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Preços do leite UHT e do queijo muçarela reagem em novembro

O levantamento quinzenal de derivados também indicou altas de 2,2% para o queijo prato e de 1,9% para a manteiga (200g) em novembro, fechando o mês a R$ 32,18/ kg e R$ 41,16/kg, respectivamente, na “Média Brasil”.

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Foto: Divulgação/Canva

Diante de estoques mais controlados, os preços do leite UHT e do queijo muçarela tiveram leve reação em novembro, interrompendo o movimento de que das intensas observado desde maio. Pesquisa diária do Cepea em parceria com a OCB mostra que as cotações médias do UHT e da muçarela negociados no atacado de São Paulo em novembro foram de R$ 3,79/l e R$ 27,12/ kg, respectivos aumentos reais de quase 2% e 0,6% frente a outubro (deflacionados pelo IPCA de nov/23).

O levantamento quinzenal de derivados também indicou altas de 2,2% para o queijo prato e de 1,9% para a manteiga (200g) em novembro, fechando o mês a R$ 32,18/ kg e R$ 41,16/kg, respectivamente, na “Média Brasil”. Já o indicador semanal de leite em pó fraciona do (400g) negociado no atacado paulista registrou que da de 0,79% em relação a outubro, com preço médio de R$ 26,63/kg.

O leite pasteurizado também recuou 2,8% na mesma comparação, a R$ 4,01/l na “Média Brasil”. Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, a leve recuperação nos preços de alguns derivados não foi suficiente para aumentar a rentabilidade dos laticínios. Ademais, as vendas instáveis indicam que o cenário altista pode não se manter em dezembro.

Dezembro

Pesquisas em andamento sinalizam bai xas de 1,1%, 0,5% e 0,8% nos preços do UHT (R$ 3,75/l), da muçarela (R$ 26,98/kg) e do leite em pó (R$ 26,62/kg), respectivamente, na primeira quinze na de dezembro. A pressão vem da demanda enfra quecida, agravada pelo calor, pelo período de fim de ano e pelo aumento da concorrência entre empresas.

Fonte: Assessoria Cepea

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Fazendinha da ExpoLondrina destaca inovação, saúde e produção de leite

Estande reúne orientações sobre animais peçonhentos e tecnologias aplicadas à bovinocultura leiteira.

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Foto: UEL

O público que visita a Fazendinha Via Rural 2026, dentro da ExpoLondrina, encontra um estande diverso e voltado para a inovação. Dois dos destaques envolvem trabalhos com animais peçonhentos e produção de leite.

Um dos temas apresentados é o cuidado com escorpiões, aranhas e outros animais peçonhentos, comuns no ambiente rural. A ação é desenvolvida por estudantes do Programa de Educação Tutorial de Biologia PETBio) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), em parceria com profissionais da área de saúde e controle de endemias. Com atividades interativas, exemplares dos animais e orientações diretas sobre prevenção no dia a dia, eles transformam a Fazendinha em um grande centro de educação em saúde.

Segundo a estudante do quinto ano de Biologia da UEL, Amanda de Sena da Silva, o foco principal é conscientizar sobre o escorpionismo, que é o envenenamento causado pela picada de escorpiões. “Trouxemos algumas espécies, inclusive o escorpião amarelo, que é o mais comum. Também apresentamos filhotes e até um pseudoscorpião, que é um aracnídeo inofensivo, para mostrar que nem todos representam risco”, explica.

Além da observação dos animais, o público recebe orientações práticas para evitar a presença desses organismos em casa. Entre as recomendações estão verificar roupas e calçados antes de usar, manter ralos e caixas de gordura fechados, afastar camas das paredes e eliminar possíveis fontes de alimento, como baratas.

O estande na Fazendinha também apresenta outras espécies de aranhas e serpentes, além de abordar doenças relacionadas, como a esporotricose e a febre maculosa. A proposta é ampliar o conhecimento da população e evitar o extermínio desnecessário de animais que não representam perigo.

