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Plantio de soja: como o uso de novas tecnologias pode melhorar o desempenho inicial do seu cultivo

Quais os estresses mais frequentes que podem acontecer na lavoura e como se prevenir

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Divulgação BRANDT do Brasil

O plantio é um dos períodos de maior importância para a cultura da soja, pois é nesse momento que determinamos o estabelecimento do estande, que irá refletir na geração de maiores produtividades.

A agricultura é uma atividade extremamente dependente de condições climáticas, e mesmo empregando as melhores técnicas de plantio, a cultura pode sofrer estresses no início do seu ciclo – e que colocam em risco seu potencial produtivo.

Porém, há novas tecnologias que atuam diretamente na nutrição e fisiologia das plantas, melhorando seu desenvolvimento inicial mesmo em condições de estresse. Destacamos aqui como estas tecnologias podem auxiliar no momento do plantio e evitar possíveis danos ocasionados por estresses.

Quais os estresses mais frequentes após o plantio de soja e como afetam sua lavoura? 

Em muitas regiões os produtores iniciam o plantio da soja o mais cedo possível, logo nas primeiras chuvas para possibilitar uma semeadura de segunda safra dentro do período adequado. Entretanto, as variações climáticas podem gerar condições de ambiente bastante instáveis neste período, com déficits hídricos, altas e baixas temperaturas no pré e pós-plantio.

Principais danos ocasionados por estresses climáticos na soja

A água constitui aproximadamente 90% da massa das plantas, atuando em quase todos os seus processos fisiológicos e bioquímicos. Além disso, atua na regulação térmica, osmótica e é o principal meio de absorção de nutrientes pelas plantas. Ela é um recurso insubstituível para a produção de soja, e seu déficit poderá ocasionar danos severos e irreversíveis.

O primeiro impacto da falta de água após o plantio da soja é a redução na germinação e velocidade de emergência das plântulas. Durante esse período as plântulas possuem um maior gasto energético para seu estabelecimento e ficam expostas a doenças e pragas de solo. Podendo comprometer o estabelecimento inicial do cultivo.

A falta de água prejudica o sistema de resfriamento das plântulas, ocasionando o fechamento precoce dos estômatos e consequentemente uma menor assimilação de CO2.

Nessas condições de estresse, a planta produz menos fotoassimilados, absorve menos nutrientes, além de ainda gastar energia com rotas metabólicas antioxidantes.

Por isso plantas jovens de soja estressadas costumam apresentar os seguintes sintomas:

• Folhas menores
• Entrenós mais curtos
• Menor desenvolvimento radicular
• Clorose

Como prevenir os danos ocasionados por estresses climáticos após o plantio?

Agora que já entendemos quais os principais estresses que ocorrem nos estádios iniciais e como prejudicam a cultura da soja, é importante entender quais ferramentas estão disponíveis atualmente para auxiliar em condições de estresse.

Uma boa nutrição de plantas e uso de novas tecnologias podem tornar seu cultivo mais eficiente no uso da água, e consequentemente mais tolerante a situações de estresse. Dentre os produtos disponíveis no mercado, os bioestimulantes ou biofertilizantes têm apresentado os melhores resultados para prevenir situações de estresse após o plantio.

Uso de bioestimulantes para prevenir estresses após o plantio

Os bioestimulantes são substâncias e/ou microrganismos que quando aplicados na planta ou rizosfera estimulam processos naturais que beneficiam a absorção, uso eficiente de nutrientes, tolerância ao estresse abiótico e/ou a qualidade da cultura, independentemente de seu conteúdo nutricional.

Em relação ao uso isolado de hormônios, os bioestimulantes possuem a vantagem de atuar em diversas rotas metabólicas da planta, o que acelera e potencializa sua resposta.

Mesmo que situações de estresse não ocorram após o plantio da sua lavoura, o uso de bioestimulantes é uma prática recomendável e que pode auxiliar muito o desenvolvimento da cultura, uma vez que esses produtos favorecem o metabolismo das plantas melhorando seu desempenho produtivo.

