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Plano ABC+ mira mitigação de um bilhão de toneladas de carbono na agropecuária

O Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, é a segunda etapa do Plano ABC, realizado entre 2010 e 2020, e que ultrapassou os objetivos iniciais ao mitigar em torno de 170 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em uma área de 52 milhões de hectares, superando em 46,5% os objetivos estabelecidos.

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Fotos: Divulgação/Fórum Metano na Pecuária

Ampliar a eficiência da produção do rebanho bovino sem aumentar as emissões de metano somente é possível com o emprego de tecnologias de produção sustentável, afirmou a diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Depros/SDI/Mapa), Fabiana Villa Alves, durante sua participação no Fórum Metano na Pecuária – o caminho para a neutralidade climática, promovido no mês de maio pela JBS, em parceria com a Silva Team, em São Paulo, SP, No evento ela palestrou sobre as políticas públicas envolvendo o Plano ABC+ e a agenda do metano.

Diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Depros/SDI/Mapa), Fabiana Villa Alves: “Do plano ABC+ sai a imagem do Brasil, é preciso que todos remem no mesmo barco e do mesmo lado, gostando ou não”

O Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, é a segunda etapa do Plano ABC, realizado entre 2010 e 2020, e que ultrapassou os objetivos iniciais ao mitigar em torno de 170 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente em uma área de 52 milhões de hectares, superando em 46,5% os objetivos estabelecidos.

De acordo com Fabiana, para avançar na conservação do meio ambiente enquanto produz, o ABC+ incrementou as metas a serem atingidas para a mitigação de gases de feito estufa (GEE) e aprimorou o entendimento de que é preciso trabalhar em sinergia com a resiliência dos recursos naturais. “Mitigação é a melhor métrica para se obter eficiência. Quanto mais conseguirmos mitigar as emissões de metano, mais eficiente o produtor será na sua produção, seja de grãos, de carne ou de qualquer outro produto agropecuário”, declarou a diretora do Depros/SDI/Mapa.

Com uma abordagem integrada das áreas produtivas com a preservação da biodiversidade e a conservação dos recursos naturais nas propriedades rurais, a atuação do Plano ABC+ foi acrescida de metas audaciosas e políticas públicas ambiciosas a serem atingidas nos próximos oito anos. Dentre elas foi estipulado a mitigação de emissão de carbono equivalente em um bilhão de toneladas no setor agropecuário, o que corresponde a um volume sete vezes maior do definido em sua primeira fase de execução. E uma das novidades do ABC+ são as metas para adaptação, que abrangem novas tecnologias como bioinsumos, sistemas irrigados e a terminação intensiva de bovinos, oferecendo mais opções ao produtor para aumentar sua resiliência, eficiência produtiva e ganhos econômicos, ambientais e sociais.

Metas a serem atingidas até 2030

Até 2030, em área o ABC+ tem como meta atingir com adoção de tecnologias de produção sustentável 72,68 milhões adicionais de hectares; ampliar o tratamento de 208,4 milhões de metros cúbicos de dejetos, evitando assim que se decomponha, que fermente e emita metano; alcançar cinco milhões adicionais de bovinos em sistemas de confinamento ou terminação intensiva à pasto (TIP); recuperar 30 milhões de hectares de pastagens degradadas no Brasil; implementar 12,5 milhões de hectares com sistemas de plantio direto que devem ser manejados com o mínimo revolvimento do solo, cobertura permanente com plantas vivas ou palhada e diversificação de plantas na rotação de cultivos, com adição de material orgânico vegetal; chegar a 10,1 milhões de hectares com sistemas integrados via lavoura-pecuária (ILP), lavoura-pecuária-floresta (ILPF) ou sistemas agroflorestais biodiversos (SAFs); plantar quatro milhões de hectares de florestas (única meta não atingida na primeira fase); introduzir cinco milhões de animais adicionais na terminação intensiva a pasto (TIP), além de utilizar 13 milhões de hectares com bioinsumos e três milhões de hectares com sistemas irrigados em áreas já antropizadas (área cujas características originais foram alteradas).

Entre as novidades da segunda fase do programa da agricultura de baixa emissão de carbono (ABC) está a inclusão no sistema de plantio direto de hortaliças, considerado entre os maiores emissores de GEE. “Se alguém falar que vai parar de comer carne para contribuir com o meio ambiente, vamos dizer para parar de comer alface, batata, cenoura… Obviamente que a área de produção é menor e não computa tanto em volume, mas as hortaliças são um dos grandes emissores, por isso foram incluídas no Plano ABC+”, enfatiza Fabiana.

