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PorkExpo 2020 divulga calendário de inscrições

Maior evento do continente traz vários benefícios e promoções para professores,estudantes, pesquisadores, profissionais e idosos

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Arquivo/OP Rural

A ‘PorkExpo 2020 & X Congresso Internacional de Suinocultura’ já elaborou o calendário com detalhes sobre prazos, datas e descontos para todos os interessados em participar do maior evento da cadeia produtiva de carne suína do Continente. O evento vai ser realizado nos dias 21 e 22 de outubro, no Recanto Cataratas Thermas Resort, em Foz do Iguaçu (PR). Em sua décima edição, a PorkExpo vai debater o tema ‘2021 – O início de uma nova década de inovações para a Suinocultura’.

A organização preparou uma série de facilidades e descontos para profissionais de agroindústrias, produtores, executivos, estudantes, professores, pesquisadores e participantes com idade acima de sessenta anos. O primeiro lote de inscrições abre as vendas em abril e prossegue até o dia 30 de junho. O valor para o congressista é de R$ 400, enquanto os estudantes e maiores de sessenta anos terão um desconto de cem reais, desembolsando apenas R$ 300. O incentivo à participação é maior ainda no caso dos grupos formados nas indústrias do setor e nas universidades. As duas categorias poderão garantir presença na PorkExpo 2020 pagando apenas R$ 250.

O segundo lote de inscrições inicia em primeiro de julho e prossegue até o dia 30 de setembro. Quem for participar do Congresso Internacional vai pagar R$ 450 enquanto os estudantes e maiores de sessenta anos permanecem com a promoção de participarem do evento por apenas R$ 300. Um benefício também estendido aos integrantes dos grupos das Agroindústrias e Universidades, que permanecerão pagando só R$ 250 cada um.

Para atrair ainda mais os milhares de profissionais de todo o mundo ligados à produção da proteína mais consumida do planeta, em um ambiente intenso e agradável para discutir o futuro do segmento, a PorkExpo 2020 abriu uma nova possibilidade de participação, com um terceiro lote de inscrições, que passa a vigorar em primeiro de outubro e segue até 10 de outubro. Dez dias para os congressistas pagarem apenas R$ 500 e os estudantes e maiores de sessenta anos R$ 300. Os grupos formados por profissionais das Agroindústrias e estudantes das universidades permanecem podendo garantir presença por apenas R$ 250 cada inscrito. Mas é importante destacar que é o último prazo para estes dois grupos pagarem este valor.

Nos dois dias do evento, os valores serão de R$ 600 para os congressistas e R$ 300 para estudantes e maiores de 60 anos.

As inscrições começam em abril e todas as informações sobre como participar serão divulgadas no site do evento. Importante destacar que, para visitar o evento, não é preciso pré-inscrição, ou seja, basta chegar diretamente a secretaria da PorkExpo 2020, sem pagar nada.

A ‘PorkExpo 2020 & X Congresso Internacional de Suinocultura’ é a maior e melhor oportunidade de contato direto com o Conhecimento e a Ciência que vão embalar a cadeia produtiva de carne suína brasileira e mundial nesta década que está apenas começando. Dezenas das maiores corporações industriais do segmento já garantiram presença na Feira de Negócios, além de instituições renomadas como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), entidades estaduais representativas dos suinocultores, pesquisadores dos cinco continentes e profissionais de diversas universidades do Brasil e exterior.

E a PorkExpo 2020 traz mais: troca de experiências, relacionamento, inspiração, mercado, lançamento de novas tecnologias, reuniões técnicas de empresas, mostra de trabalhos científicos, homenagem aos melhores, festa de confraternização nos estandes e inúmeras ações de marketing.

As inscrições de trabalhos científicos para a mostra oficial desta 10ª edição já estão abertas e vão tratar de estudos, novidades e informações originais nas áreas de Sanidade, Produção e Bem-estar, Marketing da Carne Suína, Economia e Extensão Rural, Nutrição, Reprodução, Meio Ambiente e Outros. São pesquisas inéditas, que não podem ter sido apresentadas em outros congressos. Todas as informações referentes às inscrições e normas de redação constam do site oficial do evento, no alto da home, no item Trabalhos Científicos.

“Depois de uma grave crise de mercado, o produtor voltou a ter margens positivas. E agora vive e trabalha em mais um momento complexo da economia nacional e internacional. Mas o segmento sabe arregaçar as mangas de novo e trabalhar ainda mais pela carne do amanhã, que é a nossa missão. O alimento nunca foi tão importante para a humanidade como agora. E nossa cadeia produz a carne mais consumida do planeta. Estaremos juntos o ano inteiro. E, se Deus quiser, em outubro, em Foz do Iguaçu, vamos nos reunir de novo para tratar de Tecnologia, Qualidade, Eficência, Produtividade. Fazendo negócios que tenham sustentabilidade e levem saúde para famílias brasileiras e do exterior”, convoca Flávia Roppa, Idealizadora e Presidente do evento.

