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Pork Nutrition destaca desafios e oportunidades da nutrição suína

Objetivo é debater futuro da nutrição suína na América Latina

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O Presente Rural

Um seleto grupo de profissionais ligados à suinocultura se reúne desde terça-feira (1º) até quinta-feira (03) para um dos mais inovadores eventos do setor: o Pork Nutrition Congress & Networking. O objetivo é debater o futuro da nutrição suína na América Latina, com palestras de alguns dos mais renomados pesquisadores da suinocultura brasileira.

O presidente do congresso, Daniel Pigatto Monteiro, abriu os trabalhos, seguido por palestra do especialista Osler Desouzart, que abordou as revoluções sanitárias na China e seus impactos na suinocultura mundial.

Os trabalhos do dia de hoje destacam a nutrição de matrizes hiperprolíficas. Pela manhã, o professor doutor Horácio Rostagno abordou as exigências nutricionais para essas matrizes. O doutor Bruno Silva Moya destacou o manejo nutricional, seguido pelo doutor Caio da Silva, que destacou “os aditivos para o novo milênio”. Melhor estar para as fêmeas foi tema abordado pelo especialista Cleandro Dias.

Os trabalhos seguem à tarde dedicados a leitões. Palestra da doutora Melissa Hannas sobre “nutrição e imunidade como aliados para o melhor desempenho dos leitões” reabriu os trabalhos. Na sequência a saúde intestinal como ferramenta de desempenho é abordada pelo doutor Alex Maiorka. O dia ainda reserva palestra sobre ingredientes para a nutrição, proferida pelo PhD Otto Junqueira, e sobre programas nutricionais nas creches, pelo doutor Lucio Araújo.

Na quinta-feira (03), outras quatro palestras vão abordar a nutrição na fase de terminação. A programação técnica encerra com um painel sobre a relação entre sustentabilidade, ciência e tecnologia.

Acompanhe o que acontece no Pork Nutrition Congress & Networking nas redes sociais do jornal O Presente Rural. A cobertura detalhada do evento você pode conferir na próxima edição impressa de Nutrição e Saúde Animal.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Exportação

Porto de Paranaguá dobra embarques de soja

Corredor de Exportação registrou 2,4 milhões de toneladas em maio, contra 1,2 milhão do mesmo mês de 2019

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Divulgação/AENPr

As exportações do complexo soja pelo porto de Paranaguá mais que dobraram em maio. Foram 2,4 milhões de toneladas embarcadas, duas vezes o carregado no mesmo mês de 2019 (1,2 milhão). O resultado confirma o bom desempenho do complexo (grão e farelo), que ultrapassou a marca de 2 milhões de toneladas exportadas, pelo terceiro mês consecutivo, em 2020.

O volume carregado nos cinco primeiros meses do ano já soma 9,6 milhões de toneladas: 33% mais que o embarcado no mesmo período do ano anterior. “Apesar da crise do coronavírus, o mercado se manteve muito forte. O dólar valorizado favoreceu as exportações e o tempo seco garantiu o ritmo de embarques”, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

A empresa pública investiu em medidas de cuidado com a saúde dos trabalhadores e manteve os serviços. “Foi essencial dar segurança para os portuários e caminhoneiros. No campo, os produtores tiveram a certeza que a safra seria escoada com a eficiência de sempre e toda a cadeia de negócios foi preservada”, completa.

Soja

Este ano, os três berços do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá só registraram embarque de milho em janeiro. De fevereiro até maio, a soja dominou as movimentações.

Especificamente o produto em grão teve um crescimento de quase 70%, na comparação entre os cinco primeiros meses de 2019 e 2020. Subiu de 4,29 milhões para 7,28 milhões de toneladas.

Só em maio, foram exportadas cerca de 1,95 milhão de toneladas. Volume que é 248% maior que as 561.284 toneladas de soja em grão carregadas pelo complexo no mesmo mês do ano anterior.

O farelo de soja também teve crescimento. Neste ano, foram 2 milhões de toneladas exportadas, ante 1,8 milhão nos primeiros cinco meses de 2019. Considerando apenas o embarque mensal, maio de 2020 teve crescimento de 76%, com 496.360 toneladas embarcadas.

Diferencial

O sistema paranaense de embarque de granéis é único no Brasil. A carga pode ser embarcada simultaneamente nos três berços de atracação exclusivos e é possível que um mesmo navio receba mercadorias de diferentes produtores, inclusive dos pequenos.

Atualmente, nove terminais privados ou arrendados operam no Corredor: AGTL Cargill, Centro Sul, Cimbesul, Coamo, Cotriguaçu, Interalli, Louis Dreyfus e Rocha. Juntos, eles somam 1,025 milhão de tonelada de capacidade global.

Além disso, a empresa pública Portos do Paraná mantém um silo vertical, com capacidade estática de 100 mil toneladas, e quatro silos horizontais, com capacidade total de 60 mil toneladas. Por eles, operam Céu Azul, Grano Logística, Gransol, Marcon, Sulmare, Tibagi e Transgolf, que trabalham com diversos exportadores menores.

Sucesso

Para o chefe da Divisão de Silos do Porto de Paranaguá, Gilmar Francener, os números de movimentação indicam o sucesso do trabalho que é desenvolvido em conjunto, pela iniciativa pública e privada.

