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Bovinos / Grãos / Máquinas

Por que suplementar?

O desenvolvimento e aprimoramento dos suplementos minerais, dos proteinados, dos suplementos vitamínicos injetáveis, orais e premix contribuíram para o desenvolvimento da produção animal, na prevenção de doenças de origens nutricionais, na correção das deficiências minerais, vitamínicas, potencializando a produção de carne, leite e ovos.

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A produção animal no Brasil, pecuária de corte, leite, avicultura e suinocultura, apresentou um avanço nos últimos 30 anos, tornando o país um dos maiores produtores e exportadores de proteína animal do mundo. Tudo isso motivado por vários fatores, como o avanço do melhoramento genético e as melhorias dos manejos sanitário e nutricional.
Outro fator que merece destaque é o uso de suplementos vitamínicos, minerais e aminoácidos (injetáveis, oral, ou em pó) por parte dos produtores. Vale citar que o uso de suplementos minerais e proteinados na pecuária de corte e leite corrige e previne as carências.

Fotos: Divulgação/Arquivo OPR

O desenvolvimento e aprimoramento dos suplementos minerais (sal mineral), dos proteinados, dos suplementos vitamínicos injetáveis, orais e premix contribuíram para o desenvolvimento da produção animal, na prevenção de doenças de origens nutricionais, na correção das deficiências minerais, vitamínicas, potencializando a produção de carne, leite e ovos.

Os avanços da pesquisa técnica e científica da nutrição animal nos últimos 50 anos possibilitou a melhoria da produção animal e consequentemente a produção de alimentos. Os estudos, além de avaliar o valor nutritivo dos alimentos, evoluíram para avaliação dos processos fisiológicos e como eles são afetados.

Tais estudos levaram ao desenvolvimento de compostos e suplementos que atuam no metabolismo, aumentando a eficiência fisiológica (principalmente na utilização de alimentos) e consequentemente aumentando a produção animal.

Um dos exemplos são os suplementos injetáveis múltiplos, nos quais cada nutriente tem uma ação específica.

Um pesquisador compara o animal como uma empresa industrial. Segundo ele, na empresa industrial existem três fatores importantes: matéria-prima, máquina e produto. Ao fazer a comparação, seu corpo é uma máquina, aquilo que entra no animal é a matéria-prima. Ele precisa deste alimento para produzir (em seus processos biológicos) e o produto final é carne, leite, bezerro, ovos, excreções, entre outros. Mas precisa haver um balanço desses fatores, senão haverá desgaste da máquina e cessa a produção. O animal, como qualquer outra máquina, precisa ter sua manutenção durante o processo produtivo, passando por manutenções preventivas e corretivas (caso das deficiências nutricionais). O uso de suplementos é uma poderosa ferramenta para a manutenção do organismo animal, considerando que nem todos os nutrientes estão presentes na composição de sua dieta.

Respostas

Por que suplementar? Esta é a pergunta que grande parte dos produtores fazem aos técnicos sempre olhando pelo lado econômico, sem se preocupar com o lado técnico e fisiológico da questão.

Diante do exposto, o artigo pretende responder aos questionamentos do uso dos diversos tipos de suplementos.

Foto: Shutterstock

Suplementar significa complementar, adicionar, suprir. Quando se faz uso de qualquer suplemento, completa-se, corrige-se a composição das dietas, ou atende-se as necessidades dos animais, desta forma responde-se aos questionamentos do porquê suplementar. O mesmo autor esclarece que as quantidades de nutrientes exigidas pelos animais para o perfeito desenvolvimento de suas funções são expressas em termos das necessidades. Essas necessidades são expressas em duas ordens, a se destacar:

Necessidades para manutenção: representam as quantidades de nutrientes exigidas por um animal sadio, mantido em um local compatível com sua saúde, suficiente parta manter seu organismo em perfeito “funcionamento” sem ganhar ou perder peso.

Necessidades para produção: representam as quantidades exigidas pelo animal para geração de alguma finalidade produtiva. Consideram-se como produções: crescimento, engorda, reprodução, produção de carne, leite, ovos, entre outros.

