Suínos
Por que o javali se tornou um problema para a produção animal
Combinação entre alta capacidade reprodutiva, expansão territorial e potencial sanitário transformou o animal em uma ameaça crescente para cadeias pecuárias sensíveis, como a suinocultura.

Durante muito tempo, o javali foi tratado no Brasil como um problema periférico: um animal exótico que devastava lavouras, rompia cercas e deixava rastro de prejuízo no campo. Essa leitura já não dá conta da dimensão atual do tema. Na avaliação de Julio Daniel do Vale, da JDV Ambiental, o avanço da espécie precisa ser entendido hoje dentro de uma lógica mais ampla, que envolve produção animal, sanidade, biosseguridade e capacidade de resposta do país diante de uma invasão biológica de difícil contenção.
Ao abordar o tema o palestrante sustentou que a relevância do javali para a produção animal não está apenas no dano direto visível, como o revolvimento do solo, a destruição de áreas produtivas ou os ataques em propriedades rurais. “Basicamente são três áreas que o javali impacta de forma significativa”, afirmou. No caso da suinocultura, destacou, a mais sensível delas é justamente a interface entre a presença do animal, a sanidade e a cadeia produtiva.
Invasão construída ao longo do tempo
Esse raciocínio interessa diretamente à suinocultura. O próprio Manual de Boas Práticas para o Controle de Javali, do Ibama, afirma que os javalis representam ameaça ao estado sanitário dos rebanhos de produção, podendo transmitir doenças aos animais domésticos, além de causar prejuízos ambientais, econômicos e sociais. O documento também recomenda medidas específicas de exclusão para granjas de suínos, o que mostra que o tema já é tratado oficialmente como questão de proteção da atividade pecuária, e não apenas de fauna invasora.
Julio chamou atenção para um aspecto decisivo nessa equação: o javali não deve ser analisado apenas em sua forma clássica. Ao longo da palestra, ele destacou a relevância dos híbridos e dos animais resultantes de cruzamentos com suínos domésticos, que podem reunir maior porte corporal, agressividade e condições reprodutivas ainda mais favoráveis à expansão. O manual do Ibama segue a mesma linha ao adotar o termo “javali” em sentido amplo, abrangendo também javaporcos, porcos asselvajados e diferentes graus de cruzamento com o porco doméstico.
Esse ponto é central para a suinocultura porque desmonta uma falsa separação entre o problema “silvestre” e o problema “produtivo”. Na prática, a história da invasão do javali no Brasil passa justamente pelo interesse comercial e recreativo que levou à introdução, criação, fuga, soltura e posterior dispersão desses animais. “Essa produção foi muito incentivada”, lembrou Julio. Segundo ele, o modelo não se sustentou “por aspectos comportamentais, econômicos e de manejo, o que abriu caminho para que muitos desses animais escapassem ou fossem soltos e passassem a se espalhar pelo território”.
O manual do Ibama reforça esse diagnóstico ao afirmar que o manejo inadequado em cativeiro resultou em fugas e no cruzamento com porcos domésticos, aumentando grupos desses animais em vida livre e ampliando os danos à natureza e à economia. O documento também é categórico ao dizer que não é permitido criar javalis ou javaporcos na maior parte do país e que o cruzamento com porcas domésticas é ilegal, sem vantagem comercial e com risco de reintroduzir agressividade, capacidade de fuga e problemas sanitários nos plantéis.
Por que o javali é tão difícil de conter