Calendário da PorkExpo 2020 & X Congresso Internacional de Suinocultura

Primeiro lote | Até 30 de junho

  • Congressistas: R$ 400
  • Estudantes e maiores de sessenta anos: R$ 300
  • Grupo de Agroindústrias: R$ 250
  • Grupos de universidades: R$ 250

Segundo lote | Até 30 de setembro

  • Congressistas: R$ 450
  • Estudantes e maiores de sessenta anos: R$ 300
  • Grupo de Agroindústrias: R$ 250
  • Grupos de universidades: R$ 250

Terceiro lote | Até 10 de outubro

  • Congressistas: R$ 500
  • Estudantes e maiores de sessenta anos: R$ 300
  • Grupo de Agroindústrias: R$ 250
  • Grupos de Universidades: R$ 250

Durante o evento | Dias 21 e 22 de outubro

  • Congressista: R$ 600
  • Estudantes e maiores de 60 anos: R$ 300

Atenção – Grupo de Agroindústrias e Grupos de universidades somente antecipados

Fonte: Assessoria
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Departamento de Agricultura dos Estados Unidos destaca investimentos de SC para ampliar produção de grãos

O documento destaca o investimento de R$ 24 milhões da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural.

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Julio Cavalheiro/Arquivo Secom

Novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que orienta lideranças e monitora as safras do mundo todo, ressalta os esforços de Santa Catarina para aumentar a produção de grãos. O documento destaca o investimento de R$ 24 milhões da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural a fim de incentivar o cultivo de milho e cereais de inverno.

“Santa Catarina é um estado com vocação para o agronegócio, 30% do nosso Produto Interno Bruto vem do setor produtivo e 70% das nossas exportações têm origem no agro. E o milho é um insumo fundamental para que essa engrenagem continue girando. Estamos reforçando os investimentos para que os produtores tenham acesso à tecnologia e possam ampliar a produção de grãos, investindo também na produção de cereais de inverno”, afirma o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

O relatório cita os esforços da Secretaria da Agricultura para reduzir o deficit de grãos, que neste ano deve chegar a 5 milhões de toneladas devido à quebra na safra catarinense. Os investimentos do Governo do Estado estão concentrados em duas frentes: apoio para aquisição de sementes de milho e pesquisa para ampliar a produção de cereais de inverno.

Com o Programa Terra Boa, o Exceutivo estadual irá incentivar a aquisição de 200 mil sacas de semente de milho em todo o estado. Serão R$ 23 milhões em recursos para disponibilizar sementes de médio a altíssimo valor genético, que geram um rendimento maior por hectare plantado.

Santa Catarina irá investir ainda R$ 1 milhão em pesquisas para ampliar a área plantada com grãos de inverno (trigo, triticale, aveia e cevada), em uma parceria entre Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e Epagri. As estimativas são de que o estado tenha 600 mil hectares de área potencial para a produção desses cultivares.

O relatório do USDA está disponível neste link.

https://apps.fas.usda.gov/newgainapi/api/Report/DownloadReportByFileName?fileName=Grain%20and%20Feed%20Annual_Brasilia_Brazil_04-01-2021

Safra de milho em Santa Catarina

A cigarrinha-do-milho e a estiagem causaram estragos nas lavouras de Santa Catarina. O estado, que esperava colher 2,9 milhões de toneladas, terá uma redução de 20% na produção esperada. Segundo o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), os produtores catarinenses deixarão de colher mais de 800 mil toneladas de milho, principalmente nas regiões de Chapecó e São Miguel do Oeste.

Fonte: Assessoria
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Setor de biogás cresceu 27% em 2020 com incentivo de cooperativas agropecuárias e empresas

A expectativa da associação é que o mercado siga em expansão pelos próximos anos

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Divulgação / Créditos: Pixabay

O setor de biogás encerrou 2020 com 69 novas usinas de geração de energia elétrica em operação no país e um crescimento de 27%, segundo a gerente executiva da Associação Brasileira de Biogás (Abiogás), Tamar Roitman. A informação foi prestada em entrevista ao site BiomassaBR.

A expectativa da associação é que o mercado siga em expansão pelos próximos anos diante do cenário favorável à diversificação da matriz elétrica nacional, o que inclui a realização de investimentos para o fomento da atividade.

As novas usinas foram instaladas, em sua maioria, por empresas e cooperativas agropecuárias que perceberam a oportunidade de diversificar a produção e aumentar a renda a partir da reutilização de resíduos. Os empreendimentos representam incremento de 50 megawatts (MW) da capacidade instalada, o que elevou a potência total do sistema para 200 megawatts (MW).

