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Portos do Paraná participa de Fórum Agrícola nos Estados Unidos

Evento contou com a presença de representantes e autoridades de organizações voltadas para atividades agrícolas, agronegócio, financiamento, universidades, organizações internacionais, governo e imprensa internacional.

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Fotos: Divulgação/AEN-PR

Como representante do Brasil, o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, participou do 101º Agricultural Outlook Forum, evento anual realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na última sexta-feira (28), ele esteve no painel “Perspectivas de Grãos e Sementes Oleaginosas”, ao lado do meteorologista do USDA, Brad Rippey, e do economista agrícola Aaron Ates. O moderador foi o economista agrícola do USDA, Kevin Wittenberger.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos equivale ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) brasileiro. O evento, que começou na última quinta-feira (27), foi realizado no Condado de Arlington, na região metropolitana de Washington D.C., e abordou as tendências de mercado e de produção norte-americana para o período 2025/2026.

A Portos do Paraná foi a única empresa portuária da América Latina convidada para participar do fórum. “Foi uma oportunidade de apresentar ao mundo como o Paraná e o Brasil avançaram em infraestrutura de escoamento da produção e encaram a logística como um diferencial da economia nacional”, destacou Garcia.

O Brasil e o estado do Paraná foram destaques durante a conferência, uma vez que os EUA devem reduzir as áreas de plantio de soja neste ano. Em contrapartida, o país da América do Norte deverá ampliar a produção de milho. Outro ponto abordado foi a tendência de queda no preço das duas commodities.

Uma das formas de compensação para os produtores é a competitividade logística na exportação. Nesse aspecto, o Porto de Paranaguá se destaca por ser um dos maiores e mais importantes terminais graneleiros do mundo. A unidade tem recebido grandes investimentos em infraestrutura logística, reduzindo custos operacionais e ampliando o fluxo de mercadorias.

Garcia ressalta que a eficiência logística é cada vez mais determinante para a competitividade do agronegócio moderno. “Não basta plantar, colher e processar. É necessário entregar bem a produção. Isso implica em boa infraestrutura, planejamento, gestão, governança e tecnologia portuária”, disse.

Para o diretor-presidente da Portos do Paraná, Paranaguá atende a todos esses requisitos. “Esses fatores e suas variáveis motivaram o governo norte-americano a convidar a Portos do Paraná para este evento”, afirmou.

Garcia apresentou os resultados que a Portos do Paraná vem alcançando nos últimos anos e destacou o potencial da unidade para ampliar ainda mais a movimentação multicarga, que, em 2024, registrou mais de 66 milhões de toneladas.

O projeto do Moegão, que aumentará a capacidade de recebimento de grãos no Porto de Paranaguá e deve ser concluído até o final deste ano, também foi apresentado aos participantes do fórum, incluindo o secretário e os subsecretários de Agricultura dos EUA.

O evento contou com a presença de representantes e autoridades de organizações voltadas para atividades agrícolas, agronegócio, financiamento, universidades, organizações internacionais, governo e imprensa internacional.

Felipe Gama, secretário-geral da Portos do Paraná, ressaltou que o fórum evidenciou a importância do Brasil na produção e comercialização das principais commodities agrícolas. “O complexo produtivo da soja, do milho e da proteína animal do nosso país é fundamental para o abastecimento global. Isso ficou muito claro para todos que participaram do evento”, disse

Portos do Paraná participa do Fórum Agrícola do governo dos Estados Unidos

Gama complementou afirmando que, dentro desse contexto, os portos paranaenses estão na vanguarda, não apenas na exportação, mas também na importação de insumos essenciais para a produção de alimentos, como os fertilizantes. O Porto de Paranaguá é a principal porta de entrada do produto no Brasil – 25% do insumo aplicado na agricultura brasileira entra pelo porto paranaense.

O diretor de Operações da Portos do Paraná, Gabriel Perdonsini Vieira, também esteve presente. Para ele, o Porto de Paranaguá desempenha um papel estratégico no sistema logístico mundial. “Foi uma grande oportunidade para consolidar nossa posição global ao longo do ano e projetar a demanda que teremos pela frente”, disse.

