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Notícias Safra

Plantio de soja 2020/21 segue atrasado no RS; colheita de trigo chega a 99%

A semeadura, porém, ainda segue atrasada ante a média histórica de 76%

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Arquivo/OP Rural

O plantio de soja 2020/21 avançou 14 pontos percentuais na última semana no Rio Grande do Sul, para 61% da área estimada, com produtores aproveitando as chuvas ocorridas e a previsão de continuidade das precipitações, mesmo abaixo das condições adequadas, informou a Emater-RS na quinta-feira (03). A semeadura, porém, ainda segue atrasada ante a média histórica de 76%.

Segundo informativo conjuntural da entidade, as precipitações ocorreram em todas as regiões produtivas, permitindo, além do avanço na semeadura, o desenvolvimento das plantas e o início das operações de tratos culturais.

A Emater destacou ainda a expectativa de aumento da área da oleaginosa na regional de Erechim, pelo replantio de lavouras liberadas da cultura do milho em função das perdas pela seca. No caso do milho, o plantio teve um ligeiro avanço de 2 pontos percentuais na semana, para 85%, abaixo do mesmo período da safra anterior (88%) e da média histórica (91%).

“As precipitações de distribuição irregular e volumes variados no Estado ocorridas durante a semana contribuíram para amenizar o déficit hídrico ocasionado pelo longo período de tempo seco e para retomar os plantios e os tratos culturais”, pontuaram os técnicos da entidade.

No entanto, até a quinta-feira, já chegavam a 1.646 as comunicações de ocorrência de perdas para cobertura do seguro rural pelo Proagro, alertou a Emater. A semeadura de arroz no maior Estado produtor da cultura atingiu 98% das áreas, à frente do mesmo período de 2019/20 (88%) e da média histórica (91%).

Na região de Santa Rosa, produtores fazem o manejo da irrigação com lâmina baixa para evitar desperdício de água das barragens e garantir o suprimento para o desenvolvimento da cultura. “Ainda são preparadas algumas áreas para semeadura mais tardia, aproveitando as condições de solo seco que favorecem a mecanização das áreas”, disse a Emater.

Trigo

No segundo maior produtor de trigo do país, a colheita se aproxima do final, com 99% –avanço de 1 ponto percentual na semana. O andamento dos trabalhos se assemelha ao patamar registrado em anos anteriores, nesta época. “A ocorrência de chuvas com distribuição desuniforme e volumes variados no Estado não atrapalhou o avanço das colheitas em fase de finalização nas regiões de Bagé, Pelotas e Caxias do Sul.”

Fonte: Reuters
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Notícias

BRF tem novo gerente na unidade de Francisco Beltrão

Com 22 anos de carreira na empresa, Cláudio Ferreira Jaime, de 45 anos, assumiu o cargo em janeiro.

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Cláudio Jaime está na companhia há 22 anos - Foto: Divulgação

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem novo gerente em sua unidade industrial de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. Com 22 anos de carreira na empresa, Cláudio Ferreira Jaime, de 45 anos, assumiu o cargo em janeiro.

Formado em Administração de Empresas, Jaime iniciou na BRF em 1999, como técnico de manutençãoem Marau (RS). Foi supervisor e gerente de manutenção da unidade e, em 2017, assumiu a gerência de processo do frigorifico de aves em Marau, cargo que ocupava até chegar à gerência em Francisco Beltrão.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo Cepea

Preços internos do milho renovam máximas nominais

Movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil

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O movimento de alta nas cotações do milho segue firme no Brasil. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem dos baixos estoques internos de milho, da queda na produção da safra de verão e dos preços elevados nos portos. Diante disso, em muitas regiões consultadas pelo Cepea, os valores atingem novos patamares recordes nominais.

As cotações externas também avançam, influenciadas por estimativas indicando safra e estoques de passagem menores que os previstos anteriormente. Quanto aos negócios no spot nacional, pesquisadores ressaltam que ainda ocorrem apenas quando há maior necessidade.

Enquanto vendedores, atentos à queda na produção, estão à espera de novas valorizações, compradores têm expectativa de que o início da colheita possa pressionar as cotações.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Elevação externa e baixo excedente doméstico mantêm preço da soja em alta no Brasil

Preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico

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Divulgação/MAPA

Os preços internos da soja estão em alta, influenciados pela valorização externa e pelo baixo excedente doméstico. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá (PR) subiu 2,45% entre 8 e 15 de janeiro, a R$ 169,66/sc na sexta-feira (15).

O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná avançou 3,75% no mesmo comparativo, a R$ 166,97/sc de 60 kg na sexta. No campo, o cultivo de soja está praticamente finalizado no Brasil, e a Conab estima produção nacional em 133,69 milhões de toneladas, pouco acima da esperada pelo USDA, de 133 milhões de toneladas. Agora, as atenções de agentes se voltam à colheita, que já foi iniciada em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Minas Gerais.

Entretanto, o ritmo das atividades ainda é lento, tendo em vista o cultivo tardio. A expectativa é de que os trabalhos de campo se intensifiquem entre o final de janeiro e o começo de fevereiro. As áreas de cultivo precoce têm registrado baixa produtividade, diante das chuvas tardias.

Fonte: Cepea
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