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Plantio de soja perde ritmo no Paraná com chuva e fica aquém de 2017, diz Deral

Órgão da Secretaria de Agricultura do Estado disse que a semeadura da oleaginosa alcançava até a véspera 47% dos 5,5 milhões de hectares previstos

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O plantio de soja da safra 2018/19 no Paraná, o segundo maior produtor nacional da commodity, perdeu força na última semana em razão das chuvas e agora está aquém do observado há um ano, informou na terça-feira (16) o Departamento de Economia Rural (Deral). Em boletim, o órgão da Secretaria de Agricultura do Estado disse que a semeadura da oleaginosa alcançava até a véspera 47% dos 5,5 milhões de hectares previstos, avanço de nove pontos em uma semana, mas inferior aos 51% de igual momento de 2017.

Em relatório separado, o próprio Deral já havia destacado que precipitações acima da média têm atrapalhado os trabalhos de campo, como na região de Umuarama, o que contrasta com um início de plantio mais acelerado no Estado. Nos últimos sete dias, as chuvas superaram o normal para esta época do ano em praticamente todas as partes do Paraná, com o noroeste recebendo 39 milímetros a mais do que o usual, segundo dados do Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon. Para as próximas duas semana, espera-se que as precipitações fiquem abaixo do esperado.

Também tem retardado o plantio de soja o atraso na colheita do trigo, algo visto na região de Cascavel, por exemplo, segundo o Deral. Até o momento, 70% da área de trigo já foi colhida no Estado, o maior produtor brasileiro do cereal, frente 62% na semana anterior e 79% um ano atrás. Contudo, o desenvolvimento da safra de soja segue mais adiantado, após o início do plantio mais precoce da história do Estado. Segundo o Deral, 74% das lavouras já estão em desenvolvimento vegetativo, ante 41% na mesma época de 2017.

Milho

Em relação ao milho de primeira safra 2018/19, a semeadura já se encaminha para o final no Paraná. De acordo com o Deral, o plantio do grão totaliza 85% dos 352 mil hectares previstos, ante 79% há uma semana e 76% em igual momento do ano passado.

Fonte: Reuters

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Notícias Sanidade

ABPA e DIPOA promovem encontro sobre inspeção

Será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos

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A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura (DIPOA/MAPA) realizam ao longo desta semana um encontro conjunto para tratar sobre temas do sistema de inspeção do setor de proteína animal. A programação do evento, iniciada na segunda-feira (18), segue até sexta-feira (22), em São Paulo, SP.

Na ocasião, será apresentado o sistema de treinamento na inspeção ante e post mortem de aves e suínos. Além disso, também serão discutidas as ações e procedimentos de verificação oficial dos controles em estabelecimentos produtores de carne e suínos. Participam do encontro técnicos das agroindústrias produtoras e exportadoras e auditores fiscais do Ministério da Agricultura.

“Este é um trabalho que tem como princípio o fortalecimento do trabalho pela qualidade e a reconstrução da imagem do setor produtivo, seguindo todos os parâmetros legais em uma parceria do setor público e da iniciativa privada.  Esperamos realizar, em breve, novos eventos com o mesmo objetivo”, ressalta Francisco Turra, presidente da ABPA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Leiteiro

Estoques reduzidos e menor produção elevam preço do UHT

Altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios

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O preço do leite UHT negociado no atacado do Estado de São Paulo subiu 0,24% entre as duas últimas semanas, fechando com média de R$ 2,4357/litro no período entre 11 e 15 de fevereiro. Conforme colaboradores do Cepea, as altas estiveram atreladas aos estoques, que continuam controlados, e à redução da produção por parte de alguns laticínios.

Apesar da valorização, as negociações entre laticínios e atacados permaneceram baixas. Já o queijo muçarela se desvalorizou 0,83% na mesma comparação, fechando com média de R$ 17,2862/kg entre 11 e 15 de fevereiro. Quanto à liquidez no mercado deste derivado, permaneceu estável no período.

Fonte: Cepea
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Notícias No Paraná

Trigo pode ser boa alternativa ao produtor na 2ª safra

Como o clima está favorável, os preços e custos de produção irão balizar tomada de decisão dos agricultores

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Divulgação/SECS

Com o avanço da colheita dos grãos de verão no Paraná, triticultores do Estado já planejam a divisão das áreas de semeio na segunda safra. Como o clima está favorável ao desenvolvimento tanto do trigo quanto do milho, os preços e custos de produção é que irão balizar a tomada de decisão dos agricultores por um ou outro.

Segundo dados da equipe de custos agrícolas do Cepea, em Cascavel, PR, o custo operacional de produção do milho 2ª safra foi calculado em R$ 2.822,54/hectare, contra R$ 1.901,03/ha para o trigo. A produtividade média das últimas três safras foi de 93 sacas/ha para o milho e de 49 sc/ha para o trigo, de acordo com dados do Deral/Seab.

Considerando-se os valores médios de venda em janeiro/19, as receitas geradas seriam de R$ 2.724,08/ha para o milho e de R$ 2.343,38/ha para o trigo. Portanto, a receita obtida com a cultura do trigo foi suficiente para saldar os custos operacionais e gerar margem positiva ao produtor, de R$ 442,35/ha. Já a receita obtida com o milho 2ª safra não foi suficiente para cobrir o total de desembolsos, resultando em margem negativa ao produtor, de R$ 98,46/ha.

Fonte: Cepea
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