Tecnologia BRANDT Plant Start

Para auxiliar o produtor a manter a produtividade da lavoura mesmo em condições desfavoráveis, a BRANDT desenvolveu uma tecnologia inovadora, o BRANDT Plant Start que é a largada para altas produtividades. Em função do componente orgânico de sua matéria prima exclusiva, o produto tem a capacidade de bioativar as plantas de soja, melhorando seu potencial produtivo e aumentando sua tolerância a situações de estresse. Entre seus benefícios, estão:

Uma aplicação segura com alta compatibilidade com a maioria dos defensivos agrícolas e produtos biológicos: rápido estabelecimento inicial das plantas, aumento da área efetiva de absorção das raízes, melhoria do aproveitamento da água, a nodulação das plantas e qualidade biológica do solo. O resultado é a geração de uma safra mais produtiva.

Como melhorar a recuperação de danos ocasionados por estresses climáticos após o plantio?

Caso sua lavoura já tenha sofrido danos por alguma situação de estresse, haverá necessidade de trabalhar com produtos que melhorem a recuperação das plantas e ajudem o agricultor a proteger seu teto produtivo. Esses produtos deverão ter uma atuação fisiológica, atuando no metabolismo antioxidante/antiestresse das plantas.
Para essas situações, há o BRANDT Completo, focado na reativação metabólica, com ampla ação fisiológica e que atua diretamente no sistema antioxidante/antiestresse das plantas.

Sua formulação exclusiva associada a nutrientes essenciais de rápida absorção acelera a recuperação após uma situação de estresse, auxiliando na manutenção do seu potencial produtivo.

Os produtos bioestimulantes atuam na fisiologia das plantas, aumentando sua tolerância a situações de estresse e o uso de produtos especialistas pode auxiliar na recuperação da lavoura de soja após uma situação de estresse.

Autor: Henrique Placido, Engenheiro Agrônomo e Pesquisador da BRANDT do Brasil.

Fonte: Assessoria Brandt
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Aleris apresenta soluções nutricionais voltadas para desafios da avicultura em workshop pré-OVUM 2024

O encontro técnico teve como tema ‘Desafios no campo e soluções naturais para a nutrição de aves’, reunindo avicultores e distribuidores LATAM em Punta del Este

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Avicultores e parceiros Aleris de diversos países da América Latina - Divulgação ALERIS

A Aleris, referência em aditivos nutricionais naturais à base de levedura, celebrou o sucesso de seu workshop realizado para parceiros distribuidores e clientes da América Latina em Punta del Este, Uruguai. O evento, promovido em 12 de novembro, abordou o tema “Desafios no campo e soluções naturais para a nutrição e saúde de aves” e antecedeu a abertura oficial do 28º Congresso Latino-Americano de Avicultura – OVUM 2024, encerrado no último dia 15.

Roberta e Marcos durante o workshop Aleris em Punta del Este

O destaque do workshop foi o Provillus 4Poultry, uma solução inovadora desenvolvida com a tecnologia exclusiva MAC (Microbiota Activating Compounds), que promove uma modulação adequada da microbiota, garantindo benefícios significativos para a saúde, o desempenho e o bem-estar das aves. “O Provillus 4Poultry representa um avanço na nutrição animal, trazendo em sua tecnologia o conceito pós-biótico atrelado aos benefícios de uma microbiota diversa e robusta”, afirmou Marcos Nascimento, Coordenador Técnico Global de Avicultura e Suinocultura da Aleris.

Roberta Rodrigues, Coordenadora Comercial LATAM da Aleris, reforçou o compromisso da empresa em oferecer soluções sustentáveis e inovadoras. “Nosso workshop foi uma oportunidade estratégica para fortalecer parcerias, explorar novos mercados e apresentar tecnologias desenvolvidas para atender às demandas da avicultura latino-americana”, destacou.

