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Prejuízo pode passar de US$ 260 por mil aves com variante 2 da bronquite infecciosa
Mais agressiva, o vírus compromete ganho de peso, piora a conversão alimentar e aumenta a condenação de carcaças no abate.
A variante 2 da bronquite infecciosa já circula no Brasil desde 2022. Mais agressiva, o vírus compromete ganho de peso, piora a conversão alimentar e aumenta a condenação de carcaças no abate. O prejuízo econômico pode superar US$ 260 por mil aves.
O impacto nem sempre é imediato. Em muitos casos, o produtor só percebe quando o desempenho do lote já está comprometido. A infecção também favorece a entrada de outras doenças, ampliando as perdas sanitárias.
Diante da rápida disseminação e dos impactos produtivos, a atualização dos protocolos vacinais e o monitoramento sanitário se tornam decisivos para reduzir perdas nas granjas.
Como resposta, a Kemin Biologics desenvolveu a MEVAC IB VAR2, vacina específica para essa variante, com aplicação desde o primeiro dia de vida e proteção por pelo menos oito semanas.
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Processamento da soja é essencial para garantir desempenho e segurança na nutrição animal

A soja é um dos principais ingredientes da nutrição animal devido ao seu elevado teor de proteína e excelente perfil de aminoácidos. No entanto, seu uso na forma crua não é recomendado, pois contém fatores antinutricionais — como inibidores de tripsina, lectinas e ácido fítico — que prejudicam a digestibilidade dos nutrientes, reduzem o desempenho dos animais e podem causar alterações metabólicas.
O processamento térmico da soja tem como principal objetivo inativar esses fatores antinutricionais, melhorando a digestibilidade da proteína e tornando o ingrediente seguro para uso em rações. Esse processo deve ser rigorosamente controlado, considerando variáveis como temperatura, tempo, umidade e pressão, para evitar tanto o subprocessamento quanto o superaquecimento, que pode causar perdas nutricionais por reação de Maillard.
A partir do processamento adequado, obtêm-se diversos derivados, como farelo de soja, soja integral extrusada, concentrado proteico e óleo de soja, amplamente utilizados na alimentação animal. Para garantir a qualidade do processamento, análises laboratoriais como atividade ureática, solubilidade proteica e inibidores de tripsina são fundamentais. Um processamento de qualidade assegura melhor aproveitamento dos nutrientes, maior desempenho zootécnico e segurança alimentar.
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Tecnologia que revoluciona a avicultura: Ceva fala sobre o Genesys, sistema de sexagem automatizada de pintinhos

Durante o evento da Ceva, em Toledo (PR), o diretor de Smart Solutions da América Latina da Ceva, Giankleber Diniz, apresentou o Genesys, uma tecnologia inovadora que promete transformar a avicultura no Brasil e no mundo.
O sistema utiliza inteligência artificial para realizar a sexagem automatizada de pintinhos, substituindo o processo manual e aumentando a eficiência e a precisão da operação. Com capacidade para processar 50 mil pintinhos por hora por módulo, o Genesys atinge índices de acerto acima de 97%, garantindo uniformidade de crescimento e maior qualidade do produto final.
Além de otimizar o trabalho nas incubadoras, o Genesys contribui para o bem-estar animal, redução de custos operacionais e melhor aproveitamento da mão de obra, realocando profissionais para outras funções dentro do setor.
A Ceva, referência global em vacinas e soluções para saúde animal, reforça seu compromisso com a inovação e sustentabilidade na produção avícola, mostrando que tecnologia e bem-estar podem caminhar juntos em prol de uma cadeia produtiva mais eficiente e moderna.
Aves
O papel da pesquisa na indústria avícola

No Minuto Agro, o trainee de Nutrição e Pesquisa da Agroceres Multimix, Pedro Trevisan, destacou a importância da pesquisa para manter o Brasil como líder mundial na produção e exportação de carne de aves.
Ele explicou que a busca por soluções em nutrição, sanidade, ambiência e bem-estar animal garante avanços constantes no setor. Além disso, reforçou o papel do comitê de ética no uso de animais, que assegura testes responsáveis e condizentes com os desafios reais do campo.
Para Pedro, o campo é a verdadeira vitrine, onde surgem as perguntas e onde também se comprovam os resultados das pesquisas. É essa conexão entre ciência, prática e produtor que mantém a avicultura brasileira forte, inovadora e sustentável.



