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Preços do frango avançam bem em setembro, com demanda aquecida

Mercado brasileiro de frango registrou uma demanda bem efetiva ao longo de setembro

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de frango registrou uma demanda bem efetiva ao longo de setembro, fator que propiciou ajustes para cima nos preços do quilo vivo e dos cortes negociados no atacado e na distribuição.

Conforme o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Iglesias, a carne de frango acompanhou o movimento de alta observado nos preços das proteínas concorrentes, especialmente da carne bovina. “Parte do aumento decorreu também dos repasses do setor para conter o avanço nos custos da nutrição animal”, avalia.

De acordo com levantamento de SAFRAS & Mercado, no atacado de São Paulo os preços tiveram mudanças para os cortes congelados de frango ao longo de setembro, na comparação com o fechamento de agosto. O quilo do peito no atacado passou de R$ 5,15 para R$ 6,20, o quilo da coxa de R$ 5,40 para R$ 6,80 e o quilo da asa de R$ 11,50 para R$ 13,60. Na distribuição, o quilo do peito subiu de R$ 5,25 para R$ 6,40, o quilo da coxa de R$ 5,50 para R$ 6,90 e o quilo da asa de R$ 11,75 para R$ 13,80.

Nos cortes resfriados vendidos no atacado, o cenário também foi de alterações nos preços durante o mês. No atacado, o preço do quilo do peito aumentou de R$ 5,25 para R$ 6,30, o quilo da coxa de R$ 5,50 para R$ 6,90 e o quilo da asa passou de R$ 11,60 para R$ 13,70. Na distribuição, o preço do quilo do peito avançou de R$ 5,35 para R$ 6,50, o quilo da coxa continuou de R$ 6,60 para R$ 7,00 e o quilo da asa de R$ 11,85 para R$ 13,90.

As exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas do Brasil renderam US$ 434,258 milhões em setembro (21 dias úteis), com média diária de US$ 20,679 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 320,165 mil toneladas, com média diária de 15,246 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 1.356,40.

Na comparação com setembro de 2019, houve baixa de 20,43% no valor médio diário, queda de 4,57% na quantidade média diária e retração de 16,61% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

O levantamento semanal realizado por SAFRAS & Mercado nas principais praças de comercialização do Brasil apontou que, em Minas Gerais, o quilo vivo subiu de R$ 3,90 para R$ 4,15. Em São Paulo o quilo vivo avançou de R$ 3,80 para R$ 4,10.

Na integração catarinense a cotação do frango passou de R$ 3,10 para R$ 3,60. No oeste do Paraná o preço na integração aumentou de R$ 3,60 para R$ 3,90. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo mudou de R$ 3,60 para R$ 3,90.

No Mato Grosso do Sul o preço do quilo vivo do frango subiu de R$ 3,80 para R$ 4,00. Em Goiás o quilo vivo avançou de R$ 3,85 para R$ 4,00. No Distrito Federal o quilo vivo passou de R$ 3,85 para R$ 3,95.

Em Pernambuco, o quilo vivo subiu de R$ 4,65 para R$ 4,75. No Ceará a cotação do quilo vivo aumentou de R$ 4,65 para R$ 4,75 e, no Pará, o quilo vivo mudou de R$ 4,75 para R$ 4,80.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Do Sul para o mundo:

BRF movimenta uma cadeia viva que alimenta quatro continentes

Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF tem entre o coração do Rio Grande do Sul e o oeste do Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo

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De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. Foto: O Presente Rural

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem como propósito oferecer produtos de qualidade, cada vez mais saborosos e práticos, para seus consumidores. Para cumprir esse compromisso, conecta o trabalho de milhares de produtores integrados, profissionais nas fábricas e equipes de logística. Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF concentra nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo.

As unidades da BRF, além de abastecer as famílias brasileiras, alimentaram, em 2019, consumidores de 99 países, de quatro continentes. Esse número de destinos de exportações procedentes da Região Sul pode alcançar uma centena em 2020, considerando que recentemente a planta de Concórdia (SC), que já exportava suínos para Hong Kong, Filipinas e África do Sul, recebeu habilitação para exportar também para o Vietnã.

De municípios como Concórdia, no Oeste catarinense, Lajeado, no coração do Rio Grande do Sul, e Toledo, no Oeste paranaense, são embarcados mais de duas dezenas de tipos de produto, incluindo diferentes cortes de carne e embutidos, rumo a nações de culturas e regiões diversas, tendo o Japão, a 17.360 quilômetros, como o ponto mais distante. O roteiro apresenta uma diversidade de destinos, como Angola (África), Omã e Emirados Árabes (Península Arábica) e México (América do Norte).

De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. No caso da proteína de frango, a BRF representa cerca de 12% do comércio global. Se a BRF fosse um país, seria o sétimo maior produtor de carne de frango do planeta, uma nação movida pela gestão sustentável de uma cadeia viva, longa e complexa voltada a proporcionar vida melhor a todos, do campo à mesa.

Fonte: Assessoria
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Notícias PIB

Ipea eleva previsão de aumento do PIB agropecuário do Brasil para 1,9% este ano

Revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano

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Divulgação/AENPr

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu para 1,9% a estimativa de crescimento do PIB agropecuário brasileiro em 2020, ante uma previsão anterior de 1,6%, informou o órgão nesta quinta-feira (22). O Grupo de Conjuntura do Ipea ainda revisou a projeção de crescimento do PIB Agropecuário do próximo ano de 2,4% para 2,1%, por conta do aumento da base de comparação – com o melhor resultado esperado para 2020.

A estimativa maior para o PIB agropecuário se deve a melhora nas previsões do IBGE para componentes importantes da lavoura e por números mais positivos também para a pecuária, “em especial decorrentes das revisões dos resultados observados de produção nos últimos meses”.

Como algumas das culturas mais relevantes da lavoura têm a produção concentrada nos dois primeiros trimestres, mudanças significativas nas estimativas do IBGE, depois da divulgação dos dados trimestrais do PIB, podem resultar em maiores revisões dos resultados trimestrais do PIB Agropecuário.

Segundo o grupo de conjuntura do Ipea, as revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano.

A soja teve crescimento revisado de 6,6% para 7% e segue como o produto com maior peso no valor adicionado da lavoura brasileira.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Cepea

Suíno vivo segue valorizando em todas as regiões

Oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida

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Monalisa Pereira

As cotações do suíno vivo seguem em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida. Com elevações no vivo, novos reajustes também são verificados nas cotações da carcaça.

Do lado dos custos, os preços internos do milho e do farelo de soja seguem renovando as máximas nominais, e as altas são mais intensas que as verificadas para o suíno vivo.

Esse cenário acabou interrompendo o movimento de avanço no poder de compra de suinocultores frente a esses insumos de alimentação, que vinha sendo observado desde maio deste ano.

Fonte: Cepea
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Evonik Guana

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