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Práticas de bem-estar animal e humano elevam a pecuária nacional a novo patamar de desenvolvimento
Com 30 anos de trabalho, a Beckhauser é pioneira e desenvolve ações junto aos parceiros visando ampliar a importância do conceito nas fazendas de todo o Brasil

Bem-estar animal e humano (BEAH) é um tema muito presente na história da Beckhauser, sendo um dos pilares do trabalho realizado por essa indústria paranaense de equipamentos contenção bovina. Em 2022, a empresa celebrou 30 anos de trabalho com esse tema, que culminou num ciclo de palestras sobre o assunto. Batizado de Conexões BEAH, o projeto contou com três encontros, sendo o primeiro com o zootecnista Fernando Siqueira de Paula, seguido do pecuarista Mauro Lúcio Costa e, por último, Mateus Paranhos da Costa, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) referência em estudos sobre esse assunto no Brasil.
“Desde o início da década de 90 a Beckhauser passou a se identificar com a bandeira do bem-estar animal e foi uma das responsáveis pela difusão desses conceitos e práticas na pecuária brasileira”, explica a Presidente da empresa, Mariana Beckheuser. “Essa trajetória teve início em 1992 e, baseada em informações científicas, testadas e validadas a campo, aos poucos, a proposta do manejo racional ganhou as fazendas Brasil afora e, mais tarde e até hoje, avançou as fronteiras para outros países”.
O ciclo de debates celebrou esse marco da Beckhauser e o décimo aniversário do Centro Experimental de Manejo Racional (CEM) da empresa, espaço dedicado a pesquisas e treinamentos em prol do bem-estar animal e humano, além de contribuir para reforçar a posição de pioneirismo e destaque da indústria no debate desse tema.
A primeira palestra tratou dos impactos da adoção desse tipo de práticas de manejo na pecuária. Durante sua exposição, Fernando Siqueira de Paula explicou a definição de manejo racional e como ele deve ser tratado nas propriedades. Para o profissional, é fundamental que se entenda as reações dos animais às tarefas às quais eles são submetidos.
O segundo encontro do projeto Conexões BEAH foi ministrado pelo pecuarista Mauro Lúcio Costa, um importante agente na promoção desse tipo de pecuária. Na Fazenda Marupiara, em Paragominas (PA), ele une boas práticas de manejo dos animais a preservação do meio ambiente e gestão humanizada da atividade para fazer a diferença localmente e disseminar a pecuária sustentável para cada vez mais pessoas.
Mauro Lúcio acredita na existência de dois tipos de profissionais: aquele que segue práticas racionais, de bem-estar animal e humano, num modelo de pecuária sustentável, e aquele que não se preocupa em realizar a união entre resultados e cuidados com o meio ambiente e os bovinos, realizando uma atividade insustentável.
A última palestra deste ciclo foi conduzida por Mateus Paranhos da Costa. Ele discutiu sobre os impactos das boas práticas nas fazendas sobre os negócios dos pecuaristas. O profissional apresentou estudos e casos práticos que comprovam os benefícios do manejo racional e de boas práticas no curral em comparação ao manejo convencional, que não leva em consideração o bem-estar dos animais e dos profissionais.
O professor indica, também, que existem muitas formas de fornecer mais qualidade ao tempo de vida dos animais, sendo elas referentes à disposição dos bovinos nos currais e lotes ou até mesmo à maneira de realizar a contenção para os manejos, trabalhando com as pescoceiras adequadas, por exemplo.
Reflexos na pecuária do dia a dia
Essa fala de Paranhos permite a reflexão sobre como o bem-estar animal e humano é trabalhado nas diferentes atividades que a pecuária compreende. A Beckhauser buscou a opinião de dois de seus parceiros espalhados pelo Brasil, cada um envolvido com um tipo de especialidade na sua área de atuação, para entender como as boas práticas podem fazer a diferença no dia a dia do setor.
Segundo o proprietário da Vergalhão, Fernando Porcel, para que soluções de alta tecnologia para o campo sejam eficientes de fato, é fundamental que o bem-estar animal e humano seja adequadamente aplicado para a obtenção de resultados positivos nas fazendas brasileiras.
“Trabalhamos com a Beckhauser há mais de 27 anos, mas, antes disso, já éramos pecuaristas e sempre adotamos boas práticas em nossas propriedades. De tanto falarmos deste tema, orientando nossos clientes para adotarem técnicas adequadas de manejo, hoje podemos falar que a maior parte da região que atendemos já aplica o bem-estar animal e humano nas propriedades”, explica.
