Livro

Também em 28 de setembro, o comitê gestor vai lançar o livro da primeira edição do Prêmio Queijos do Paraná. A publicação – que já está no prelo – traz um perfil de todos os produtores medalhistas, com as características básicas dos queijos premiados e os contatos dos ganhadores.

Organizadores

Ao longo da apresentação da segunda edição do Prêmio Queijos do Paraná, o diretor-secretário do Sistema Faep/Senar-Paraná, Livaldo Gemin, destacou a importância do setor lácteo na geração de renda em todos os municípios do Estado. “O leite é uma cadeia produtiva de extrema importância. Além de ser um dos melhores alimentos essenciais, também tem uma cadeia que envolve socialmente todos os nossos produtores, dos mais pequeninos aos maiores”, apontou Gemin, que representou a presidência da entidade.

O representante do Sindileite-Paraná, Wilson Thiesen, celebrou os bons resultados obtidos ao longo da primeira edição e destacou a importância de as entidades concentrarem esforços para o desenvolvimento do setor. “O prêmio superou todas as expectativas, o que é fundamental para apoiarmos a segunda edição. Isso só foi possível graças à integração das entidades”, disse. “O Paraná responde por 11% da produção nacional. Assim, temos que competir por mercado. É importante lutarmos por esse mercado, agregando valor à produção. Por isso, esse evento é tão importante”, acrescentou.

A consultora Maria Isabel Guimarães, que representou o Sebrae-Paraná, destacou a qualidade dos queijos produzidos no Paraná e o papel determinante do Prêmio Queijos do Paraná no desenvolvimento de pequenos produtores. “Temos muitos pequenos produtores e agroindústrias que estão despontando. As tendências mostram que a produção em pequena escala tem ganhado destaque no mundo. Estamos em um momento importante, em que podemos mostrar para o Brasil e para o mundo essas pequenas produções de extrema qualidade” disse.

A engenheira de alimentos Fabíola de Levrero e Borba, representante do IDR-Paraná, por sua vez, ressaltou como a iniciativa conjunta tem resultado na melhoria de processos técnicos em queijarias e agroindústrias de todo o Estado. “O prêmio vem como importante ferramenta para melhoria da qualidade das queijarias, qualificações dos produtores e dos produtos. É visível o quanto conseguimos melhorar o setor e enxergar os gargalos para melhorar ainda mais” apontou.

O assistente de gerente da unidade de Curitiba do Senac-Paraná, Kaio Vinícius Trevisan, representou a Fecomércio-Paraná e falou da importância da iniciativa para lojistas que comercializam derivados lácteos. “O prêmio também vem a trazer visibilidade para o comerciante, para o comerciário, à medida que divulga a melhor maneira de utilizar [os queijos] na gastronomia. Gostaria de reforçar o nosso compromisso com as entidades parceiras, que estão mostrando o que há de melhor na gastronomia” declarou.

Fonte: Assessoria Sistema Faep/Senar-PR

Colunistas

Do reconhecimento global à expansão nacional, o cooperativismo entra em 2026 fortalecido

Após a chancela da ONU, cooperativas ampliam protagonismo econômico e reforçam sua contribuição ao desenvolvimento regional.

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Foto: Shutterstock

O encerramento de 2025 como Ano Internacional das Cooperativas, proclamado pela Organização das Nações Unidas, não constitui mero ato simbólico. Trata-se de uma chancela histórica a um modelo econômico e social que, há décadas, comprova, com resultados concretos, sua aptidão para conciliar eficiência produtiva, justiça distributiva e estabilidade institucional. Em tempos marcados por incertezas globais, desigualdades persistentes e pressões sobre os sistemas tradicionais de organização econômica, o cooperativismo afirma-se como um dos pilares mais sólidos de um desenvolvimento equilibrado, solidário e resiliente.

Artigo escrito por Vanir Zanatta, presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) – Foto: Sara Bellaver/MB Comunicação

As cooperativas são expressão viva de uma arquitetura social que transforma valores em prática cotidiana. Mais do que instituições produtivas, são organismos constituídos por pessoas que compartilham propósitos e responsabilidades, regidos por uma lógica de gestão democrática e participativa. O princípio de que cada associado tem voz e voto ressignifica o papel do indivíduo na condução dos destinos do empreendimento coletivo, conferindo ao processo decisório um caráter essencialmente ético e comunitário. A imagem das assembleias gerais, em que centenas ou milhares de cooperados deliberam em conjunto, traduz a essência dessa governança: colaboração, confiança mútua e compromisso permanente com o bem comum.

