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Polinutri conquista selo FIA

Selo avaliou a qualidade no ambiente de trabalho da companhia

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Gerente Corporativo de RH da Polinutri, Lourival Junior. Foto: Divulgação

A Polinutri recebeu o selo de Qualidade no Ambiente de Trabalho após a efetiva participação dos colaboradores na pesquisa de clima realizada em parceria com a Fundação Instituto Administração (FIA, São Paulo/SP) com apoio do UOL realizada em setembro passado intitulado “Lugares incríveis para se trabalhar”. “Este reconhecimento está ligado ao novo projeto Polinutri iniciado em 2019. Anualmente participamos da pesquisa e este ano a conquista. Um prêmio baseado no atingimento do índice de Clima Organizacional (interno) igual ou superior a 75 pontos e a participação de amostragem mínima definida pela FIA no qual alcançamos 81,1 pontos, resultando a conquista do selo. Um reconhecimento refletido no engajamento diário de todo time”, destaca o Gerente Corporativo de RH da Polinutri, Lourival Junior.

Um selo que sustenta a visão dos fundadores e que exalta a satisfação dos colaboradores junto a empresa por meio da construção de um ambiente de trabalho agradável e movido pela união das equipes. “Em 2019 participamos da pesquisa e atingimos 76,6 pontos e em 2020 atingimos 81,1 pontos, uma evolução de 4,5 pontos no período”, informa Lourival.

De acordo com ele, diversas melhorias alicerçaram este resultado. “Mesmo em meio a um ano atípico otimizamos diversos processos, entre eles a comunicação, o home office para escritório corporativo, a criação de um portal para a gestão do benefício saúde, modernização do sistema de gestão de ponto, banco de horas, refeição, transporte, vale alimentação, transformando nossos espaços em um ambiente de trabalho seguro diante aos protocolos exigidos devido ao Covid 19 com objetivo de manter a integridade e saúde dos nossos colaboradores. Procuramos melhorar sempre o dia a dia dos empregados”, detalha Lourival.

Agora o selo estará presente em grande parte dos materiais de comunicação da empresa e é válido por um ano. “Esta é uma conquista Polinutri dentro de uma pesquisa que contou com a participação de 1 milhão de empresas”, lembra Lourival.

Como responsável pelo setor de RH, o profissional ressalta ainda que este avanço demonstra que a empresa está no caminho certo e com o desejo de alcançar os 89 pontos para se qualificar e obter o prêmio total concedido pela FIA. “Este é um motivo de orgulho, queremos este ambiente de pertencimento e é uma honra participar de algo tão importante para a Polinutri. Em 2021 a nossa expectativa é alcançar no mínimo 85 pontos”, conclui o Gerente.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas

Período de seca: suplementos nutricionais mantêm os resultados positivos na pecuária

Tecnologias dos suplementos da marca Tortuga®, impulsionam a pecuária de corte e ajudam a manter o desempenho do rebanho, mesmo no período da seca

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Divulgação DSM Tortuga

Com a chegada da época mais seca e fria do ano, os pecuaristas têm a necessidade de planejar a dieta do rebanho para impedir que os ganhos conquistados nos meses mais chuvosos sejam perdidos e isso afete o desempenho dos animais. No período de estiagem, quando os pastos não apresentam níveis satisfatórios de proteína, vitaminas e minerais, recomenda-se aos produtores o uso de suplementação nutricional para manter positivos os índices zootécnicos dos bovinos e, consequentemente, a produtividade e rentabilidade da fazenda.

“Sem o balanceamento adequado no consumo proteico e energético, o animal pode perder boa parte do peso adquirido no período de águas”, ressalta Lucas Oliveira, gerente da categoria bovinos de corte da DSM. A empresa, alinhada aos principais desafios da pecuária, fornece soluções que contribuem para melhorar o desempenho do rebanho e que são aplicadas na dieta dos ruminantes com o apoio da sua equipe técnica e consultiva, que conhece de perto as necessidades do campo para gerar benefícios em todos os sistemas produtivos.

Tecnologia provada no campo melhora o desempenho no pasto

Para os pecuaristas que produzem bovinos de corte em sistemas de pasto, a suplementação nutricional dos animais ajuda a manter os resultados positivos tanto na época de águas como em períodos de seca. O fornecimento de nutrientes que contribuem para melhorar os índices zootécnicos evita o risco de baixos desempenhos, ou mesmo perda de peso do rebanho. Para esse sistema no atual momento de transição, em que os pecuaristas começam a se preparar para o período de seca, a equipe da DSM recomenda algumas soluções do portfólio Tortuga®.

Entre elas, destaque para o Fosbovi® Proteico 35 com Monensina, indicado para bovinos de corte produzidos em sistemas de pastagem, que oferece bom desempenho mesmo com a queda de qualidade dos pastos. E para os bovinos na fase de terminação ou recria mais acelerada, a recomendação é o Fosbovi® Proteico Energético 25 M, indicado para bovinos em crescimento e em engorda produzidos preferencialmente em pastagens com adequada disponibilidade e que, como diferencial, otimiza o desempenho dos animais. Os dois produtos oferecem minerais com alta tecnologia, na forma de Minerais Tortuga e aditivo ionóforo, que otimiza o desempenho e combate a coccidiose bovina.

Semiconfinamento para intensificar a produção no campo

Para intensificar a produção em sistemas de pastagem, uma opção cada vez mais utilizada pelos pecuaristas brasileiros é o semiconfinamento, considerado um “meio termo” entre o confinamento e a suplementação em pastagens. É um sistema que se baseia em nutrição e engorda em pasto, com fornecimento de ração concentrada em cocho, entre 1% e 2% do peso vivo do animal.