Na avaliação do vice-presidente da Abiogás, Gabriel Kropsch, o crescimento em meio aos desafios impostos pela realidade da Covid-19 consolidou a força do setor no Brasil. “A pandemia causou uma redução muito forte no consumo de energia. Então, o apetite por novos projetos, não apenas de biogás, mas de todas as fontes, foi postergado”, analisa, em entrevista para o site da associação. “Mas, curiosamente, apesar da postergação, vimos alguns projetos, inclusive de grande porte, que já estavam empenhados, saindo do papel e entrando em operação.”

Em 2021, a previsão para o setor de biogás segue positiva, tendo em vista que o debate energético tem ganhado força neste primeiro trimestre. Além de vislumbrar oportunidades na atividade industrial, o setor de transporte se apresenta como um potencial nicho a ser explorado. Os consecutivos reajustes no valor do diesel realizados pela Petrobras, um total de cinco desde janeiro, também podem favorecer o aumento da participação do biogás no mercado.

De acordo com Kropsch, o biometano tem potencial de substituir até 70% da demanda por diesel no Brasil. A substituição acarretaria em economia e impactos positivos ao meio ambiente.

Investimentos

A longo prazo, as perspectivas incluem os resultados de investimentos e medidas de fomento ao setor, como o recém-criado programa BNDES Gás, anunciado no final de fevereiro.

A iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) prevê soluções financeiras para os interessados em investir em biogás e gás natural. Além de linhas de crédito, é oferecido apoio para o lançamento de debêntures de infraestrutura para financiamento de projetos.

Mas, afinal, o que é biogás?

O biogás é o gás bruto naturalmente produzido pela decomposição de resíduos de origem vegetal ou animal. Já o biometano, também chamado de gás natural renovável, é o resultado da purificação do biogás.

A produção pode ser realizada por meio de usinas sucroenergéticas, cadeia de proteína animal, produção agrícola, estações de tratamento de esgoto (ETE) e resíduos sólidos urbanos (RSU).

Na prática, um biodigestor realiza a digestão anaeróbia dos resíduos. A decomposição da energia química geradora do gás é transformada em energia mecânica, responsável por ativar um gerador que produz a energia elétrica.

Por ser uma fonte de energia limpa e renovável, o gás natural apresenta muitas vantagens para o meio ambiente, além de impactos econômicos positivos. Dentre os principais desafios para a ampliação da sua participação na matriz elétrica nacional estão a necessidade de um ambiente regulatório e o incentivo ao aproveitamento de coprodutos do setor agropecuário e de saneamento.

Fonte: Assessoria
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Corte orçamentário afeta prioridades da agropecuária, alerta a Faesp

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Arquivo / OP Rural

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) explica que a Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2021 – PLN nº 28/20, aprovada no final de março pelo Congresso Nacional, não foi bem recebida pelo setor. Houve corte de R$ 2,75 bilhões nos recursos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, afetando diversas linhas de crédito rural que têm juros menores do que os de mercado.

No projeto original do governo (PLOA 2021), a Pasta contaria com dotação orçamentária de R$ 11,9 bilhões. Após os cortes do relator-geral, o senador Marcio Bittar (MDB-AC), o texto-base aprovado destina apenas R$ 9,15 bilhões. Trata-se de redução de 23%, que atinge projetos muito importantes para a agropecuária: o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural contará com menos R$ 84,2 milhões (-8%); as operações de crédito da agricultura familiar uma perda de R$ 1,35 bilhões (-35%); as de investimento, custeio e alongamento de dívidas para os médios e grandes produtores com menos R$ 1,25 bilhões (-28%); e os programas de apoio à comercialização um volume menor de recursos de R$ 68,6 milhões (-7%).

A situação é muito preocupante, pois os cortes comprometem tanto a execução da etapa final do Plano Safra 2020/21, que vai até 30 de junho, quanto a sua próxima edição. A paralisação do que está em curso poderá resultar na interrupção imediata de linhas de financiamento rural. Isso vai na contramão das reais necessidades do setor, que já estima aumento da demanda por crédito subvencionado em 15%, como reflexo dos aumentos dos custos de produção, da taxa básica de juros e da área plantada, esta última estimulada pelos preços mais atrativos das commodities.

A Faesp está empenhada em sensibilizar as autoridades quanto à necessidade de recursos adicionais por ocasião do lançamento do Plano 2021/22. “Não se pode admitir retrocessos, principalmente para as ações estratégicas ligadas à agricultura familiar, seguro rural, defesa, assistência técnica e pesquisa agropecuária”, pondera o Presidente da entidade, Fábio Meirelles. Ele reitera a importância da rápida reconstituição do orçamento da agropecuária, visando garantir a execução da etapa final do Plano 2020/2021, bem como para permitir a elaboração de uma edição robusta para o próximo período.

“Nesta conjuntura de pandemia, a agropecuária brasileira tem respondido com aumento de produção para o abastecimento do Brasil e do mundo, gerando empregos e renda. A Federação acredita que este é um momento propício para apoiar o crescimento do setor, com a oferta adequada de instrumentos de crédito e seguro rural”.

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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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