Em 2025, as cooperativas atuaram com afinco em todas as áreas da economia, produziram e ofertaram, em larga escala, mercadorias, produtos e serviços em múltiplos setores, geraram empregos, atenderam demandas do público brasileiro e exportaram para mais de cem países. Em Santa Catarina, o sistema cooperativista novamente demonstrou vigor e consistência. A OCESC apresentará oportunamente, na tradicional entrevista coletiva anual, o balanço do desempenho econômico e social de todos os ramos do cooperativismo catarinense, cujo resultado, podemos antecipar, foi extraordinário em consonância com a capacidade histórica de nossas cooperativas de combinar crescimento e responsabilidade social.

O ano de 2026, por sua vez, deve ser compreendido como período de trabalho, produção e expansão. O cooperativismo prosseguirá na trajetória de modernização, aumento de competitividade, incorporação tecnológica e ampliação de mercados, mantendo seu papel estratégico na geração de empregos e riquezas, além de fomentar o desenvolvimento de todas as regiões. No Brasil e, em especial, em Santa Catarina, as cooperativas estão presentes nos setores agropecuário, crédito, saúde, educação, consumo, infraestrutura, transporte, seguro e tantos outros, impactando positivamente a vida de milhões de pessoas e construindo pontes entre crescimento econômico e justiça social.

Impõe-se, portanto, fortalecer o reconhecimento institucional do cooperativismo como eixo estruturante da política nacional. É fundamental formular e aprimorar políticas públicas que incentivem e apoiem o cooperativismo em suas diversas vertentes, ampliando sua inserção em novos mercados, garantindo sua presença nos espaços de representação política e nos conselhos deliberativos, e valorizando sua capacidade singular de gerar inovação, competitividade e coesão social. Se 2025 foi o ano do reconhecimento internacional, 2026 deve ser, com determinação e visão de futuro, o ano da consolidação e da expansão cooperativista.

Fonte: Artigo escrito por Vanir Zanatta, presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc)
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Notícias Mesmo com mercado desafiador

Paraná atinge 2° maior patamar de exportações da história em 2025

De janeiro a dezembro, Paraná comercializou para fora US$ 23,6 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

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Foto: Jonathan Campos/AEN

Apesar de 2025 ter sido um ano desafiador no cenário internacional, as exportações paranaenses cresceram 1,2% na comparação com 2024. De janeiro a dezembro, foram comercializados US$ 23,6 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). É o segundo melhor resultado da série iniciada em 2019, atrás apenas de 2023, quando foram US$ 25,3 bilhões enviados ao Exterior.

O ano de 2025 foi marcado por embargos sanitários à agropecuária brasileira após a ocorrência de casos de gripe aviária no Rio Grande do Sul, elevação de tarifas de importação pelos Estados Unidos e a queda das cotações internacionais de commodities. Mesmo assim, o Paraná superou o volume de mercadorias enviadas ao exterior em 2024, que alcançaram naquele ano US$ 23,3 bilhões.

O aumento de um ano para o outro pode ser atribuído à ampliação das vendas de cereais, carne suína e automóveis. No primeiro produto, o incremento na balança de exportações do Paraná foi de 106%, saltando de US$ 574 milhões em 2024 para US$ 1,2 bilhão em 2025. Os cereais responderam por 5% do total enviado ao mundo pelo Estado.

Foto: Jonathan Campos/AEN

A venda de carne suína registrou um crescimento de 41,7%, passando de US$ 404 milhões para US$ 573 milhões, enquanto as exportações paranaenses de automóveis passaram de US$ 667 milhões para US$ 823 milhões. Juntos, eles representaram 5,9% das exportações paranaenses em 2025, crescimento de 1,3 ponto percentual em relação aos 4,6% de 2024.

De acordo com o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, os resultados comprovam a competência das empresas exportadoras paranaenses, superando as adversidades impostas no âmbito internacional. “Apoiadas pelo Governo do Estado, essas empresas não somente conseguiram, em muitos casos, ampliar participação em mercados tradicionais, como também estabeleceram novos negócios em países emergentes, o que explica o desempenho positivo observado em 2025”, analisou.

No topo dos produtos mais exportados pelo Paraná em 2025 estão a soja em grão e a carne de frango. O primeiro chegou a US$ 4,6 bilhões e uma participação equivalente a ⅕ de tudo o que foi comercializado com o mercado internacional. Já o segundo item representou 15% de tudo que foi vendido ao exterior, alcançando US$ 3,5 bilhões.

Considerando que as importações estaduais de mercadorias produzidas no exterior atingiram US$ 20,2 bilhões, foi alcançado um superávit comercial de US$ 3,5 bilhões pelo Paraná em 2025. É o terceiro ano consecutivo de saldo comercial positivo. Os itens mais importados no Estado foram adubo e fertilizantes (US$ 3 bilhões), óleos e combustíveis (US$ 1,3 bilhão) e produtos químicos (US$ 1,3 bilhão).

