Conectado com

Notícias Mercado

Preços do milho seguiram avançando no Brasil com oferta limitada

Mercado brasileiro de milho manteve o quadro de preços em elevação nesta última semana

Publicado em

em

Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de milho manteve o quadro de preços em elevação nesta última semana. O cenário voltou a ser de oferta limitada nas principais praças de comercialização do país. O dólar em patamares elevados e a Bolsa de Chicago também com preços firmes para o cereal garante sustentação às cotações nos portos e também internamente.

Os produtores mantêm a estratégia de retenção do milho, e as cotações reagem a disponibilidade apertada do produto. Além do dólar e da Bolsa de Chicago em patamares relativamente altos, as preocupações com o clima para o plantio e próxima safra de milho acabam estimulando ainda mais a retração na oferta.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, há a previsão de chuvas para a próxima semana, mas o clima ainda é, sim, um foco de preocupação dos produtores em geral.

No balanço da semana, o preço do milho na base de compra no Porto de Santos subiu de R$ 67,00 para R$ 69,00 a saca, alta de 3%.

Já no mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF subiu na base de venda na semana entre 01 e 08 de outubro de R$ 68,00 para R$ 70,50 a saca de 60 quilos, alta de 3,7%. Na região Mogiana paulista, o cereal passou de R$ 67,00 para R$ 70,00 a saca no comparativo, elevação de 4,5%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço subiu de R$ 61,00 para R$ 66,00 a saca, aumento de 8,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação avançou na semana de R$ 58,00 a saca para R$ 60,00, aumento de 3,4%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, houve avanço de R$ 69,00 para R$ 72,00, alta de 4,3%.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho avançaram na semana de R$ 62,00 para R$ 65,00 a saca, subida de 4,8%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado passou de R$ 60,00 para R$ 62,00 a saca, alta de 3,3%.

Conab

A produção brasileira de milho em 2020/21 deverá ficar em 105,167 milhões de toneladas, segundo o primeiro levantamento para a safra brasileira de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com avanço de 2,6% na comparação com a temporada passada, quando foram colhidas 102,503 milhões de toneladas.

A Conab indica uma área plantada de 18,482 milhões de hectares, baixa de 0,2% se comparado à última temporada, quando foram semeados 18,527 milhões de hectares. A Conab trabalha com uma produtividade média nacional de 5.690 quilos de milho por hectare, 2,8% superior à média de 5.533 quilos por hectare de 2019/20.

A produção da primeira safra está estimada em 26,765 milhões de toneladas, com avanço de 4,2% sobre o ano anterior, quando foram colhidas 25,689 milhões de toneladas na safra de verão. A área deve recuar 1,1%, passando de 4,236 milhões de hectares para 4,191 milhões de hectares. A produtividade média subir 5,3%, de 6.065 quilos por hectare para 6.387 quilos por hectare.

Em relação à segunda safra, ou safrinha, a Conab prevê produção de 76,763 milhões de toneladas em 2020/21, com ganho de 2,3% sobre à safra anterior, quando a safra ficou em 75,053 milhões de toneladas. A área deve ficar em 13,755 milhões de hectares, sem alterações. A produtividade média subir 2,3%, de 5.456 quilos por hectare para 5.580 quilos por hectare.

Para a terceira safra 2020/21, a Conab prevê produção de 1,638 milhão de toneladas, com baixa de 7,6% sobre à temporada anterior, quando a safra ficou em 1,772 milhão de toneladas. A área deve ficar em 535,6 mil hectares, sem alterações. A produtividade média cair 7,4%, de 3.305 quilos por hectare para 3.059 quilos por hectare.

Fonte: Agência SAFRAS
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezoito − quatro =

Notícias Capacitação

Em ambiente virtual, Pig Meeting alcançou, ao vivo, 500 profissionais da suinocultura

Evento híbrido virtual reuniu especialistas em ambiência, mercado e sanidade que apresentaram uma ampla visão sobre tendências e tecnologias

Publicado em

em

Divulgação

Com a bagagem de duas décadas de encontros técnicos anuais de Avicultura, Suinocultura e Bovinocultura de Leite, o Nucleovet – Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas precisou inovar e adaptar. O ano pediu, o momento exigiu e a tecnologia permitiu a realização do Pig Meeting, um encontro virtual para a troca de conhecimentos.