Para estimular o cultivo em sistemas irrigados, a diretora do Depros/SDI/Mapa conta que será lançado pelo governo federal, no mês de junho, o programa Irriga Mais, destinado para áreas antropizadas de propriedades rurais privadas, visando destravar uma série de legislações, como das outorgadas nos Estados, além de oferecer uma gama de cursos para capacitar os produtores. “São áreas degradadas que podem ser convertidas em cultivo irrigados com eficiência de uso da água”, expõe Fabiana.

Estratégias de sucesso

Instrumento promotor de uma agropecuária sustentável, o ABC+ reforça nesta segunda fase as estratégias de sucesso adotadas e consolidadas no primeiro ciclo (2010-2020), focadas no estímulo à adoção de sistemas, práticas, produtos e processos de produção sustentáveis (SPSABC), estruturada em três estratégias integradas para gestão das propriedades rurais: adaptação e mitigação, abordagem integrada da paisagem (AIP) e adoção e manutenção de práticas conservacionistas.

Essa tríade está alicerçada em nove eixos estratégicos, que contemplam programa de valoração e reconhecimento; estratégia de pesquisa, desenvolvimento e inovação; estratégia de governança, monitoramento e avaliação; estratégia de comunicação e sensibilização; estratégia de inteligência em gestão de risco climático; programação de cooperação estratégica; estratégia de assistência técnica e extensão rural (Ater), capacitação e transferência de tecnologia; programa de estímulo à adoção e manutenção dos SPSABC; e programa de acesso à crédito e financiamentos.

Compromisso Global de Metano

Historicamente houve uma redução de quase 10% nas emissões de metano por cabeça de animal no período de 1990 a 2016, conforme dados do 4º Inventário Nacional de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa. O grande desafio do Brasil nas próximas décadas será conciliar a mitigação das emissões de GEE sem perder a eficiência da produção. Estimativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) apontam que até 2050 o país terá que aumentar em 75% a produção de carne para alimentar a humanidade. Isso só será possível, segundo Fabiana, com o esforço conjunto para reduzir coletivamente as emissões antropogênicas globais de metano, em todos os setores, não somente no agropecuário.

E um dos mais importantes avanços, considerados pela profissional, foi dado em novembro passado durante a COP26, em Glasgow, na Escócia, onde mais de 100 nações, incluindo o Brasil, firmaram o compromisso em reduzir as emissões globais de metano em pelo menos 30% até 2030 em relação aos níveis de 2020. No entanto, até agora, nenhuma meta individual de cada país para atingir esse percentual foi divulgada. “É preciso realizar ações nacionais abrangentes para atingir essa meta, com foco em padrões para alcançar todas as reduções viáveis nos setores de energia e resíduos, buscando a redução das emissões agrícolas por meio de inovação tecnológica, bem como incentivos e parcerias com agricultores, além de usar metodologias de inventário consistentes com as orientações do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, com foco particular em fontes de alta emissão, a fim de quantificar as emissões de metano”, evidenciou a diretora do Depros/SDI/Mapa.

Neste sentido, após a COP26 foram formados cinco grupos de trabalho entre setores do Mapa para propor ações, iniciativas, tecnologias e estratégias que promovam a redução das emissões na agropecuária sem comprometer o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas, focadas na tríade: sistemas de produção, principalmente recuperação de pastagens degradadas e sistemas de integração; melhoramento genético; e manejo nutricional/manipulação ruminal. E como resultado deste trabalho foi criada uma agenda estratégica nacional para mitigação de metano na agropecuária brasileira, que será divulgada pelo Mapa neste mês de junho.

A agenda aponta caminhos para a mitigação do metano na cadeia bovina, focando em seis eixos: pesquisa, desenvolvimento e inovação; instrumentos regulatórios; monitoramento, reporte e verificação; políticas de fomento; políticas econômicas e inovação tripla hélice, que envolvem iniciativas do tipo parcerias público- privadas. “Do plano ABC+ sai a imagem do Brasil, é preciso que todos remem no mesmo barco e do mesmo lado, gostando ou não, porque é a imagem do Brasil que vai definir os acordos comerciais, as barreiras tarifárias e a abertura de mercados”, justifica Fabiana.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor de bovinocultura, commodities e maquinários agrícolas acesse gratuitamente a edição digital Bovinos, Grãos e Máquinas.

