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PorkMeet 2025 reúne grandes nomes da suinocultura brasileira em evento híbrido

Com programação dividida em três painéis estratégicos, encontro promovido pela Agigo vai reunir, em setembro, conteúdo técnico, inovação e networking para impulsionar a suinocultura brasileira.

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Foto: Sarah Nunes

A cidade de Rio Verde (GO) será palco, no dia 25 de setembro, de mais uma edição do PorkMeet, um dos eventos técnicos mais relevantes da suinocultura goiana e nacional. Realizado pela Associação de Granjeiros Integrados do Estado de Goiás (Agigo), o PorkMeet 2025 promete um dia inteiro de conhecimento, inovação e networking qualificado, com uma programação dividida em três painéis temáticos estratégicos: Alimentação, Nutrição e Sanidade, Manejo e Gestão, e Bem-estar Animal e Ambiência.

O evento será realizado de forma híbrida, no Teatro Municipal Lauro Martins (UNIRV), com transmissão ao vivo via YouTube. Participantes que desejarem certificado de participação devem realizar inscrição gratuita via Sympla.

Já o acesso à versão presencial pode ser adquirido por R$ 250,00 + taxas, com isenção garantida para parceiros e associados Agigo mediante uso de cupom especial. “Nosso compromisso é promover um encontro que de fato contribua para o avanço técnico da suinocultura, com temas atuais, palestrantes renomados e um espaço rico de conexão entre profissionais. O PorkMeet é onde o conteúdo e o relacionamento se unem para gerar impacto real no setor”, afirma Iuri Pinheiro Machado, diretor executivo da Agigo e idealizador do evento.

A programação começa às 08 horas com credenciamento, seguido da abertura oficial às 09h30. O primeiro painel, com o tema Alimentação, Nutrição e Sanidade, abre a manhã com a palestra de Fernanda Laskoski, que trará um olhar técnico sobre as Oportunidades no manejo alimentar para melhoria dos resultados nas fases de creche, crescimento e terminação.

Na sequência, Paulo Henrique Reis Furtado Campos discute os ganhos zootécnicos e econômicos da imunonutrição com o tema Mais saúde e rentabilidade: o poder da imunonutrição. Encerrando o painel, Luis Guilherme de Oliveira apresenta estratégias para o controle de enfermidades no campo com a palestra Oportunidades e estratégias para o controle do Complexo das Doenças Respiratórias dos Suínos. O bloco se encerra com um momento de debate entre os palestrantes.

Após o almoço livre, o evento retoma com o segundo painel, dedicado ao tema Manejo e Gestão. A primeira palestra será conduzida por Stefany Araújo, abordando um dos grandes desafios da produção moderna com o tema Preparação das leitoas e gestação da fêmea suína moderna: o que fazer para explorar o máximo potencial produtivo.

Em seguida, Tomas Bierhals compartilha boas práticas e lições aprendidas no tema Manejos de uma super maternidade. Fechando o painel, Dirceu Zotti traz uma abordagem atual e estratégica sobre Gestão de pessoas e a adoção de tecnologias na suinocultura: como se preparar para o futuro?. O painel termina com o segundo debate técnico do dia.

Após o coffee break, o evento segue com o terceiro e último painel, que tem como foco o Bem-estar Animal e Ambiência. A primeira apresentação será da especialista Charli Ludtke, com o tema Evolução dos programas de bem-estar animal nas agroindústrias, destacando práticas e avanços regulatórios. Na sequência, José Luiz de Almeida encerra o ciclo de palestras com uma fala sobre Ambiência: impactos sanitários e zootécnicos na produção, reforçando a importância do ambiente físico na performance dos animais. O painel se encerra com mais um momento de discussão aberta entre os especialistas.

Ao final da programação técnica, os participantes presenciais são convidados a permanecer no local para o tradicional momento de confraternização, o Pork Hour, que será realizado das 18 às 21 horas.

Fonte: Assessoria PorkMeet

Suínos

Carne suína atinge menor média de preço desde abril de 2024

Queda registrada em fevereiro amplia competitividade frente à bovina e ao frango, segundo dados do Cepea.

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Foto: Shutterstock

A atual média mensal de preço da carne suína já é a menor desde abril de 2024, em termos reais (série deflacionada pelo IPCA de janeiro/26), apontam dados do Cepea.

Esse movimento de desvalorização, que seguiu com força em fevereiro, acabou elevando, pelo segundo mês consecutivo, a competitividade da carne suína em relação às concorrentes, bovina e de frango.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o ganho de competitividade frente à carne de boi neste mês também é influenciado pelo avanço no preço da carcaça casada bovina; no caso do frango, observa-se desvalorização da proteína, mas em menor intensidade que a registrada para a suína.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de queda nos preços do suíno vivo, que vem sendo verificado desde o início deste ano, perdeu um pouco de força nesta semana. O principal fundamento desse cenário baixista é a oferta acima da demanda.

