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Notícias Mercado

Preços do boi gordo continuam subindo com oferta restrita

Mercado físico de boi gordo teve preços mais altos na primeira semana de julho nas principais regiões produtoras do país

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Arquivo/OP Rural

O mercado físico de boi gordo teve preços mais altos na primeira semana de julho nas principais regiões produtoras do país. “A primeira semana do mês foi marcada por reação dos preços, tanto do boi gordo quanto da carne bovina no atacado. Basicamente, a oferta de animais terminados é restrita no início da entressafra”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

“O mercado segue otimista em relação à demanda para exportação com destino à China, avaliando a severidade do surto de Peste Suína Africana, que dizimou uma importante parcela do rebanho suíno local”, aponta Iglesias.

Os preços a arroba do boi gordo na modalidade à vista nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 04 de julho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 156 a arroba, contra R$ 154 a arroba em 27 de junho.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 143 a arroba, ante R$ 140 a arroba.
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 148 a arroba, contra R$ 146 a arroba.
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 144 a arroba, ante R$ 143 a arroba.
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 142 a arroba, contra R$ 141 a arroba.

Exportações

As exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 430,5 milhões em junho (19 dias úteis), com média diária de US$ 22,7 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 111,5 mil toneladas, com média diária de 5,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 3.860,70.

Na comparação com maio, houve alta de 4,2% no valor médio diário da exportação, ganho de 4,7% na quantidade média diária exportada e queda de 0,5% no preço. Na comparação com junho de 2018, houve ganho de 108,8% no valor médio diário, alta de 126,1% na quantidade média diária e recuo de 7,7% no preço médio.

Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

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A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
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Notícias Soja

Indicador Paraná atinge recorde nominal

Preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa

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Danilo Estevão/Embrapa

Os preços da soja estão em alta no Brasil, influenciados pelas maiores demandas doméstica e externa. Segundo pesquisadores do Cepea, parte dos produtores mostra preferência em comercializar a soja em detrimento do milho, o que eleva a liquidez no mercado da oleaginosa.

Diante disso, mesmo sendo período de finalização de colheita no Paraná, o Indicador CEPEA/ESALQ da soja atingiu R$ 172,66/saca de 60 kg no último dia 14, recorde nominal da série do Cepea, iniciada em julho de 1997. Já outra parcela de vendedores não mostra interesse em fechar negócios para entrega no curto prazo, atentos à maior paridade de exportação para embarques nos próximos meses.

Fonte: Cepea
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Notícias Milho

Falta de chuva preocupa e mantém produtor afastado do mercado

Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade

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As chuvas ainda abaixo do esperado neste mês em importantes regiões produtoras de segunda safra têm deixado vendedores afastados das negociações. Neste atual período de desenvolvimento das lavouras, a falta de precipitação pode prejudicar a produtividade.

Compradores, por sua vez, precisam recompor estoques, cenário que mantém os preços em alta. Na parcial de abril (até o dia 16), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (base Campinas-SP) subiu 4,45% fechando a R$ 97,88/saca de 60 kg na sexta-feira (16), novo recorde real da série do Cepea. Em algumas praças, os avanços nos preços são mais expressivos, e vendedores já pedem valores acima de R$ 100 pela saca de 60 kg.

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral

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