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Notícias Acima das expectativas

Portos do Paraná batem novos recordes em fevereiro com aumento da movimentação mensal e bimestral

Tanto no acumulado do primeiro bimestre quanto no volume mensal, os percentuais de aumento superaram as expectativas com, respectivamente, 27% e 39% de alta, em comparação com 2021.

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Fotos: Claudio Neves/Portos do Paraná

O mês de fevereiro fechou com dois novos recordes na movimentação portuária do Paraná. Tanto no acumulado do primeiro bimestre quanto no volume mensal, os percentuais de aumento superaram as expectativas com, respectivamente, 27% e 39% de alta, em comparação com 2021.

“Com mais de cinco milhões de toneladas movimentadas no último mês de fevereiro, e passando de 9 milhões de toneladas no bimestre, fechamos com a melhor movimentação para os dois períodos nos portos de Paranaguá e Antonina”, ressaltou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

No melhor mês de fevereiro nos portos paranaenses, foram 5.076.757 toneladas de cargas importadas e exportadas pelos terminais. No bimestre, que também entra para o histórico de recordes, a movimentação chegou a 9.234.295 toneladas.

“Diferente do que vínhamos observando nos últimos meses do ano passado, o segmento que puxou as altas foi o de Granéis Sólidos, tanto de importação quanto de exportação”, comenta Garcia.

O segmento responde por quase 64% da movimentação do primeiro bimestre deste ano, com 5.893.104 toneladas. Em fevereiro, com 3.469.252 toneladas, os Granéis Sólidos somaram 68,34% dos volumes movimentados, nos dois sentidos do comércio internacional.

Exportação

No geral – considerando os três principais segmentos (Carga Geral, Granéis Líquidos e Granéis Sólidos) – 5.040.887

toneladas de cargas foram exportadas pelos portos paranaenses no primeiro bimestre de 2022. O volume é 46% maior que as 3.459.699 toneladas em igual período no ano passado.

Na movimentação mensal, o volume exportado totalizou 2.832.256 toneladas, 66% superior ao quantitativo de fevereiro de 2021, com 1.702.124 toneladas.

Importação

Altas também ocorreram nos volumes importados. No acumulado do bimestre, 4.193.408 toneladas chegaram aos portos de Paranaguá e Antonina – um crescimento de 46% frente às 3.787.513 toneladas em 2021.

No mês, a importação totalizou 2.244.501 toneladas, acréscimo de 15,3% sobre o volume de fevereiro do ano passado (1.946.414 toneladas).

Contêineres

As exportações também superam as importações entre as cargas movimentadas em contêineres. Neste ano, foram

Foto: Rodrigo Félix Leal/SEIL

96.544 TEUs exportados – 7% a mais que as 90.243 unidades movimentadas no ano passado. Na importação, foram 76.449 TEUs, 6% mais que os 72.415 contabilizados no primeiro bimestre de 2021.

Nos dois sentidos, somente no mês de fevereiro, foram movimentados 84.920 TEUs, 8,6% a mais que os 78.150 TEUs no mesmo mês, em 2021.

Antonina

A movimentação do terminal que opera no Porto de Antonina aumentou 157%. No bimestre, neste ano, foram 313.018 toneladas de cargas e, ano passado, 121.995 toneladas.

A movimentação mensal passou de 64.310 toneladas, em fevereiro de 2021, para 149.375 toneladas no último mês de 2022, um crescimento de 132,2%.

Fonte: AEN Paraná

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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