Realizado na quarta-feira, 14 de outubro, o Pig Meeting alcançou a marca de 500 expectadores que acompanharam palestras técnicas voltadas para a suinocultura. Em estúdio, na cidade de Chapecó-SC, a equipe do Nucleovet conversou com os palestrantes que estavam em outros estados do Brasil, na Espanha e no Vietnã.

Para o presidente do Nucleovet, médico veterinário Luiz Carlos Giongo, a experiência foi instigante e desafiadora. “Nos últimos 20 anos, o Nucleovet tem como tradição realizar diversos eventos, simpósios presenciais para suínos, aves e leite. Neste ano, em que todos nós fomos afetados pela pandemia, nos desafiamos a fazer algo diferente e continuar levando conhecimento para os profissionais, empresas e produtores, com palestras técnicas, assuntos modernos e da atualidade”, destacou.

Na abertura do evento, Giongo destacou a importância da resiliência para superarmos momentos difíceis como os vividos em 2020. “Nesses 49 anos de existência do Nucleovet e mais de 20 anos realizando simpósios anuais, precisamos dar algo a mais e resistir às fortes pressões”, resumiu. Para dar sequência ao propósito de contribuir com o aperfeiçoamento dos profissionais, a entidade organizou a conferência virtual. “Com nossos eventos presenciais cancelados em 2020, o Pig Meeting abre uma nova fronteira na realização dos eventos. Para 2021, os Simpósios de aves, suínos e bovinos de leite serão híbridos, permitindo que mais pessoas possam participar à distância”, adiantou.

Mário Sérgio Cortella, filósofo, escritor, educador e professor universitário com Mestrado e Doutorado em Educação, abriu o Pig Meeting com a palestra “Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes”.

Ele iniciou sua apresentação ressaltando a necessidade de hidratação, do corpo e da mente. “Quando eu me hidrato, busco não perder a minha vitalidade”. Para Cortella, encontros como o Pig Meeting tem a finalidade de “hidratar nossas cabeças, percepções, concepções, visões e atividades para construir o futuro”.

O futuro, diz ele, não acontecerá se não o edificarmos. “Não há lugar marcado no futuro, nem para pessoas, nem para empresas, nem para países. Para edificar o futuro, é preciso ter esperança. Esperança vem do verbo esperançar e não esperar”. Esperançar, diz Cortella, é ir atrás, juntar-se, não desistir, colaborar. “O caipira tem uma forma muito boa para expressar isso, dizendo que ‘é junto dos bons que a gente fica mió’”. Segundo ele, quem é bom sozinho, é apenas bom. “A gente só consegue ficar melhor quando nos juntamos com outras pessoas”.

Cortella discorreu ainda sobre a importância da coragem, que não é a ausência do medo, que difere do pânico paralisante. “Numa situação como a que vivemos agora e em outras dificuldades da vida, ou senta e chora, ou levanta e enfrenta. Claro que choramos em alguns momentos, mas é necessário lembrar que isso não pode perdurar. É uma situação complexa, que exige esforço, mas não pode nos derrotar”.

Como a ambiência impacta os resultados na suinocultura?

A programação técnica do Pig Meeting apresentou o Painel Ambiência, iniciando com o Médico Veterinário pela Universidade Autônoma de Barcelona – Espanha e Mestrado em Sanidade e Produção de Suínos, Miquel Collell com o tema “Ambiência na produção de suínos e como isso pode prejudicar o desenvolvimento dos animais: Desafios e Oportunidades”.

Em sua apresentação, Collell “quebrou mitos” e conceitos estabelecidos com relação à   ventilação e ao comportamento do suíno. “Ventilamos por razoes químicas, físicas e biológicas”. Porém, o suíno, reage e se adapta de acordo com as condições que tem à disposição.

