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Plantio de soja no Brasil atinge 20% e se firma como mais rápido da história

Conforme AgRural, o total de 20% da área semeada até quinta-feira (11) superava tanto os 12% de um ano atrás quanto os 10% de média nos últimos cinco anos

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O plantio de soja 2018/19 no Brasil está no ritmo mais acelerado da história, atingindo um quinto da área total prevista e puxado por Mato Grosso e Paraná, justamente os principais produtores da oleaginosa, informou nesta segunda-feira (15) a AgRural. Conforme a consultoria, o total de 20% da área semeada até quinta-feira (11) no país, o maior exportador mundial da commodity, superava tanto os 12% de um ano atrás quanto os 10% de média nos últimos cinco anos.

Com o bom início do plantio, algumas regiões devem ter colheita já no final de dezembro, trazendo algum alívio para o mercado após exportações recordes do país que reduziram os estoques a volumes mínimos neste ano. Até então, o plantio mais rápido para esta época do ano havia se dado no ciclo 2016/17, quando os trabalhos alcançavam 18% da área. “A aceleração dos trabalhos em Mato Grosso e o bom ritmo mantido no Paraná garantiram que o plantio da safra 2018/19 de soja saltasse dez pontos percentuais em uma semana”, frisou a AgRural em boletim semanal.

Segundo a consultoria, pancadas esparsas de chuva têm garantido umidade adequada para o plantio em Mato Grosso, onde 34% da área já estava semeada até quinta-feira, contra 14% na semana anterior, 18% há um ano e 14% na média. Com efeito, nos últimos sete dias as precipitações ficaram acima do normal em todas as regiões mato-grossenses, segundo o Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon. Os dados mostram ainda que a parte sul do Estado terá chuvas acima ou na média histórica até o final do mês, enquanto o norte receberá menos chuva do que o normal.

Mais cedo, ainda nesta segunda-feira, o Imea já havia destacado um plantio acelerado em Mato Grosso. No Paraná, o bom avanço do plantio no Norte compensou parcialmente a lentidão causada pelas chuvas frequentes no Oeste, disse a AgRural. Até quinta-feira, 40% da área de soja do Estado da região Sul estava semeada, ante 30% há um ano e 29% na média de cinco anos. A consultoria relatou ainda avanço no plantio em Mato Grosso do Sul (26%), Goiás (13%), São Paulo (30%) e Rio Grande do Sul (0,8%).

Milho

O plantio de milho de primeira safra no centro-sul do Brasil avançou seis pontos em uma semana e foi a 44% da área até quinta-feira, frente 37% há um ano e 38% na média. “Santa Catarina continua na liderança, com 91% de sua área já plantada. Em seguida vêm Rio Grande do Sul e Paraná, com 84% cada, e São Paulo, com 21%”, afirmou a AgRural, acrescentando que em Minas Gerais e Goiás o plantio só começa no fim de outubro ou início de novembro, dependendo da região.

Fonte: Reuters

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Notícias Sanidade

Sementes não solicitadas continuam sendo enviadas à população

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas

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Divulgação/Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) de Marechal Cândido Rondon, PR, recebeu mais três embalagens contendo sementes não solicitadas da China. De acordo com o fiscal agropecuário da Adapar, Anderson Lemiska, no Brasil há normas nacionais e estaduais para a produção, embalagem, transporte e comércio de sementes e mudas as quais seguem rigoroso controle de qualidade para evitar a disseminação de doenças e pragas que podem afetar as principais culturas agrícolas do país.

O profissional explica que em caso de qualquer problema que ocorra, as sementes produzidas e comercializadas dentro da legalidade também permite os órgãos competentes rastrear a origem e conter rapidamente o problema.

“No entanto, essas sementes supostamente da China chegam até a população sem nenhuma identificação e junto com elas podem estar carregando diversas doenças e pragas que muitas vezes são invisíveis aos nossos olhos. Além disso, o recebimento e cultivo dessas sementes podem introduzir novas pragas ou doenças e causar risco tanto para a agricultura brasileira, quanto para a saúde pública, pois não há como certificar o que estas sementes trazem consigo”, diz. O fiscal adverte à população a não comprar ou receber esse tipo de semente.

Lemiska conta que a Adapar está recolhendo essas sementes e encaminhando para o Ministério da Agricultura analisar e dar a destinação final adequada e segura. “Nós parabenizamos as pessoas que estão entregando essas sementes desconhecidas. Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato com a Adapar mais próxima e entregar as sementes sendo mantido total sigilo das informações. A entrega das sementes desconhecidas é um ato de responsabilidade e apoio à agricultura brasileira”, afirma.

Todas as sementes recebidas são encaminhadas ao Ministério da Agricultura, que ainda está analisando a procedência e se há perigo quanto as sementes recebidas. O Ministério ressalta que ao entregar as sementes adquiridas ou recebidas de remetentes desconhecidos, o cidadão não estará sujeito a penalidades. O mesmo vale para cidadãos que porventura tenha efetuado o plantio. Também não é necessário a identificação no momento da entrega do material, porém é importante o relato se realizou a compra, se recebeu de remetente desconhecido ou se a remessa veio junto com outra compra realizada em site do exterior.

Fonte: O Presente Rural com informações da Adapar
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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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