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Notícias Paraná

Porto de Paranaguá bate recorde e faz maior embarque de farelo de soja em um único navio

A embarcação vai levar para a Holanda 108.577 toneladas do produto

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Divulgação/AENPr

O Porto de Paranaguá está realizando o maior embarque de farelo de soja em um único navio de sua história. O graneleiro Pacific Myra tem 292 metros de comprimento (loa) e 45 metros de largura (boca). Ele atracou no berço 214 no último final de semana e segue sendo carregado. A embarcação vai levar para a Holanda 108.577 toneladas do produto.

O diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, lembrou que ele completa uma evolução que vem desde o ano passado. Em junho de 2020 foram carregadas 102,2 mil toneladas em um único navio, o Pacific South. Um mês depois, em julho, foram 104,2 mil toneladas embarcadas no E.R Bayonne.

“Agora estamos embarcando mais de 108,5 mil. Todos no mesmo berço. Estamos nos superando a cada novo grande embarque, e conseguindo carregar cada vez mais, com segurança e eficiência”, afirmou.

A embarcação atracou no Porto de Paranaguá no último sábado (10), por volta das 17 horas. Na tarde desta segunda-feira (12) ainda restavam 65 mil toneladas para completar a carga. A previsão é que o navio zarpe no próximo dia 14, quarta-feira, às 3 horas.

Com bandeira panamenha, o navio Pacific Myra tem capacidade para carregar até 180 mil toneladas de granéis sólidos. A embarcação está entre as maiores do segmento a operar no Porto de Paranaguá.

Luiz Teixeira da Silva Júnior, diretor de Operações da Portos do Paraná, explica que a viabilidade dessa operação de navio de maior porte (comprimento maior que 145 metros) mostra ao mercado que os terminais paranaenses têm condições de atender as demandas de mercado. “Muito embora não seja comum navios graneleiros desse porte, estamos mostrando que podemos nos habilitar para operação desse tipo, aproveitando oportunidades de mercado. Mostramos ao mercado nossa capacidade operacional”, afirmou.

Ainda segundo Teixeira, os custos envolvidos nessas operações são relativamente menores na comparação com navios de médio porte. “Estamos carregando praticamente o dobro de carga em um único navio”, completou. Ele destacou, ainda, que a operação envolveu um planejamento diferenciado da Portos do Paranaguá.

Esforços

Gilmar Francener, gerente de Operações da Portos do Paraná, disse que a carga está saindo por correias transportadoras de quatro terminais diferentes que compõem o Corredor de Exportação para os porões do Pacific Myra. Pelos silos públicos horizontais serão carregadas 20.272 toneladas; pelo terminal Centrosul, 9 mil toneladas; pelo terminal Coamo, 37.327 toneladas; e pelo terminal Cotriguaçu, 31.478 toneladas. A agência responsável é a Cargill e a operação é da Tibagi.

“Para esse tipo de operação, solicitamos um aceite técnico do porto. A Portos do Paraná, por sua vez, autoriza o recebimento do navio mediante um planejamento de atracação, avaliando as condições de espaço e compatibilidade com os navios dos berços adjacentes”, explicou.

Ainda de acordo com o gerente, durante a operação, pelo porte da embarcação, são necessárias manobras como a puxada e o giro do navio, para que todos os porões sejam carregados com segurança. “A eficiência no planejamento, a agilidade no carregamento e a segurança operacional são os atrativos para o aumento da demanda desse tipo de operação”, arrematou Francener.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Evento

É amanhã! Começa dia 12 o congresso de tecnologia do CBNA

O evento será 100% online

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Você já está preparado? Nos dias 12 e 13 de maio acontece o V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais, organizado pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA).

Realizado no ambiente virtual, para garantir que mesmo nesse momento em que não é possível realizar eventos, o CBNA continua disseminando conhecimento e inovações. Temas como análise de ração, inovações e análises na indústria de rações, peletização, NIRS, processos na fábrica de rações e software entre outros.