Um dos mitos: suínos não suam. “Para combater o calor, os suínos têm o mecanismo de ventilação pulmonar, que vai resfriar seu organismo fazendo passar mais ar pelos pulmões, isto é, ele perde temperatura”. Assim, o animal bebe menos água e isso, diz Collell, é um problema. “Quando sente calor, uma das coisas que ele vai fazer é se sujar, tentar se esfregar com suas próprias fezes, o que tiver envolta para simular o efeito do suor”. Outro mito, afirma o veterinário, é de que o suíno é um animal sujo. “Quando está sujo é porque não recebeu as condições adequadas”.

Já ao sentir frio, o suíno tenta reduzir sua superfície de contato com o meio externo. Um dos fatores apresentados por Collell é a temperatura mais fria do piso, que faz com que perca calor. “Quando sente calor, por cada grau acima da sua temperatura de conforto, o suíno deixa de comer 100 gramas de alimento”, afirma. Ao sentir frio, o animal vai comer mais para produzir calor e não para crescer. “Dessa forma perdemos capacidade de crescimento do animal. Portanto, a gente precisa manter o suíno numa ambiência termicamente neutra”, afirma.

Caso as condições desagradáveis permaneçam, os níveis de cortisol/estresse aumentam, e isso faz com que o animal tenha doenças. “É importante reconhecermos os sinais que indicam que o suíno não está confortável, o comportamento, indicando que alto está errado. Se tem alguma doença, com certeza o suíno já deu sinais de que não está em um ambiente adequado”, finalizou.

Na sequência,  a Engenheira Agrônoma, especializada em Engenharia de Construções Rurais, conhecedora dos temas Ambiência e Zootecnia de precisão para suinocultura, Daniella Jorge de Moura abordou as “Novas tecnologias aplicadas ao controle ambiental na produção de suínos”.

Daniella demonstrou como a engenharia agrícola pode contribuir quando aplicada ao controle ambiental na produção de suínos. Para isso, ela explicou o conceito de PLF – Precision livestock farming, que corresponde a pecuária de precisão ou ambiência de precisão. A professora da Unicamp apresentou diversos estudos que mostram a evolução dessas tecnologias. “A zootecnia de precisão tem o objetivo de gerenciar os animais individualmente, monitorando de forma continua, em tempo real a saúde, o bem-estar, a produção, reprodução e o impacto ambiental”, afirmou.

Esses sistemas geram dados dos quais se extrai conhecimento que possibilitam a tomada de decisões mais assertivas para controlar a produção de maneira geral. “A tecnologia pode proporcionar o controle integrado de vários fatores como temperatura, umidade, gases, ventilação, iluminação, consumo de alimentos e água, comportamento, e até a pesagem dos animais automatizada”, afirma. “A ambiência de precisa é solução muito importante para os produtores, permitindo o monitoramento remoto dos animais em sistemas intensivos”.

A pandemia, diz ela, reforçou a digitalização dos dados e os processos incentivando o trabalho remoto e, consequentemente, a precisão na tomada de decisão. “A tecnologia não substitui os seres humanos nas decisões, mas apoia o processo”. Nesse contexto, a PLF traz efeitos positivos sobre os pontos de vista ambiental, econômico e social. “Proporcionando resultados positivos não apenas aos produtores, mas também à indústria e aos consumidores”, finaliza.

Os desafios do mercado mundial de suínos com a PSA

A programação do Pig Meeting apresentou ainda o Painel Biosseguridade e Mercado. Wagner Hiroshi Yanaguizawa – Analista Rabobank, falou sobre “O que esperar do mercado mundial de carnes com a Peste Suína Africana?”

Yanaguizawa informou sobre os principais players e todas as influencias e impactos que a PSA tem gerado no mercado mundial de suínos neste ano. Nesse cenário, a China é o ator principal. Dados de 2018 informam que metade da produção mundial de suínos estava concentrada em território chinês. “De uma produção global de pouco mais de 110 milhões de toneladas, só o mercado chinês respondia por 55 milhões de toneladas”, afirmou. Além de maior produtor, a China também é o maior consumidor de carne suína do mundo.