Com linguagem acessível e atividades demonstrativas, o espaço reforça a importância da educação ambiental e da conscientização como ferramentas fundamentais para a saúde pública e a convivência segura com a fauna.

Leite

Outra novidade da Fazendinha Via Rural inclui tecnologias reprodutivas de ponta, boas práticas de ordenha com demonstrações interativas e métodos inovadores para garantir a segurança alimentar e a qualidade do leite, aproximando o público da produção sustentável.

Um dos focos do estande é a conscientização sobre a segurança e a qualidade do leite. Representando o Laboratório de Inspeção de Produtos de Origem Animal (LIPOA), estudantes demonstram como a qualidade do leite começa ainda na criação das bezerras, destacando a importância de boas condições de saúde, alimentação e bem-estar animal.

Também são apresentadas as boas práticas de ordenha, que incluem cuidados antes, durante e após o processo, garantindo um produto seguro para o consumo. “A vaca define a qualidade do leite. A gente trabalha com boas práticas de ordenha, que são medidas que a gente faz a pré-ordenha, durante e pós para garantir a qualidade do leite”, contou Catarina Rodrigues, estudante de Medicina Veterinária na UEL.

Entre as técnicas demonstradas estão o teste da caneca de fundo preto e o CMT (California Mastitis Test), utilizados para a detecção de mastite clínica e subclínica, além dos procedimentos de pré e pós-dipping, fundamentais para a higienização e prevenção de doenças no rebanho leiteiro. Outro destaque do estande é a apresentação de tecnologias reprodutivas aplicadas à bovinocultura.

Estagiários do Grupo de Reprodução Animal (Reproa) representam o Centro de Treinamento Pecuário (CETPEC), que oferece cursos especializados, incluindo o de inseminação artificial em bovinos. A técnica, utilizada há mais de 50 anos, vem ganhando espaço no Brasil por seu potencial de melhorar a genética do rebanho e aumentar a produtividade.

Serviço

A Via Rural Fazendinha funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 19h, no Parque de Exposições Ney Braga, durante a ExpoLondrina 2026, entre os dias 10 e 19 de abril.

Simpósio

A ExpoLondrina também recebeu no começo da semana a 7ª edição do Simpósio de Equideocultura, reunindo médicos veterinários, zootecnistas, agrônomos, estudantes e profissionais do setor em busca de atualização e aprofundamento em temas estratégicos da área. Promovido em parceria entre a Sociedade Rural do Paraná (SRP) e a UEL, o evento reforça o papel da feira como um ambiente de troca de conhecimento e desenvolvimento para o agronegócio.

A programação incluiu palestras com especialistas que abordaram desde biotecnologias reprodutivas até práticas clínicas, esportivas e de manejo de equinos. A equideocultura é a área da zootecnia dedicada à criação, manejo, nutrição, reprodução e melhoramento genético de equídeos, abrangendo cavalos, asininos (jumentos) e muares (burros/mulas).

À frente da organização do simpósio, Roberta Garbelini Gomes Zanin, egressa do curso de medicina veterinária da UEL, reforçou que a iniciativa busca aproximar o meio acadêmico e o mercado, criando oportunidades tanto para profissionais quanto para estudantes que desejam se qualificar. “É um espaço de atualização técnica e também de conexão com o que há de mais atual no setor”, ressaltou.

Um dos palestrantes do simpósio, o médico veterinário e professor da UEL Fábio Morotti, do Departamento de Clínicas Veterinárias (CCA), abordou o cenário da equideocultura no Brasil e no mundo, com destaque para o avanço das biotecnologias reprodutivas. Segundo ele, técnicas como a transferência de embriões têm ampliado as possibilidades de melhoramento genético, inclusive permitindo o aproveitamento de fêmeas que não poderiam mais gestar naturalmente, seja por questões clínicas ou limitações físicas.

