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Notícias Mercado

Preços do suíno avançam mesmo com ritmo mais lento nos negócios

Mercado brasileiro de suínos registrou uma movimentação mais modesta nos negócios

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suínos registrou uma movimentação mais modesta nos negócios, com uma certa cautela por parte dos frigoríficos. Mesmo assim, segundo a avaliação do analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, os preços voltaram a avançar no país, em meio à oferta ajustada de suínos vivos nos estados.

Maia ressalta que a demanda tende a avançar nos próximos dias, com a entrada da massa salarial na economia. “Um ponto positivo é que a carne bovina segue com preços em patamares muito elevados, o que tende a favorecer produtos substitutos, como os cortes suínos e a carne de frango”, comenta.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil avançou 2,75% ao longo da semana, de R$ 7,94 para R$ 8,15. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado passou de R$ 13,59 para R$ 13,79, aumento de 1,47%. A carcaça registrou um valor médio de R$ 13,53, ante os R$ 13,35 praticados na semana passada, com valorização de 1,36%.

Segundo Maia, a exportação brasileira perdeu um pouco de ritmo na última semana, mas o número de outubro pode ser considerado bom. De acordo com dado preliminar divulgado pela SECEX, o Brasil exportou 77,4 mil toneladas de carne suína fresca, refrigerada ou congelada em outubro, com uma média diária de 3,870 mil toneladas. “Com o volume industrializado, que deve ser divulgado nos próximos dias, a exportação do mês deve fechar próximo a 85 mil toneladas”, pontua.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 181,00 para R$ 185,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 5,30 para R$ 5,50. No interior do estado a cotação seguiu em R$ 9,00.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração passou de R$ 5,50 para R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 9,40 para R$ 9,60. No Paraná o quilo vivo subiu de R$ 9,00 para R$ 9,20 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo aumentou de R$ 5,45 para R$ 5,80.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração passou de R$ 5,90 para R$ 6,20, enquanto em Campo Grande o preço continuou em R$ 7,50. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 9,30 para R$ 9,50. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno aumentou de R$ 9,50 para R$ 9,80. No mercado independente mineiro, o preço teve elevação de R$ 9,60 para R$ 9,80. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo na integração do estado subiu de R$ 5,30 para R$ 5,50. Já em Rondonópolis a cotação avançou de R$ 7,90 para R$ 8,10.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Pecuária

Mercado de boi gordo acelera ritmo de negócios e preços começam a se estabilizar

Frigoríficos encontraram espaço para pressionar os pecuaristas diante da maior disponibilidade de boiadas

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi registrou preços de estáveis a mais baixos ao longo da semana nas principais praças de produção e comercialização do país. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o mercado apresentou bom ritmo de negócios no decorrer da semana. Os frigoríficos encontraram espaço para pressionar os pecuaristas diante da maior disponibilidade de boiadas. Com as pastagens desgastadas por conta da prolongada estiagem, a capacidade de retenção por parte do pecuarista foi bastante reduzida.

“No entanto, já são evidenciadas dificuldades em reduzir de maneira ainda mais agressiva as indicações de preços, com indicações de negócios saindo acima das referências médias em muitos estados, incluindo São Paulo”, disse Iglesias.

Para o início da entressafra, a expectativa é de maior propensão a reajustes, em linha com a potencial redução do confinamento de primeiro giro, resultado da forte elevação dos custos pecuários no decorrer de 2021.

“Em relação à demanda doméstica de carne bovina, há uma grande expectativa pelo avanço da vacinação contra a Covid-19, permitindo uma retomada ordenada da atividade econômica, incorrendo em um menor risco de colapso do sistema de saúde”, assinalou.

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 13 de maio:

  • São Paulo (Capital) – R$ 303,00 a arroba, contra R$ 307,00 a arroba na comparação com 06 de maio (-1,3%).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 297,00 a arroba, ante R$ 300,00 (-1%).
  • Goiânia (Goiás) – R$ 290,00 a arroba, estável.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 295,00 a arroba, inalterado.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 303,00 a arroba, contra R$ 308,00 a arroba (-1,62%).

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

USDA indicou estoques americanos de milho 2021/22 acima das expectativas

Para o milho, a safra americana ficou levemente abaixo da expectativa do mercado, mas os estoques finais para 2021/22 ficaram acima do esperado

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O relatório de maio de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na quarta-feira (12) trouxe os primeiros indicativos para a temporada 2021/22. Para o milho, a safra americana ficou levemente abaixo da expectativa do mercado, mas os estoques finais para 2021/22 ficaram acima do esperado.

Os Estados Unidos deverão colher 14,990 bilhões de bushels na temporada 2021/22, abaixo da estimativa do mercado, que previa uma produção de 15,071 bilhões de bushels. A produtividade média em 2021/22 deve atingir 179,5 bushels por acres. A área a ser plantada deve ficar em 91,1 milhões de acres e  a área a ser colhida em 83,5 milhões de acres.