Justamente por se disseminar na China, a Peste Suína Africana ganhou holofotes da imprensa e do mercado mundial a partir de 2018. Os casos da doença se espalharam por todo sudeste asiático e, recentemente, vem impactando a produção de suínos na Alemanha, no continente europeu.

Em 2019, com a PSA, o volume da produção chinesa de carne suína caiu 22%. “Praticamente metade do rebanho foi perdido”, afirmou o palestrante. Além dos abates sanitários, o abate intenso de matrizes também acentuou o cenário. “Algumas particularidades da China com relação à estrutura e perfil de produção e distribuição geográfica facilitaram a dispersão do vírus”. Metade da produção de suínos do país era em pequenas criações de fundo de quintal, sem tecnificação, nutrição adequada ou escala. “Além de uma alta concentração da produção no norte e nordeste do pais”.

Yanaguizawa destaca o esforço do país asiático para reestruturar a produção. Uma das ações é reduzir pela metade o número de pequenas criações. “Reduzir esse perfil de produtor e melhorar a distribuição geográfica, levando a produção um pouco mais para o centro Sul do pais”. Essas medidas, em tese, estão apresentando alguns resultados positivos. “O número de novos casos segue uma tendência de redução, mas continua ativo ainda”.

Enquanto isso, as exportações de carne suína do Brasil, no acumulado dos nove primeiros meses desse ano, aumentaram 140%, um volume de 177 mil toneladas. “Já ultrapassou todo o volume exportado em 2019. Esse ano deve fechar com um novo recorde superior ao de 2019”. Metade das exportações brasileiras são para o mercado chinês, seguido por Hong Kong. “Essa dependência de um único comprador acende um sinal de alerta”. Por outro lado, nesse cenário em que o Covid-19 provocou queda do PIB mundial e no consumo de proteínas, “a gente tem a sorte que a China é nosso maior importador, pois é um dos poucos países que está importando”.

O consultor reafirma a necessidade de ficar alerta para os próximos anos com relação à tendência de redução do mercado chinês. “Mas, por ora, estamos tendo um dos melhores anos de exportação por conta da China”. O Brasil registrou aumento de 44% do volume exportado em 2020 e faturamento de 53%. “Conseguimos vender mais volume e, mesmo com a forte desvalorização do real frente ao dólar, estamos conseguindo vender com preços melhores”.

A última palestra técnica do Pig Meeting foi realizada, direto do Vietnã, pelo Médico Veterinário e PhD em Nutrição de Suínos, Francisco Domingues – Head of Swine Operation at Japfa Comfeed Vietnam que falou sobre a “Peste Suína Africana sob o ponto de vista prático: o que aconteceu e qual será o futuro na produção de suínos”.

Domingues relatou sua experiência no país asiático, onde está desde 2017, e os desafios no enfrentamento da peste suína africana. “Esperamos que não chegue a América do Sul de forma alguma, é um desafio muito grande, mas nada que não se consiga contornar”, destaca.

Enfrentando os desafios da PSA, ele afirmou que é possível atuar na suinocultura mesmo com a enfermidade. “Vimos uma diminuição drástica do rebanho, em torno de 60% na China e 50% no Vietnã e outros países afetados”.

Neste momento, esses países veem uma leve recuperação, mas a guerra continua. “A redução de planteis elevou os preços, mas não é fácil manter o rebanho, pois é necessário um mínimo de cabeças para fazer o negócio girar”. Nesse cenário, as pequenas granjas são as mais afetadas. “Na tentativa de recuperar a produção, acabaram provocando uma segunda onda de PSA”, relata.

O antídoto tem sido focar em biossegurança como prioridade total, convivendo com a doença. “Identificamos áreas de risco e implementamos diversas medidas, com isso diminuímos as perdas”, revela. Há dois anos a empresa vinha reforçando a biosseguridade como forma de evitar PRRS e PED. As medidas caíram como uma luva para a crise da PSA. “No final das contas, tudo se resume a biossegurança”.

