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Notícias Segundo Cepea

Preços no mercado independente de suínos seguem tendências opostas

Essas recentes reações nos preços têm recuperado o otimismo de alguns produtores

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Divulgação/Agência Brasil

As movimentações no mercado independente de suínos foram bastante distintas dentre as regiões acompanhadas pelo Cepea nos últimos dias – interrompendo, portanto, a longa sequência de uniformidade na tendência observada no setor.

Segundo colaboradores do Cepea, em algumas praças, como na SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) e em Arapoti (PR), agentes seguem relatando dificuldades em negociar novos lotes de animais devido ao recuo de compradores, contexto que resulta em quedas nos preços.

Já em outras regiões, principalmente nas de Minas Gerais, as vendas se aqueceram, o que vem elevando as cotações do suíno vivo. Além das praças mineiras, no Oeste Catarinense, a melhora nas vendas aos frigoríficos locais também impulsionou os valores.

Essas recentes reações nos preços têm recuperado o otimismo de alguns produtores, que, agora, voltam a aguardar maior liquidez nestas últimas semanas do ano, fundamentados também no típico aquecimento das vendas nesse período.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado Interno

Com dificuldades logísticas e preocupação com semeadura, preços do milho sobem no Brasil

Apesar da elevação dos preços, as negociações continuam em ritmo lento

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Divulgação

Os preços do milho continuam em alta no mercado brasileiro. O impulso vem da combinação da posição firme dos vendedores – diante das preocupações com o atraso da semeadura da segunda safra frente à temporada anterior – com as constantes elevações dos fretes, visto que há escassez de caminhões para o escoamento da safra verão e entregas do cereal. Apesar da elevação dos preços, as negociações continuam em ritmo lento.

As maiores dificuldades de abastecimento têm sido observadas nas regiões consumidoras de São Paulo, o que impulsiona as cotações. Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa segue registrando recordes nominais consecutivos, fechando a R$ 89,07/saca de 60 kg na sexta-feira (05), alta de 4,28% frente ao fechamento de 26 de fevereiro – vale reforçar que esse valor está bem próximo do recorde real da série do Cepea, de R$ 89,9/sc, registrado em 30 de novembro de 2007.

Devido à dificuldade enfrentada pelos consumidores, alguns têm optado pelo grão que está mais próximo, levando-os a aceitar os patamares mais elevados.

Fonte: Cepea
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Notícias Agroengócio

Paraná apresenta sugestões para aprimorar Plano Safra 2021/22

Documento foi elaborado com a contribuição dos sindicatos, produtores rurais, cooperativas, assistência técnica e extensão rural

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A Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep) e a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab) encaminharam, na sexta-feira (05), à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, as propostas das entidades para o Plano Safra 2021/2022.

O documento foi elaborado com a contribuição dos sindicatos, produtores rurais, cooperativas, assistência técnica e extensão rural, e apresenta os pontos considerados prioritários em relação às linhas de custeio, investimento, comercialização e industrialização do crédito rural. Traz ainda sugestões de aprimoramento ligadas às políticas de gestão de riscos, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), Seguro Rural e Proagro. Além disso, são elencadas propostas para o apoio à agricultura familiar e medidas setoriais.

Exigibilidade bancária

O primeiro item que consta no documento trata da exigibilidade bancária, cujas demandas estão diretamente ligadas à disponibilidade de recursos obrigatórios para funding do crédito rural. As entidades do setor produtivo paranaense solicitam, por exemplo, manter em 27,5% o percentual da exigibilidade dos recursos obrigatórios, revogando o art. 5º da Resolução 4.829/20, que estabelece redução para 25%, a partir do período de cumprimento que se inicia em 1º de julho de 2021. Também, a manutenção em 59% o percentual de exigibilidades para a poupança rural, entre outros pleitos.

Recursos

Mais uma proposta importante refere-se ao montante que deverá ser disponibilizado pelo governo federal para o próximo ciclo. O Paraná está solicitando o total de R$ 277 bilhões para a safra 2021/2022, sendo R$ 209 bilhões para créditos de custeio e comercialização e R$ 68 bilhões para investimentos. No ano passado, o governo federal destinou R$ 236,6 bilhões para a safra 2020/2021. As entidades paranaenses reivindicam ainda o aumento no montante de recursos alocados para a equalização de taxas de juros no crédito rural, de R$ 11,3 bilhões para R$ 15 bilhões. Elas sugerem ainda a redução da taxa de juros do crédito rural em 1 ponto percentual para o Pronaf, Pronamp e demais produtores, além de não indexar a taxa de juros de nenhum programa de crédito rural.

Fonte: Ocepar
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Notícias Mercado Interno

Vendas de ovos enfraquecem, mas cotações seguem praticamente estáveis

De modo geral, a redução das vendas está atrelada ao enfraquecimento da demanda final

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Divulgação/AENPr

Entre o fim de fevereiro e o início de março, as vendas de ovos comerciais estiveram mais lentas. Após consecutivas altas durante o último mês, colaboradores do Cepea passaram a reportar certa dificuldade em fechar novos negócios, o que levou parte dos vendedores a conceder descontos para garantir a comercialização do produto.

De modo geral, a redução das vendas está atrelada ao enfraquecimento da demanda final. Além dos efeitos da pandemia de covid-9 sobre a economia nos últimos meses, com a redução da renda e do poder de compra da população, o retorno das medidas restritivas para contenção do vírus por parte de estados e municípios pressiona as vendas no atacado. Apesar da lentidão dos negócios, a pressão dos custos de produção, o período de Quaresma e a oferta mais enxuta de ovos contribuíram para limitar quedas acentuadas dos valores.

Para o produto vermelho, a desvalorização foi mais intensa, devido aos maiores descontos concedidos. Segundo colaboradores do Cepea, a retração das vendas já vem acarretando sobras de ovos, o que pode pressionar os valores da proteína nesta semana.

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral

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