Foto: Shuttersock
Se a origem do problema está ligada à ação humana, sua permanência no território se explica, em grande medida, pela biologia da espécie. Na palestra, Julio insistiu que o javali reúne atributos que tornam o controle caro, permanente e tecnicamente exigente. Ele foi claro ao apontar que a espécie se reproduz com rapidez, encontra alimento com facilidade e se desloca com eficiência, o que reduz o efeito de ações pontuais e favorece a recolonização de áreas onde o controle foi interrompido.
Essa avaliação encontra respaldo no manual do Ibama, que elenca como principais fatores que afetam o controle populacional dos javalis seu grande potencial reprodutivo, a dieta generalista e a alta capacidade de deslocamento. O documento afirma, de forma objetiva, que qualquer ação de controle precisa ter intensidade e continuidade e que ações em áreas amplas têm mais chance de sucesso, justamente porque a área de vida desses animais pode se estender por dezenas de hectares.
Foi nesse ponto que Julio formulou uma das ideias mais importantes de sua apresentação. “Esse é o melhor momento de você atuar”, afirmou ao se referir às regiões onde a presença do animal ainda não se consolidou. “Se não tem, não deixe entrar. Se tem, mantenha os números os menores possíveis.”, destacando que o controle tardio é sempre mais caro, mais difícil e menos eficiente.
Quando o problema entra na cadeia produtiva

Foto: Shutterstock
Esperar a infestação se consolidar para então agir significa elevar o custo do manejo e ampliar a exposição do território a uma espécie que, além dos danos produtivos, já foi associada a uma extensa gama de agentes infecciosos. “Entre os mais de 90 patógenos já registrados nesse animal, vários estão associados à cadeia produtiva da suinocultura”, afirmou Julio. Para ele, o javali precisa ser lido também como problema epidemiológico.
Esse enquadramento ajuda a explicar por que o tema saiu da periferia do debate técnico e passou a ocupar espaço crescente em eventos ligados à produção animal. Não se trata apenas de quantificar prejuízo em milho, cana ou pastagem, embora isso também exista. Trata-se de reconhecer que a presença do javali perto de áreas produtivas cria uma interface indesejada entre vida livre, propriedades rurais e cadeias que operam sob exigência sanitária cada vez maior.
O próprio manual do Ibama vai nessa direção ao recomendar, para granjas de suínos, cercas de exclusão com no mínimo 1,8 metro de altura, reforço inferior e outras características técnicas específicas para impedir a entrada dos animais.
Agir cedo custa menos
Na palestra, Julio também fez um alerta que merece atenção da cadeia suinícola: o Brasil já dispõe de acúmulo técnico e normativo sobre o tema, mas ainda não transformou esse acúmulo em resposta compatível com a escala do problema. Ao citar o Plano Nacional de Prevenção, Controle e Monitoramento do Javali, elaborado em 2017, ele argumentou que ainda há muito por fazer em relação aos objetivos já previstos. “Várias ações ficaram incompletas, parciais ou sem evidência clara de execução”, citou.

