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PorkExpo Latam 2023 exalta uma paixão brasileira: a linguiça
Concurso inédito em Foz do Iguaçu vai escolher a melhor linguiça do Brasil .

Ela está na frigideira, na churrasqueira, na feijoada, no cozido, na farofa, na feijoada. A linguiça de carne de porco é uma unanimidade nacional. E vai ser a estrela maior de um torneio absolutamente inédito, que vai escolher a ‘Melhor Linguiça de Carne Suína do Brasil’, dentro da programação da PorkExpo Latam 2023, que vai ser realizada nos dias 7, 8 e 9 de novembro, em Foz do Iguaçu (PR), no Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention. A linguiça ajuda a embalar como nunca o aumento do consumo da proteína no Brasil nos últimos anos. A carne suína alcançou um percentual de 18,94 kg por habitante em 2022. Feito comemorado por toda a cadeia produtiva. “É muito bom ver a proteína suína tendo crescimento progressivo há nove anos. Mostra que educação e promoção fazem efeito na mudança de consumo da população”, comemora o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes.
E 2023 pode trazer mais notícias positivas. O apetite do brasileiro pela proteína mais consumida no planeta já subiu para 19,3 quilos por habitante e pode ultrapassar o número recorde de 20 quilos pela primeira vez na história até o fim do ano. As exportações têm superado os volumes do ano passado. Nos três primeiros meses já acumula mais de 32 mil toneladas. O crescimento dos embarques para a China é ainda mais expressivo, com aumento de quase 23 mil toneladas, confirmando uma retomada nas importações do gigante asiático.
E mais. Há redução na produção de suínos e nas cotações do farelo de soja e do milho, que resultou na melhor relação de troca dos últimos anos para o criador. Está mais barato dar comida aos animais. E o frio chegou ao Centro Sul do país, o que motiva mais a preferência pela carne suína. Sem falar na realização da 11ª edição da Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) nos primeiros dezessete dias de junho. Para incentivar a venda da proteína para os brasileiros, com uma parceria altamente positiva com grandes redes de varejo, como Extra Mercado, Pão de Açúcar, Compre Bem, Oba Hortifruti, Hortifruti Natural da Terra, Carrefour, Big Bom preço, Nacional, Todo Dia, Amigão, Prezunic e, pela primeira vez, o Super ABC, rede mineira que detém o quinto maior faturamento do estado no ranking da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) e entra na ação com o apoio da Associação dos Suinocultores de Minas Gerais (ASEMG).
E dá-lhe linguiça para ajudar a conquistar todos os bons números neste ano. A Calabreza, que é cozida na indústria e recebe gorduras, temperos, aditivos e conservantes. Com defumação ou não. A Toscana, preparada com carne de porco fresca, gordura, temperos e aditivos e conservantes. É vendida crua, devendo ser assada ou grelhada antes do. consumo. A Mista, feita a partir da mistura das carnes de porco e de boi, com sabor mais suave e aparência heterogênea, com pontos escuros e claros bem evidentes. A Portuguesa, feita integralmente com carne de porco curada e defumada, com sabor mais leve, pois não leva temperos tão fortes em sua receita. E o Paio, feita com uma mistura bovina e suína, a partir das duas carnes defumadas e curadas.
E qual a melhor?
O recomendado é ter em mente o que se busca em termos de sabor ou nutrição. Se a melhor opção é um tipo que não seja tão calórico, opte por peças feitas a partir de cortes mais magros, como o pernil.
Se a prioridade é o sabor mais tradicional, decida a partir dos vários temperos. Picantes, leves, com ervas finas e até alcoólicos. Se a gordura for um problema, na hora de preparar a linguiça, prefira grelhar, cozinhar na água ou até mesmo assar no forno. As linguiças frescas são mais usadas em churrascos. A curada e a defumada são mais ‘ressecadas’ e costumam ser mais utilizadas com outros pratos e receitas, incluindo molhos e até mesmo o consumo puro e frito.
A Pork Expo Latam 2023 vai reunir profissionais de mais de vinte países. Criadores, pesquisadores, executivos, professores e estudantes reunidos na Região Oeste do Paraná, a Tríplice Fronteira Brasil – Paraguai – Argentina, estratégica na produção de suínos e grãos que fazem a nutrição nas granjas. Todos de olho num cardápio que vai consagrar uma fórmula de sucesso e conteúdo relevante de ponta a ponta da cadeia produtiva mundial, levada há mais de vinte anos pela respeitada marca PorkExpo & Congresso Internacional de Suinocultura.
Palestras com tradução simultânea para Inglês, Português e Espanhol. O inovador desafio ‘ Pork Butcher Challenger’, disputa internacional entre chefes de cozinha especializados na nossa proteína, com a eleição do ‘Corte PorkExpo Latam 2023′. O ‘1º Congresso Nacional das Mulheres da Suinocultura’, congregando a força e experiência de criadoras, trabalhadoras, cientistas, mães e esposas dos suinocultores que ajudam nos resultados da suinocultura latino-americana. A Feira de Negócios com as corporações mais influentes na oferta de novas tecnologias de produção. Os momentos de atualização profissional, consolidação das marcas, formação de novas parcerias e novos empreendimentos financeiros e produtivos. E os diversos espaços gastronômicos para saborear a proteína mais consumida no planeta em inúmeras formas, como frituras, assados, embutidos, cozidos, temperados, curados, etc.
Não tem como perder, certo? Então, vamos saber de todas as novidades consultando o site oficial do evento, garantindo a participação, fazendo a inscrição e integrando o time de um evento absolutamente inédito para a Suinocultura mundial! E Viva a Linguiça de Carne de Porco!

