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Notícias Mercado

Preços do milho seguem avançando com apreensão com clima

Mercado brasileiro de milho manteve o quadro de preços firmes predominantemente nesta semana

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O mercado brasileiro de milho manteve o quadro de preços firmes predominantemente nesta semana55, voltando a subir em muitas praças. A oferta segue bem controlada pelos vendedores e a preocupação com o clima para a safra de verão acaba aquecendo mais o mercado, com o cereal avançando. A exceção foi São Paulo que apresentou declínio em alguns casos na semana.

Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, a tensão persiste com as condições climáticas para a safra de verão, com falta de umidade em importantes regiões. Molinari indica que já há perdas fortes no Rio Grande do Sul e Santa Catarina nas lavouras em fase de pendoamento e isto mantém o mercado sustentado, com vendedores segurando a oferta. Nas demais regiões também há muita atenção com o clima e preços firmes.

No balanço da semana entre as quintas-feiras (29 de outubro e 05 de novembro), o preço do milho na base de compra no Porto de Santos recuou de R$ 78,50 para R$ 78,00 a saca, muito em função de baixas do dólar.

Já no mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF recuou na base de venda no comparativo entre a quinta-feira (29 de outubro) e a quinta-feira (05 de novembro) de R$ 85,50 a saca de 60 quilos para R$ 84,00, baixa de 1,7%. Na região Mogiana paulista, o cereal passou de R$ 83,00 para R$ 84,00 a saca no comparativo, elevação de 1,2%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço permaneceu em R$ 80,00 a saca, estável. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação avançou de R$ 75,00 a saca para R$ 78,00, aumento de 4%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, houve avanço de R$ 82,00 para R$ 87,00, alta de 6,1%.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho avançaram no mês de R$ 75,00 para R$ 76,00 a saca, subida de 1,3%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado passou de R$ 73,00 para R$ 75,00 a saca, alta de 2,7%.

Exportações

As exportações de milho não moído, exceto milho doce, do Brasil apresentaram receita de US$ 861,299 milhões em outubro (20 dias úteis), com média diária de US$ 43,065 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 5,157 milhões de toneladas, com média de 257,841 mil toneladas. O preço médio por tonelada ficou em US$ 167,00.

Na comparação com a média diária de outubro de 2019, houve baixa de 4,66% no valor médio diário exportado, queda de 5,83% na quantidade média diária de volume e ganho de 1,25% no preço médio Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Campanha

Guri de Uruguaiana se rende ao sabor da carne suína de SC

Personagem estrela campanha da ACCS de valorização aos suinocultores catarinenses

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Para enfatizar toda a importância do produtor de suínos para o país a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) lançou a campanha “Suinocultor Catarinense, orgulho do nosso Brasil”. E para estrelar a campanha nada mais justo do que um bom entendedor de churrasco: o Guri de Uruguaiana. O ‘gauchão’ teve que dar o braço a torcer e admitir a qualidade da proteína produzida em Santa Catarina e o trabalho excepcional dos suinocultores.

Na série de vídeos o personagem enfatiza os desafios enfrentados pelos suinocultores para manter o alto nível produtivo. Tudo sempre com um toque de bom humor.

“Tu sabe que eu sou um gaúcho de fundamento, e que adoro um churrasco no capricho. Agora, quando o assunto é carne suína, eu tenho que dar o braço a torcer para Santa Catarina. Os suinocultores de lá são bagual uma barbaridade”, diz o Guri em um dos vídeos.

O suinocultor catarinense é peça fundamental de uma engrenagem que movimenta a economia do país e leva alimento de qualidade para milhares de pessoas no mundo. Mesmo com todas as dificuldades de mercado e as crises cíclicas, eles se mantêm firmes, produzindo com excelência e na esperança de dias melhores.

Atualmente mais da metade da carne suína exportada pelo Brasil é de Santa Catarina, fator que consolida o setor produtivo como referência, já que o Estado é livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica. Para assegurar esse status sanitário diferenciado os cuidados começam dentro da granja.

“A gente percebe que muitas vezes o trabalho dos suinocultores não é reconhecido pela sociedade. Resolvemos fazer essa ação de marketing para homenagear os nossos produtores e fazer com que a população valorize a função desempenhada por eles. Escolhemos o Guri de Uruguaiana porque o personagem representa os valores defendidos pela nossa classe: o orgulho em manter a tradição, preservar os laços familiares e também o prazer em deliciar uma bela carne suína”, ressalta o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi.

Fonte: Assessoria
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Notícias VBP

Valor da Produção Agropecuária de 2021 deve ser 12,4% maior que o do ano passado

Soja e milho são os principais destaques dos últimos três anos

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Arquivo/OP Rural

A projeção do Valor da Produção Agropecuária (VBP) deste ano aumentou, em valores reais, 12,4% em relação ao de 2020, que somou R$ 940,9 bilhões. O valor absoluto previsto é de R$ 1,057 trilhão, o maior já obtido desde 1989.

