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Portos do Paraná conquista três prêmios no AAPA Lighthouse Awards

É a mais importante premiação do setor portuário no mundo. Empresa pública ficou com o 1º lugar na categoria Excelência em Comunicação e Relações Públicas.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

A Portos do Paraná conquistou três prêmios no AAPA Lighthouse Awards, evento da Associação Americana de Autoridades Portuárias (AAPA), que reuniu portos das Américas e aconteceu em Quebec, no Canadá. O anúncio foi nesta terça-feira (7).

A empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina foi reconhecida com o primeiro lugar na categoria Excelência em Comunicação e Relações Públicas, pelas campanhas de comunicação das ações porto-cidade realizadas em 2024 e 2025. A empresa também recebeu os segundos lugares em Excelência em Práticas Administrativas e Excelência em Práticas Ambiental.

Fotos: Portos do Paraná

A Lighthouse Awards é a premiação mais importante do setor portuário do mundo. “A Portos do Paraná, mais uma vez, representa o Brasil e o Paraná diante do setor portuário mundial com as melhores práticas de relacionamento junto à sua comunidade”, enfatizou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Ele destacou destacou que a conquista é um reconhecimento aos esforços dos colaboradores e da comunidade portuária. “O prêmio também reforça o compromisso do Governo do Estado, especialmente do governador Carlos Massa Ratinho Junior, com o desenvolvimento sustentável dos portos paranaenses, sem deixar de lado a população das cidades portuárias”, afirmou.

Entre o porto e a cidade

O projeto de comunicação “Entre o Porto e a Cidade” teve como objetivo aproximar a Portos do Paraná das comunidades de Paranaguá e Antonina, por meio de estratégias de comunicação integrada e de ações sociais criadas pela presidência da empresa pública.

Entre as principais campanhas estão o “Natal Solidário”, que em 2024 arrecadou mais de 1.200 brinquedos novos, posteriormente entregues a crianças em situação de vulnerabilidade social, e a “Páscoa para Todos”, que proporcionou a distribuição de chocolates e outros doces doados por colaboradores e membros da comunidade portuária.

O projeto também contempla a divulgação e os resultados sociais obtidos com a Corrida do Porto, a primeira do mundo realizada dentro da faixa portuária, que em 2025 reuniu 3 mil atletas. Os recursos arrecadados com as inscrições estão sendo aplicados na reforma de dois asilos de Paranaguá. Em 2023, a Corrida do Porto já havia sido reconhecida pela AAPA com o prêmio Eventos Especiais.

As atividades e as peças de comunicação das comemorações dos 90 anos do Porto de Paranaguá, celebrados em março deste ano, também foram avaliadas pela AAPA.

Entre os destaques, estão o livro “Porto de Paranaguá – 90 anos” e o selo postal comemorativo lançado em parceria com os Correios.  “Essas iniciativas premiadas mostram que o porto não é apenas uma estrutura logística, mas também um parceiro da comunidade e um agente de transformação social. Estamos fazendo com que os nossos portos, cada vez mais, estejam voltados de frente para a comunidade”, destacou Luiz Fernando Garcia.

Eficiência na gestão portuária

O Projeto de Modernização da Gestão Empresarial foi selecionado como uma das melhores práticas administrativas portuárias. A iniciativa está revolucionando a gestão dos portos paranaenses com a adoção do SAP S/4HANA, uma das plataformas de gestão empresarial mais avançadas do mundo.

Implementado em três fases, o projeto integrou todos os sistemas administrativos (finanças, compras, recursos humanos e gestão de ativos) em uma única plataforma. Isso eliminou barreiras internas e garantiu visibilidade em tempo real das operações. “A iniciativa nasceu da crescente complexidade das operações portuárias e da necessidade de alinhar a administração pública aos mais altos padrões internacionais de eficiência, transparência e competitividade”, destacou Luiz Fernando Garcia.

Entre os resultados alcançados estão a automação de 70% dos processos críticos, a redução de 50% no volume de dados armazenados e a modernização dos fluxos de compras e finanças. O projeto fortaleceu a governança, a conformidade e proporcionou uma experiência de gestão mais ágil e intuitiva, consolidando a Portos do Paraná como referência em inovação na América Latina.

