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Empresas Carne suína

Porks foca em expansão nacional com previsão de abertura de 20 novas unidades em 2021

Com investimento inferior a R$ 150 mil e produtos de excelência, o Porks – Porco & Chope conquistou o mercado com um modelo de negócio internacional e rentabilidade anual de até 120% sobre o capital líquido

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Fotos: Divulgação

O Brasil ocupa a quarta posição no ranking de produção de suínos do globo, totalizando mais de 649 mil toneladas ao ano, o equivalente a 3,88% da produção mundial. A região Sul do país é destaque neste quesito, sendo responsável por 66% da produção nacional. O alto índice é resultado dos custos estáveis ​​de alimentação e de um grande rebanho de suínos que mantêm a produção em dia.

Porks Vila Madalena

Com a alta demanda, preparos que têm a carne suína como protagonista ganharam força na cidade de Curitiba e, atualmente, estão se espalhando por todo o país. A rede Porks – Porco & Chope, grande fenômeno e referência do segmento, nasceu na capital paranaense em 2018 e já conta com dezoito unidades, próprias e franqueadas, espalhadas pelas cidades de Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Santos (SP), Brasília (DF), Águas Claras (DF), Samambaia (DF) e Recife (PE). A rede comercializa, atualmente, 10 toneladas de carne suína por mês e, até o final de 2020, pretende aumentar este número com a abertura de, no mínimo, 20 novas unidades nas cinco regiões do país.

De acordo com fundador do Porks – Porco & Chope, José Araújo Neto, o modelo de negócio da empresa segue bases internacionais, que apostam em uma operação enxuta e descolada, sem garçons, e com preparos que podem ser consumidos nas mesas ou de pé, até mesmo, na rua. “Nosso modelo de negócio prioriza a experiência única, com muita agilidade no atendimento”, comenta. Para isso, a casa trabalha com preparos deliciosos e de fácil consumo, que exploram toda versatilidade da carne de porco. No menu, petiscos e sanduíches incríveis, desenvolvidos a partir de receitas exclusivas criadas pela rede sem deixar de lado os preços acessíveis (entre R$ 8 e R$ 18).

A expansão audaciosa planejada e iniciada já em 2020, mesmo durante a pandemia, se baseia em um perfil de empreendedor que ganhe menos de R$ 10 mil ao mês e tenha recursos disponíveis para investir em uma franquia pode começar uma nova vida na gastronomia. Nesse contexto, Araújo Neto cita 10 características que um futuro empreendedor precisa considerar antes de ingressar nesta vida: (1) senso de negócio; (2) capacidade de tolerância; (3) flexibilidade e capacidade de adaptação; (4) visão empreendedora; (5) habilidade para resolver problemas; (6) relacionamento interpessoal; (7) liderança; (8) questionador; (9) corajoso; e, por fim, (10) alta capacidade de aprendizagem.

“Desenhamos um modelo de franquia que dá mais liberdade ao franqueado, inclusive no marketing, já que há inúmeras diferenças sobre como fazer isso nas diferentes regiões do país, além de uma taxa fixa de royalties, baseada no padrão de mercado”, ressalta. “A carne suína voltou a ser uma tendência em todo o mundo. No Porks oferecemos preparos desenvolvidos com receitas exclusivas e muita excelência sem deixar de lado os preços acessíveis. Com essa fórmula democrática, estamos conquistando nosso espaço no mercado nacional”, complementa José Araújo Neto.

 

Formato do negócio

Com investimento inferior a R$ 150 mil e percentual de rentabilidade de até 12% ao mês – algo em torno de R$ 13 mil líquidos para o investidor, retirando já os custos brutos (incluindo o reinvestimento no negócio) –, o franqueado ainda recebe o suporte na área comercial, nos treinamentos, no controle, no marketing, na engenharia e na arquitetura do ponto comercial. “Estamos falando em torno de 120% de rentabilidade sobre o capital líquido ao ano, especialmente para um modelo de franquia com royalties fixos, que é trabalhado pelo Mr. Hoppy e pelo Porks. Quanto mais recursos entram para o franqueado, mais fica para ele, independentemente do faturamento”, destaca Araújo Neto.