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Brasil alcança 1.803 plantas de biogás e produção anual perto de 5 bilhões de Nm³
Geração elétrica ainda lidera uso do biogás, mas biometano já responde por 34% do volume e ganha espaço como rota para transporte e novos combustíveis.

O Brasil atingiu a marca de 1.803 plantas de biogás cadastradas e produção próxima a 5 bilhões de Nm³/ano em 2025, consolidando um ciclo consistente de crescimento do setor. Os dados fazem parte do Panorama do Biogás no Brasil 2025, lançado no dia 15 de abril, durante o 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu (PR). Elaborado pelo Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás), o documento aponta o avanço tanto no número de unidades quanto no volume produzido, entre outras análises de amplo interesse do mercado.
Durante a apresentação, o diretor-presidente do CIBiogás, Felipe Souza Marques, destacou o crescimento do setor e a evolução do perfil das plantas no país. “O Brasil alcançou 1.803 plantas de biogás, com crescimento de 5% no número de unidades e aumento de 6% no volume produzido em relação ao ano anterior. Esse avanço mostra não apenas expansão, mas também ganho de escala e eficiência das plantas”, afirmou.

“A geração de energia elétrica concentrar cerca de 62% do volume, enquanto o biometano por 34%”, Felipe Souza Marques, diretor-presidente do CIBiogás
Segundo ele, o amadurecimento do mercado também se reflete na mudança de perfil dos empreendimentos. “Estamos observando uma transformação importante: menos plantas entrando por ano, mas com maior capacidade produtiva. Isso indica evolução tecnológica e novos modelos de negócio mais robustos”, completou.
Marques ressalta que a diversificação do uso energético do biogás reforça a maturidade do setor. Atualmente, a geração de energia elétrica segue como principal destino, concentrando cerca de 62% do volume, enquanto o biometano já responde por aproximadamente 34%, mesmo representando uma parcela menor de plantas. “Esse movimento evidencia uma transição gradual no setor. O biometano ganha espaço como rota estratégica, especialmente pela sua inserção nos mercados de gás e transporte, operando em plantas de maior escala”, destaca o diretor.
Complementando os dados apresentados por Felipe, a diretora técnica do CIBiogás, Daiana Gotardo Martinez, destaca que o avanço do setor também amplia o papel do biogás para além das aplicações energéticas tradicionais.
“Quando observamos esse crescimento, com o Brasil atingindo quase 5 bilhões de Nm³ de biogás por ano e expansão média de dois dígitos na última década, estamos falando de uma base que permite ao biogás evoluir para novas rotas tecnológicas. O Panorama evidencia que o setor começa a se posicionar como fornecedor de moléculas renováveis, com potencial para produção de biometano, hidrogênio e outros combustíveis de baixo carbono”, afirma.
Segundo ela, esse movimento conecta o Brasil a tendências globais de descarbonização e abre espaço para aplicações estratégicas, como os combustíveis avançados. “Hoje, cerca de 37% do biogás já é destinado à produção de biometano, o que mostra um avanço importante na cadeia de valor. A partir dessa base, o documento aponta o desenvolvimento de rotas como gás de síntese, metanol renovável, combustíveis sintéticos e o combustível sustentável de aviação, o SAF. Isso amplia significativamente o papel do biogás, que deixa de ser apenas uma solução para gestão de resíduos ou geração de energia e passa a integrar cadeias mais complexas, como a aviação e a indústria química”.
Corrida entre os estados para produção de biogás