Meio ambiente em destaque

O Programa Comunidades Sustentáveis, que implantou sistemas de tratamento de esgoto na Ilha de Eufrasina, no Litoral do Paraná, também foi premiado. Desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), o programa busca reduzir o déficit de saneamento em comunidades litorâneas.

A iniciativa instalou 42 sistemas descentralizados de tratamento de esgoto e promoveu oficinas, treinamentos e ações de educação ambiental com os moradores locais, beneficiando diretamente e indiretamente cerca de 500 pessoas.

Convenção AAPA

O Lighthouse Awards é uma das atividades da programação da Convenção Anual da AAPA que começou na segunda-feira (6) e termina nesta quarta-feira (8). Painéis e palestras discutem as principais questões relacionadas ao setor. Além do diretor-presidente da Portos do Paraná, a comitiva paranaense conta com a participação do diretor de Desenvolvimento Empresarial da Portos Paraná, Felipe Ozório Monteiro da Gama; do diretor Jurídico, Marcus Freitas, e de Leandro Pazzeto Arruda, membro do Conselho de Administração da empresa pública.

Reconhecimento internacional

Em junho, a Portos do Paraná também recebeu reconhecimento internacional Lighthouse Awards, realizado em Lima, no Peru, que reuniu os principais portos da América Latina. A empresa pública conquistou prêmios nas categorias Desempenho e Crescimento Portuário e Desenvolvimento Sustentável. Em agosto, a autoridade portuária foi reconhecida, pela sexta vez consecutiva, como a melhor gestão portuária do Brasil, em avaliação do Ministério de Portos e Aeroportos, que considerou todos os portos públicos do país.

Fonte: AEN-PR

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Sanidade avícola e controle de Gumboro ganham espaço durante o 26º SBSA

Os avanços no controle sanitário das doenças que impactam a produção avícola estarão em pauta no 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença, integra o Bloco Sanidade e será ministrada pelo pesquisador Gonzalo Tomás, no dia 9 de abril, às 10h30, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

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Pesquisador Gonzalo Tomás. Foto: Divulgação

Gonzalo é professor da Secção de Genética Evolutiva da Faculdade de Ciências da Universidade da República, no Uruguai. É licenciado em Ciências Biológicas, mestre em Biotecnologia e doutor em Ciências Biológicas. Sua linha de pesquisa concentra-se no estudo de agentes patogênicos virais que afetam aves comerciais, com ênfase na diversidade genética e na dinâmica evolutiva do vírus de Gumboro. Ao longo de sua trajetória acadêmica, publicou mais de 30 artigos científicos em revistas internacionais arbitradas, contribuindo para o avanço do conhecimento na área de sanidade avícola.

A doença de Gumboro, também conhecida como Doença Infecciosa da Bursa, é considerada uma das principais enfermidades virais que afetam a avicultura mundial. O tema ganha relevância diante da constante evolução dos agentes patogênicos e da necessidade de aprimorar estratégias de prevenção, monitoramento e controle nas granjas comerciais.

Para Gonzalo, compreender a diversidade genética dos vírus é fundamental para aprimorar as estratégias de controle sanitário. “Discutir o controle das doenças na avicultura é fundamental para manter a sustentabilidade sanitária e produtiva do setor. No caso do vírus de Gumboro, a caracterização molecular das cepas permite conhecer quais variantes virais estão circulando em cada região. Essas informações são essenciais para ajustar as estratégias de controle e vacinação à realidade sanitária de cada país ou região”, explica.

De acordo com a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, a sanidade animal é um dos pilares da produção avícola. “O Simpósio traz especialistas que contribuem para o avanço do conhecimento e para o aprimoramento das práticas adotadas no campo. Discutir sanidade e novas estratégias de controle de doenças é essencial para manter a competitividade e a sustentabilidade da avicultura”, destaca.

A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que a programação científica contempla temas estratégicos para a cadeia produtiva. “O controle de doenças é um dos principais desafios da produção animal. Trazer especialistas que trabalham diretamente com pesquisa e monitoramento de patógenos contribui para ampliar o conhecimento técnico e fortalecer as estratégias de prevenção adotadas pelo setor”, afirma.