Entre os destaques do cardápio do Porks estão os famosos sanduíches da casa. Entre eles, se destacam o Porks Bacon Burger (R$ 12), preparado com burger de costelinha de porco, creme de cheddar e tiras de bacon crocante; o Pernil Municipal (R$ 12), um sanduíche de pernil de porco marinado por 12h, coberto por queijo mozzarella e cheiro verde; e o Pork Burrito (R$ 16), feito com burrito mexicano recheado com pernil desfiado, cheddar, sour cream, cebola caramelizada e chips de batata.

Para quem curte ótimos petiscos, a casa trabalha com uma série de opções criativas e com sabores inconfundíveis. Entre os destaques estão a Porkspóca (R$ 10), pururuca de porco crocante temperada com sal de lemon pepper; o Torresmo de Tira (R$ 15), tradicional torresminho servido em tiras crocantes; o Bei com Melado (R$ 15), tiras de bacon crocante cobertas por melado de cana de açúcar; entre outras opções.

Propondo uma harmonização completa, a rede trabalha com uma grande variedade de chopes artesanais com preços a partir de R$ 8. Para completar a experiência, todas as unidades do Porks contam sempre com música ao vivo, sem couvert artístico ou entrada, além de ser um espaço pet friendly. “Queremos ser uma das melhores e mais completas opções de lazer do país, unindo gastronomia de excelência, com receitas exclusivas e chopes de muita qualidade, música e muita animação”, completa José Araújo Netto.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Agricultura.

Bioinoculante eleva a produtividade da soja e do milho

Biofree, desenvolvido pela Biotrop, é o único a combinar a mobilização de fósforo e a fixação biológica de nitrogênio, aumentando em até 25% a eficiência da adubação

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Divulgação Biotrop

A Biotrop, empresa que desenvolve soluções biológicas e naturais para a agricultura, tem como destaque em seu portfólio o Biofree, um exclusivo bioinoculante promotor de crescimento composto pela combinação das bactérias Pseudomonas fluroscens CCTB03 e Azospirillum brasilense. A tecnologia vem movimentando o mercado com crescimento acima de 60% ao ano. Só na safra 2020/21, a Biotrop tratou com o produto 1 milhão de hectares.

O bioinsumo é capaz de aumentar em até 25% a eficiência da adubação, reequilibrar a biologia do solo e elevar a produtividade de culturas como a soja e o milho.

De acordo com o especialista e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Biotrop, Agnelo Vitti, os microrganismos se estabelecem na rizosfera e têm ações complementares. O Azospirillum sp. age por meio da síntese de fitormônio e fixa Nitrogênio (N) aumentando a assimilação do elemento e fazendo com que a raiz cresça mais e explore um volume maior de solo.

A segunda bactéria que compõem o Biofree, Pseudomonas fluroscens CCTB03, tem a capacidade interagir com a planta e mobilizar o Fósforo (P) reduzindo as perdas e disponibilizando frações desse elemento no solo para as plantas. “Estas bactérias se alimentam de exsudados radiculares e excretam substâncias que atuam diretamente sobre o ciclo do fósforo, liberando fósforo fixado e tornando-o disponível para as plantas”, conta o profissional.

Ganhos ao produtor

Na cultura da soja a absorção do Fósforo está ligada diretamente ao aumento da fotossíntese, e como consequência o enchimento do grão. “Por isso o fósforo é extremamente importante para a planta, principalmente nessa fase”, destaca Vitti.

De acordo com o agrônomo, Amélio Belentani Neto, gerente comercial da BIOTROP no norte do Mato Grosso, os resultados na região têm sido muito positivos. Ainda segundo ele, o incremento médio nas lavouras dos produtores que utilizam o Biofree é de três sacas a mais por hectare (ha). “Essa é a média que trabalhamos, mas há casos de produtores que ampliaram até seis sacas por hectare, que é algo excepcional para a realidade de Mato Grosso”, diz.

Outro diferencial que o produto acrescenta aos sojicultores é em relação ao seu custo por hectare. Segundo Neto a média é de 0,5 sacos de soja/ha. “É evidente que o Biofree está trazendo resultados. Os biológicos de modo geral têm tido um crescimento exponencial em todo o Estado”, diz Neto.

Desempenho no milho

O milho é uma cultura que tem uma necessidade enorme de nitrogênio, principalmente nas primeiras fases, pois é este nutriente específico que vai definir os componentes de produtividade. Quando não é fornecido nos estádios iniciais de desenvolvimento, não ocorre margem de absorção.