Falar de bem-estar animal e humano para a pecuária requer domínio do conceito e das consequências positivas que sua aplicação traz no dia a dia das fazendas. Por isso, Porcel aponta que os momentos de capacitação dos colaboradores de sua empresa fazem a diferença na hora de conversar com os pecuaristas.
“Nossos consultores de vendas e assistentes técnicos recebem constantemente treinamentos sobre este tema. Abordar o bem-estar em qualquer visita, entrega de equipamentos, bate papo informal em feiras ou eventos acaba sendo algo automático e, quando se fala com propriedade, dando exemplos práticos, isso passa ter uma grande credibilidade”.
Já o trabalho realizado pela Confina Agronegócios, parceira da Beckhauser em Patos de Minas (MG), foi considerado um caso de sucesso para a rede de vendas da empresa em 2022, por, pouco a pouco, conseguir inserir o conceito de bem-estar animal e humano na pecuária mineira, apresentando aos clientes e parceiros os benefícios. “O manejo adequado, conforme a ciência já comprova, auxilia nas melhorias dos índices financeiros e zootécnicos das fazendas, além de proporcionar a abertura de novos mercados para a carne e o leite produzidos no estado”, afirma a Diretora de Gestão da organização, Ivana Araújo.
“Nós possuímos por missão oferecer ao amigo pecuarista as melhores soluções para a agropecuária de precisão, valorizando o bem-estar animal e humano, a sustentabilidade e a prosperidade dos negócios que surge como consequência desses fatores. Portanto, nosso DNA está alinhado com uma cultura de serviço e respeito à vida”, reforça.
Damásio Nascimento, médico-veterinário e proprietário da empresa Tecnutre, parceiro da Beckhauser que comercializa equipamentos de contenção bovina e presta assessoria de abate para seus clientes da região de Imperatriz (MA), indica que a aplicação do conceito de bem-estar animal e humano nas fazendas e no processo de abate traz melhores resultados para a atividade pecuária.
“Trabalhamos com assessoria de abate em bovinos e com a comercialização de equipamentos de contenção. O bem-estar animal e humano está totalmente inserido no contexto do nosso dia a dia. Esse tipo de prática melhora a rentabilidade do produtor rural”.
Nascimento afirma, ainda, que os treinamentos dentro das fazendas são a chave para evoluir cada vez mais o setor da pecuária. “Realizar ações indicando os benefícios do bem-estar e humano para o gado, para os profissionais e para o negócio como um todo é algo essencial para atingirmos melhores resultados com a atividade. A Beckhauser tem o nome fortemente relacionado com esse conceito, e a parceria com a Tecnutre com certeza ajuda a levarmos o que há de melhor no mercado para a região de Imperatriz”, finaliza.

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Coopavel terá estande para apresentar o melhor de suas marcas e agroindústrias no Show Rural 2026
Espaço será dedicado a demonstrar soluções que atendem às diferentes realidades dos produtores rurais. Feira acontece de 09 a 13 de fevereiro.

A gerência de Filiais da Coopavel garante presença no 38º Show Rural, que acontece de 09 a 13 de fevereiro, levando ao público um estande voltado à apresentação de suas principais marcas de insumos, com foco em tecnologia, qualidade e resultados no campo.
Segundo o agrônomo Anderson Granville, o espaço será dedicado a demonstrar soluções que atendem às diferentes realidades dos produtores rurais. Entre os destaques está a Biocoop, marca de insumos biológicos da cooperativa, que apresentará as tecnologias empregadas na fabricação de seus produtos e os rigorosos padrões de qualidade que asseguram eficiência e segurança na aplicação dos bioinsumos.

Foto: Albari Rosa
Outra presença confirmada é a da Nutriago, marca já consolidada da Coopavel na área de nutrição foliar. No estande, serão apresentados os diferenciais dos produtos e os resultados obtidos em produtividade nas últimas safras, reforçando a confiabilidade das soluções desenvolvidas pela cooperativa.
Equipe técnica destacará também a importância do uso de matéria-prima de alta qualidade na produção de fertilizantes sólidos, com boa solubilidade e micronutrientes quelatizados, características que proporcionam melhor absorção e respostas mais eficientes pelas plantas. Complementando o portfólio, ainda serão apresentadas sementes de alta qualidade, com foco na qualidade fisiológica, nos processos de produção e nas cultivares multiplicadas, todas com alto teto produtivo e adaptadas à região de atuação da Coopavel.
Durante todo o evento, a equipe técnica da cooperativa estará à disposição para receber associados e clientes, esclarecer dúvidas e orientar sobre as melhores soluções para cada sistema de produção, destaca Anderson. Além disso, o estande contará com uma campanha especial de vendas de insumos, voltada às próximas safras.