“O Brasil possui hoje cerca de 8 milhões de equídeos (cavalos, asininos, muares) e ocupa a terceira posição no ranking mundial, atrás apenas dos Estados Unidos e do México no número de cavalos. Em termos de uso de biotecnologias reprodutivas, já estamos equiparados aos Estados Unidos”, comemorou.

De acordo com o especialista, o País também se destaca pela qualidade da mão de obra técnica, com profissionais reconhecidos internacionalmente e atuação crescente no exterior. “Hoje, o Brasil não só utiliza essas tecnologias como também exporta conhecimento, especialmente na área de reprodução animal”, afirmou.

Apesar dos avanços, o setor ainda enfrenta desafios importantes. Cerca de 75% da tropa brasileira é utilizada em atividades de lida no campo, um segmento que ainda demanda maior acesso a tecnologias, investimento em genética e melhorias no manejo.

Fonte: AEN-PR
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Supermercado é a vitrine decisiva da carne bovina no Brasil, aponta pesquisa

Levantamento mostra que 69% das compras da proteína no Brasil ocorrem em supermercados, 78% cobram produção sustentável, 73% consomem carne no almoço em casa e mais de 70% pagariam valor adicional por origem, certificações e bem-estar animal no ponto de venda.

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Foto: Gilson Abreu

O supermercado deixou de ser apenas um elo logístico e virou a vitrine onde a carne conquista seu consumidor. Levantamento nacional encomendado pelo movimento A Carne do Futuro é Animal e realizado pelo Instituto Qualibest ouviu 1.021 pessoas entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026 em todas as regiões do país. O resultado mostra que 69% das compras de carne bovina são feitas em hiper e supermercados, e que é ali, no balcão e na gôndola, que o cliente espera ver informações claras sobre origem, rastreabilidade e bem-estar animal.

A carne continua um item de rotina. 63% dos entrevistados consomem a proteína duas ou mais vezes por semana e 21% uma vez por semana. 73% apontam o almoço em casa como a ocasião principal e 62% citam o churrasco como momento frequente. “Quando o supermercado aparece como principal canal de compra, ele vira vitrine de credibilidade para a categoria. O desafio é combinar operação impecável e comunicação simples, visível e verificável sobre sustentabilidade e bem-estar animal”, diz Nicholas Vital, coordenador do movimento A Carne do Futuro é Animal.

Foto: Freepik

Esses padrões tornam a operação no ponto de venda tão decisiva quanto as promessas do campo. Com 66% citando preço, 45% frescor e 40% data de validade como prioridades, o consumidor compra com os olhos e com o bolso. Ao mesmo tempo, o consumidor exige responsabilidade já que 78% consideram importante que a carne seja produzida de forma sustentável.

A confiança na qualidade da carne brasileira segue elevada, com 80% avaliando-a como boa ou ótima. Sobre saúde, 91% veem benefícios no consumo, sendo 82% que destacam a carne como fonte de proteína e 57% que citam ferro e vitaminas. Esses números mostram que o público não abandona o produto, mas pede provas simples e verificáveis no ponto de venda.

Há também disposição a pagar por garantias. Para saber a origem, 44% dizem que pagariam um pouco a mais e 19% que pagariam mais. Para carne com certificações de sustentabilidade, 51% pagariam um pouco a mais e 22% pagariam mais. Para certificações de bem-estar animal, 49% pagariam um pouco a mais e 24% pagariam mais. Essas respostas confirmam que evidências concretas têm valor comercial no PDV.

Foto: Shutterstock

Ao que tudo indica, a raça Angus é a preferida por 37% dos entrevistados. Há também curiosidade por novas proteínas: sobre carne vegetal, 26% nunca consumiram e não têm interesse, 26% nunca consumiram mas têm interesse e 24% consomem às vezes.