Outras reflexões

Vale enfatizar outras reflexões respondendo aos questionamentos da necessidade de suplementar os animais, principalmente quando se trata da produção de bovinos de corte e leite. Teoricamente, as forragens consideradas de alta qualidade devem ser capazes de fornecer os nutrientes necessários para atender as exigências dos animais em pastejo, quais sejam energia, proteína, vitaminas e minerais. Entretanto, a qualidade das pastagens no Brasil tem na sazonalidade climática (pastagens verdes na época das chuvas e secas nas épocas de estiagens), um dos fatores limitantes para o desenvolvimento produtivo dos animais, comprometendo a reprodução, engorda, recria e demais índices produtivos.

Nos locais produtivos, onde não há possibilidade de produção e fornecimento contínuo de pastagens de qualidade ao longo do ano, o uso de sistemas de alimentação combinando pastagens, fornecimento de silagens, feno, suplementos adicionais (minerais e proteinados) são requeridos para viabilizar o ajuste nutricional necessário e com isso atender as necessidades nutricionais dos animais.

No caso das vitaminas, minerais e aminoácidos, além do fornecimento de silagens, fenos de boa qualidade (mais econômico), a suplementação pode ser oferecida por meio de rações concentradas, suplementos alimentares em pó e suplementos injetáveis.

Suplementação a pasto com suplementos minerais e proteinados?

A suplementação a pasto atua como o ato de adicionar os nutrientes à nutrição dos animais na pastagem, relacionando-os com a exigência dos animais em pastejo. Os suplementos são comumente utilizados para adicionar nutrientes extras ou suprir aqueles limitantes ao desempenho do animal.

Utiliza-se a suplementação a pasto no Brasil em virtude das alterações quantitativas e qualitativas observadas nas pastagens ao longo do ano, principalmente no período seco do ano, quando a qualidade nutricional tem uma queda significativa, principalmente nos valores proteicos e minerais, levando a baixa produção de carne e leite neste período.

Assim surge-se a necessidade de ofertar suplementos minerais e suplementos minerais proteinados com a finalidade de corrigir as deficiências proteicas presentes nas pastagens.

No período chuvoso administra-se o suplemento proteinado energético no intuito de potencializar o ganho de peso dos animais. São várias as vantagens de se utilizar a suplementação a pasto, a se destacar: corrige a deficiência de nutrientes das forragens, aumenta a capacidade de suporte das pastagens, auxilia no manejo das pastagens, previne as doenças carenciais, mantém o peso dos animais no período seco e em muitos casos, dependendo do tipo de proteinado ofertado (médio ou alto consumo), ocorre uma engorda relativa.

Alguns autores fazem considerações, nas quais considera-se pertinente quanto a utilização dos suplementos minerais e proteinados, a fim de que os suplementos minerais devem ser administrados durante os 365 dias do ano, em todas as categorias animais, e se possível com o teor de fósforo adequado para cada finalidade produtiva (reprodução, engorda, crescimento, entre outros). O mercado oferece um suplemento proteinado para cada época do ano.

Vários fatores interferem na ingestão dos suplementos, nos quais os produtores e técnicos devem ficar atentos, como: patologias na boca dos animais, animais doentes, mistura inadequada, temperatura ambiente, cocho descoberto (interferência das chuvas), altura do cocho, largura do cocho muito curta e localização do cocho. Todos esses fatores podem levar os animais a uma ingestão inadequada e como consequência levar as deficiências nutricionais.

Suplementos a base de minerais, vitaminas e aminoácidos

A deficiência de vitaminas e minerais é uma realidade cada vez mais comum nos manejos nutricionais da produção animal. Apesar dos pecuaristas oferecerem volumosos e suplementação mineral/proteica aos animais, os produtores darem ração aos animais para manter uma saúde equilibrada e aumentar a produção, algumas fases da produção exigem muito do organismo animal, como a reprodução, a gestação, a produção intensiva (confinamento, semiconfinamento e engorda de leitões), a produção leiteira, quadro de doenças infecciosas, parasitárias que podem levar a uma carência de nutrientes importantes para a saúde dos animais e comprometer o processo produtivo.

