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Preço do suíno sobe mais de 16% no Centro-Sul em outubro

Mercado brasileiro de carne suína terminou outubro acumulando um forte movimento de valorização nos preços

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Divulgação/Agência Brasil

O mercado brasileiro de carne suína terminou outubro acumulando um forte movimento de valorização nos preços, superior a 16% para o quilo vivo. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, a oferta de suínos ajustada frente à demanda e o abate de animais com pesos mais leves contribuíram para o ajuste na disponibilidade interna ao longo do mês e o avanço nas cotações.

Outro ponto importante que explica o quadro de preços elevados no país, segundo Maia, é o forte ritmo de exportações, puxado pelas compras da China principalmente, enxugando a oferta nacional.

Outubro foi marcado também por fortes altas nos preços do farelo de soja e do milho. “Os produtores de milho optam pela retenção da oferta, avaliando as previsões climáticas para o plantio e a volatilidade na movimentação cambial. Essa foi a maior queixa do produtor ao longo do mês, que viu o custo dos insumos utilizados na nutrição animal subir muito”, pontua.

Para novembro, a perspectiva é que a demanda por carne suína ganhe fôlego no decorrer da primeira quinzena, com a entrada da massa salarial na economia. “Além disso, o preço da carne bovina, que apresenta significativa alta, pode estimular a busca pelos cortes suínos”, acrescenta.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil avançou 16,14% ao longo do mês, de R$ 6,83 para R$ 7,94. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado passou de R$ 12,29 para R$ 13,59, aumento de 10,58%. A carcaça registrou um valor médio de R$ 13,35, ante os R$ 11,29 praticados no final de setembro, com valorização de 18,27%.

As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 160,250 milhões em outubro (16 dias úteis), com média diária de US$ 10,015 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 66,874 mil toneladas, com média diária de 4,179 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.396,30.

Na comparação com outubro de 2019, houve avanço de 48,97% no valor médio diário exportado, ganho de 46,94% na quantidade média diária e alta de 1,38% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 152,00 para R$ 181,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo passou de R$ 4,75 para R$ 5,30. No interior do estado a cotação aumentou de R$ 7,40 para R$ 9,00.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração passou de R$ 4,90 para R$ 5,50. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 7,85 para R$ 9,40. No Paraná o quilo vivo subiu de R$ 7,60 para R$ 9,00 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo aumentou de R$ 5,00 para R$ 5,45.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração passou de R$ 5,10 para R$ 5,90, enquanto em Campo Grande o preço mudou de R$ 6,80 para R$ 7,50. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 7,90 para R$ 9,30. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno aumentou de R$ 8,20 para R$ 9,50. No mercado independente mineiro, o preço teve elevação de R$ 8,30 para R$ 9,60. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo na integração do estado subiu de R$ 4,80 para R$ 5,30. Já em Rondonópolis a cotação avançou de R$ 6,80 para R$ 7,90.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Evento

Destaque IFC 2020 – Oxigênio: um fôlego a mais para Nutrição de Peixes

Serão mais de 16h de conteúdo exclusivo, com especialistas de quatro continentes

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(Foto: Divulgação)

Manejo da qualidade da água e do oxigênio disponível está entre as tendências para otimizar a produção aquícola brasileira. O tema ganha importância a medida que aumenta a demanda pela proteína e cresce em escala a produção. Mas para os peixes metabolizarem adequadamente os nutrientes do alimento é necessário aporte adequado de oxigênio, daí a importância do tema que será apresentado pelo Zootecnista e Doutor em Produção Animal na área de nutrição de peixes Wilson Boscolo, na palestra apresentará o tema “Oxigênio: um fôlego a mais para Nutrição de Peixes. Professor do Curso de Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Oeste do Paraná e Pesquisador do Grupo de Estudos de Manejo em Aquicultura vai explorar o tema proposto no dia 02 de dezembro, na programação oficial do IFC Brasil Digital 2020 que vai de 01 a 03 de dezembro, em plataforma virtual e híbrido a partir de Foz do Iguaçu,PR. Inscrições no site www.ifcbrasil.com.br

O Presidente do IFC Digital Altemir Gregolin destaca que “O oxigênio dissolvido é um parâmetro que deve ser monitorado constantemente pelos piscicultores. Pesquisas demonstram que temos muitas oportunidades com o correto manejo de qualidade de água e controle deste parâmetro. Iremos abordar este tema visando otimizar a performance dos peixes”.

Serão mais de 16h de conteúdo exclusivo, com especialistas de quatro continentes. Os mediadores estarão em estúdio com sistema de câmeras de vídeo de alta definição e em telas de led full HD. “Trata-se do primeiro e único evento internacional da cadeira do pescado em ambiente híbrido e virtual. Em um mundo lotado de conteúdo online e muitas dúvidas, lançamos a IFC Digital, mantendo nosso DNA: uma comissão organizadora que conhece profundamente os desafios e oportunidades do setor do pescado, sob medida, os conteúdos mais relevantes, instigantes e inspiradores”, destaca Eliana Schwarz, Diretora Executiva do IFC.

