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Pré-Conferência FACTA WPSA Brasil 2018 será sobre abate e processamento de frangos de corte
Os workshops começam às 8h do dia 16/05
A Pré-Conferência FACTA WPSA Brasil terá início na manhã de 16 de maio e será composta pelos workshops “O abate e industrialização do frango no Brasil e no mundo”, “Manejo pré-abate”, “Principais condenações de carcaças no Brasil”, “Insensibilização, sangria, escalda, depenagem e evisceração” e “Tecnologia e processamento de cortes de carcaça de frango”. Os eventos começam às 8 horas, no auditório Carvalho I.
Um dos temas que será trabalhado no evento é o manejo pré-abate, que será apresentado pelo zootecnista e mestre em Produção Animal, Rafael Belintani, que é membro do Corpo Técnico da FACTA. Segundo o especialista, estudos sobre a ambiência na avicultura de corte com foco em qualidade do ar, o ambiente térmico, acústico e lumínico nas diferentes fases de criação de frangos estão altamente difundidos, entretanto ainda nota-se pouco conhecimento entre a retirada do animal da granja e o abate, ou seja, o manejo pré-abate. “A sociedade pede cada vez mais informações sobre o produto que está consumindo, o que eleva a importância de tratarmos o tema manejo pré-abate, desmistificando informações sem fundamento técnico, que caracterizam manejos errôneos durante o ciclo de produção do frango de corte”, explica Belintani.
O pesquisador da Embrapa de Concórdia (SC), Gerson Neudí Scheuermann, ministrará o tema “Insensibilização, sangria, escalda, depenagem e evisceração”. “O foco desta palestra está nas etapas primárias do abate, considerando as tecnologias disponíveis e as exigências de bem-estar animal, devido a preocupação na produtividade, qualidade do produto e segurança do consumidor na outra ponta. Além disso, abordaremos pontos que, de acordo com indicativo de dados estatísticos, são os mais relacionados às perdas durante o abate”, destaca o palestrante.
A palestra “Tecnologia e Processamento de Cortes de Carcaças de Frango”, que será apresentada pelo diretor-executivo América do Sul da Foodmate, Roberto Mülbert, vem ao encontro com uma tendência mundial do mercado que é a destinação da força de trabalho das empresas, seu maior ativo, para funções e tarefas que realmente agreguem valor ao produto final, deixando as tarefas mais árduas e complexas para as linhas automáticas.
“Isso só é possível porque a tecnologia no corte e desossa de carcaças de frango evoluiu muito nos últimos anos. Atualmente, as linhas automáticas entregam um produto acabado com mais qualidade, melhor rendimento e produtividade quando comparado com as linhas manuais. Com isso, há a necessidade de uma melhor qualificação de gestores, operadores e auditores da qualidade, que acompanham o desenvolvimento das tecnologias de corte e desossa”, explica Mülbert.
As inscrições podem ser feitas pelo site do evento ou na data. O valor até esta quinta-feira (10) é de R$ 120 para participantes da Conferência e R$ 170 para não participantes. No dia do evento, o valor do investimento sobe para R$ 150 e R$ 200, respectivamente. Os pagamentos podem ser feitos por cartão de crédito, dinheiro ou transferência bancária.
Programa – Pré-Conferência
Dia 16/05 – Terça-feira
AUDITÓRIO CARVALHO I
CURSO ABATE E PROCESSAMENTO
8h – O abate e industrialização do frango no Brasil e no Mundo – José Maurício França
8h50 – Manejo pré-abate – Rafael Belintani
9h40 – Debate
10h30 – Insensibilização, sangria, escalda, depenagem e evisceração – Gerson Scheuermann
11h – Principais condenações de carcaças no Brasil – Rafael Belintani
11h50 – Tecnologia e processamento de cortes de carcaça de Frango – Roberto Mülbert
12h30 – Debate
Fonte: Assessoria

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.