Mais de uma tonelada de carne suína doada

Conforme Giongo, o Nucleovet tem como tradição realizar ações sociais casadas com seus eventos técnicos. Neste ano, com apoio de parceiros, realizou a doação de mais de uma tonelada de carne suína a entidades. “Denota a sensibilidade de olhar para o lado, perceber a necessidade da sociedade e fortalecer essas ações”, afirmou. As entidades beneficiadas foram: APAE Chapecó, Pastoral da Criança de Videira, Lar do Idoso de Xanxerê, Centro de Convivência do Idoso de Chapecó e para a Associação de Voluntários do HRO, APAE de São Carlos e Programa Viver de Chapecó, Amigos Cooperados de Chapecó, APAE Seara e Casa de Acolhida João Piltz.

Fabiano Parisoto, diretor da Ecofrigo, uma das parceiras nas doações de carne suína, falou sobre o orgulho de poder contribuir e parabenizou o Nucleovet pela brilhante iniciativa. “Nessa parceria com entidades filantrópicas, poder auxiliar o próximo, é algo maravilhoso”, afirmou.

Ao longo de 2020, o Nucleovet realizou ações distintas de doações à sociedade, como kits de respiradores e cardioversor para a UTI do para o Hospital Regional de Chapecó e kits para diagnóstico do Covid-19, auxiliando o trabalho da Embrapa Concórdia.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Embrapa

14ª JINC tem palestra e apresentação de trabalhos de maneira online

Com o tema “Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira”, a Jinc terá transmissão pelo YouTube

Publicado em

em

Divulgação

Na quarta-feira (21) ocorre a 14ª Jornada de Iniciação Científica – Jinc num formato inovador: será online, desde a palestra de abertura até a apresentação dos trabalhos em forma de pôster e oral. Com o tema “Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira”, a Jinc terá transmissão pelo YouTube, a partir das 19 horas, no espaço virtual da Universidade do Contestado (UnC), no link https://www.youtube.com/watch?v=vOcJ8T18cl0

Logo após a abertura oficial, às 19h30, os participantes assistirão a palestra do Dr. Andrey Kuehlkamp, pesquisador associado da Universidade de Notredame – Indiana – Estados Unidos, que vai abordar o tema do evento, Inteligência Artificial, além de assuntos como visão computacional e machine learning.

Em seguida, às 20h30, iniciarão as apresentações orais dos trabalhos selecionados. Serão abertas salas virtuais, de acordo com as áreas inscritas, onde os estudantes terão 10 minutos para apresentar o trabalho, com discussão ao final. Cada sala terá cinco trabalhos sendo apresentados, com moderação de um profissional.

A sala de Ciências Biológicas e Engenharia (CBE) terá como moderadora a pesquisadora Ana Paula Bastos e poderá ser acessada das 20h30 às 21h15, pelo link https://meet.google.com/ftf-ezyh-huf.

Na sala de Ciências Sociais Aplicadas e Ciências da Saúde (CSA/CS) a moderação será da professora da UnC Elisete Ana Barp, também das 20h30 às 21h45, pelo link https://meet.google.com/pmd-efqm-png.

A pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves Estela Nunes será a moderadora da sala de Ciências Agrárias (CA). O acesso poderá ser feito pelo link https://meet.google.com/bzy-aicr-jdv, das 20h30 às 21h45.

E, a sala de Ciências Exatas e da Terra e Ciências Humanas (CET/CH) terá moderação da jornalista da UnC Camila Candeia Paz Fachi, no mesmo horário – 20h30 às 21h45, pelo link https://meet.google.com/ffc-obwy-tcs.

As apresentações de pôster, num total de 34 trabalhos selecionados, ficarão disponíveis na página do evento, pelo link http://www.cnpsa.embrapa.br/14jinc/index.php?pg=13.

A Jinc faz parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do município e se consolidou como um evento voltado para a discussão da ciência e da pesquisa, com o foco na iniciação científica. O objetivo principal é divulgar e valorizar o conhecimento gerado em instituições de ensino. Ela é organizada pela Embrapa Suínos e Aves e a Universidade do Contestado – UnC, Campus Concórdia, com apoio do Instituto Federal Catarinense (IFC), e é aberto a participação de estudantes universitários de qualquer curso superior.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
Continue Lendo

Notícias Paraná

Adapar alerta produtores sobre prazos para a atualização de rebanhos

Atualização é obrigatória para obtenção da Guia de Trânsito Animal para movimentar animais entre propriedades e o abate

Publicado em

em

Divulgação/AENPr

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alerta os produtores rurais que a Campanha de Atualização dos Rebanhos de 2020 será encerrada no dia 30 de novembro. A atualização é obrigatória e quem não fizer não poderá obter a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que permite a movimentação de animais entre propriedades e para abate nos frigoríficos.

