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Notícias Safra 2020/21

Plantio de soja avança com ajuda de chuvas no RS, mas segue atrasado, diz Emater

Apesar disso, a semeadura segue atrasada em relação à safra anterior

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Paulo Pires/Divulgação

O plantio de soja 2020/21 no Rio Grande do Sul avançou 8 pontos percentuais na última semana, atingindo 88% da área projetada para a safra, ajudado pelo registro de chuvas no Estado, informou a Emater-RS na quinta-feira (17). Apesar disso, a semeadura segue atrasada em relação à safra anterior, quando alcançava 92% no mesmo momento, e à média histórica para o período, de 93%.

“A sequência de dias com precipitações de volumes e intensidades variadas nas regiões do Estado tem contribuído para o avanço no plantio, além de favorecer o desenvolvimento dos cultivos”, disse a entidade em informativo conjuntural semanal.

Segundo a Emater, nos últimos sete dias foram registradas chuvas expressivas na região Metropolitana e em pontos isolados das serras do sudeste e do nordeste gaúcho.

O órgão ligado ao governo estadual destacou a semeadura intensa na regional de Ijuí, que já atinge 97% dos cerca de 960 mil hectares projetados. Outra grande área produtora, a região de Santa Maria –que deve plantar 993.840 hectares– alcançou 95%, beneficiada pelas chuvas na primeira quinzena do mês.

Em relação ao milho, o levantamento apontou para um leve avanço de 2 pontos percentuais na semana, para 89% da área projetada.

Embora a presença de chuvas tenha favorecido a continuidade do plantio, segundo a Emater, os trabalhos no cereal também ficam abaixo da média de cinco anos para o período (96%) e da safra anterior (92%).

Maior produtor de arroz do país, o Rio Grande do Sul viu a semeadura do cereal chegar ao fim nesta semana, em ritmo superior ao das safras passadas –a média aponta para 97%, enquanto em 2019 havia 96% do plantio concluído neste momento.

“As precipitações contribuíram para a finalização dos plantios, para o desenvolvimento dos cultivos já estabelecidos e para a recomposição de boa parte dos mananciais hídricos”, disse a Emater.

Para os próximos sete dias, a entidade indicou previsão de predomínio de tempo quente e chuvoso, com precipitações mais expressivas na região norte do Estado.

Fonte: Reuters
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Notícias

BRF tem novo gerente na unidade de Francisco Beltrão

Com 22 anos de carreira na empresa, Cláudio Ferreira Jaime, de 45 anos, assumiu o cargo em janeiro.

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Cláudio Jaime está na companhia há 22 anos - Foto: Divulgação

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem novo gerente em sua unidade industrial de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. Com 22 anos de carreira na empresa, Cláudio Ferreira Jaime, de 45 anos, assumiu o cargo em janeiro.

Formado em Administração de Empresas, Jaime iniciou na BRF em 1999, como técnico de manutençãoem Marau (RS). Foi supervisor e gerente de manutenção da unidade e, em 2017, assumiu a gerência de processo do frigorifico de aves em Marau, cargo que ocupava até chegar à gerência em Francisco Beltrão.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

Preços internos do milho renovam máximas nominais

Movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil

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O movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem dos baixos estoques internos de milho, da queda na produção da safra de verão e dos preços elevados nos portos. Diante disso, em muitas regiões consultadas pelo Cepea, os valores atingem novos patamares recordes nominais.

As cotações externas também avançam, influenciadas por estimativas indicando safra e estoques de passagem menores que os previstos anteriormente. Quanto aos negócios no spot nacional, pesquisadores ressaltam que ainda ocorrem apenas quando há maior necessidade.

Enquanto vendedores, atentos à queda na produção, estão à espera de novas valorizações, compradores têm expectativa de que o início da colheita possa pressionar as cotações.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Elevação externa e baixo excedente doméstico mantêm preço da soja em alta no Brasil

Preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico

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Divulgação/MAPA

Os preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) subiu 2,45% entre 8 e 15 de janeiro, a R$ 169,66/sc na sexta-feira (15).

O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 3,75% no mesmo comparativo, a R$ 166,97/sc de 60 kg na sexta. No campo, o cultivo de soja está praticamente finalizado no Brasil, e a Conab estima produção nacional em 133,69 milhões de toneladas, pouco acima da esperada pelo USDA, de 133 milhões de toneladas. Agora, as atenções de agentes se voltam à colheita, que já foi iniciada em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Minas Gerais.

Entretanto, o ritmo das atividades ainda é lento, tendo em vista o cultivo tardio. A expectativa é de que os trabalhos de campo se intensifiquem entre o final de janeiro e o começo de fevereiro. As áreas de cultivo precoce têm registrado baixa produtividade, diante das chuvas tardias.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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