Foto: Divulgação
Essa observação pesa porque desloca o debate do diagnóstico para a capacidade de implementação de ações de controle. O país já conhece o problema, já produziu orientação técnica, já construiu normas e já dispõe de instrumentos como o Simaf (Sistema de Informação de Manejo da Fauna) e o Cadastro Técnico Federal para enquadrar o manejo. O gargalo não está apenas em saber o que fazer, mas em transformar conhecimento disperso em ação coordenada, contínua e territorialmente efetiva.
Julio recorreu a exemplos internacionais para mostrar que não existe resposta única. Austrália, Estados Unidos e Europa trabalham com estratégias diferentes, condicionadas pelo status ecológico da espécie, pela densidade das populações e pelo risco sanitário envolvido. A lição extraída por ele é pragmática: “Cada local vai exigir uma estratégia diferente.” Em áreas de baixa densidade, o esforço é um; em áreas já tomadas, é outro. O erro, segundo ele, é insistir em soluções padronizadas para um problema que muda de escala e de comportamento conforme o território.
O plano existe, mas a resposta ainda é incompleta
Esse ponto conversa diretamente com outra ênfase do manual do Ibama: o manejo integrado. O documento afirma que esforços bem-sucedidos de controle costumam combinar diferentes métodos, como cercas, iscas, armadilhas, perseguição e outras estratégias, sempre considerando custo-benefício, objetivo do manejo, oferta de alimento e características da área. Também recomenda organização local e atuação conjunta entre vizinhos, empresas, produtores e instituições, deixando claro que o controle isolado tende a perder eficiência. “Quando você começa uma ação, você tem que dar continuidade. Não pode parar no meio”, destacou o palestrante.
Para uma cadeia como a suinícola, isso tem implicações práticas. Granjas não estão inseridas em paisagens neutras. Elas convivem com vizinhanças rurais, zonas de cultivo, fragmentos de vegetação, estradas, áreas de passagem e, em alguns casos, com regiões onde a presença do javali cresce antes mesmo de a cadeia perceber o tamanho da ameaça. Foi justamente esse descompasso que Julio apontou ao relatar conversas com setores que ainda tratam a ausência aparente do animal como sinal de segurança, quando, na verdade, pode ser a janela mais importante para prevenção.
O palestrante destacou que diante de um animal com alta capacidade reprodutiva e grande mobilidade, ações pontuais podem até produzir alívio momentâneo, mas não resolvem o problema em paisagens abertas e conectadas.
Para a produção animal, e em especial para a suinocultura, o desafio não é apenas reduzir a presença do javali em pontos isolados do território. É impedir que uma espécie de alta mobilidade, forte potencial reprodutivo e relevância sanitária avance sobre áreas em que a biosseguridade é parte do próprio sistema produtivo. Julio resumiu o tamanho dessa tarefa: “Ainda falta muita coisa para ser feita.”
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Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.
Suínos
Suinocultura encontra na mão de obra estrangeira uma resposta à falta de trabalhadores
Alejandro atravessou sozinho a fronteira para trabalhar em granjas brasileiras. Hoje, a esposa cursa técnico em Enfermagem, a filha sonha com Medicina Veterinária e a família já fala em permanecer no Brasil.

Há quatro anos, quando deixou a Argentina para tentar a vida no Brasil, Alejandro Cardoso carregava mais dúvidas do que certezas. Veio sozinho, em busca de trabalho. A esposa, Marlene Cristina Costa, e as filhas Cintia e Guadalupe permaneceram no país de origem. Hoje, a família vive reunida em Iporã do Oeste, no Extremo-Oeste catarinense, trabalha na suinocultura e já cogita um passo que parecia distante quando atravessou a fronteira: vender a casa na Argentina e construir uma nova vida definitivamente em solo brasileiro.
A história da família reflete uma realidade cada vez mais presente nas propriedades rurais do Sul do país. Diante da dificuldade de contratar trabalhadores brasileiros, granjas e agroindústrias passaram a contar com um número crescente de imigrantes para manter as operações.

Marlene Cristina Costa integra atualmente a equipe do setor de amamentação da Granja Barra Grande: “Estou feliz trabalhando na granja, mas gostaria de ser uma profissional da saúde”
Na Granja Barra Grande, integrada à Cooper A1, onde a família trabalha atualmente, seis dos 23 colaboradores são argentinos. “Se não fosse a mão de obra estrangeira, nós estávamos sem mão de obra aqui”, afirma o sócio da granja, o mestre em Administração e especialista em Agronegócio Milton Melz.
A propriedade possui uma Unidade Produtora de Desmamados (UPD) com duas mil matrizes e um crechário para nove mil leitões. Melz também é sócio da Granja Bom Plano, em Vista Gaúcha (RS), igualmente integrada à Cooper A1, que opera outra UPD com duas mil matrizes e mantém 19 funcionários.
Segundo ele, a presença de trabalhadores argentinos deixou de ser exceção e se tornou parte da rotina produtiva da região. “Essa é uma realidade não só da nossa granja. A maioria das granjas do Oeste catarinense está usando mão de obra argentina, principalmente”, ressalta.
Recomeço em outro país
Antes de chegar ao Brasil, Alejandro nunca havia trabalhado na suinocultura. Na Argentina, atuou em serralheria e em atividades rurais. Marlene trabalhou durante anos com venda de passagens e como secretária.
O primeiro contato com a atividade ocorreu já em território brasileiro, quando o casal começou a trabalhar em outra granja. Há quase um ano, ambos ingressaram na Granja Barra Grande. Hoje, Alejandro atua como tratador de animais. Marlene trabalha no setor de amamentação.