Em relação à carne cultivada, 37% conhecem o conceito e 63% não conhecem, com fatias relevantes de “sim com certeza” e “talvez” ao perguntar sobre experimentar.

Sobre o Canivete Pool

A campanha ‘A carne do futuro’ é uma iniciativa do Canivete Pool, projeto criado por produtores do Mato Grosso com o objetivo de auxiliar a gestão das fazendas, fomentar o aumento da produtividade média e melhorar os indicadores de sustentabilidade da carne produzida. Criado em 2022, o grupo conta atualmente com 74 membros em 27 municípios do estado, que juntos devem abater mais de 200 mil cabeças de gado este ano.

Fonte: Assessoria Nutripura
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Selo Canchim on Dairy fortalece integração entre pecuária de leite e corte

Iniciativa melhora desempenho dos animais e amplia rentabilidade no campo.

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Fotos: Juliana Sussai

A raça bovina Canchim é a segunda a receber um selo Beef on Dairy (carne no leite) no Brasil, após a Angus. A certificação, denominada Canchim on Dairy, identifica touros da raça aptos ao cruzamento com vacas leiteiras mestiças da raça Girolando, garantindo qualidade aos bezerros. Além de proporcionar carne de alta qualidade para o segmento de cortes nobres, a iniciativa ajuda a diversificar a renda dos produtores de leite, que ganham uma nova opção de comercialização dos animais.

Foto: Gisele Rosso

A estratégia é usar sêmen de touros de corte para obter animais com valor comercial mais alto para a produção de carne. De acordo com a pesquisadora Cintia Righetti Marcondes, da Embrapa Pecuária Sudeste (SP), o selo representa uma oportunidade para produtores de leite ampliarem a renda, agregando valor aos bezerros (machos e fêmeas) excedentes que, em sistemas puramente leiteiros, costumam ter baixo valor de mercado.

“O objetivo é atender ao produtor que deseja uma segunda fonte de faturamento, vendendo esses animais para corte. Canchim é uma raça terminal que, ao ser cruzada com vacas mestiças, traz melhor qualidade de carcaça, mais peso ao desmame e ao sobreano (novilho com mais de um ano). Além disso, é uma alternativa que agrega bem-estar animal, evitando o descarte de machos recém-nascidos, que passam a ser recriados e destinados ao abate por possuírem uma carne superior”, explica Cintia Marcondes.

Segundo o chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul (RS), Fernando Cardoso, o selo Beef on Dairy para a raça Canchim representa um avanço importante para a identificação dos reprodutores mais adequados ao cruzamento com vacas leiteiras. O selo  identifica esses reprodutores, que podem ser direcionados a centrais de inseminação e ganhar destaque em leilões voltados a esse mercado.

Foto: Divulgação

Assim como Cardoso, a presidente da Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN), Cristina Ribeiro, ressalta que o selo é um marco na consolidação da raça dentro dos sistemas produtivos modernos. “Embora o cruzamento entre o Canchim e raças leiteiras já seja uma prática tradicional entre nós pecuaristas, a criação de um selo oficial traz reconhecimento, padronização e segurança ao mercado. Essa iniciativa fortalece a integração entre pecuária de leite e de corte, ao mesmo tempo em que apoia o produtor leiteiro com alternativas mais eficientes para o aproveitamento de seus animais e contribui diretamente para a expansão da oferta de carne de qualidade, agregando valor a toda a cadeia produtiva”, destaca a presidente da ABCCAN.

A pesquisadora da Embrapa conta que em regiões quentes e desafiadoras, como o Centro e o Norte do País, o Canchim é uma excelente opção pela sua pelagem clara e adaptação ao calor. O uso de sua genética permitirá gerar animais com carcaças de maior rendimento e gordura adequada, adaptados aos trópicos. Ele transmite aos seus descendentes precocidade e padronização, com bezerros que podem superar o Nelore em 10% a 15% no peso à desmama.