Ao todo, 1.800 pessoas participaram presencialmente do 101º Agricultural Outlook Forum, enquanto outras 5 mil acompanharam o evento remotamente.

Fonte: AEN-PR

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Santa Catarina aprova programa bilionário para impulsionar crédito rural

Nova política estadual cria até 10 linhas de financiamento e prevê R$ 1 bilhão para fortalecer cooperativas, agroindústrias e produtores em todas as regiões.

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Programa Coopera Agro SC irá contribuir para o desenvolvimento das propriedades rurais e permanência no campo - Foto: Aires Mariga/Epagri

O Programa Coopera Agro SC, considerado uma das mais robustas iniciativas de estímulo ao agronegócio catarinense, foi aprovado na terça-feira (09), pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Enviado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), o programa representa um marco para ampliar o acesso ao crédito, fortalecer cooperativas e agroindústrias e impulsionar a competitividade do campo em todas as regiões.

A iniciativa prevê a criação de até 10 linhas de crédito, somando R$ 1 bilhão em financiamentos voltados a agricultores vinculados a cooperativas e integradoras. As condições são diferenciadas, os financiamentos terão taxa de juros reduzida, próxima a 9% ao ano, com prazo total de 10 anos, incluindo dois anos de carência.

A operacionalização financeira será conduzida em parceria entre o Governo do Estado e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), por meio da aquisição de Letras Financeiras com prazo de 10 anos. O programa prevê R$ 200 milhões aportados pelo Estado e R$ 800 milhões pelo setor privado. Como incentivo adicional, o Governo poderá liberar créditos acumulados de ICMS, limitados a até 50% do valor investido.

Com potencial estimado de R$ 26 bilhões em impacto econômico, 40 mil empregos diretos e indiretos e benefícios para mais de 120 mil produtores rurais, o Coopera Agro SC é apontado como um programa de transformação estrutural para o setor. “A aprovação do Coopera Agro SC pela Assembleia Legislativa é um avanço para a nossa agricultura. Significa mais renda e oportunidades para impulsionar ainda mais a força do nosso campo e de toda cadeia produtiva”, afirma o governador Jorginho Mello.

O programa também responde a desafios estruturais do setor, como o custo elevado do crédito rural e a necessidade de ampliar investimentos que sustentem a competitividade. “O Coopera Agro SC marca um novo patamar de apoio ao agronegócio catarinense. Estamos criando um ambiente mais favorável para que agricultores, cooperativas e agroindústrias possam investir com segurança e crescer. É um programa que moderniza o acesso ao crédito, fortalece quem produz e garante mais renda e oportunidades no campo. Santa Catarina passará a contar com um programa inovador, que certamente será referência para o país”, destaca o secretário da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

A coordenação do programa é da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), com apoio da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) e da Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan).

Fonte: Assessoria Epagri
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Coamo antecipa R$ 200 milhões das sobras aos cooperados

Pagamento chega a 32,5 mil associados e aquece a economia regional no fim do ano.

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Fotos: Divulgação/Coamo

A manhã desta quarta-feira (10), foi de movimentação nas unidades da Coamo no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, onde os mais de 32,5 mil cooperados estão recebendo a antecipação de R$ 200 milhões das sobras. O pagamento é proporcional à participação de cada associado, com R$ 0,70 por saca de soja, R$ 0,20 por saca de milho, R$ 0,20 por saca de trigo e 1,5% sobre o valor dos insumos adquiridos. O restante das sobras será repassado após a Assembleia Geral Ordinária, marcada para fevereiro de 2026.

Entre os cooperados que retiram o benefício está Leocyr Mota Junior, de Campo Mourão. Ele afirma já ter destino definido para o recurso. “Vamos cumprir uns compromissos, vem num momento bom para passar um natal melhor”, diz. Para Mota, a antecipação representa o retorno coletivo. “É um resultado do esforço de todos os cooperados”, frisa.