Daiana Gotardo Martinez, diretora técnica do CIBiogás destaca uso de biogás como fornecedor de moléculas renováveis.
O Panorama do Biogás 2025 também detalha a distribuição da produção no país e evidencia a concentração do volume em poucos estados. São Paulo lidera com ampla vantagem, atingindo cerca de 4,9 milhões de Nm³/dia, seguido pelo Rio de Janeiro, com aproximadamente 1,8 milhão de Nm³/dia. Na sequência aparecem Paraná e Minas Gerais, ambos com volumes próximos a 1,5 e 1,2 milhão de Nm³/dia, respectivamente, consolidando-se como pólos relevantes na produção nacional. Pernambuco e Santa Catarina completam o grupo intermediário, enquanto estados como Goiás, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Ceará e Espírito Santo integram o ranking dos dez maiores produtores, refletindo a diversificação gradual da atividade no território brasileiro.
Além da liderança consolidada, o levantamento aponta uma dinâmica interessante de crescimento regional. Estados como Paraná e Minas Gerais vêm registrando taxas de expansão superiores à média nacional nos últimos anos, o que pode alterar o ranking no médio prazo. Ao mesmo tempo, o estudo evidencia o potencial ainda pouco explorado das regiões Norte e Nordeste, onde a produção permanece incipiente. Essa concentração geográfica reforça a importância de políticas públicas e investimentos direcionados para ampliar a capilaridade do setor e aproveitar o potencial de geração de biogás em novas fronteiras, especialmente em áreas com forte disponibilidade de resíduos agroindustriais e urbanos.
Biometano em ascensão histórica

UD Itaipu atua como uma plataforma integrada de desenvolvimento tecnológico
Este é o maior salto histórico, no que tange o crescimento e a projeção do biometano. Aline Scarpetta, diretora de Estratégias de Mercado e Inovação do CIBiogás, explica que em 2025 o setor observou a maior taxa de crescimento já registrado, no entanto, o ano de 2026 apresenta uma ascensão semelhante quando observado os pedidos de ampliação e em autorização à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), sinalizando uma expectativa de novo recorde de crescimento.
“Por ser um biocombustível regulado pela ANP, apresenta maior vocação para comercialização, com destaque para o setor de transportes, especialmente o uso veicular”, afirma.
A tendência de crescimento do biometano ganha ainda mais força com a evolução do ambiente regulatório, a exemplo das duas resoluções publicadas pelo Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural e de Incentivo ao Biometano, criados pela lei Combustível do Futuro (14.993/2024), estabelecendo emissão e comercialização do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB).
“As novas demandas energéticas, o avanço regulatório e a integração com mercados de combustíveis renováveis, também são fatores que vem impulsionando o biometano brasileiro. Em especial a definição da meta pelo CNPE no início de abril”, conclui.
Na avaliação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o avanço do setor depende diretamente da qualidade das informações disponíveis. Para o coordenador-geral de Tecnologias Setoriais, Rafael Menezes, o mapeamento do setor é fundamental para subsidiar políticas públicas mais assertivas. “Quanto mais dados qualificados tivermos, maior será a capacidade de direcionar investimentos e fortalecer o desenvolvimento do biogás e do biometano no país”.

A unidade explora rotas diversificadas do biogás: da geração de energia elétrica aos combustíveis avançados
O MCTI articula uma nova fase de expansão do setor, com foco nas regiões Norte e Nordeste, onde ainda há baixa concentração de plantas. A iniciativa envolve parceria com instituições como o CIBiogás, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Senai Cimatec, além de articulação com os ministérios dos Transportes e das Cidades para o desenvolvimento da bioeconomia regional e descarbonização do setor de transporte.
O diretor executivo da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), Tiago Santovito, reforça que o Panorama se consolidou como ferramenta essencial para o setor e para a redução da assimetria de informações. “O Panorama é hoje a principal base de dados do setor. Ele organiza informações que antes estavam dispersas e permite que empresas, governo e investidores tomem decisões mais qualificadas”, afirma .
Segundo Santovito, a parceria entre ABiogás e CIBiogás tem avançado na estruturação de novas soluções para o mercado, incluindo o desenvolvimento de uma plataforma digital que permitirá acompanhar, em tempo real, dados de produção, capacidade instalada e impactos de descarbonização. “A construção de uma ferramenta robusta, que integre dados de produção atual e projetos futuros, será fundamental para apoiar a definição de metas nacionais e dar mais transparência ao mercado”.
Novidades do Panorama