Alejandro Cardoso trabalha como tratador na Granja Barra Grande: “A minha adaptação e da Marlene foi rápida, diferente das nossas filhas, que tiveram inicialmente dificuldade com o português na escola”
A mudança foi motivada pela busca de condições econômicas mais favoráveis. Embora possuam casa própria na Argentina, o casal afirma que o alto custo de vida dificultava a construção de uma vida mais confortável. “Estamos muito felizes no Brasil. Eu vejo meus pais felizes, conseguem pagar as contas e ainda sobra dinheiro. Estamos vivendo melhor aqui”, relata a filha mais velha, Cintia, de 16 anos.
A adaptação, porém, não ocorreu sem obstáculos. Apesar de o casal já utilizar o chamado ‘portunhol’ no cotidiano, o idioma representou uma barreira importante para as filhas. A dificuldade foi tão significativa que as duas retornaram temporariamente para a Argentina e permaneceram cerca de um ano no país enquanto os pais continuavam trabalhando no Brasil. “Na Argentina a gente falava portunhol, então não tivemos problemas em nos comunicar aqui. A minha adaptação e da Marlene foi rápida, diferente das nossas filhas, que tiveram inicialmente dificuldade com o português na escola”, conta Alejandro.
Escola, trabalho e novas oportunidades
Com a família completa no Brasil, a rotina começou a se estabilizar. Cintia atualmente cursa o segundo ano do Ensino Médio em escola pública. A irmã Guadalupe, de oito anos, também está matriculada na rede de ensino.
A adolescente diz perceber diferenças significativas entre os sistemas educacionais dos dois países. “Eu vejo muita diferença nos estudos. Os professores têm paciência para nos entender e para explicar os mais diversas assuntos. Na Argentina é muito difícil que um professor explique bem, porque lá os professores faltam muito na escola. Às vezes ficam uma semana inteira sem dar aula”, relata.