Nesses casos, a suplementação a base de vitaminas, sais minerais e aminoácidos pode ser uma alternativa para repor esses nutrientes e evitar problemas de saúde decorrentes da deficiência nutricional.

Uma das opções de suplementação é a via oral, em que as vitaminas e minerais são ingeridos por meio de comprimidos, pós ou líquidos. No entanto, nem sempre essa opção é suficiente para garantir a absorção completa dos nutrientes pelo organismo.

Outro fator a enfatizar é a administração via oral de suplementos a base de líquidos para determinadas espécies como os bovinos e suínos, cujo manejo dos animais impedem uma melhor administração dos suplementos.

Injetáveis

Nesse sentido, o uso dos suplementos injetáveis surge como uma alternativa interessante para garantir uma absorção mais rápida e completa dos nutrientes. A grande vantagem do uso dos suplementos injetáveis é que eles são absorvidos de forma mais rápida pelo organismo, adentram na corrente sanguínea promovendo ações aceleradas, no que tange a prevenção e na correção dos sintomas carenciais.

Atualmente a indústria tem desenvolvido suplementos injetáveis com múltiplos nutrientes, cuja finalidade principal é desempenhar simultaneamente várias funções no organismo. Os suplementos injetáveis a base de minerais e aminoácidos, acrescidos ou não de vitaminas, atuam também com potencializadores de desempenho e são aplicados antes e durante o processo produtivo, como na reprodução (fêmeas e machos), produção intensiva (confinamento e semiconfinamento) e recria acelerada.

Os suplementos injetáveis também são utilizados em animais convalescentes após as cirurgias, na recuperação de patologias toxicológicas e nos casos de animais com dificuldades de se alimentarem.

Conclusões

Portanto, o uso de suplementos tem contribuído para o aumento da produção animal. Suplementar significa acrescentar, complementar, suprir e o seu uso baseia-se nas necessidades de manutenção e produção por parte dos animais e são utilizados para corrigir ou suprir as deficiências, de acordo com as necessidades.

O uso da suplementação a pasto, com suplementos minerais e proteinados, cuja principal função é a correção das deficiências nutricionais presentes nas pastagens, e também o uso de suplementos a base de minerais, vitaminas e aminoácidos em suas várias formas de administração, destacando-se os suplementos injetáveis múltiplos, desempenham funções simultâneas, no qual conferem absorção rápida pelo animal e segura.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor de bovinocultura de leite e na produção de grãos acesse a versão digital de Bovinos, Grãos e Máquinas, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: Por Guilherme Augusto Vieira, PhD médico-veterinário, mestre em Alimentos, Nutrição e Saúde e doutor em História das Ciências 

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Inscrições abertas para as raças Devon e Bravon na Expointer 2024

Criador deve ficar atento para as datas diferentes de animais com argolas e rústicos.

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Foto: AT Stefani

Estão abertas as inscrições para os animais das raças Devon e Bravon que participarão da 47ª Expointer, que ocorre de 24 de agosto a 1º de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Os criadores devem ficar atentos aos prazos.

Os exemplares de argola devem ser inscritos no site da Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares, na área restrita do criador, até 24 de julho. A taxa de adesão é isenta, devido a um acordo firmado entre a Associação Brasileira de Criadores de Devon e Bravon (ABCDB) e a ANC.

Os proprietários de rústicos devem inscrever seus animais diretamente na secretaria da ABCDB, pelo e-mail devon.brasil.org@gmail.com ou WhatsApp (53) 3227-8556, entre os dias 22 de julho e 06 de agosto.

A vice-presidente da ABCDB, Simone Bianchini, informa que uma variada programação técnica e social e está sendo organizada e fala da expectativa da entidade para a feira deste ano. “Desde a organização do estande e dos julgamentos, passando pela escolha do jurado e até os eventos paralelos, participar de uma Expointer envolve muito trabalho – e de muitas pessoas. Na outra ponta, o do criador começa muito antes, com o preparo dos animais”, salienta.