“O Panorama se consolidou como ferramenta essencial para o setor”, afirma Tiago Santovito
O Panorama do Biogás no Brasil 2025 chega a sua oitava edição com avanços relevantes também no formato e na construção do conteúdo. O documento foi disponibilizado, pela primeira vez, em edição especial na versão impressa, além da tradicional versão digital, ampliando seu alcance e consolidando-se como um registro permanente da evolução do setor.
A publicação contou com o apoio de 51 empresas no mapeamento dos dados, reforçando o caráter colaborativo do levantamento, e reúne análises e comentários de especialistas de instituições estratégicas como o MCTI, ABiogás, Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Itaipu Binacional e Associação Brasileira de Agências Reguladoras (ABAR), fortalecendo seu papel como principal referência nacional em dados, tendências e inteligência de mercado sobre biogás e biometano. Com acesso gratuito, o documento pode ser baixado diretamente pelo link, acesse clicando aqui.
Unidade de Demonstração de Biocombustíveis
Como parte da agenda de lançamentos do setor, a semana também foi marcada pela reinauguração, no dia 13 de abril, da Unidade de Demonstração de Biocombustíveis da Itaipu (UD Itaipu), em Foz do Iguaçu (PR), fruto da parceria entre Itaipu Binacional e CIBiogás.
O espaço passou por modernização, ampliou sua infraestrutura e agora conta com circuito de visitação, reforçando seu papel como vitrine tecnológica e ambiente de difusão de conhecimento. A unidade já processou mais de 720 toneladas de resíduos orgânicos, desde a sua inauguração em 2017, gerando biometano suficiente para percorrer cerca de 480 mil quilômetros.
Mais do que uma planta operacional, a UD Itaipu atua como uma plataforma integrada de desenvolvimento tecnológico, reunindo diferentes rotas de aproveitamento do biogás, sendo o volume majoritário destinado a produção de biometano para uso veicular e outra parte destinada , a produção de hidrocarbonetos renováveis, o biosyncrude, também conhecido por petróleo sintético que pode dar origem a vários outros combustíveis entre eles o combustível sustentável de aviação (SAF).
O espaço também viabiliza testes, capacitações e conexões entre empresas, pesquisadores e formuladores de políticas públicas, ampliando o alcance das soluções desenvolvidas e contribuindo para a descarbonização, a segurança energética e a valorização de resíduos no país.
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Preços ao produtor rural caem 9,79% no 1º trimestre
Queda foi puxada por grãos, leite, ovos e suínos, enquanto a arroba bovina registrou valorização no período.

Os preços pagos aos produtores agropecuários registraram queda no primeiro trimestre de 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado. O recuo foi de 9,79%, segundo o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA), calculado pelo Cepea/Esalq-USP.
A retração só não foi mais intensa devido à valorização da arroba bovina, que apresentou média superior à registrada no primeiro trimestre de 2025.
O movimento acompanha um cenário de recuo mais amplo nos preços, inclusive no mercado internacional. No mesmo período, o índice global de alimentos do FMI caiu 14,29% em reais. Já os preços industriais recuaram 2,55%, enquanto o real se valorizou 10,12% frente ao dólar.
Segundo o Cepea, a queda mais moderada dos preços no mercado interno, em relação ao cenário externo, indica maior resiliência doméstica. A valorização do câmbio também contribuiu para reduzir custos de insumos importados, enquanto a queda nos preços industriais ajudou a conter despesas de produção.
A retração do IPPA foi puxada principalmente pelos grupos de grãos, cana e café, hortifrutícolas e pecuária. O índice de grãos recuou 9,85%, o de cana e café caiu 16,61%, hortifrutícolas tiveram baixa de 14% e a pecuária registrou queda de 5,73%.
Entre os grãos, houve desvalorização generalizada no período. O arroz liderou as quedas, com recuo de 39,83%, seguido por trigo (-18,24%), milho (-15,35%), algodão (-14,59%) e soja (-4,15%).
Na pecuária, os preços também caíram para a maioria dos produtos, com destaque para leite (-22,97%), ovos (-22,2%), suíno (-13,10%) e frango (-10,68%). A exceção foi a arroba bovina, que apresentou alta de 5,9% no período.
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C.Vale assume unidade estratégica de grãos e insumos no Oeste do Paraná
Operação em Guaíra reforça estrutura de armazenagem e atendimento aos produtores da região.

A cooperativa C.Vale assumiu as operações da cerealista I.Riedi no município de Guaíra. O anúncio foi feito pelas duas empresas no dia 22 de abril.
Com o acordo, a C.Vale passa a operar o escritório localizado na entrada da cidade e a unidade de grãos e insumos na localidade de Maracaju dos Gaúchos, ambas às margens da BR-163. A mudança amplia a presença da cooperativa no município, onde já possui uma unidade na região de Bela Vista, e permitirá o recebimento de grãos e fornecimento de insumos aos produtores.
A estrutura da unidade adquirida conta com capacidade de armazenagem de 21.296 toneladas de grãos, além de secador com capacidade de 120 toneladas por hora, duas máquinas de limpeza, dois tombadores e duas balanças.
Em nota conjunta, as empresas informaram que a operação está alinhada às estratégias de crescimento e fortalecimento no agronegócio, com foco na ampliação da atuação e na geração de valor para clientes, cooperados e parceiros.
A transferência das operações passa a valer de forma imediata após o anúncio.