A Campanha de Atualização de Rebanhos de 2020 teve início em 1º de maio e este ano está sendo realizada em uma etapa única, devido à pandemia do novo Coronavírus. Os produtores podem fazer a atualização no sistema online, conforme portaria da Adapar número 78/2020, que inclui todas as espécies de animais de produção, visando garantir a rastreabilidade e a sanidade de todo o rebanho.

Propriedades

Segundo a Adapar, 230 mil propriedades no Paraná devem atualizar seus rebanhos. Ao todo, são 9 milhões de bovinos, 6 milhões de suínos, 20 mil aviários, 200 mil cavalos. Até agora pouco mais de 40% dos cadastros foram atualizados.

A atualização do rebanho substitui as campanhas de vacinação contra febre aftosa que vinham sendo feitas duas vezes por ano. A última campanha de vacinação no Paraná foi em maio de 2019. O gerente de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias esclarece que os produtores continuam com o compromisso de informar o inventário animal duas vezes ao ano.

“Neste ano, em função da pandemia, a campanha de maio foi emendada com a de novembro. O produtor pode atualizar o seu rebanho online, ou presencialmente em sindicatos rurais, prefeituras ou unidades locais da Adapar. Esse modelo de campanha começou desde que houve a suspensão da vacinação no Paraná, em 2019”, afirmou.

Prazos

O produtor tem até o dia 30 de novembro para fazer a atualização do rebanho sem ser penalizado. Mas a Adapar alerta que, após 31 de outubro o produtor que não atualizar o rebanho já terá dificuldades em obter a GTA.

Isso porque ela estará bloqueada para quem não estiver com o cadastro em dia. Mas quem precisa do documento poderá fazer a atualização na hora, sem prejuízo da movimentação do rebanho. A GTA somente será emitida após a atualização de todas as espécies animais existentes na propriedade. Essa situação será permitida até 30 de novembro.

A partir de 1º de dezembro, o produtor que não atualizar o rebanho estará sujeito a outras penalidades previstas na legislação, como a autuação e o pagamento de multa, que pode variar de acordo com a quantidade de animais não declarados. A multa vai incidir sobre cada animal não declarado a partir de 1 UPF – Unidade Padrão Fiscal, que atualmente vale aproximadamente R$ 100,00 cada unidade.

Sistema

O acesso ao sistema está disponível no site da Adapar, ou de forma direta por meio do link www.produtor.adapar.pr.gov.br/comprovacaorebanho. Para realizar a comprovação, o produtor (CPF) deve estar cadastrado na Central de Segurança do Estado do Paraná. Nos casos de necessidade de ajuste no cadastro inicial (correção de e-mail, etc.), o telefone de contato é o (41) 3200-5007.

Para realizar a atualização presencial, o produtor pode ir até uma das Unidades Locais da Adapar, Sindicatos Rurais ou Secretarias Municipais de Agricultura.

Área livre

O Paraná é reconhecido nacionalmente como Área Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, desde 1º de setembro deste ano, conforme Instrução Normativa (52/2020) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A medida deixou o Estado mais perto do reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). O Ministério já formalizou o pedido à OIE, que está avaliando o relatório do Paraná.

“A meta agora é conquistar o reconhecimento internacional, que se aprovado pela OIE, deverá ocorrer em maio de 2021. A conquista possibilitará a abertura de novos mercados e a atração de investimentos para as cadeias de suíno, peixe, frango, leite e bovinocultura de corte”, afirma o médico veterinário Walter Riberete, Coordenador do programa Paraná Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação.

Fonte: AEN/Pr
Continue Lendo
ALLFLEX – Novo Site

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.