No semiconfinamento, os produtores têm à disposição os suplementos da marca Tortuga® para impulsionar os índices dos animais e melhorar os resultados da fazenda. Aqui, a recomendação são os suplementos Fosbovi® Confinamento CRINA®, Fosbovi® Confinamento 400 e Fosbovi® Confinamento, indicados para o preparo de concentrado para bovinos de corte em fase de engorda em confinamento e semiconfinamento.

Suplementação que gera 1@ a mais por bovino no confinamento

Aos produtores que optam pelo sistema de confinamento no período de seca, as tecnologias desenvolvidas pela DSM, como os produtos da linha Fosbovi® Confinamento com CRINA® e RumiStar™, têm resultados comprovados ao gerar animais pesados e bem-acabados. “Com os suplementos nutricionais de alta tecnologia da Tortuga®, os bovinos têm um ganho adicional médio de uma arroba por animal”, conta o gerente de categoria Confinamento da DSM, o zootecnista Marcos Baruselli.

Esses e outros benefícios produtivos são gerados pela associação equilibrada de macro e micronutrientes com os Minerais Tortuga®, além de vitaminas e aditivos naturais, como leveduras vivas, mais CRINA® e RumiStar™. Mas há ainda a melhor eficiência alimentar; redução de problemas digestivos, como o timpanismo; rápida adaptação dos animais; menor taxa de refugo de cocho; aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento; e menor incidência de animais com laminites e acidose.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Iniciativa

Campanha Dia Pró apresenta os benefícios da proteína animal na alimentação humana

A campanha tem inicio hoje, 12 de maio.

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Divulgação.

Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre os benefícios do consumo da proteína animal e a importância do agronegócio na cadeia produtiva, a Yes, empresa que desenvolve soluções biotecnológicas para uma nutrição animal eficaz, segura e sustentável, lança hoje, 12 de maio, a iniciativa Dia Pró.

“Esse movimento levanta uma bandeira em favor da proteína animal, porque não só acreditamos, como também conhecemos o valor e a importância da produção de alimentos no Brasil. E, principalmente, da seriedade do trabalho que começa no campo e termina no prato”, sinaliza a gerente de Marketing da Yes, Carolina Tanese.

Carolina explica que o orgulho da Yes pela história do agronegócio brasileiro, em especial pela produção de proteína, fez com que a empresa buscasse uma forma de melhorar o diálogo entre os diferentes elos do setor, levando informação correta a todos eles. “A campanha Dia Pró será uma série de conteúdos, disponível semanalmente no Instagram da empresa, para promover os benefícios do consumo de proteína na alimentação humana”.

Além das publicações, a Yes irá incentivar o compartilhamento do conteúdo. “Quanto mais pessoas se engajarem na promoção da proteína animal brasileira mais o agronegócio sairá fortalecido. Esperamos que nossos clientes, parceiros e público em  geral participem dessa jornada, postando em seus perfis como a proteína animal está presente na sua história, seja como produtor, um amante de churrasco, em receitas caseiras e familiares. Basta nos marcar no @yes_sinergy e usar a #DiaPro!”.

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Para garantir produtividade nas granjas, fique de olho na colibacilose

Causada pela E. coli, doença atinge saúde das aves e pode causar prejuízos econômicos

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Arquivo / OP Rural

O consumo de produtos provenientes da avicultura – especialmente a carne de frango e o ovo – é popular entre os brasileiros, graças a fatores como qualidade nutricional, custo e disponibilidade. Em média, cada brasileiro consome 43 kg de carne de frango por ano, in natura, segundo a Embrapa. Dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), também apontaram que em 2020 o brasileiro consumiu, em média, 250 ovos ao longo do ano. Sabendo disso, os cuidados sanitários nas granjas devem ser reforçados com o objetivo de evitar perdas produtivas e prejuízos econômicos importantes.

Apontada como principal causa de perdas na avicultura brasileira na atualidade, a colibacilose é causada pela Escherichia coli. A bactéria em sua forma patogênica causa prejuízos em todos os elos da cadeia de produção avícola, desde as aves no topo da pirâmide, poedeiras comerciais, matrizes, avós e bisavós, com elevado potencial genético, até as aves que chegam ao abatedouro para serem processadas e comercializadas.

O aumento da contaminação de aves pela E. coli, especialmente daquelas destinadas a consumo humano, pode vir a ser um grande problema também para a saúde pública. A Escherichia coli pode causar no homem danos similares aos causados nas aves, principalmente infecções entéricas, causando sintomas como diarreia, febre ou cólicas estomacais ou sistêmicas.

“Tendo em vista a importância do controle da colibacilose na saúde animal e na humana, é nosso dever, como profissionais da área avícola, elaborar e executar planos de contenção eficazes contra a potencialização e a proliferação desse patógeno na avicultura. Para isso, a vacinação é a opção mais segura e efetiva, aliada às boas práticas durante o processo”, avalia o médico-veterinário Dircélio Nascimento Jr., Assistente Técnico de Aves da Zoetis.

No mercado brasileiro, há duas opções de vacinas para E. coli, as vivas e as inativadas. As vacinas vivas têm a vantagem de simular a mesma rota de infecção que a E. coli patogênica sem causar prejuízos às aves. Isso é uma grande vantagem pelo fato de a vacina viva proteger as aves pelo estímulo de imunidade local (imunidade de mucosa). “A escolha da vacina correta e boas práticas de aplicação no campo certamente trarão bons resultados zootécnicos e financeiros para as empresas”, observa Dircélio.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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