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Sicoob traz o Invest Feira para o Show Rural
Crédito rural orientado a investimento ganha protagonismo no agro em 2026

Em um ambiente de custos elevados, juros ainda pressionados e maior exigência por eficiência produtiva, o crédito rural vem sendo reposicionado como instrumento estratégico para a competitividade do agronegócio brasileiro. Em 2026, a lógica financeira do campo avança além do custeio da safra e passa a incorporar decisões estruturantes de investimento, modernização e expansão dos negócios rurais.
Esse movimento acompanha uma tendência já observada em dados oficiais e estudos internacionais. De acordo com o relatório Agricultural Policy Monitoring and Evaluation 2025, da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), mais de 90% do suporte público ao setor agrícola no Brasil é direcionado à pesquisa, desenvolvimento e extensão tecnológica, evidenciando que inovação, modernização da produção e investimento em infraestrutura são pilares para ganhos de produtividade e competitividade no agro. O mesmo levantamento aponta que, na safra 2024–2025, o crédito agrícola no País alcançou cerca de R$ 400,6 bilhões, aproximadamente R$ 107,3 bilhões destinados a investimentos em capital fixo, como máquinas, equipamentos e tecnologias produtivas.
Segundo Michel Shoiti Tamura, gerente de Agronegócios do Sicoob Central Unicoob, o crédito rural deixou de ser apenas um meio de financiamento e passou a ser um instrumento de transformação no campo. “O produtor rural é, hoje, um gestor completo do seu negócio. Nosso papel, como instituição financeira cooperativa, é estar ao lado dele nas decisões que constroem o futuro da propriedade, oferecendo crédito que viabilize investimentos, aumente a eficiência produtiva e traga segurança para crescer com sustentabilidade”, destaca.
Durante a 38ª edição do Show Rural Coopavel, de 9 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR), o Sicoob estará com o Invest Feira, linha de crédito com recursos próprios da instituição, voltada ao financiamento de investimentos produtivos no agronegócio. A solução se diferencia por oferecer flexibilidade de aplicação, agilidade na liberação, ampliando a capacidade de alocação de capital por parte do produtor.
“Nos anos anteriores, a feira iniciava com recursos insuficientes para atender o produtor rural. Por isso, o Sicoob criou o Invest Feira como alternativa à escassez de recursos subsidiados pelo governo federal”, explica Tamura. Destaca ainda que, além dessa linha, o Sicoob Unicoob oferece soluções específicas para a cadeia de integração, como suínos, frango, leite, peixes e outras atividades. “Nesses casos, disponibilizamos linhas com condições equivalentes ao BNDES Inovagro, utilizando recursos livres da cooperativa, com lastro em LCA, ampliando o acesso ao crédito para investimento produtivo no campo”, completa.
Entre os itens financiáveis, estão veículos utilitários, caminhonetes cabine dupla, caminhões e motocicletas, além de máquinas, equipamentos, drones e tecnologias aplicadas à produção, como sistemas de ordenha e irrigação. A linha também contempla a aquisição de animais para cria, recria, engorda, matrizes e serviço, sistemas sustentáveis como biodigestores e placas fotovoltaicas, insumos para custeio e comercialização e outros itens essenciais à atividade agropecuária.
“O Invest Feira foi estruturado para apoiar decisões estratégicas de investimento, oferecendo previsibilidade financeira e preservando o fluxo de caixa do produtor. É uma solução que conecta oportunidade e planejamento exatamente quando as decisões acontecem durante a feira”, destaca Michel. No mesmo período, as condições especiais do Invest Feira estarão válidas também nas agências Sicoob presentes em todas as cidades de atuação das cooperativas singulares que integram o Sicoob Central Unicoob.
A participação do Sicoob no Show Rural Coopavel, evento consolidado como um dos principais ambientes de negócios e inovação do agronegócio brasileiro, reforça o posicionamento da instituição como parceira financeira do agro, com foco em investimento produtivo, modernização e gestão eficiente do capital no campo.
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COOASGO acelera a transição para a suinocultura de baixo carbono com inovação, ciência e geração de valor no campo
Com apoio e patrocínio de players do agronegócio, como a Cargill Nutrição e Saúde Animal, a cooperativa lidera uma nova etapa da suinocultura sustentável.

A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) está liderando um movimento inédito na suinocultura do Centro-Oeste ao implementar o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono, uma iniciativa estruturada em parceria com Cargill Nutrição e Saúde Animal, Instituto BioSistêmico (IBS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
O programa reúne ciência aplicada, gestão ambiental, tecnologia e capacitação para transformar a forma como os dejetos da suinocultura são manejados, abrindo caminho para um modelo produtivo mais eficiente, sustentável e economicamente vantajoso para os cooperados.