Participe do evento!!! Conheça o programa completo e outras informações em:  www.cbnatecnologia.com.br 

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V Congresso sobre Tecnologia da Produção de Alimentos para Animais 

12 e 13 de maio

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Atendimento

Fone: 19-3232-7518 cbna@cbna.com.br e cbna@lexxa.com.br

Fonte: Assessoria
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Notícias Certificação

BRF conquista selo Certified Humane de bem-estar animal

Produtores parceiros receberam reconhecimento internacional concedido pela ONG Humane Farm Animal Care

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Divulgação

Produtores rurais integrados, que fornecem aves de corte à BRF para a linha Sadia Bio, acabam de recebera recertificação do selo internacional Certified Humane.O reconhecimento, da ONG Humane Farm Animal Care, é concedido àqueles que aplicam boas práticas de bem-estar animal e, para obtê-lo, as granjas precisam prover um ambiente que estimule o comportamento natural das aves, tais como, ciscar, espojar e bater asas. Ao todo, os 14 produtores integrados obtiveram a recertificação, em 24 núcleos de produção, em 192 aviários, o que beneficia cerca de 26 milhões de aves ao ano.

As aves que vivem nas granjas certificadas são alimentadas com ração vegetal, apenas com cereais, minerais e vitaminas e não recebem nenhum tipo de substância promotora de crescimento, antibióticos preventivos ou mesmo terapêuticos. Desde 2020, a certificação foi ampliada, triplicando o volume de produtos adequados ao protocolo da Certified Humane, endossando o compromisso de evolução do tema na Companhia.

“O conforto e o enriquecimento ambiental são princípios básicos do ambiente de criação das aves. Os produtores parceiros possuem em suas propriedades planos de emergência para direcioná-los em relação ao que fazer em caso de sinistros e recebem treinamentos constantes para assegurar o melhor cuidado com os animais”, explica Mariana Modesto, diretora de Sustentabilidade da BRF. “Além disso, os estoques mínimos de água e ração de qualidade são garantidos. Para água, o estoque é suficiente para 24 horas e, para ração, a capacidade mínima de armazenamento garante um dia de consumo na semana que antecede o abate em 100% das propriedades. Somado aos demais procedimentos, a Companhia está garantindo o atendimento das necessidades das aves de forma constante”, finaliza.

Além do selo Certified Humane, a BRF possui ainda outras certificações que atestam as boas práticas de bem-estar animal, entre elas, Global G.A.Pe National Chicken Council, onde os padrões são avaliados por auditores certificados PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization).

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Exportações de carne suína crescem 35,1% em abril

Setor amplia vendas para nações da Ásia, África e América

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Arquivo/OP Rural

As exportações brasileiras de carne suína (incluindo todos os produtos, entre in natura e processados) alcançaram 98,3 mil toneladas em abril, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O saldo supera em 35,1% os embarques realizados no mesmo período do ano passado, quando foram embarcadas 71,8 mil toneladas.

O resultado das exportações de abril chegou a US$ 232,3 milhões, número 40,6% superior ao registrado no mesmo período de 2020, quando foram obtidos US$ 165,2 milhões.

No acumulado do ano (janeiro-abril), as exportações de carne suína alcançaram 351,8 mil toneladas, volume 25,29% maior em relação ao primeiro quadrimestre de 2020, quando foram exportadas 280,8 mil toneladas.

A receita acumulada no mesmo período chegou a US$ 826,4 milhões, índice 27,1% superior ao efetivado entre janeiro e abril do ano passado, com US$ 650,3 milhões.

Na análise por país, a China, carro-chefe das exportações brasileiras, importou 51,5 mil toneladas em abril (+50,5% em relação ao mesmo período de 2020). Outros destaques foram Hong Kong, com 14,6 mil toneladas (+4,9%), Chile, com 5,4 mil toneladas (+130,9%), Angola, com 3,4 mil toneladas (+3,8%), Filipinas, com 2,4 mil toneladas (+623,4%) e Argentina, com 2,2 mil toneladas (+84,3%).

Também em abril, Santa Catarina, principal estado exportador, exportou 50,1 mil toneladas (+41,73% em relação ao mesmo período de 2020). Em seguida vieram Rio Grande do Sul, com 26,3 mil toneladas (+45,33%) e Paraná, com 12,4 mil toneladas (+11,34%).

“Além das expressivas vendas para o mercado chinês, temos observado o aumento das exportações para outras regiões do planeta, incluindo mercados vizinhos ao Brasil. Em meio à forte pressão gerada pelos custos internos de produção, o bom desempenho destas exportações diminuem perdas e melhoram o quadro para as indústrias  que atuam no mercado internacional”, avalia Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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