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Preços da soja despencam no Brasil e mercado trava em julho

O dólar subiu frente ao real, mas não o suficiente para modificar este cenário negativo

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Os preços da soja despencaram em julho no mercado brasileiro, acompanhando a forte queda nos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O produtor saiu do mercado, paralisando a comercialização. O dólar subiu frente ao real, mas não o suficiente para modificar este cenário negativo.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos iniciou o mês a R$ 87,00 e encerrou o período a R$ 78,00. Em Cascavel (PR), a cotação baixou de R$ 85,50 para R$ 78,50.

Em Rondonópolis (MT), o preço recuou de R$ 81,50 para R$ 77,00. No período, a soja baixou de R$ 81,00 para R$ 78,00 em, Rio Verde (GO), enquanto em Dourados (MS), a saca caiu de R$ 81,00 para R$ 72,00.

O fraco desempenho interno seguiu a desvalorização de 15,1% no contrato com vencimento em novembro na Bolsa de Mercadorias de Chicago. O preço caiu de US$ 11,51 ¾ para US$ 9,78 por bushel, a maior queda mensal em mais de dois anos.

As atenções do mercado internacional estão voltadas para o clima nos Estados Unidos. Os mapas indicam boas chuvas e temperaturas dentro do normal durante o mês de agosto, diminuindo os riscos de perdas no potencial produtivo.

Até o momento, as lavouras americanas se desenvolveram sem maiores problemas. O índice de lavouras entre boas a excelentes condições supera a casa de 71%, encaminhando uma boa safra naquele país.

O câmbio teve pouca influência na formação dos preços internos. Mesmo com valorização de 2,55%, a moeda americana permaneceu abaixo de R$ 3,30.  

Fonte: SAFRAS & Mercado

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Notícias Mercado

Indicador do milho se aproxima de novo recorde real

Em muitas praças acompanhadas pelo Cepea, os valores médios do milho vêm renovando as máximas nominais da série histórica

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Em muitas praças acompanhadas pelo Cepea, os valores médios do milho vêm renovando as máximas nominais da série histórica. Inclusive, em algumas regiões, como no porto de Paranaguá (PR), a média de janeiro já é recorde real.

No caso do Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP), houve avanço de 7,35% na parcial deste mês (até o dia 22), fechando a R$ 84,43/saca de 60 kg na sexta-feira-feira (22). Na quarta-feira (20), especificamente, o Indicador fechou a R$ 85,44, nova máxima nominal da série e próxima do recorde real, de R$ 87,35/sc, verificado em 30 de novembro de 2007 (os preços foram deflacionados pelo IGP-DI de dezembro/20).

Segundo pesquisadores do Cepea, a disponibilidade restrita de milho no Brasil e a paridade de exportação elevada – que mantém os embarques aquecidos – seguem aumentando os preços do cereal no mercado interno. Além disso, a demanda doméstica também está firme.

Fonte: Cepea
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Notícias Segundo Cepea

Preços do farelo de soja voltam a subir no Brasil

Consumidores brasileiros de farelo de soja consultados pelo Cepea indicam ter necessidade de adquirir novos volumes no curto prazo

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Najia Furlan

Consumidores brasileiros de farelo de soja consultados pelo Cepea indicam ter necessidade de adquirir novos volumes no curto prazo.

Entretanto, indústrias nacionais estão resistentes nas vendas envolvendo grandes lotes, uma vez, que, além de a oferta ser baixa, a colheita tardia da soja deve retardar a entrega do grão às processadoras. Esse cenário tem elevado os preços internos do farelo de soja, segundo apontam dados levantados pelo Cepea.

Outro fator que dá sustentação aos valores do derivado de soja é o bloqueio de caminhoneiros nas estradas da Argentina, que tende a atrapalhar os embarques no país vizinho, principal exportador global de farelo de soja.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Vendas aquecidas e oferta controlada elevam preços dos ovos

Procura pelo produto tem sido favorecida pelo alto preço das principais carnes consumidas pelo brasileiro, que podem fazer o consumidor optar por alternativas mais “em conta”

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Mesmo com o início da segunda quinzena de janeiro, as vendas de ovos comerciais estiveram em bom ritmo nos últimos dias, de acordo com informações coletadas pelo Cepea.

A procura pelo produto tem sido favorecida pelo alto preço das principais carnes consumidas pelo brasileiro, bovina, suína e de frango, que podem fazer o consumidor optar por alternativas mais “em conta”.

Além da boa saída na ponta final, colaboradores do Cepea apontam que a oferta de ovos está mais controlada, resultado de descartes das poedeiras mais velhas pelos produtores. Com boa demanda e redução na oferta, os preços subiram.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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