O evento digital tem o patrocínio do Sebrae e apoio fundamental do MAPA – Ministério da Agricultura e Abastecimento/ Secretaria Nacional de Aquicultura e Pesca e Governo do Estado do Paraná, através da SEAB – Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e empresas Sanepar, Copel, Agência de Fomento e BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul . Entre as entidades apoiadoras estãoa Peixe BR – Associação de Produtores de Peixes do Brasil , Abipesca – Associação das Indústrias de Pesca , CONEPE- Conselho Nacional de Pesca, ABRAPES – Associação Brasileira de Fomento ao Pescado, ABCC – Associação Brasileira de Produtores de Camarão, SINDIPI – Sindicato dos Armadores de Pesca de Itajaí, CNA – Confederação Nacional da Agricultura e COPACOL. O International Fish Congress tem a coorganização de FUNDEP e UNIOESTE.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Notícias Rio Grande do Sul

Protocolo sanitário da 22ª Expodireto Cotrijal é entregue ao governo do Estado

Documento sugere normas, medidas e adequações na área do parque para a realização da feira, de 1º a 5 de março de 2021

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Divulgação

Atendendo às determinações do governo do Estado, foi apresentado nesta quinta-feira(26) ao governador Eduardo Leite e à secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, o protocolo sanitário da 22ª Expodireto Cotrijal. O documento sugere normas, medidas e adequações na área do parque para a realização da feira, de 1º a 5 de março de 2021, em Não-Me-Toque.

Nei César Manica, presidente da Cotrijal, destacou que a feira, organizada pela cooperativa, tem alguns diferenciais que ajudam na prevenção à Covid-19. Um deles é a realização numa extensa área, de 980 mil metros quadrados, a céu aberto, com espaçamento entre os estandes. Mesmo assim, medidas restritivas estão programadas para a próxima edição, como a suspensão da Área Internacional e da vinda de delegações estrangeiras. Os grandes eventos presenciais, como os tradicionais fóruns, acontecerão de forma híbrida, com transmissão on-line e poucas pessoas nos auditórios.

Também estão previstos a segregação dos fluxos de entrada e saída, a instalação de totens para disponibilização de álcool em gel, a obrigatoriedade do uso de máscaras e do distanciamento entre as pessoas, a higienização e desinfecção frequente de superfícies e áreas comuns e a ampliação do horário da praça de alimentação, dentre outras medidas.

O presidente da Assembleia Legislativa, Ernani Polo, que junto com Manica entregou o protocolo, destacou que há grande expectativa de todo o Agro para que a feira aconteça. “Que possamos ter a retomada dos grandes eventos no Estado com a Expodireto, respeitando todos os protocolos e regras que serão definidos pelas autoridades”, afirmou.

A apresentação do documento à equipe técnica da Secretaria Estadual da Saúde, sob a liderança da secretária Arita e do diretor Bruno Naundorf, também foi acompanhada pelo coordenador da comissão do protocolo sanitário da Expodireto Cotrijal, Benisio Rodrigues, e integrou ainda, de forma remota, a equipe técnica da Cotrijal.

Tanto o governador quanto a secretária da Saúde sinalizaram positivamente quanto à realização da 22ª Expodireto. Arita destacou que as normas sugeridas são bem elaboradas, atendendo aos decretos estaduais em vigor. Nos próximos dias serão feitas algumas adequações ao protocolo para que o documento seja submetido ao Comitê de Dados e ao Gabinete de Crise do governo do Estado. “Queremos construir em conjunto”, disse a secretária.

Fonte: Assessoria
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Notícias Estimativa

Paraná mantém previsão de safra de soja 2020/21 e reduz projeção de milho verão

Previsão aponta ainda uma queda de 1% ante a safra colhida no ano passado no segundo maior Estado produtor da oleaginosa do Brasil

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Danilo Estevão/Embrapa

A safra de soja do Paraná 2020/21 foi estimada nesta quinta-feira em 20,47 milhões de toneladas, praticamente estável ante a projeção de outubro, apesar de preocupações com chuvas irregulares ao longo do último mês, apontaram dados mensais do Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo estadual.

A previsão aponta ainda uma queda de 1% ante a safra colhida no ano passado no segundo maior Estado produtor da oleaginosa do Brasil, atrás de Mato Grosso, conforme o Deral.

Após um atraso inicial, o plantio de soja está praticamente concluído no Paraná, informou mais cedo nesta semana o órgão estadual.

A estimativa da primeira safra de milho foi reduzida levemente, para 3,39 milhões de toneladas, ante 3,46 milhões em outubro, versus 3,56 milhões em 2019/20.

A safra de trigo do Paraná deste ano foi ajustada para 3,05 milhões de toneladas, ante 3,13 milhões de toneladas na previsão de outubro, mas um salto de 43% ante 2019, quando a colheita foi atingida por intempéries climáticas no principal produtor brasileiro do cereal.

Já a segunda safra de milho 2019/20 foi projetada em 11,66 milhões de toneladas, estável ante previsão de outubro, mas uma queda de 12% na comparação anual.

Fonte: Reuters
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