As lavouras representam R$ 727,7 bilhões, e a pecuária, R$ 330,1 bilhões. O crescimento real deve chegar a 16,1% nas lavouras e 5,1% na pecuária, conforme levantamento da Coordenação-Geral de Avaliação de Política e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“Nos últimos três anos, soja e milho têm apresentado recordes sucessivos de faturamento. A soma dessas duas atividades resultou num valor 65,4% do VBP das lavouras. Em valores absolutos, a soja apresenta uma estimativa de R$ 345,9 bilhões e o milho, R$ 129,9 bilhões. A demanda interna e o comportamento dos mercados, dos Estados Unidos e da China, têm sido os principais responsáveis por esse crescimento”, diz o departamento.

Na pecuária, o bom desempenho é dos setores de bovino, frango e leite, que correspondem a 86,2% do valor gerado. Carne bovina representa 45,0% do valor da pecuária, acompanhada por carne de frango e leite.

Outro grupo de produtos com boas estimativas de crescimento do VBP são: algodão, arroz, laranja, trigo e uva. Em menor destaque, mas também com projeção de resultado superior ao de 2020, estão amendoim, feijão e cana-de-açúcar.

Já entre os produtos com baixa estimativa estão banana, batata inglesa, tomate e café. Os três primeiros tiveram reduções do VBP devido aos menores preços, e o café sofreu redução de produção por causa de secas sofridas no ano passado.

No grupo de 25 produtos analisados no levantamento, 16 apresentam preços recebidos superiores aos do ano passado. Pode-se dizer que, em geral, os produtores têm um ambiente de preços melhor neste ano.

A classificação do VBP por Unidade da Federação é: Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Essas unidades federativas representam 71,2% do VBP total.

Fonte: MAPA
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Notícias Capacitação

BRF amplia escola de formação que qualifica novos colaboradores

Programa de formação da companhia funciona em Toledo, Dois Vizinhos e Francisco Beltrão e está sendo implantado em Carambeí

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Uma das maiores companhias de alimentos do mundo, a BRF está ampliando um projeto criado em formato piloto em 2019: a Escola de Formação. O programa, destinado a qualificar os colaboradores recém-contratados pela Companhia para a função de operador de produção, começou nas unidades de Toledo, no Paraná, Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, e Videira, em Santa Catarina. Hoje, além das três primeiras, existem escolas em operação em Dois Vizinhos e Francisco Beltrão, no Paraná, Campos Novos, Capinzal, Chapecó, Concórdia, em Santa Catarina, Mineiros, em Goiás, e Marau, no Rio Grande do Sul.

Outras unidades estão em processo de implantação: Carambeí, no Paraná, Concórdia (produção de suínos), e Herval d’Oeste, em Santa Catarina, Buriti Alegre e Rio Verde, em Goiás, Nova Mutum, em Mato Grosso, e Uberlândia, em Minas Gerais. Mais duas escolas pilotos em áreas de produtos industrializados devem ser instaladas: Videira (SC) e Seropédica (RJ). As escolas são divididas pelas áreas de frango, suínos e industrializados, e têm atuação de forma independente em cada planta da BRF.

As aulas têm duração de 30 dias, sendo que os professores são os supervisores e os monitores de formação, profissionais que foram promovidos internamente e se destacaram em relação ao perfil da função. Apenas após esse período, o colaborador é transferido para a linha de trabalho. Os conteúdos das aulas são intercalados em partes práticas e outras teóricas para o devido aprendizado das tarefas que irão desempenhar no dia a dia.

Como medida protetiva em razão da pandemia de Coronavírus, as aulas foram suspensas de março a setembro do ano passado e retomadas em outubro em novo formato, com ações preventivas estabelecidas pelo protocolo de combate à doença, incluindo redução nas turmas a 50% da capacidade. Desde 2019, 1,3 mil colaboradores já passaram pelas salas de aula da Escola de Formação.

Além das lições teóricas e práticas, os colaboradores recebem um exemplar do Manual de Transparência, que conta com uma mensagem do CEO da BRF, Lorival Luz. Pelo documento, o trabalhador terá uma compreensão clara e objetiva sobre as condutas e princípios éticos que orientam o negócio, além dos compromissos inegociáveis da Companhia – segurança, qualidade e integridade.

“Seguimos fortalecendo a nossa cultura, com o objetivo de criar uma gestão robusta para que tenhamos a quantidade de talentos necessária na Companhia”, salienta o vice-presidente global de Gente, Gestão e Transformação Digital, Alessandro Bonorino.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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