Fonte: O Presente Rural

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Exportações para a China reforçam sustentação do boi brasileiro

Crescimento das vendas ao mercado chinês contribui para manter os preços em patamar elevado, ainda que o ritmo de avanço das exportações comece a se aproximar de limites de cota.

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O cenário para a pecuária segue, em geral, favorável nos próximos meses, sustentado pela firmeza dos preços no mercado físico, pela oferta mais restrita de fêmeas e pela diversificação das exportações. Ainda assim, fatores como a reposição mais cara, a sazonalidade da oferta e incertezas externas exigem atenção do setor.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, a firmeza dos preços no físico também influenciou o mercado futuro, que registrou forte alta nos últimos 30 dias, especialmente nos contratos de curto prazo. Em abril, a valorização foi de R$ 18 por arroba, enquanto em maio o avanço chegou a R$ 16 por arroba, abrindo oportunidades de hedge em níveis considerados atrativos para o produtor.

Já os vencimentos entre junho e setembro tiveram desempenho mais moderado e indicam preços abaixo dos atuais patamares. No ritmo atual de crescimento das exportações para a China, que avançaram 17% no primeiro trimestre de 2026 em relação a 2025, a cota de 1,1 milhão de toneladas deve ser atingida por volta de agosto. Para que isso ocorra antes do previsto, seria necessário um crescimento mais intenso das vendas. Ainda assim, no fim do ano, há expectativa de retomada das compras chinesas para o preenchimento da cota de 2027.

As exportações para outros destinos também seguem em fluxo positivo, o que ajuda a reduzir a dependência momentânea da China, embora o país continue sendo o principal comprador da carne bovina brasileira. No cenário estrutural, o setor mantém perspectiva favorável, com tendência de continuidade de preços sustentados pela menor disponibilidade de fêmeas para abate.

Entre os pontos de atenção, está o encarecimento da reposição de animais, que pode exigir valores mais altos do boi gordo no médio prazo. No mercado interno, fatores sazonais podem influenciar a demanda: a Copa do Mundo de futebol no meio do ano tende a impulsionar o consumo, enquanto a alta dos preços da carne bovina e a maior competitividade do frango podem limitar esse movimento.

Ao mesmo tempo, a oferta de gado deve crescer de forma sazonal nos próximos meses, embora os níveis de abate ainda possam permanecer abaixo dos registrados no ano anterior.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Exportações de carne bovina somam 234 mil toneladas em março

Volume representa recorde para o mês com alta de 8,7% na comparação anual.

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O mercado do boi gordo registrou valorização no primeiro trimestre de 2026, impulsionado pelo aumento das exportações e pela menor oferta de animais para abate, especialmente de fêmeas. O cenário também foi marcado por maior movimentação no mercado de reposição, com a alta do boi estimulando a demanda por bezerros.

Em março, o preço médio do boi gordo chegou a R$ 350 por arroba. Já na média dos primeiros dez dias de abril, o valor subiu para R$ 362/@, com negócios registrados a R$ 365,50/@ no fim da semana, de acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA.

A oferta mais restrita de animais contribuiu para sustentar os preços. Dados preliminares indicam que o abate de bovinos foi 2% menor no primeiro trimestre de 2026 em comparação ao mesmo período de 2025, com aumento de 1% no abate de machos e queda de 6% no de fêmeas.

No mercado de reposição, o bezerro também apresentou valorização. Em Mato Grosso do Sul, a alta foi de 3,4% em março, superando o avanço do boi gordo. Apesar da relação de troca seguir pressionada, em torno de 2,2 bezerros por boi vendido, a margem da reposição permaneceu atrativa, próxima de R$ 3.600 na parcial de abril, o que mantém a demanda aquecida.

As exportações de carne bovina in natura seguiram em ritmo forte. Em março, os embarques somaram 234 mil toneladas, recorde para o mês e alta de 8,7% em relação a março de 2025. No acumulado do primeiro trimestre, o crescimento foi de 19,7%. O preço médio da carne exportada também avançou 3,1% frente a fevereiro.