O 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e é considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana. Paralelamente ao Simpósio ocorre a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira que reúne empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola.

Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750,00 para profissionais e R$ 450,00 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100,00. As inscrições podem ser realizadas no site: https://nucleovet.com.br/simposios/avicultura/inscricao.

 

PROGRAMAÇÃO GERAL

•  26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura  

•  17ª Brasil Sul Poultry Fair

 

DIA 07/04 – TERÇA-FEIRA

 

13h30 – Abertura da Programação

13h40 – Painel Gestão de Pessoas

            Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.

Palestrantes:

Delair Bolis

Joanita Maestri Karoleski

Vilto Meurer

Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda

15h40 – Intervalo

16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.

Palestrante: Arene Trevisan

 (15 minutos de debate)

17h- Solenidade de Abertura Oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026

Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair

 

DIA 08/04 – QUARTA-FEIRA

 

Bloco Abatedouro

8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.

Palestrante: Darwen de Araujo Rosa

(15 minutos de debate)

9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.

Palestrante: Dianna V. Bourassa

 (15 minutos de debate)

10h – Intervalo

            Bloco Nutrição

10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.

Palestrante: Wilmer Pacheco

(15 minutos de debate)

11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.

Palestrantes: Roselina Angel

 (15 minutos de debate)

12h30 – Intervalo almoço

Eventos Paralelos

         Painel Manejo

14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno

Palestrantes:

Lucas Schneider

Rodrigo Tedesco Guimarães

16h – Intervalo

            Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

  16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.

Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo

(15 minutos de debate)

  17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?

Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme

(15 minutos de debate)      

18h30 – Eventos Paralelos

19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair

 

 

DIA 09/04 – QUINTA-FEIRA

Bloco Sanidade

8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias

Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande

(15 minutos de debate)

9h Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.

Palestrante: Dr. Ricardo Rauber

 (15 minutos de debate)

10h – Intervalo

10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.

Palestrante: Gonzalo Tomás

 (15 minutos de debate)

11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.

Palestrante: Taís Barnasque

(15 minutos de debate)

Sorteios de brindes.

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Abraves-PR debate mercado, comunicação, javalis e inteligência artificial na suinocultura

Encontro começou nesta quarta-feira (11) e segue até quinta (12). O Presente Rural acompanha a programação e traz a cobertura dos principais debates.

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Fotos: O Presente Rural

Profissionais da cadeia suinícola participam nesta semana do encontro promovido pela Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos – regional Paraná (Abraves-PR), que começou nesta quarta-feira (11) e segue até quinta-feira (12). A programação reúne especialistas, pesquisadores e profissionais do setor para discutir temas ligados a mercado, comunicação, gestão, sanidade e novas tecnologias aplicadas à produção.

No primeiro dia, a agenda aborda aspectos estratégicos e comportamentais que impactam o ambiente profissional e a gestão dentro das organizações do agro. Entre os destaques estão a palestra “Pensamento crítico na era da (des)informação”, apresentada por Fernando Schüler, e a apresentação “Raízes que movem resultados: a cultura do agro que sustenta a inovação”, com Evandro Damasio.

O cenário econômico da atividade também integra a programação com a palestra “Mercado: o que esperar para 2026 e como preparar-se?”, conduzida por Thiago Bernardino de Carvalho, pesquisador do Cepea/Esalq-USP. No período da tarde, a programação inclui ainda apresentações de Lucia Barros, que trata de temas relacionados à procrastinação e desempenho, Roberta Leite, com uma abordagem sobre comunicação no agronegócio, e Luciano Pires, com a palestra “Geração T”.

A programação desta quinta-feira concentra discussões diretamente ligadas aos riscos sanitários e aos impactos da fauna invasora sobre a produção animal. O Painel 3 será dedicado ao avanço dos javalis e seus efeitos sobre a sustentabilidade da produção, reunindo Julio Daniel do Vale, Telma Vieira Tucci, Mike Marlow, Virginia Santiago Silva, Lia Coswig, Beatriz Beloni, Eunice Lislaine Chrestenzen de Souza e Rafael Gonçalves Dias.