O fósforo, assim como na soja, também é importante para o cereal, porém este, por sua vez, apresenta um problema de condicionamento e precisa estar disponível na raiz, pois não é móvel no solo. Também tem um problema de fixação. Segundo Vitti, a bactérias Pseudomonas fluroscens fazem uma troca justa, pois elas crescem junto com a raiz e ao mesmo tempo disponibilizam fósforo e isso é muito interessante, principalmente para o milho. “Temos o Azospirillum que está estimulando o crescimento dessa raiz e as Pseudomonas fluroscens que, associadas a isso, estão levando as disponibilidades de fósforo onde essa raiz está. É uma associação muito benéfica, e única no mercado”, destaca.

Demanda aquecida

De acordo com Luiz Fernandes, diretor comercial da Agrológica – distribuidor parceiro da Biotrop em Mato Grosso, que atua nas regiões do Médio Norte e Sul do Estado e na região do Xingu – a demanda por biológicos tem sido crescente. Segundo ele, tem se percebido uma aceitação cada vez maior por parte do agricultor, pois os produtos biológicos estão apresentando tecnologias eficazes, que atendem às suas exigências.

Recentemente a empresa passou a disponibilizar o Biofree aos seus clientes, já com boa perspectiva de comercialização para a próxima safra. “Esta solução tem um grande diferencial para as necessidades do produtor, bem como os demais produtos biológicos dos quais a demanda é crescente, principalmente para o controle de nematoides”, diz Fernandes.

Ainda segundo o diretor, a Agrológica projeta um bom crescimento em participação de biológicos nos próximos anos. “Para isso temos políticas internas voltadas para o mercado de biológicos e ainda direcionando forças para todos os segmentos, aproveitando mercados além dos nematicidas”, finaliza.

Fonte: Assessoria.
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Empresas

Bayer se compromete globalmente a ter a mesma quantidade de mulheres e homens em cargos de liderança até 2030

No Brasil, a Bayer saiu de 7% de mulheres na alta liderança em 2017 para 50% em 2020. Nos cargos de liderança como um todo, a porcentagem de mulheres atualmente é de 37%

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Foto: Divulgação

A Bayer está intensificando seus esforços para promover uma cultura e uma força trabalho mais diversa e inclusiva. O primeiro compromisso da empresa é para, até 2025, estabelecer um equilíbrio de gênero 50/50 ao longo de toda baixa e média liderança, que, atualmente, é ocupada 40% por mulheres e 60% por homens. No Círculo de Liderança do Grupo (composto por 540 executivos), a proporção de mulheres deve chegar a pelo menos 33% em 2025 (atualmente está em 23%). Depois disso, até 2030, a Bayer pretende atingir paridade de gênero em todos os níveis de gerência – baixa, média e alta.

“A nossa abordagem para identificar, atrair, desenvolver, promover e reter talentos na nossa liderança criará uma força de trabalho ainda mais inclusiva e diversa, que nos fará uma empresa melhor e mais atrativa como empregadora. O nosso objetivo de garantir paridade de gênero na gerência também está alinhado ao nosso compromisso com os Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU e com o Compromisso EMPOWER do G20”, diz Werner Baumann, CEO Global da Bayer.

“À medida que aceleramos a transformação da Bayer, vamos abraçar o poder da inclusão, da equidade e da diversidade”, afirma Sarena Lin, nova Líder de Transformação e Talentos na Bayer. “As pessoas estão sempre no centro dessa jornada. Estou ansiosa para trabalhar com colegas mundo afora para sofisticar nossa abordagem em gerenciamento de talentos. Ela será aplicada em toda a liderança da Bayer de forma ampla, justa e alinhada a todas as leis e regulações trabalhistas mundo afora”.

 

LIDERANÇA FEMININA NO BRASIL

No Brasil, a Bayer saiu de um índice de apenas 7% de mulheres na alta liderança em 2017 para 50% em 2020. Em posições de liderança como um todo, a porcentagem de mulheres está em 37%. “Ainda temos um longo caminho a trilhar para uma equidade plena de gênero, mas estamos orgulhosos do que já percorremos. Além de buscar um número representativo de mulheres em todos os níveis hierárquicos, entendemos que precisamos garantir um ambiente de trabalho acolhedor para essas profissionais”, afirma Flavia Ramos, Diretora de Inclusão e Diversidade da Bayer Brasil.