Os estoques finais de passagem da safra 2021/22 foram estimados em 1,507 bilhão de bushels, acima dos 1,354 bilhão de bushels previstos pelo mercado. As exportações em 2021/22 foram indicadas em 2,45 bilhões de bushels e o uso de milho para a produção de etanol em 5,2 bilhões de bushels.

Para a temporada 2020/21, a produção nos Estados Unidos foi mantida em 14,182 bilhões de bushels e a produtividade média em 172 bushels por acre. A área a ser plantada segue prevista em 90,8 milhões de acres e a área a ser colhida em 82,5 milhões de acres.

Os estoques finais de passagem da safra 2020/21 foram estimados em 1,257 bilhão de bushels, abaixo dos 1,352 bilhão de bushels indicados em abril. O mercado previa estoques de 1,26 bilhão de bushels. As exportações em 2020/21 foram elevadas de 2,675 bilhões de bushels para 2,775 bilhões de bushels. O uso de milho para a produção de etanol foi mantido em 4,975 bilhões de bushels

Mundo

A safra global 2021/22 foi projetada em 1.189,85 milhão de toneladas. O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2021/22 em 292,3 milhões de toneladas, acima dos 284,1 milhões de toneladas previstos pelo mercado.

A estimativa de safra brasileira é de 118 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 47 milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra indicada em 37,5 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra prevista em 17 milhões de toneladas. A China teve sua estimativa de produção apontada em 268 milhões de toneladas.

Para a temporada 2020/21, os estoques finais da safra mundial foram indicados em 283,53 milhões de toneladas, levemente abaixo dos 283,85 milhões de toneladas indicados no mês passado, enquanto mercado apostava em um número de 279,4 milhões de toneladas. A safra global 2020/21 foi reduzida de 1.137,05 milhão de toneladas para 1.128,46 milhão de toneladas.

A estimativa de safra brasileira é de 102 milhões de toneladas, abaixo das 109 milhões de toneladas previstas no mês passado, enquanto o mercado esperava safra de 103,4 milhões de toneladas. A produção da Argentina deve atingir 47 milhões de toneladas, sem alterações ante abril, enquanto o mercado previa safra de 47,4 milhões de toneladas. A Ucrânia teve sua projeção de safra elevada de 29,5 milhões de toneladas para 30,3 milhões de toneladas. A África do Sul teve a safra mantida em 17 milhões de toneladas. A China teve sua estimativa de produção apontada em 260,67 milhões de toneladas, sem alterações.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Relatório do USDA centrou atenções do mercado de soja na semana

USDA indicou esmagamento em 2,225 bilhões de bushels e exportação de 2,075 bilhões

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As atenções do mercado internacional de soja na semana estiveram voltadas para o relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na quarta-feira (12), e que trouxe os primeiros números para a temporada 2021/22. No Brasil, não foi diferente. Poucos negócios foram registrados e os preços, nominais, variaram conforme as fortes oscilações dos contratos futuros em Chicago.

O relatório indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,405 bilhões de bushels em 2021/22, o equivalente a 119,88 milhões de toneladas. O mercado esperava safra de 4,441 bilhões ou 120,86 milhões.

Os estoques finais estão estimados em 140 milhões de bushels ou 3,81 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 132 milhões ou 3,59 milhões de toneladas.

O USDA indicou esmagamento em 2,225 bilhões de bushels e exportação de 2,075 bilhões.

Em relação à temporada 2020/21, o USDA manteve os estoques de passagem projetado em 120 milhões de bushels, o equivalente a 3,27 milhões de toneladas. O mercado apostava em estoques de 118 milhões de bushels ou 3,21 milhões de toneladas.

O Departamento projetou safra mundial de soja em 2021/22 de 385,53 milhões de toneladas. Os estoques finais estão estimados em 91,1 milhões de toneladas. O mercado esperava por estoques finais de 88,8 milhões de toneladas.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 119,88 milhões de toneladas. Para o Brasil, a previsão é de uma produção de 144 milhões de toneladas. A safra da Argentina está estimada em 52 milhões de toneladas. As importações chinesas deverão ficar em 103 milhões de toneladas.

Para a temporada 2020/21, a estimativa para a safra mundial ficou em 362,95 milhões de toneladas. Os estoques de passagem estão projetados em 86,55 milhões de toneladas. O mercado apostava em estoques de 86,9 milhões de toneladas.

A produção do Brasil foi mantida em 136 milhões de toneladas, dentro do esperado pelo mercado. Já a safra argentina foi cortada de 47,5 milhões para 47 milhões de toneladas. O mercado apostava em safra de 46,7 milhões de toneladas. A previsão para as importações chinesas foi mantida em 100 milhões de toneladas.

Fonte: Agência SAFRAS
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