Destinos

Em relação aos mercados que receberam os itens produzidos localmente, os principais aumentos foram do Irã, que registrou incremento de 66% em 2025, Argentina (50,5%) e Índia (24%). No caso do Irã, houve crescimento de US$ 496 milhões para US$ 823 milhões, ao passo que as exportações do Paraná para a Argentina subiram de US$ 1,2 bilhão para US$ 1,8 bilhão. As vendas para a Índia contabilizaram US$ 546 milhões no ano passado, ante US$ 440 milhões em 2024.

A China continua como principal parceiro comercial do Estado, chegando a US$ 5,3 bilhões e uma participação de 22,5% no total exportado em 2025. A Argentina é a segunda, com 7,7% de participação e os Estados Unidos aparecem em terceiro lugar, com US$ 1,2 bilhão comercializado e 5,1% de representatividade na lista de parceiros comerciais do Paraná.

Confira AQUI  o informativo do comércio exterior paranaense com dados de 2025 e 2024.

Fonte: AEN-PR
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Notícias

Brasil endurece regras para produtos agropecuários na bagagem de viajantes

Novas regras ampliam exigências de declaração, reforça a fiscalização do Vigiagro e atualiza a lista de itens autorizados e proibidos. Medidas entram em vigor a partir de 04 de fevereiro.

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Foto: Divulgação/Freepik

A entrada de produtos agropecuários no Brasil transportados na bagagem de viajantes passará a obedecer a novas regras a partir de 04 de fevereiro. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, no Diário Oficial da União, um novo regulamento que reforça o controle sanitário nas fronteiras com o objetivo de impedir a introdução de pragas e agentes causadores de doenças que possam ameaçar o patrimônio agropecuário, o meio ambiente e a saúde pública do país.

Foto: Divulgação/Freepik

As normas abrangem uma ampla gama de itens. Estão incluídos animais e vegetais, bebidas, materiais genéticos destinados à reprodução animal e à propagação de vegetais, produtos de uso veterinário e para alimentação animal, fertilizantes, corretivos, inoculantes, estimulantes, biofertilizantes, agrotóxicos, alimentos, produtos de madeira, além de outros produtos, subprodutos e derivados de origem agropecuária. A portaria estabelece listas de produtos autorizados e proibidos, que poderão ser atualizadas a qualquer momento, conforme a ocorrência de eventos sanitários, a evolução do conhecimento técnico para a gestão de riscos zoofitossanitários e mudanças nos procedimentos aduaneiros.

A fiscalização ficará a cargo do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), responsável por analisar riscos fitossanitários, zoossanitários e sanitários, bem como o atendimento aos padrões de identidade e qualidade exigidos. A atuação segue exigências internacionais e está alinhada aos interesses estratégicos do agronegócio brasileiro, altamente dependente do status sanitário para manter mercados externos abertos.

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Carlos Goulart, o novo regulamento fortalece a proteção do agro nacional ao reduzir a possibilidade de entrada de pragas e doenças por meio da bagagem de viajantes. Para ele, as medidas também ampliam o caráter preventivo da Defesa Agropecuária, ao oferecer maior segurança sanitária, previsibilidade e clareza para quem ingressa no país, em consonância com compromissos internacionais assumidos pelo Brasil.

Um dos pontos centrais das novas regras é a exigência de declaração de produtos agropecuários. O viajante que transportar itens que

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dependam de autorização de importação deverá preencher documento específico emitido pelo Mapa. Essa autorização será encaminhada eletronicamente pelo serviço técnico emissor às unidades do Vigiagro nos pontos de ingresso no território nacional. Entre as informações exigidas estão a descrição detalhada dos bens, quantidade, forma de acondicionamento, país de origem e de procedência, modal e via de transporte, local de ingresso, identificação completa do viajante e o prazo de validade da autorização.

O regulamento também reforça o descarte obrigatório de produtos proibidos. A orientação é que o viajante faça o descarte voluntário nos contentores agropecuários disponíveis nos pontos de ingresso antes de se dirigir ao controle aduaneiro. Caso ainda esteja portando esses produtos, deverá declará-los por meio da Declaração Eletrônica de Bens do Viajante e apresentar-se à unidade do Vigiagro pelo canal “Bens a Declarar”.

Com as novas regras, o governo busca fechar brechas sanitárias associadas ao trânsito internacional de pessoas, uma das principais vias de disseminação de pragas e doenças. Para um país líder global na produção e exportação de alimentos, o reforço do controle nas fronteiras é visto como estratégico para preservar a competitividade do agro brasileiro e a confiança dos mercados importadores.

Fonte: O Presente Rural
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