O evento também foi essencial para consolidar a presença da Aleris em mercados estratégicos da América Latina, como Argentina, Peru, Colômbia, Chile, Equador, México, República Dominicana e Paraguai. Segundo a empresa, essas ações pavimentam o caminho para uma expansão dos planos de crescimento para os próximos anos.“Acreditamos que nossas soluções à base de leveduras são essenciais para auxiliar a saúde dos animais e impulsionar os índices produtivos”, concluiu Roberta Rodrigues.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Evonik discutiu nutrição de aves mais precisa para melhor desempenho, bem-estar e sustentabilidade em Punta del Este, Uruguai

Especialistas destacam metionina e suas diferenças em produção, pureza e segurança de abastecimento com seus impactos nos resultados em campo

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Divulgação Evonik

Uma redução dos níveis de proteína bruta em dietas de aves modernas é uma das tendências mais importantes da nutrição animal. Entre o benefícios desta iniciativa estão um menor custo de formulação, o atendimento das exigências das linhagens genéticas atuais e uma redução da excreção de nitrogênio com a consequente redução do impacto ambiental da produção, explicou o diretor Técnico da Evonik, Victor Naranjo, no estande da empresa, que participou do OVUM 2024, o 28º Congresso Latino-Americano de Avicultura, realizado em Punta del Este, no Uruguai.

Nesta estratégia, que prevê uma nutrição mais precisa, a formulação compreende níveis mais elevados de aminoácidos industriais na mesma medida em que se reduz os níveis de proteína. Assim, para o especialista, existem oportunidades de alcançar uma nutrição mais precisa em níveis de aminoácidos e proteína com utilização de aminoácidos industriais. “Entretanto, essa implementação exige uma abordagem holística, que é uma nutrição com níveis adequados de aminoácidos”, pontuou Naranjo.

O diretor de Marketing Estratégico de Essencial Nutrition da Evonik na América Latina, Nei Arruda, destaca a importância da formulação com metionina, que é o primeiro aminoácido limitante em dietas para as aves. “Se 70% deste requerimento vem da soja e do milho, os outros 30% devem vir de fonte suplementar. E uma maneira de otimizar a fonte de metionina é através da biodisponibilidade, que contribui para atender esta exigência de forma mais econômica”, disse o especialista.

Segundo ele, é necessário estar atualizado com relação aos requerimentos das aves e entender as condições atuais de produção, de mercado, dos custos da dieta para atingir maior eficiência alimentar e melhor conversão alimentar. “Assim, precisamos estar atentos aos requerimentos primeiro, depois aos ingredientes e a biodisponibilidade”, disse Arruda no estande da Evonik em Punta del Este.

DL-Metionina

Uma série de estudos realizados em diversos países mostra que, entre as fontes disponíveis de metionina, a DL-metionina é 100% disponível para cobrir os requerimentos de metionina e de cisteína, o que é especialmente importante. Aves em desafios terão uma necessidade maior de cisteína e antioxidantes e, neste caso, esta fonte de metionina já atende esta necessidade.

Outro benefício da cisteína é que ela contribui para um bom empenamento das aves. Considerando que a pena protege a pele do animal, ela ainda contribui para redução de perdas por lesões de pele. Quando trabalhamos com bioeficácia, a DL-metionina nos permite saber com precisão o requerimento de metionina e cisteína porque estudos comprovam que ela é 100% disponível.

Disponibilidade

O gerente de Negócios da Evonik, Felipe Chagas, salienta que, apesar de a metionina ser considerada uma commodity pelo mercado, os nutricionistas precisam estar atentos porque nem todos os produtos são iguais. “Os processos de desenvolvimento e fabricação de produtos são diferentes entre as empresas. Eles envolvem ensaios de qualidade, pureza de produto e até a disponibilidade do produto ao mercado, entre vários outros fatores que impactam diretamente os resultados em campo”, afirmou.

Chagas ressalta a importância de se conhecer bem cada ingrediente na ração. “É crucial que o nutricionista saiba exatamente quais nutrientes está formulando na dieta, porque, mesmo falando da metionina, o nosso padrão de qualidade é diferenciado, temos que considerar a bioeficácia de cada produto. E no caso da DL-Metionina, a nossa tem um padrão de pureza diferenciado”, disse o especialista direto do estande da companhia em Punta del Este.

O vice-presidente Regional da Evonik para as Américas da Linha de Negócios Nutrição Animal, Paulo Teixeira, enfatiza a questão do fornecimento de produtos lembrando que a empresa tem cinco plantas de metionina espalhadas em diferentes continentes, como o americano, o europeu e o asiático, como estratégia para assegurar o abastecimento. “Temos duas plantas na Antuérpia, na Bélgica, mais duas em Cingapura e outra nos Estados Unidos. Nosso processo de fabricação ocorre por meio de reações químicas, ou seja, não é um bioaminoácido”.