As apresentações abordam diferentes aspectos do tema, incluindo a importância do controle da espécie para a produção animal, experiências internacionais no manejo populacional, impactos sanitários, legislação brasileira, efeitos econômicos para o Brasil como exportador e os métodos de controle atualmente adotados no país.

No período da tarde de quinta, o evento segue com o Painel 4, dedicado ao uso da inteligência artificial como agente de transformação, com palestra de Ricardo Cavallini. O encerramento da programação está previsto para o fim da tarde.

De acordo com a Abraves, o encontro busca ampliar o debate sobre temas técnicos, econômicos e sanitários relevantes para a cadeia suinícola. O Presente Rural acompanha o evento e realiza a cobertura dos principais conteúdos apresentados ao longo dos dois dias de programação.

Fonte: O Presente Rural
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Eficiência na pecuária de cria começa com planejamento e manejo adequado

Meta de um bezerro por vaca ao ano depende de nutrição equilibrada, estação de monta organizada e gestão eficiente.

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Foto: Divulgação/ANPC

A Pecuária de Cria é mais do que a base da cadeia da carne. É o início de um ciclo que representa o futuro da pecuária brasileira, o nascimento do bezerro que simboliza o resultado de um ano inteiro de trabalho, planejamento e respeito ao ritmo da natureza. Alcançar a meta de um bezerro por vaca ao ano é o objetivo de milhares de produtores e o reflexo da eficiência, da boa gestão e do equilíbrio entre todos os componentes da fazenda.

Atrás desse indicador estão a ciência, sensibilidade e visão de longo prazo. A cria é uma etapa que exige harmonia entre reprodução, manejo e nutrição. Entre a concepção da vaca e a desmama do bezerro, passam-se aproximadamente 530 dias, um ciclo longo, que requer decisões precisas e sustentadas por conhecimento técnico e planejamento rigoroso.

Artigo escrito por João Paulo Barbuio, consultor Nacional de Bovinos de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal.

Organizar a Estação de Monta é um passo essencial nesse processo. Quando o período de acasalamento é planejado e concentrado, toda a produção ganha ritmo e previsibilidade. Os nascimentos ocorrem em janela definida, os manejos tornam-se mais eficientes, os custos são reduzidos e os lotes de bezerros apresentam melhor padronização. Experiências de campo indicam que estações de monta mais curtas, preferencialmente entre 90 e 120 dias, oferecem melhores resultados reprodutivos e econômicos.

A nutrição, por sua vez, é o pilar que sustenta todo o sistema. Em um país de dimensões continentais e clima marcado por períodos alternados de chuvas e secas, o equilíbrio nutricional das matrizes é determinante para o desempenho reprodutivo. Avaliar e monitorar o Escore de Condição Corporal (ECC), mantendo os animais entre 3 e 4, em uma escala de 1 a 5, é essencial para garantir maior taxa de prenhez e retorno produtivo. Um plano nutricional estruturado, capaz de equilibrar oferta e demanda de matéria seca, favorecer a suplementação mineral e respeitar as condições de cada propriedade, fortalece a eficiência e a resiliência do rebanho.

Essa compreensão mais ampla da cria também reflete um compromisso com a sustentabilidade. Sistemas equilibrados e produtivos utilizam os recursos de forma mais racional, preservam a fertilidade do solo, otimizam o uso das pastagens e reduzem desperdícios. Ao promover uma reprodução eficiente e bem planejada, o produtor contribui para uma pecuária mais responsável, lucrativa e adaptada aos desafios do futuro.

O avanço da cria no Brasil depende, cada vez mais, da soma de conhecimento técnico, gestão profissional e inovação no campo. A pecuária do futuro está sendo moldada por produtores que entendem que investir em eficiência reprodutiva é investir em qualidade, sustentabilidade e prosperidade. Cada bezerro nascido de uma vaca bem manejada, saudável e em boa condição corporal é um símbolo do que o setor tem de melhor: a capacidade de evoluir com inteligência, propósito e respeito às raízes que sustentam a produção de carne no país.

Fonte: Artigo escrito por João Paulo Barbuio, consultor Nacional de Bovinos de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal.
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