“O objetivo de todos é ampliar a eficiência e a produtividade, que garantem bons negócios. Os números de 2020 indicam um novo paradigma para os embarques do Corredor de Exportação. Nos últimos três meses, as movimentações todas foram superiores a 2,4 milhões de toneladas”, comenta.

Menos tempo de espera

Em maio de 2019, 22 navios atracaram nos berços do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Neste ano foram 39. O número só foi possível, porque o tempo de espera das embarcações reduziu e a produtividade dos berços aumentou.

O tempo que um navio levou para carregar saltou de uma média de 2,9 dias para 2,2 dias. Já o volume movimentado saltou de 801 toneladas/hora para 1.138 toneladas/hora.

Silos públicos

Juntos os silos públicos (vertical e horizontais) carregaram, este ano, volume 103% maior que em 2019. São 1,4 milhão de toneladas exportadas em 2020, contra 694,9 mil toneladas no ano passado.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Produção

Datagro revisa projeção de milho 19/20 para recorde de 102,72 mi t; eleva soja

Caso a projeção se confirme, a produção combinada das duas safras do cereal no país deve superar em 1% a máxima histórica verificada no ano anterior

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Divulgação/AENPr

A produção de milho do Brasil em 2019/20 deverá atingir um recorde de 102,72 milhões de toneladas, disse na quarta-feira (03) a consultoria Datagro, elevando levemente sua estimativa, que no mês passado figurava em 102,18 milhões de toneladas.

Caso a projeção se confirme, a produção combinada das duas safras do cereal no país deve superar em 1% a máxima histórica verificada no ano anterior (102,08 milhões de toneladas), puxada por um aumento 6% na área cultivada, que atingiu 18,74 milhões de hectares, disse a Datagro.

A segunda safra, principal do milho no Brasil, deve somar 76,77 milhões de toneladas na temporada, leve revisão altista em relação aos 76,58 milhões de toneladas da previsão anterior, segundo a consultoria.

A Datagro vê a área plantada com a chamada “safrinha” atingindo 14,36 milhões de hectares, avanço de 7% na comparação anual. A estimativa de produtividade foi reduzida para 5.346 quilos por hectare, versus 5.473 vistos em maio.

“Além da menor janela de plantio por conta do atraso no plantio da soja, que limitou o avanço da área, temos as perdas parcialmente contabilizadas neste levantamento pelo quadro de chuvas escassas em abril em parte da região produtora”, disse em nota o coordenador de Grãos da Datagro, Flávio França Junior.

A consultoria projetou ainda a safra de verão de milho em 25,95 milhões de toneladas, recuo de 0,5% em relação à primeira safra do ano passado. O potencial foi afetado pela irregularidade das chuvas e por perdas na região Sul.

Soja

A Datagro também elevou sua previsão para a safra de soja 2019/20 do Brasil, passando a estimá-la em 122,06 milhões de toneladas, ante 121,26 milhões de toneladas no mês passado. O volume supera em 2% a produção do ano anterior.

A área cultivada com a oleaginosa no país teve alta de 3% na comparação anual, a 36,91 milhões de hectares, mas a safra acabou impactada por fortes perdas no Rio Grande do Sul, terceiro principal Estado produtor do país, onde o rendimento ficou 44% aquém do ano anterior por causa da seca.

“No balanço final, podemos afirmar que o clima na temporada acabou sendo um pouco pior do que na safra passada, com perda na produtividade média em 5 dos 18 Estados produtores”, disse França Junior, ressaltando os prejuízos da safra gaúcha.

Mesmo assim, a produção brasileira, se confirmada a estimativa da Datagro, ficaria próxima do recorde de 122,30 milhões de toneladas registrado em 2018, concluiu a consultoria.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

USDA relata mais vendas de soja a destino desconhecido; operadores voltam a citar China

Esse foi o segundo dia consecutivo em que o governo norte-americano anunciou vendas de soja para destinos desconhecidos

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Claudio Neves

Exportadores norte-americanos reportaram a venda de 120 mil toneladas de soja para destinos desconhecidos, informou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) nesta quinta-feira (04). Esse foi o segundo dia consecutivo em que o governo norte-americano anunciou vendas de soja para destinos desconhecidos, e em ambas as vezes operadores disseram que o comprador provavelmente é a China, apesar das crescentes tensões políticas entre Washington e Pequim.

Uma fonte disse que uma empresa estatal da China adquiriu na quarta-feira quatro cargas, ou cerca de 240 mil toneladas, enquanto dois operadores norte-americanos afirmaram que a estatal chinesa Cofco tem feito sondagens para novos negócios.

A recuperação do real frente ao dólar tornou a soja dos EUA mais atrativa para compradores externos nas últimas semanas. O USDA também anunciou uma venda de soja que foi rotulada como destinada à China na terça-feira.

A China pediu que estatais interrompessem compras de grande escala de produtos agrícolas dos EUA, como soja, carne suína, milho e algodão, embora a orientação não seja para uma paralisação completa nas aquisições, segundo fontes do país asiático.

A medida para desacelerar as compras ocorreu na esteira dos esforços de Washington para eliminar o tratamento especial concedido a Hong Kong, visando punir Pequim pela imposição de uma nova lei de segurança nacional ao território. O governo chinês aguarda por mais ações dos EUA para decidir se novas medidas comerciais serão necessárias, segundo fontes.

Fonte: Reuters
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