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VOZ DO COOP

Avicultura

Preços do frango registram boa alta no Brasil

Para este ano, mesmo com os custos de produção mais elevados, puxados pelo forte aumento nos preços do milho, tanto a avicultura quanto a suinocultura estão se sobressaindo, por conta do atendimento às questões sanitárias, o que tem proporcionado u

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O mercado brasileiro de frangos apresentou preços firmes no decorrer desta semana. "Ainda é necessário algum reajuste dos preços ao longo da cadeia, visando mitigar o elevado custo de produção, produto da restrição de oferta de milho no mercado disponível durante o primeiro trimestre do ano", afirma o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

     Esse quadro deve se alterar apenas com a entrada da safrinha no mercado interno. Até lá, frisa o analista, o setor tem de trabalhar seus preços de venda de acordo com a nova realidade dos custos de produção. O mercado interno permanece bastante dependente das exportações, ressaltando que quanto maior o volume de embarques, menor a disponibilidade interna.

     O diretor de Avicultura e Suinocultura da Merial, Luiz Cantarelli, destacou hoje, em Campinas (SP), durante encontro com a imprensa, que as perspectivas da empresa para esses segmentos seguem muito positivas. "O Brasil chegou ao posto de segundo maior produtor mundial de carne de frango em 2015, com 13,5 milhões de toneladas e de maior exportador, com 4,2 milhões de toneladas. Para 2020, a previsão é de que ele responda por 45% de toda a exportação mundial de carne de frango, com 5,57 milhões de toneladas", comenta.

Para este ano, mesmo com os custos de produção mais elevados, puxados pelo forte aumento nos preços do milho, tanto a avicultura quanto a suinocultura estão se sobressaindo, por conta do atendimento às questões sanitárias, o que tem proporcionado uma ampliação da participação no cenário internacional. "O Brasil exporta carne de frango para 150 países e a carne suína para 70 mercados, sendo o quarto maior produtor e exportador mundial", informa.

Para o decorrer do ano, Cantarelli acredita que as cotações de milho possam recuar um pouco, especialmente a partir da colheita da segunda safra, o que trará também uma maior regularidade na oferta do cereal. "Neste ano vivemos uma situação bem atípica, com a forte alta do milho, que passou de R$ 28,00 no final de dezembro para quase R$ 40,00 a saca em janeiro, mas a tendência é de que haja uma acomodação dos preços mais à frente, visto que o país deverá colher uma safrinha cheia", pontua.

Fonte: Safras & Mercado

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Avicultura Neste início de ano

Ovos registram menor disponibilidade nas gôndolas dos supermercados brasileiros

Oferta chegou a ser 20,6% menor entre o fim de 2023 e o início de 2024, ante uma média de 14% em dezembro de 2022 e janeiro de 2023.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

O Índice de Ruptura da Neogrid, indicador que mede a ausência de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros, chegou a 13,8% em dezembro de 2023 e 15,3% em janeiro de 2024. O número segue a média do mesmo período dos anos anteriores.

De acordo com o diretor de Customer Success da Neogrid, Robson Munhoz, a ruptura que costuma acontecer em janeiro é um movimento natural por conta das festas de final de ano e o período de férias coletivas na indústria: “A indústria volta das férias de final de ano no começo de janeiro e daí o ciclo de pedidos, faturamento e entrega começam a acontecer, fazendo com que a ruptura seja maior em janeiro, comparada a outros meses”, pontua.

Munhoz também destaca que há um comportamento, em especial nas capitais brasileiras, de êxodo em janeiro para o litoral e, por isso, os supermercados dessas cidades não investem tanto em estoque, ao passo que os estabelecimentos das localidades que recebem esses turistas aumentam a dinâmica de reposição.

De acordo com a consultoria, o produto com menor disponibilidade nas gôndolas no período foi o ovo, com 20,6% de ruptura nos dois meses, ante uma média de 14% em dezembro de 2022 e janeiro de 2023. A falta do item nas prateleiras ocorreu mesmo com o aumento de 3,7% no preço do produto em janeiro ante dezembro, conforme levantamento feito pela Horus.

Apesar do aumento de preço registrado em janeiro, desde agosto de 2023 o preço dos ovos vem caindo, contribuindo para a ruptura ao longo dos últimos seis meses.

Altas temperaturas influenciam os hábitos de consumo

O ano de 2023 foi considerado mais quente da série histórica no Brasil, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM). A temperatura ficou 0,69°C acima da média entre os anos de 1991/2020. Para 2024, a perspectiva é de que permaneça alta pelo menos até abril em razão do fenômeno climático El Niño.

Fonte: Assessoria Neogrid
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Avicultura Rio Grande do Sul

Seapi conclui vigilância em propriedades no raio de 5 km do foco de gripe aviária em Rio Pardo

Além da checagem de medidas de biosseguridade nas granjas e ações de educação sanitária, que chegaram a 1.245 pessoas, as equipes da Secretaria da Agricultura também estão coletando amostras em casos suspeitos

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Foto: Fernando Dias/Seapi

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul concluiu, na última segunda-feira (19), as ações de vigilância às propriedades localizadas em um raio de cinco quilômetros a partir do último foco confirmado de influenza aviária de alta patogenicidade, a H5N1, em Rio Pardo.

A vigilância na zona 1, referente ao raio de cinco quilômetros, ocorreu de forma simultânea às vistorias nas propriedades localizadas na zona 2, que compreende um raio de 10 quilômetros a partir do foco. Totalizando ambas as regiões, 616 propriedades foram vistoriadas até o momento, e a previsão é de que as ações na zona 2 se encerrem nesta semana. O número total é de 699 propriedades a serem visitadas.

Além da checagem de medidas de biosseguridade nas granjas e ações de educação sanitária, que chegaram a 1.245 pessoas, as equipes da Secretaria da Agricultura também estão coletando amostras em casos suspeitos. Após a observação de 1.029 aves, foram realizadas cinco coletas em criações de subsistência, com três laudos negativos e dois ainda à espera do resultado. “As visitações estão sendo muito boas. Estamos conseguindo explicar o nosso trabalho aos produtores, que têm nos recebido muito bem, entendendo a importância da atuação”, destaca o diretor adjunto do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal, Francisco Lopes.

Fonte: Assessoria Seapi
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Avicultura

Vendas aquecidas elevam preço dos ovos para os maiores níveis desde julho de 2023

Maior procura por ovos típica de início de mês ganhou reforço com o retorno das aulas, além da intensificação das compras por parte de redes atacadistas e varejistas para o período de Quaresma.

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Foto: Rodrigo Felix Leal

As vendas de ovos estiveram aquecidas no mercado brasileiro no balanço da primeira quinzena de fevereiro, segundo pesquisas do Cepea.

Como resultado, os preços subiram nas principais regiões produtoras do País, atingindo, na média parcial deste mês (até o dia 15), o maior patamar desde julho de 2023.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a maior procura por ovos típica de início de mês (recebimento de salários) ganhou reforço com o retorno das aulas, além da intensificação das compras por parte de redes atacadistas e varejistas para o período de Quaresma.

Ainda conforme colaboradores do Cepea, apesar da pequena retração nas vendas durante o carnaval, a disponibilidade está limitada, levando à expectativa de novos reajustes positivos nas próximas semanas.

 

Fonte: Assessoria Cepea
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