Fonte: Assessoria
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Parcerias estratégicas, inovação e bem-estar animal: Bases do crescimento sustentável da Granja Antunes no setor de produção de ovos

Empresa tem superado os desafios de um mercado competitivo e em constante transformação, destacando-se pela busca contínua por melhorias e eficiência.

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Fotos: Giracom

A Granja Antunes, localizada em Avaré, São Paulo, construiu uma trajetória marcada pela dedicação à qualidade e à inovação no setor de produção de ovos. Desde sua fundação, em 2009, a empresa tem superado os desafios de um mercado competitivo e em constante transformação, destacando-se pela busca contínua por melhorias e eficiência. Atualmente, com uma produção diária de cerca de 2.500 caixas de ovos destinadas a atacadistas e varejistas de todo o Brasil, a Granja Antunes reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e a modernização.

Essa história de crescimento e adaptação foi moldada pela superação de desafios significativos. Nos primeiros anos, a empresa enfrentou a volatilidade econômica e as dificuldades do setor avícola, como a alta nos custos de insumos e as exigências crescentes do mercado. Segundo Norberto Lemos, porta-voz da Granja Antunes, essas adversidades impulsionaram mudanças estratégicas e investimentos em tecnologia. “Superamos muitos desafios ao modernizar nossas operações e focar na sustentabilidade. Hoje, esses esforços resultam em processos mais eficientes e produtos de melhor qualidade”, afirma.

Nos últimos anos, a Granja Antunes passou por uma transformação tecnológica significativa, incorporando sistemas de automação e climatização que tornaram as operações mais eficientes e sustentáveis. A automação reduziu a dependência de trabalho manual e aumentou a precisão dos processos produtivos, enquanto a climatização proporcionou condições ideais para as aves, reduzindo doenças e elevando a produtividade. “Estamos investindo em tecnologia porque sabemos que é essencial para o futuro da avicultura. Esses sistemas garantem eficiência, qualidade e sustentabilidade, tanto para nós quanto para os clientes”, destaca Lemos.

Além disso, a modernização está alinhada a parcerias estratégicas que desempenham um papel fundamental no avanço das operações e na promoção do bem-estar animal. “A parceria com a Ceva Saúde Animal, por exemplo, reforça nosso compromisso com a proteção e saúde das aves. O uso de tecnologias inovadoras em vacinas não apenas maximiza a performance dos animais, mas também facilita as operações de vacinação e traz resultados econômicos expressivos para a empresa”, acrescenta Lemos. Esses esforços têm sido cruciais para garantir uma cadeia produtiva robusta e sustentável, refletindo diretamente na qualidade dos ovos.

Porta-voz da Granja Antunes, Norberto Lemo: “Hoje, esses esforços resultam em processos mais eficientes e produtos de melhor qualidade”

Com esse foco, os avanços tecnológicos também têm preparado a Granja Antunes para expandir sua atuação e consolidar sua presença no mercado interno. Atualmente, grande parte da produção é destinada aos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, mas a empresa planeja continuar investindo em modernização para atender à crescente demanda. Um exemplo dessa visão de futuro são os projetos voltados para a implantação de novas granjas, projetadas para serem ainda mais modernas e sustentáveis. “Essas unidades serão equipadas com tecnologia de ponta, desde sistemas automatizados de monitoramento até práticas inovadoras de manejo, reforçando nosso compromisso com a eficiência produtiva e o bem-estar animal”, explica o porta-voz.

“Olhamos para o futuro com a convicção de que a modernização é essencial para o setor avícola. As novas granjas serão uma extensão dessa visão, unindo tecnologia, sustentabilidade e qualidade em todas as etapas de produção”, afirma Lemos. Ele prevê que as novas unidades não apenas aumentarão a capacidade produtiva da empresa, mas também servirão como modelo de inovação e responsabilidade no setor.

Com a combinação de tradição e modernidade, a Granja Antunes reforça seu compromisso de continuar evoluindo e se destacando no mercado de ovos no Brasil. Os investimentos em tecnologia e as novas granjas refletem a determinação da empresa em se adaptar às transformações do setor e atender às demandas do mercado de forma responsável, garantindo produtos de alta qualidade para milhares de mesas.

Fonte: Assessoria Ceva Animal
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