Segundo informações da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul (Semadesc), a cadeia suinícola do Estado ocupa a 6ª posição nacional no efetivo de rebanho e registra uma produção anual de 315 mil toneladas de carne suína.
Os dados demonstram que o Estado avança como polo estratégico do setor. Isso torna ainda mais urgente a adoção de práticas que reduzam impactos ambientais e permitam ganhos de produtividade, competitividade e reputação, exatamente o que o projeto tem objetivo de entregar.
Pilares do projeto “Suinocultura de baixo carbono”
A iniciativa é fundamentada em três pilares centrais que envolvem, inicialmente, o estudo e definição de rotas seguras para o tratamento de resíduos líquidos, com foco em conformidade ambiental, redução de custos, reaproveitamento de nutrientes e potencial de geração de biogás ou metano.
Considerada uma das iniciativas mais inovadoras da agenda ambiental do Centro-Oeste, o estudo foi liderado pelo IBS e investiga como a produção de biogás na suinocultura pode se transformar em créditos de carbono. A partir de critérios internacionais (como VCS e Gold Standard), a investigação identifica elegibilidade, riscos, volume potencial de créditos e estratégias de certificação, criando uma nova fronteira de oportunidades para produtores e para a cooperativa.
Na área de pesquisa científica, o projeto conta com a parceria de pesquisadores da UFGD. Este eixo estabelece diagnósticos, coletas periódicas, análises laboratoriais e diretrizes técnicas para aplicação correta dos dejetos como biofertilizantes.
É importante reforçar que o objetivo do projeto é reduzir riscos ambientais, ampliar produtividade, diminuir custos com insumos e baixar a pegada de carbono com segurança científica e adaptação à realidade local.
Na avaliação do gerente de produção da COOASGO, Marcos Piaia,”a Suinocultura de Baixo Carbono representa uma virada de chave para nossos cooperados. “Estamos unindo inovação, ciência e responsabilidade ambiental para construir um modelo produtivo mais eficiente, limpo e competitivo”, explica.
Sustentabilidade como impulsionador de produtividade
A proposta da Suinocultura de Baixo Carbono integra produtividade e responsabilidade socioambiental, permitindo que os dejetos deixem de ser um passivo e se tornem um ativo com valor econômico, energético e ecológico.
O reaproveitamento de nutrientes via fertirrigação, a produção de biogás e a possibilidade de créditos de carbono contribuem para a redução na emissão dos gases de efeito estufa. Além disso, há economia com energia e insumos, diminuição de passivos ambientais e maior competitividade e reputação da suinocultura sul-mato-grossense no mercado.
Para Flávia Tayama, diretora de Responsabilidade Corporativa Latam da Cargill, iniciativas como o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono demonstram como a sustentabilidade pode ser integrada de forma concreta aos modelos produtivos do agronegócio.
“Acreditamos que a sustentabilidade no campo precisa estar conectada à geração de valor real para produtores, cooperativas e para toda a cadeia. Ao apoiar projetos baseados em ciência, inovação e gestão ambiental, contribuímos para reduzir impactos, aumentar eficiência produtiva e fortalecer a competitividade do agro de forma responsável”, pontua.
Sobre o Projeto Suinocultura de Baixo Carbono
O Projeto Suinocultura de Baixo Carbono é uma iniciativa inédita no Centro-Oeste brasileiro, desenvolvida pela Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) em parceria com a Cargill, o Instituto BioSistêmico (IBS) e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD).
Com foco em inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva, o programa integra ações estratégicas em três pilares: manejo e valorização dos resíduos da suinocultura (Resíduos UPL), desenvolvimento de boas práticas de fertirrigação e estudo de viabilidade para geração de créditos de carbono por meio da produção de biogás.
Estruturado a partir de diagnóstico técnico realizado em 2024, o projeto iniciou sua implementação em 2025 em 62 propriedades cadastradas na região de São Gabriel do Oeste e entorno e mantém, com protocolos técnicos e governança estruturada, suas atividades ao longo de 2026, consolidando um modelo de suinocultura de baixo carbono ambientalmente responsável, produtivo e economicamente viável para os cooperados.
Sobre a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO)
Fundada em 1993, a Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (COOASGO) é uma das mais representativas do agronegócio em Mato Grosso do Sul, reunindo atualmente mais de 1.000 cooperados e aproximadamente 460 colaboradores.
Com atuação diversificada nas áreas de suinocultura, industrialização, insumos agrícolas, cereais, varejo e serviços, a cooperativa possui uma das maiores estruturas produtivas do setor no Estado, com unidades próprias e volumes anuais que superam 800 mil suínos destinados ao abate, consolidando-se como referência regional em produção, gestão e desenvolvimento sustentável.