Simone lembra que a sede da Associação no Parque Assis Brasil também foi atingida pela enchente e demandou algumas melhorias. “Parece que o tempo passa rápido demais, mas final de agosto tudo sempre está pronto e vale muito a pena. A feira é uma reunião muito importante de criadores, cabanheiros e amigos que foram unidos pelo Devon e pelo Bravon”, enaltece.

Fonte: Assessoria ABCDB
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Em expansão, raça de gado paranaense Purunã terá projeto de aprimoramento

Associação dos Criadores de Purunã está promovendo um amplo recadastramento dos animais puros ou cruzados para uma uma detalhada avaliação genética. Objetivo é saber não só a dimensão, mas também a qualidade do rebanho, cuja raça foi desenvolvida pelo IDR-Paraná.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

Os atributos do gado de corte Purunã vêm ganhando o reconhecimento e atraindo cada vez mais criadores de diversas regiões do País. A raça, genuinamente paranaense, foi desenvolvida por pesquisadores do antigo Iapar (Instituto Agronômico do Paraná), atual IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater), e foi oficialmente reconhecida há apenas oito anos.

O pecuarista Marcos Ottoni Almeida, por exemplo, conheceu a raça em um dia de campo realizado em Ponta Grossa (Centro-Sul do Paraná) e adquiriu um touro Purunã no final de 2022 para iniciar cruzamentos na propriedade que mantém em Guaratinguetá, São Paulo. “Fiquei impressionado com os animais”, conta.

As primeiras 33 crias resultantes do touro estão agora em fase de desmame. “Estou muito contente com o reprodutor e com os bezerros, que vem demonstrando um desenvolvimento muito rápido”, relata.

Atual presidente da Associação dos Criadores de Purunã (ACP), Erlon Pilati, que introduziu a raça no Mato Grosso e tem propriedade no município de Sapezal, também destaca o desenvolvimento acelerado dos animais. “Um bezerro com sangue Purunã alcança a desmama com 20% a 25% mais peso que uma cria de rebanho convencional, é mais dinheiro no bolso do pecuarista com o mesmo custo de produção”, contabiliza.

Precocidade (os animais atingem antes a idade para reprodução e abate), adaptabilidade e rusticidade em diferentes regiões do Brasil, habilidade materna e carne macia e suculenta são outras características dos animais Purunã elencadas por Pilati.

O presidente da ACP informa que a entidade está promovendo um amplo recadastramento dos animais Purunã, puros ou cruzados, para uma detalhada avaliação genética. “É um pente-fino para saber exatamente a dimensão e qualidade do rebanho; um projeto de identificação genética que nos permitirá ganhar 10 anos de evolução em apenas dois anos”, relata.

A estratégia foi discutida recentemente com o diretor-presidente do IDR-Paraná, Richard Golba. “A identificação genética vai assegurar mais assertividade na realização de cruzamentos para transmissão aos descendentes de determinadas características desejáveis dos genitores”, aponta.

Atualmente, a ACP conta com 32 associados espalhados por diferentes estados do Brasil. Embora o Paraná ainda concentre cerca de 40% dos exemplares da raça, há rebanhos de Purunã nos dstados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Tocantins e Rondônia. São aproximadamente 12 mil animais registrados no território nacional, um crescimento contínuo e sólido.

Pesquisa

Purunã é a primeira raça de bovino para corte desenvolvida no Paraná e a única criada por um centro estadual de pesquisa no Brasil. “É uma conquista que orgulha os paranaenses, uma contribuição significativa para a cadeia produtiva de carne no Brasil que ressalta a importância do aparato estadual de ciência e tecnologia voltado à agropecuária”, afirma Golba.

Foi oficialmente reconhecida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 2016, que também credenciou a Associação de Criadores de Purunã para fazer o controle genealógico, procedimento que atesta a origem dos animais, seus ascendentes e descendentes, e sua conformidade com os padrões zootécnicos da raça.