Além do trabalho na suinocultura, a família argentina encontrou espaço para o lazer e faz das viagens uma forma de conhecer melhor a região onde decidiu construir uma nova vida
Ela também destaca aspectos práticos da rotina escolar. “Lá na Argentina tem que pagar o transporte e o lanche na escola. Aqui no Brasil é ofertado de forma gratuita”, conta, entusiasmada.
Animada com a nova fase, Cintia já traçou objetivos para o futuro. “Quero continuar estudando e fazer faculdade de Medicina Veterinária”, destacou.
A busca por qualificação também faz parte dos planos da mãe. “Estou feliz trabalhando na granja, mas gostaria de ser uma profissional da saúde”, menciona Marlene, contando que iniciou um curso técnico em Enfermagem e pretende continuar os estudos após a conclusão da formação. “Na Argentina eu já tinha feito curso de agente de saúde. Depois de concluir este curso, quero fazer faculdade de Enfermagem. Meu objetivo é seguir neste ramo”, enfatizou.
Reconhecimento e qualidade de vida
Na avaliação da família, a experiência na Granja Barra Grande trouxe mais do que estabilidade financeira. Eles destacam reconhecimento profissional, respeito nas relações de trabalho e melhores condições para planejar o futuro.
A jornada ocorre das 07 às 11 horas e das 13 às 17 horas. “É um horário bom de trabalhar. Sempre dá para a gente sair e conhecer lugares novos. Gostamos muito disso”, relata Alejandro.
O trabalhador lembra que uma das primeiras conquistas veio poucos meses após chegar ao Brasil. “Com três meses trabalhando aqui já consegui comprar um carro. Era simples, mas nos levava para todos os lugares”, relembra, contando que tinha um Gol e agora conseguiu trocá-lo por um Siena.
Além do salário, o casal recebe benefícios como vale-alimentação, almoço na granja, auxílio para combustível e participação a cada três meses nos resultados da atividade. “À medida que o resultado melhora, eles também ganham mais”, frisa Melz.
Integração além da porteira
Para Melz, a contratação de estrangeiros exige muito mais do que oferecer uma vaga de trabalho. “A gente tem que ter uma acomodação para eles, uma casa digna, inserir na sociedade”, pontua, ressaltando que a integração precisa envolver também o poder público e a comunidade local. “Estamos conversando com o governo municipal de Iporã do Oeste para estruturar uma formação para esses estrangeiros, até por uma questão de inserção social, tanto para quem é do município quanto para quem chega”, frisa.
Melz acredita que o acolhimento é um dos fatores que explicam a permanência de muitos trabalhadores. “São funcionários dedicados. Eles passaram muitas dificuldades. Hoje têm uma qualidade de vida melhor aqui no Brasil e uma educação melhor para os filhos”, salienta.
O incentivo à formação profissional também faz parte da estratégia adotada na propriedade. “Nós estimulamos todos a estudar. Temos colaboradores cursando Administração e Ciências Contábeis”, diz.
Planos para ficar
Mesmo sentindo saudades dos familiares que permaneceram na Argentina, Alejandro e Marlene enxergam o futuro cada vez mais próximo do Brasil. A principal preocupação ainda envolve a casa que possuem no país de origem. “Foi difícil conseguir comprar aquela casa. A economia está complicada e ela não está alugada”, relata Alejandro.
Por isso, a família já discute uma mudança definitiva. “Estamos gostando muito daqui. Estamos pensando em vender nossa casa na Argentina e comprar nossa casa própria no Brasil”, adianta Alejandro.
Para Melz, histórias como essa ajudam a explicar por que os trabalhadores estrangeiros passaram a ocupar papel relevante na sustentação das granjas da região. “É uma família com caráter, não são aventureiros. São pessoas que vestem a camisa e cumprem horário”, ressalta.
A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.
Suínos
Da creche à sustentabilidade, 6º Encontro Técnico Abraves-SP apresenta estratégias para aumentar eficiência das granjas
Evento em Pirassununga (SP) vai discutir manejo de leitões leves, sanidade, nutrição e sistemas de produção para apoiar decisões técnicas na suinocultura.

Melhorar a produtividade sem comprometer a sanidade do rebanho exige decisões técnicas em todas as etapas da produção. Manejo de leitões, nutrição, biosseguridade e gestão dos sistemas de criação estão entre os fatores que determinam o desempenho das granjas e influenciam diretamente os custos e os resultados da atividade.
Diante desse cenário, a atualização técnica tornou-se uma ferramenta cada vez mais importante para médicos-veterinários, zootecnistas, consultores e produtores, que precisam incorporar novos conhecimentos à rotina das granjas.
Esses temas estarão em debate no 6º Encontro Técnico Abraves-SP, que será realizado em 09 de setembro, no campus da Universidade de São Paulo (USP), reunindo profissionais da cadeia suinícola para discutir soluções aplicáveis aos sistemas de produção.
Entre os destaques da programação está a palestra do médico-veterinário Vinícius Cantarelli, que abordará estratégias de manejo de leitões leves na fase de creche, uma etapa decisiva para o desempenho dos animais ao longo do ciclo produtivo.
O médico-veterinário Caio Abércio da Silva discutirá a sustentabilidade dos sistemas de produção, apresentando abordagens voltadas à eficiência técnica, econômica e ambiental da suinocultura.
Promovido pela regional paulista da Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (ABRAVES), o encontro busca aproximar pesquisa científica e prática de campo, oferecendo aos participantes ferramentas para aprimorar a tomada de decisão nas granjas.
A programação completa e as inscrições estão disponíveis aqui.