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, com 102 mil toneladas embarcadas em março, alta de 6% na comparação anual. Outros mercados também ampliaram as compras, como Estados Unidos, Chile, Rússia, Egito, México, Filipinas e Emirados Árabes, reforçando a demanda externa pelo produto brasileiro.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Leite importado pode ser vetado em compras públicas no Brasil

Proposta abre exceção apenas quando não houver produto nacional disponível.

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Um projeto de lei que veda a compra de leite importado por órgãos públicos recebeu parecer favorável do relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara. O texto é relatado pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), que protocolou nesta semana parecer pela aprovação da proposta. Com isso, o tema pode entrar em votação nas próximas sessões.

Lupion apontou que a redação aprovada em outras comissões da Câmara está em conformidade com os preceitos constitucionais e jurídicos, e, por isso, apresentou voto favorável ao projeto. O Projeto de Lei 2.353/2011 inclui dispositivo na Lei de Licitações e Contratos Administrativos para proibir a aquisição de leite de origem estrangeira por órgãos públicos.

Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deputado, Pedro Lupion: “O Brasil tem uma cadeia leiteira extremamente importante para a economia rural, especialmente para pequenos e médios produtores” – Foto: Divulgação/FPA

A exceção prevista na proposta ocorre apenas quando “não houver disponibilidade de produto nacional”. Nesses casos, o órgão público deverá justificar previamente a compra de leite importado.

A tramitação do projeto ocorre em um contexto de pressão do setor produtivo por medidas que reduzam as importações do produto. Produtores de leite alegam que os preços praticados no mercado têm comprimido as margens e inviabilizado a atividade, especialmente entre os pequenos produtores.

Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços pagos ao produtor recuaram mais de 25% em 2025, encerrando o ano em R$ 1,99 por litro. Segundo os pesquisadores, o Custo Operacional Efetivo (COE) subiu 1,32% em janeiro e mais 0,32% em fevereiro.

Deputado Zé Silva: “Não é fazer graça, não é fazer favor para os produtores rurais. O nosso papel é garantir que não haja concorrência desleal com os nossos produtores rurais” – Foto: Divulgação/FPA

Em outra ocasião, Lupion defendeu que o Tribunal de Contas da União (TCU) analise possíveis distorções relacionadas à importação de leite e os impactos sobre a cadeia produtiva. “O Brasil tem uma cadeia leiteira extremamente importante para a economia rural, especialmente para pequenos e médios produtores. Precisamos entender se existe equilíbrio competitivo ou se há distorções que estão pressionando os preços pagos ao produtor”, destacou.

O integrante da FPA, deputado Zé Silva (União-MG), lembrou que medidas voltadas à cadeia leiteira impactam 1,1 milhão de produtores no país e mais de 5 milhões de empregos. “Não é fazer graça, não é fazer favor para os produtores rurais. O nosso papel é garantir que não haja concorrência desleal com os nossos produtores rurais. Nós sabemos que hoje o custo de produção de um litro de leite é de R$ 1,90 a R$ 2”, afirmou.

Parlamentares pedem celeridade em processo antidumping

Quem também acompanha de perto as pautas relacionadas à cadeia leiteira é a vice-presidente da FPA na região Sudeste, deputada Ana Paula Leão (PP-MG). Um dos pleitos defendidos pelos parlamentares é a adoção de medidas antidumping contra o leite em pó importado da Argentina e do Uruguai.

Vice-presidente da FPA na região Sudeste e deputada, Ana Paula Leão: “O que a gente precisa agora é que o MDIC solte as medidas protetivas provisórias antidumping. Isso para a gente é essencial” – Foto: Divulgação/FPA

A investigação foi aberta em 2024, e o pedido do setor é para que sejam adotadas medidas provisórias enquanto o processo segue em análise. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) é o órgão responsável por avaliar a demanda. “O que a gente precisa agora é que o MDIC solte as medidas protetivas provisórias antidumping. Isso para a gente é essencial”, destacou a deputada.

Já o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, deputado Rafael Pezenti (MDB-SC), lembrou que a imposição de medidas antidumping de forma provisória não alivia a situação de forma imediata, mas ajuda para que o processo tenha um desfecho definitivo. “A Argentina coloca leite aqui no Brasil com preço 53% menor do que vende lá dentro do seu próprio país. Com qual finalidade? Exterminar os produtores brasileiros para depois tomar conta do nosso mercado e praticar o preço que quiserem. Precisamos que esse leite seja taxado agora na fronteira.”

Fonte: Assessoria FPA
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