A estratégia possibilita ganhos diretos na qualidade do produto final. “O padrão genético certificado permite aumentar o rendimento de carcaça e a conformação, assim como obter animais de bom acabamento que atendam as características de um mercado consumidor cada vez mais exigente”, complementa Cardoso.

Como obter o selo?

Para um touro receber o selo Canchim on Dairy, deve atender a critérios técnicos baseados em avaliações genéticas para garantir o desempenho e a segurança do cruzamento. “Utilizamos como base as avaliações genéticas do Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo). Estabelecemos critérios restritivos para a análise, cujo resultado indica se o touro pode ou não receber o selo. Os requisitos, além do peso ao nascimento (que deve estar entre os 40% melhores), incluem a classificação de ganho de peso do nascimento ao desmame e pós-desmame, onde selecionamos os 50% melhores animais. Na conformação, escolhemos os 30% melhores; no tamanho (frame), buscamos o intervalo entre 30% e 50% para evitar animais excessivamente pequenos ou grandes; e na área de olho de lombo, os 40% superiores”, revela Cintia Marcondes.

De forma resumida, o touro deve possuir Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs), com bom grau de acurácia, divididas em 10 grupos (Decas, veja explicação em quadro abaixo) para características produtivas, como:

• Peso ao Nascer (PN): animais com Decas* menores ou iguais a quatro (até 40% melhores da raça), visando bezerros com menor peso ao nascimento para evitar dificuldade no parto.

• Ganho de Peso: Decas menores ou iguais a cinco para garantir potencial de crescimento do nascimento ao sobreano.

• Conformação ao sobreano: Decas menores ou iguais a três, visando musculosidade superior.

• Tamanho ao Sobreano: Decas entre três e cinco para identificar machos de tamanho mediano, evitando carcaças excessivamente grandes ou pequenas.

• Área de Olho de Lombo: Decas menores ou iguais a quatro para assegurar rendimento de carcaça e qualidade de cortes nobres.

Simulações realizadas na base de dados do Promebo identificaram que, com esses critérios, diversos machos da raça já estão aptos à obtenção da certificação.

Benefícios esperados

O touro que atingir os critérios estabelecidos terá o selo no certificado de avaliação genética, que funciona como um guia para o produtor de leite e para as centrais de coleta e processamento de sêmen, com a identificação e comercialização de animais com características desejadas.

Essa chancela vai trazer vários benefícios, como reduzir o risco de partos difíceis, um fator crítico para a saúde da vaca leiteira; aumentar o valor de venda dos bezerros, criando um produto diferenciado; e melhorar a sustentabilidade do sistema, com a produção de carne com menor pegada ambiental por quilo produzido.

O selo Canchim on Dairy representa um avanço tecnológico para a pecuária brasileira, unindo pesquisa científica e aplicação prática no campo. Essa raça possui excelente mercado, não apenas para venda de sêmen, mas também para uso a campo, devido ao seu bom desempenho. A pesquisadora ressalta que pequenos produtores de leite podem, por exemplo, adquirir um touro em consórcio para trabalhar no rebanho por alguns anos.

“Em nossa região tropical, o uso da raça Angus não é viável a campo, apenas via sêmen. Assim, o Canchim é uma alternativa especializada para substituir touros de raças zebuínas, como Tabapuã ou Guzerá, no cruzamentos com vacas mestiças para gerar bezerros melhores. Um ponto interessante é que tanto machos quanto fêmeas cruzados têm valor de mercado. A fêmea jovem é muito valorizada, pois deposita gordura na carcaça precocemente, o que permite um abate com excelente qualidade”, acrescenta a pesquisadora.

A iniciativa do Canchim on Dairy foi liderada pela Embrapa e os parceiros da Associação Brasileira de Criadores de Canchim (ABCCAN), Associação Nacional de Criadores “Herdbook Collares” (ANC) e o Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne (Promebo).

Fonte: Assessoria Embrapa Pecuária Sul
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