Agentes consultados pelo Centro de Pesquisas indicam que já eram esperadas desvalorizações no primeiro bimestre de 2026, em razão do menor poder de compra da população, mas a intensidade da baixa preocupa.

Fonte: Assessoria Cepea
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Suínos

Parceria público-privada assegura manutenção e investimentos na Estação Quarentenária de Cananeia

ABCS e ABEGS renovam parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária, garantem investimentos EQC e reforçam o controle sobre a entrada de material genético importado no país.

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Fotos: Giuliano De Luca/OP Rural

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e a Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS) firmaram, junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Primeiro Termo Aditivo ao Acordo de Cooperação Técnica nº 073/2020, assegurando a manutenção, a modernização e a plena operacionalização da Estação Quarentenária de Cananeia (EQC) até dezembro de 2030.

O aditivo prorroga a vigência da parceria e atualiza o Plano de Trabalho, consolidando o modelo de cooperação entre o setor público e a iniciativa privada. A renovação garante previsibilidade institucional e continuidade dos investimentos em infraestrutura, biosseguridade e qualificação técnica.

Localizada no litoral sul do Estado de São Paulo, a EQC é o único quarentenário oficial do país autorizado a receber suínos importados destinados à reprodução. Trata-se de uma estrutura estratégica para o Brasil, pois viabiliza a entrada controlada de material genético de alto valor zootécnico, sob rígidos protocolos sanitários e supervisão permanente do Serviço Veterinário Oficial (SVO).

O novo Plano de Trabalho contempla na estrutura do Ministério da Agricultura e Pecuária- EQC a realização da manutenção preventiva e corretiva das estruturas físicas e operacionais da EQC, a modernização da estação de tratamento de efluentes, com adequação às normas ambientais vigentes, investimentos em equipamentos e melhorias estruturais, além da realização de treinamentos técnicos anuais voltados à biosseguridade e aos protocolos sanitários. Também estão previstas ações de comunicação institucional e a produção de material técnico para reforçar a relevância estratégica da EQC para o setor.

A Estação desempenha papel central na proteção sanitária do rebanho suíno brasileiro. Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, o controle rigoroso realizado na EQC é fundamental para a mitigação de riscos sanitários e para a preservação do status sanitário nacional. “A Estação fortalece o potencial produtivo da suinocultura, impulsiona a eficiência genética e contribui diretamente para ampliar a competitividade do Brasil no mercado internacional”, afirma.

Já para o presidente da ABEGS, Alexandre Rosa, a formalização do Termo Aditivo fortalece a governança do sistema e dá estabilidade ao ambiente de investimentos. “A manutenção e modernização da EQC são fundamentais para garantir segurança sanitária, avanço genético e previsibilidade para as empresas que investem no Brasil. Estamos falando de um instrumento estratégico para sustentar o crescimento da suinocultura brasileira e ampliar nossa presença no mercado global”, destaca.

A ABEGS e a ABCS seguem responsáveis pela elaboração de estudos técnicos, pela execução das melhorias estruturais previstas e pelo apoio às ações de capacitação, sempre em conformidade com a legislação sanitária e ambiental. Com a renovação até 2030, o acordo reafirma o compromisso conjunto entre governo e setor produtivo com a excelência sanitária, a inovação genética e a sustentabilidade da cadeia suinícola nacional.

Fonte: Assessoria ABCS
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Suínos

Suíno vivo tem variações mistas nos principais estados

Levantamento do Cepea mostra alta diária apenas em Minas Gerais, enquanto demais praças registram quedas. No mês, todos os estados acumulam recuo.

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Foto: Shutterstock

O Indicador do Suíno Vivo do Cepea/Esalq registrou variações mistas nos principais estados produtores nesta segunda-feira (23).

Em Minas Gerais (posto), o valor ficou em R$ 6,77/kg, com alta diária de 0,15%. No acumulado do mês, porém, há recuo de 4,38%.

No Paraná (a retirar), o preço foi de R$ 6,59/kg, com queda de 0,75% no dia e retração de 2,95% em fevereiro. No Rio Grande do Sul (a retirar), a cotação fechou em R$ 6,61/kg, recuo diário de 1,93% e baixa mensal de 2,22%.

Em Santa Catarina (a retirar), o suíno vivo foi negociado a R$ 6,58/kg, com leve queda de 0,15% no dia e variação negativa de 1,94% no mês.

Já em São Paulo (posto), o indicador marcou R$ 6,86/kg, com recuo diário de 0,15% e desvalorização acumulada de 3,24% no mês.

Os dados são do Cepea.

Fonte: Assessoria Cepea
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