No jargão técnico, trata-se de um bovino composto, pois obtido do cruzamento entre diferentes raças — Charolês, Aberdeen Angus, Caracu e Canchim. Até ser finalizado e reconhecido pelo Mapa, foram quase quatro décadas de cruzamentos e seleções controladas para agregar ao Purunã os melhores atributos de cada estirpe utilizada na sua formação.

Caracu e Canchim transmitiram rusticidade, tolerância ao calor e resistência aos carrapatos. Charolês contribuiu com o rápido ganho de peso, carcaça de grande rendimento e elevado porcentual de carnes nobres, enquanto o Angus deu precocidade, tamanho adulto moderado e temperamento dócil, além de alta qualidade do marmoreio na carne.

Destaca-se ainda a habilidade materna e boa produção de leite das vacas Purunã, características importantes para o manejo dos rebanhos herdadas de Caracu e Angus.

Purunã

O nome presta uma homenagem à Serra do Purunã, que separa o Primeiro do Segundo Planalto do Paraná e está situada não muito longe da Estação de Pesquisa Fazenda-Modelo, localizada em Ponta Grossa, local onde foram realizados todos os estudos, cruzamentos e seleções dos rebanhos que resultaram na nova raça.

Fonte: AEN-PR
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Bovinos / Grãos / Máquinas Casca (Rio Grande do Sul)

Laticínios Santa Clara de Casca celebra cinco anos industrializando 550 mil litros de leite por dia

O espaço é utilizado para produzir todas as versões de leite UHT: integral, desnatado, semidesnatado, zero lactose e o último lançamento, Leite Senior 50+, além do creme de leite UHT.

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O espaço é utilizado para produzir todas as versões de leite UHT Foto: Divulgação/Cooperativa Santa Clara

A indústria de laticínios de Casca (Rio Grande do Sul) comemorou, na última sexta-feira (12), cinco anos de atividade, industrializando 550 mil litros de leite por dia. A inauguração ocorreu em 2019, com investimento de R$ 130 milhões. Há cinco anos, a unidade de 22 mil metros quadrados iniciou suas atividades com 150 funcionários, processando 300 mil litros por dia. Atualmente, conta com cerca de 325 funcionários, diretos e terceirizados, envolvendo fábrica, freteiros e prestadores de serviço no geral.

O espaço é utilizado para produzir todas as versões de leite UHT: integral, desnatado, semidesnatado, zero lactose e o último lançamento, Leite Senior 50+, além do creme de leite UHT. “Temos muito o que comemorar nesses cinco anos de atividade no município de Casca. Este foi um dos projetos mais importantes na história de vida da Cooperativa Santa Clara. Possuímos uma indústria consolidada, de alta tecnologia, contando com mais de 300 funcionários. Isso nos deixa muito felizes” comenta Gelsi Belmiro Thums, presidente da Cooperativa.

Laticínios Cooperativa Santa Clara de Casca celebra cinco anos de atividade

As operações iniciaram com uma máquina de envase, apenas durante o dia. Com o aumento das demandas, as operações passaram a ser de segunda a sábado. Hoje, a fábrica possui cinco linhas em operação, trabalhando 24 horas de segunda a domingo.

Em comemoração, a Cooperativa realizou um café da manhã com todos os funcionários da laticínios, visando festejar e agradecer o trabalho diário de todos.

A Santa Clara conta com três plantas de processamento do leite, Carlos Barbosa, Casca e Getúlio Vargas. A localizada em Casca é a que mais recebe e industrializa leite da Cooperativa.

10 anos Getúlio Vargas

Enquanto a unidade de Casca completa cinco anos, a indústria de Getúlio Vargas chega à marca dos 10 anos de atividade na Cooperativa Santa Clara, em 24 julho deste ano. Adquirida em 2014, processa cerca de três milhões de litros de leite por mês. A unidade é especializada na fabricação de derivados.

Fonte: Assessoria Cooperativa Santa Clara
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