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Polícia Civil vai estar no parque do Show Rural Coopavel para orientar sobre uso de drones

Para voos sobre a área do parque do evento é necessária autorização do Decea, órgão controlador do tráfego aéreo.

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Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Paraná, com base em orientações e regulamentações da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), estará durante o 38º Show Rural Coopavel, em Cascavel, para atender a imprensa e outros profissionais que desejarem se utilizar de drones para filmagens e fotografias. A equipe da Polícia ficará no parque de segunda a sexta-feira, 09 a 13 de fevereiro, e atenderá em um micro-ônibus da corporação.

Para voos sobre a área do parque do Show Rural é necessária autorização do Decea, órgão controlador do tráfego aéreo. O uso de drones poderá ocorrer somente depois de consulta prévia à Polícia Civil e do recebimento de autorização, comenta o delegado Luiz Carlos de Oliveira. Estará sujeito a penalidades, como a responder a processo criminal e ter o equipamento apreendido, quem não observar cuidadosamente as determinações.

O coordenador geral do Show Rural, Rogério Rizzardi, informa que a preocupação é com a segurança das pessoas em visita ao parque. Por isso, de acordo com ele, todas as regras e orientações quanto à utilização desses equipamentos para a captação de imagens e fotografias devem ser atentamente observadas e respeitadas.

Obrigações

Os documentos e autorizações obrigatórias para voos com drones no Show Rural Coopavel são os que seguem:

1- Manual de voo

2- Documento de Avaliação de Risco

3- Cadastro na Anac – (sistemas.anac.gov.br)

4- Apólice de Seguros contra terceiros

5- Autorização Decea-Sarpas

6- Homologação do drone na Anatel

7- Documentos de identificação do piloto maior que 18 anos (RG)

8- Autorização dos frequentadores caso queira sobrevoá-los

Fonte: Assessoria Coopavel

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Saúde intestinal integrada impulsiona uso de monoglicerídeos em aves e suínos

Com ação antimicrobiana e imunomoduladora, compostos se destacam em sistemas produtivos mais sustentáveis e com menor uso de antibióticos.

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Fotos: Shutterstock

Artigo escrito por Mariane Marques, mestre em Nutrição de Aves e Suínos e zootecnista do Departamento Técnico da Feedis

A produção moderna de aves e suínos enfrenta um ambiente sanitário cada vez mais desafiador, no qual fatores infecciosos, nutricionais e ambientais interagem de forma complexa. A retirada gradual dos antibióticos promotores de crescimento e o aumento da pressão por sistemas produtivos mais seguros e sustentáveis impulsionam a busca por alternativas que mantenham a eficiência zootécnica sem comprometer a segurança alimentar.

Nesse cenário, os monoglicerídeos vêm se destacando como moléculas de alta relevância técnica por sua capacidade de atuar simultaneamente no controle microbiano, na modulação imunológica e na integridade intestinal.

Os monoglicerídeos são compostos formados pela ligação de ácidos graxos específicos a uma molécula de glicerol. Essa estrutura confere propriedades anfipáticas, ou seja, a capacidade de interagir tanto com lipídios quanto com água. Tal característica permite que atravessem membranas celulares e exerçam ação antimicrobiana seletiva, desestabilizando a bicamada lipídica de microrganismos e levando à lise celular. Essa ação é especialmente eficaz contra bactérias Gram-positivas, Gram-negativas e vírus envelopados, tornando essas moléculas ferramentas de amplo espectro e grande potencial de aplicação em sistemas de produção animal.

Além do efeito direto sobre microrganismos patogênicos, os monoglicerídeos apresentam propriedades imunomoduladoras, contribuindo para o equilíbrio da resposta inflamatória e para a manutenção da integridade da mucosa intestinal. Ao reduzir a inflamação subclínica, melhoram a absorção de nutrientes e favorecem o desempenho zootécnico, especialmente em fases de maior estresse fisiológico, como desmame, mudanças de dieta ou desafios sanitários persistentes. Essa atuação multifuncional reforça seu papel como uma das estratégias mais completas dentro do conceito de saúde intestinal integrada.

A diversidade estrutural dos monoglicerídeos, determinada pelo tamanho da cadeia e pelo grau de saturação do ácido graxo, confere funções complementares. As moléculas de cadeia curta possuem efeito trófico sobre os enterócitos e favorecem o equilíbrio da microbiota intestinal, contribuindo para um ambiente mais estável e funcional. Já as moléculas de cadeia média apresentam afinidade por membranas lipídicas de microrganismos, sendo reconhecidas por sua atividade antimicrobiana e antiviral. Essa combinação de mecanismos resulta em um espectro de ação ampliado e em um efeito sinérgico sobre a saúde digestiva e sistêmica.

Do ponto de vista produtivo, a estabilidade físico-química dos monoglicerídeos é um diferencial relevante. Diferentemente dos ácidos graxos livres, essas moléculas são estáveis em diferentes faixas de pH, o que assegura sua ação ao longo de todo o trato gastrointestinal. Essa estabilidade prolonga o efeito antimicrobiano e imunológico, resultando em uma ação contínua e previsível. Além disso, os monoglicerídeos não deixam resíduos e não possuem período de carência, o que permite sua utilização em programas de alimentação contínua, inclusive em dietas de terminação, garantindo desempenho e segurança até o abate.