Alguns índices e boas práticas demonstram este compromisso: a Bayer reduziu o índice de rotatividade das colaboradoras após o retorno da licença maternidade de 33% em 2016 para 11% atualmente e, para promover uma cultura organizacional de boas práticas com as mulheres, adotou, no fim de 2020, a plataforma Tina, que atua no atendimento, acolhimento e acompanhamento das colaboradoras que sofrem algum tipo de violência, com a implementação de um sistema de fácil acesso e seguro para todas aquelas que precisam de ajuda. Por lá, psicólogas e assistentes sociais estão disponíveis para dar todo o suporte e orientações necessárias a estas colaboradoras.

No mais, a empresa realizou um censo em 2020 para identificar onde precisa focar esforços no que diz respeito a diversidade e inclusão. Seu resultado foi favorável à inclusão de mulheres, “o que reforça o nosso compromisso com o assunto, embora tenhamos consciência de que ainda há muito a fazer para chegarmos a uma equidade de fato. Não basta atrair mais mulheres para a companhia, mas também garantir sua inclusão de forma interseccional – incluindo as mulheres negras, lésbicas, bissexuais, transexuais e portadoras de deficiências”, comenta Flavia Ramos. A Bayer Brasil está desenvolvendo parcerias para garantir uma evolução de carreira equânime para todas essas mulheres.

A Bayer aspira também fortalecer outros elementos de inclusão e diversidade. Por exemplo, a composição da alta liderança deve cada vez mais refletir os contextos nacional e cultural de cada negócio da Bayer. Todas as gerações devem ser apropriadamente representadas na companhia. Os interesses de colaboradores lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros continuarão a ser endereçados pelo Board de Liderança. A empresa continuará seus esforços para avançar na garantia de elementos regionais de diversidade, como etnia e raça, considerando a realidade de cada país em que atua. Ademais, a Bayer busca aumentar a proporção de pessoas com deficiência em sua força de trabalho para mais de 5% em 2030. Na Alemanha, por exemplo, ela está em 4,5%. Recentemente, a empresa se juntou à iniciativa global “The Valuable 500”, que advoga por maior inclusão de pessoas com deficiência no mundo corporativo.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suínos

Estado de São Paulo recebe a primeira etapa do campeonato OINK em 2021 

Entre os dias 5 e 21 de março, suinocultores paulistas poderão testar seus conhecimentos e receber premiações 

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Foto: O Presente Rural

Após passar por Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, o game OINK, um jogo educativo de perguntas e respostas sobre suinocultura, abrirá a temporada de competições para 2021 no Estado de São Paulo. A partir do dia 5 de março, os produtores paulistas poderão se inscrever no campeonato, que premiará três profissionais do Estado. Em formato de aplicativo, o game foi idealizado pela empresa de gestão Agriness e conta com uma competição exclusiva promovida pela MSD Saúde Animal.

Para participar, os suinocultores de São Paulo deverão baixar o aplicativo OINK – disponível para Android e iOS –, e se inscrever no link: materiais.agriness.com/oink-msd para liberar no app o acesso à Trilha de Doenças Entéricas, modalidade exclusiva do Prêmio MSD. A premiação será válida para os três participantes que tiverem o melhor desempenho na competição.

“Quando desenvolvemos o Prêmio MSD, um dos nossos objetivos era ajudar a democratizar o conhecimento a respeito da suinocultura em todo o País. Por isso, em 2020, ficamos bastante contentes com o desempenho positivo dos suinocultores no campeonato, que demonstram aquilo que vemos no dia a dia: a qualidade e conhecimento dos profissionais da suinocultura brasileira. Os produtores de São Paulo certamente iniciarão 2021 com o mesmo sucesso, contribuindo com esse bom resultado”, comenta Brenda Maria Marques, gerente técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

O campeonato é disputado totalmente online, dentro do aplicativo. A etapa São Paulo acontece entre os dias 5 e 21 de março. Ao todo, serão realizados 14 campeonatos em diversas regiões do País. Para saber sobre o anúncio das novas praças, fique atento às redes da MSD Saúde Animal.

Enquanto o OINK não chega na sua região, os interessados podem baixar o aplicativo e treinar seus conhecimentos com os outros jogos disponíveis na plataforma.

Confira as premiações: 

1º lugar: Medalha + Churrasqueira ESM a Bafo + Kit churrasco Bamboo Tábua retangular

2º lugar: Medalha + Caixa de som Bluetooth JBL GO2 Azul Marinho com Potência 3W

3º lugar: Medalha + Conjunto de garrafa térmica inox 1 litro e 2 canecas 180ml em caixa

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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