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Premiação Nacional da Aviagen reconhece os melhores resultados de matrizes Ross 308 AP no Brasil
O evento foi realizado de forma híbrida (presencial e remota) e a Aviagen presenteou os clientes com placas

A Aviagen® realizou a terceira edição da “Premiação de Resultados de Matrizes no Brasil”, entre meses de Setembro e Novembro. O prêmio nacional reconheceu o trabalho e a dedicação dos parceiros da empresa em duas categorias: ovos e pintos totais por fêmea alojada às 66 semanas, levando em consideração os lotes de matrizes fechados em 2020.
O evento foi realizado de forma híbrida (presencial e remota) e a Aviagen presenteou os clientes com placas, além de galos nas cores ouro, prata e bronze, respectivamente, para os primeiros, segundos e terceiros colocados em cada uma das categorias. Foram considerados empates técnicos os resultados com diferença máxima de 0,5, tanto em ovos totais quanto pintos totais por fêmea alojada.
Os ganhadores nacionais são:
Categoria: Ovos Totais por Fêmea Alojada
| REGIÃO | COLOCAÇÃO | EMPRESA | RESULTADOS |
| NACIONAL | Ouro – 1º | Grupo Alvorada | 218,9 |
| Prata – 2º | Granja Pinheiros | 217,9 | |
| Bronze – 3º | Nutrifrango | 217,3 |
Categoria: Pintos Totais por Fêmea Alojada
| REGIÃO | COLOCAÇÃO | EMPRESA | RESULTADOS |
| Ouro – 1º | Pif Paf | 178,3 | |
| NACIONAL | Prata – 2º | Nutrifrango | 175,0 |
| Prata – 2º | Pif Paf | 174,8 | |
| Bronze – 3º | Nutrifrango | 172,9 |
Além da premiação nacional, também foram premiadas as empresas de três regionais (Norte, Nordeste e Centro-Oeste; Sudeste; e Sul): Avivar, Notaro Alimentos, Grupo Neto, Pluma Cassilândia e Frango Americano.
Para Leandro München, gerente geral da Aviagen no Brasil, “os resultados alcançados são fruto dos esforços das equipes, na busca por alternativas contra os altos custos de produção e a importância na obtenção de resultados expressivos, refletindo diretamente na rentabilidade da empresa”.
“A Aviagen oferece uma ave com potencial genético e a melhoria das performances ano a ano são visíveis, através de parcerias baseadas na dedicação de todos os envolvidos e com o reconhecimento pelos objetivos alcançados”, comentou o gerente Comercial da Aviagen no Brasil, Luiz Mansano.
“Números assim somente são alcançados quando o empenho das equipes e a alta performance da linhagem se encontram, formando um elo de comprometimento e alto retorno financeiro”, agregou o gerente de Serviços Técnicos da Aviagen no Brasil, Marco Aurélio Romagnole de Araújo.
Palavras dos vencedores
A terceira premiação de resultados de matrizes organizada pela Aviagen no Brasil foi reconhecida com entusiasmo pelas empresas vencedoras, em ordem alfabética:
AVIVAR
“Quero dar os parabéns a todos os que fizeram parte destes resultados e agradeço todos os aprendizados que tivemos. É a primeira vez que ganhamos esse prêmio e queremos chegar ao primeiro lugar, pois temos condições de conquistar uma melhor colocação” (Luana Vasconcelos Costa – diretoria agroindustrial).
FRANGO AMERICANO
“Estar no segundo lugar da categoria em uma região tão representativa para a avicultura como na região Norte, Nordeste e Centro-Oeste é um prêmio para nossa equipe que tanto se comprometeu em busca destes resultados. Nós vamos buscar cada vez mais, pois, junto com a genética Ross, conseguiremos atingir índices zootécnicos cada vez melhores, embora nossos resultados já tenham sido bastante significativos” (Marcos Araújo Ferreira – diretor de produção).
GRANJA PINHEIROS
“Somos gratos a todos os nossos colaboradores, principalmente o grupo de São Francisco, que enfrentam condições climáticas difíceis e nem por isso deixam de se dedicar ao seu trabalho. O resultado desse comprometimento são os resultados que conquistamos. Somos uma empresa de médio porte, mas com grandes resultados” (Roberto Kehl – diretor administrativo).
GRUPO ALVORADA
“Nos dedicamos desde o primeiro dia e damos atenção aos mínimos detalhes para garantir que os pintinhos se desenvolvam de maneira uniforme. Nós agrademos demais a nossa equipe, que segue os desafios do dia a dia. Parabéns a todos e também a equipe técnica da Aviagen” (André Pessamilio – diretor de produção).
GRUPO NETO
“Receber o reconhecimento de uma empresa de ponta como a Aviagen é de grande importância para nossa empresa. Estamos felizes com os nossos resultados e com o comprometimento da nossa equipe” (João Marcelo Alves – gerente de matrizes).
NOTARO ALIMENTOS
“A equipe da Aviagen contribui para todos estes resultados, pois são extremante focados. É um trabalho de toda uma equipe. O nosso objetivo é aumentar ainda mais nossos números, pois, o objetivo da nossa equipe é subir na colocação da premiação. Todos os envolvidos nesse projeto estão de parabéns” (Eduardo Dourado – gerente agropecuário).
NUTRIFRANGO
“O ano de 2020 vai ficar marcado pelos grandes resultados que conseguimos somando forças com nossa equipe e com a assistência técnica que a Aviagen nos oferece. O resultado desse comprometimento foram as seis premiações que conquistamos, duas delas nacionais. Estamos muito felizes e esperamos nos surpreender ainda mais em 2022” (Jardel Utzig – diretor industrial).
PIF PAF
“Nossa empresa obteve resultados expressivos em três prêmios regionais e ainda garantiu o primeiro e segundo lugares no pódio nacional na linhagem da Aviagen. Isso demonstra que a união entre a genética, somada ao comprometimento da nossa equipe pode ir muito além do que se imagina” (Rodrigo Diniz, gerente de produção de campo – aves Minas Gerais).
PLUMA CASSILÂNDIA
“A Pluma alcançou o primeiro lugar da regional e ter o reconhecimento de uma empresa tão importante para a avicultura como a Aviagen é muito gratificante. Esta colocação não só aumenta nossos resultados econômicos, como também demonstra o esforço da nossa equipe em busca dos melhores resultados” (Diogo Garcia, gerente de produção).

Empresas
Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs
Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.
Os benefícios da nutrição de precisão
Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.
Jefo e a tecnologia de microencapsulação
Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.
Destaques no SIAVS 2026
Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:
• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;
• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;
• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;
• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;
• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.
“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.
No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.
Empresas
Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.
O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico
O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.
Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos
Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).
No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.
Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.
Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico
Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos
Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.
As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico
Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2. A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.
Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!
Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.
Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!
Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1
1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac
Empresas
Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira
Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.
A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.
“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.
Tecnologia global direto na fonte
O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.
“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.
Distribuição estratégica pelo território nacional
A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.
“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.