Diversos estudos científicos sustentam sua eficácia. Antongiovanni et al. observaram melhora significativa no desempenho e no controle de Salmonella typhimurium em frangos de corte suplementados com monoglicerídeos. Manohar et al. demonstraram que a α-monolaurina apresentou atividade antimicrobiana superior à de antibióticos convencionais em microrganismos resistentes. Fortuoso et al. relataram redução expressiva na carga de Clostridium perfringens e Escherichia coli, associada à melhor integridade intestinal.

Mais recentemente, Li et al. demonstraram que o uso de monoglicerídeos pode modular positivamente a resposta imune e reduzir processos inflamatórios pulmonares em suínos desafiados por vírus respiratórios. Esses resultados reforçam que a ação dos monoglicerídeos vai além do trato intestinal, abrangendo também benefícios sistêmicos relevantes para a saúde animal.

A adoção de moléculas com ação antimicrobiana e imunomoduladora natural representa um avanço importante na transição para sistemas de produção mais responsáveis, eficientes e alinhados às exigências do mercado e da sociedade. A utilização de monoglicerídeos proporciona benefícios em contextos de desafios sanitários específicos ou como ferramenta preventiva para a estabilidade produtiva, contribuindo para o desempenho zootécnico, o bem-estar animal e a redução do uso de antibióticos promotores de crescimento.

Referências bibliográficas podem ser consultadas pelo e-mail mariane.marques@feedis.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Ágide Eduardo Meneguette assume coordenação do G7

Nova liderança foi escolhida pelas entidades que atuam, de forma conjunta, na defesa dos interesses dos setores produtivos.

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Fotos: Divulgação/Sistema Faep

O G7, fórum que reúne as sete principais entidades representativas dos setores produtivos do Paraná, passou a ter nova coordenação. Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep, assumiu o comando do grupo para o mandato de 2026 a 2027, sucedendo Sérgio Malucelli, presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar). “É uma honra assumir essa responsabilidade. Vamos trabalhar para fortalecer o G7 e reforçar a união entre as entidades, que fazem parte desse grupo tão importante para o Paraná”, ressaltou.

“Vamos dar continuidade ao trabalho de articulação em prol do desenvolvimento do Estado, focando em pautas estruturantes para a melhoria do setor produtivo”

“O G7 trabalha focado no desenvolvimento do setor produtivo paranaense, estando atento às demandas, necessidades e oportunidades. Para que isso possa se transformar em ações concretas, o papel do coordenador é de extrema importância, especialmente no que diz respeito a criar pontes, facilitar o diálogo e tomar decisões em conjunto. Essas características, Ágide Eduardo tem de sobra, como demonstrado no trabalho à frente do Sistema Faep. Tenho certeza de que levará todo esse entusiasmo para o G7”, enalteceu Malucelli.

A escolha de Meneguette para o cargo foi aclamada pelos demais líderes do setor, refletindo a confiança em sua capacidade de conduzir a agenda estratégica do grupo. O novo coordenador tem objetivos claros para sua gestão. “Vamos dar continuidade ao trabalho de articulação em prol do desenvolvimento do Estado, focando em pautas estruturantes para a melhoria do setor produtivo. Para isso, é fundamental uma atuação estratégica e articulada com os governos estadual e federal, convertendo propostas e projetos em políticas públicas eficazes que gerem avanços reais”, salientou Meneguette.

Com atuação conjunta, o G7 é um fórum decisivo para a defesa de interesses econômicos, de infraestrutura e de competitividade, exercendo influência direta na formulação de políticas públicas no Estado.

Sobre o G7

O G7 é formado pela Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP).

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Empresas Desempenho

C.Vale reúne associados para apresentar resultados e estratégias em Assembleia Geral Ordinária

Cooperativa vai apresentar aos associados os resultados de 2025 e os investimentos previstos para 2026

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Miniassembleia realizada, no dia 30 de janeiro - Divulgação / Foto: C.VALE

A Cooperativa Agroindustrial C.Vale realiza, na próxima sexta-feira, 6 de fevereiro, a 59ª Assembleia Geral Ordinária (AGO). O encontro acontece a partir das 14 horas, no salão principal da Asfuca, em Palotina (PR), e será conduzido pelo presidente do Conselho de Administração, Alfredo Lang.

Durante a assembleia, a diretoria apresentará aos associados o relatório de desempenho da cooperativa referente ao exercício de 2025, com destaque para os resultados econômicos, financeiros e operacionais do período.

Em miniassembleia realizada no dia 30 de janeiro, Lang já havia antecipado que, mesmo diante de fatores adversos ao longo do ano, a C.Vale conseguiu ampliar o faturamento, além de registrar crescimento nas sobras e nos benefícios destinados aos cooperados.
Segundo o presidente, o desempenho obtido em 2025 “mantém a boa saúde financeira e a eficiência operacional da C.Vale”, reforçando a solidez do modelo cooperativista adotado pela instituição.

Lang também adiantou que, ao longo de 2026, a cooperativa deverá realizar novos investimentos, com foco na modernização e melhoria das unidades de recebimento de grãos, visando ampliar a eficiência logística e o atendimento aos associados.
Além do presidente, participaram da miniassembleia o vice-presidente da C.Vale, Ademar Pedron, o secretário do Conselho de Administração, Walter Dal’Boit, e o diretor-executivo (CEO), Édio Schreiner.

Fonte: Assessoria C.VALE
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