A cooperada Patrícia Aparecida Santiago, também de Campo Mourão, utilizará o valor recebido para organizar as despesas familiares. “Eu vou adiantar umas parcelas da escola das crianças e fazer umas comprinhas de natal”, comenta. Ao lado do filho, Enzo, ela avalia que as sobras trazem previsibilidade ao planejamento financeiro. “É uma segurança. Você sabe que no final do ano vai receber uma sobra e consegue se programar.”

O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, destaca que a antecipação faz parte da história da cooperativa. “Nós antecipamos parte do resultado para dezembro, para que o cooperado faça o que bem entender e possa viver o natal com a família”, afirma. Ele explica que a prática acompanha a lógica do cooperativismo. “Na Coamo, os mais 32,5 mil cooperados são clientes e donos também, e recebem na proporção do que operam.”

Gallassini observa que, mesmo com oscilações de preços e perdas pontuais de produção em determinadas regiões, a Coamo mantém a margem operacional que permite realizar a antecipação anual. “Quando o preço sobe, paga mais; quando baixa, paga menos, mas sempre numa proporção”, explica. Segundo ele, o resultado deste ano acompanha o cenário de mercado e possibilita a distribuição prevista, com o restante das sobras sendo repassado no início de 2026.

O presidente lembra ainda que a antecipação movimenta a economia dos municípios da área de ação da cooperativa. “O comércio já conta com essa antecipação, porque realmente movimenta o município de modo geral”, afirma. Ele reforça que a prática permanece como um diferencial da Coamo desde a sua fundação, consolidando a relação com os cooperados e contribuindo para que cada família encerre o ano com maior segurança financeira.

Fonte: Assessoria Coamo
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GTF recebe Selo Clima Paraná pelo 4º ano e reforça agenda ambiental

Produtora paranaense de carne de frango volta a ser certificada por ações de redução de emissões e práticas de sustentabilidade, em um momento em que o setor intensifica compromissos ambientais.

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Foto: Divulgação/GTF

A GTF, uma das seis maiores empresas produtoras de carne de frango do Brasil e uma das dez maiores exportadoras dessa proteína no país, foi reconhecida, mais uma vez, pelo seu compromisso com a sustentabilidade e o combate às mudanças climáticas. Pelo quarto ano consecutivo, a organização será certificada com o Selo Clima Paraná, iniciativa promovida pelo Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (SEDEST). Neste ano, a empresa foi enquadrada na Categoria B – Mercado Interno, e a cerimônia de outorga aconteceu no Campus da Indústria, em Curitiba (PR), na última terça-feira (2).

Criado em 2015, o Selo Clima Paraná tem como objetivo reconhecer boas práticas ESG, monitorar os resultados ambientais das organizações e incentivar medidas de mitigação das emissões de gases de efeito estufa. A participação é voluntária e ocorre por meio da apresentação da Declaração de Emissão de Gases de Efeito Estufa, conforme previsto na Política Estadual de Mudanças Climáticas (Lei nº 17.133/2012) e regulamentada pela Resolução nº 40/2023.

Recentemente, a GTF também foi premiada, pelo segundo ano consecutivo, com o Selo Ouro ODS, certificação concedida pelo Instituto ODS e acreditada pela Federação Nacional das Associações, Centros e Clubes Unesco do Brasil (BFUCA Unesco).

A conquista do selo consolida a GTF entre as organizações que lideram a transformação sustentável no Brasil. Entre as ações de destaque estão iniciativas focadas no combate à pobreza e à fome, acesso à saúde e à educação de qualidade, igualdade de gênero, oferta de água potável e energia limpa, infraestrutura sustentável, trabalho decente, combate às mudanças climáticas e preservação dos ecossistemas.

“Essa é mais uma conquista que reforça nosso compromisso com as boas práticas de sustentabilidade. A cada ano, buscamos aprimorar nossas ações e elevar nosso padrão de excelência. Esse reconhecimento não é apenas da GTF, é um prêmio que também pertence à sociedade,” destacou Rafael Tortola, CEO da GTF.

Fonte: Assessoria GTF
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