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Planejamento do agronegócio, alimentos e bebidas de Santa Catarina é debatido em Chapecó

Com objetivo de capacitar os profissionais para que possam estruturar bons projetos, que subsidiem de informações e indicadores para avaliar o desempenho dos negócios atendidos, Sebrae/SC promove nesta semana o Encontro Estadual de Gestores do Agronegócio e Alimentos e Bebidas.

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Sebrae/SC promove nesta semana o Encontro Estadual de Gestores do Agronegócio e Alimentos e Bebidas, reunindo aproximadamente 30 participantes, entre diretores, gestores de projetos e analistas de negócios - Fotos: Karina Ogliari/MB Comunicação

Capacitar os profissionais para que possam estruturar bons projetos, que subsidiem de informações e indicadores para avaliar o desempenho dos negócios atendidos. Com esse objetivo o Sebrae/SC promove nesta semana o Encontro Estadual de Gestores do Agronegócio e Alimentos e Bebidas, no Centro de Inovação ACATE Deatec/Centro Executivo E.T. Renovável, em Chapecó. O evento reúne aproximadamente 30 participantes, entre diretores, gestores de projetos e analistas de negócios.

Durante três dias a ênfase é planejar, a partir da compreensão do contexto dos setores, do desenvolvimento e da gestão de projetos e na proposição de novas ações 

Durante três dias a ênfase é planejar, a partir da compreensão do contexto dos setores, do desenvolvimento e da gestão de projetos e na proposição de novas ações. A programação de terça-feira (02) contemplou apresentação do panorama e das tendências do agronegócio interligadas com a cadeia de valor da alimentação e bebidas de Santa Catarina, análise das principais cadeias produtivas do Estado e visita em atrativos turísticos da Rota da Ovelha, em Lajeado Grande (Regalos do Interior, Lazaretti Produtos Coloniais e Casa Bianchi).

Para o vice-presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/SC, Antônio Marcos Pagani de Souza, Santa Catarina é um estado pequeno em área territorial, porém muito organizado no agronegócio. “Temos muito orgulho desse setor, principalmente, da região oeste catarinense que conta com pequenas propriedades muito produtivas, sem dúvida temos aqui um exemplo nacional de produção de alimentos”, enfatiza ao explicar a proposta do Encontro em identificar as necessidades de cada região para avançar em projetos que incentivem o desenvolvimento.

Diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Búrigo Zanuzzi: “Precisamos reorganizar nossos projetos setoriais”

Como exemplo de ação que impulsiona o agro catarinense, o vice-presidente citou o Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), desde 2016, que conta com a parceria do Sebrae em duas cadeias produtivas. “No melhoramento genético da pecuária de corte ocorreu uma verdadeira transformação, com um salto de qualidade importante. Na ovinocultura de corte, os empreendedores trabalham com uma paixão e a intenção de aprimorar a gestão na propriedade é para que possam ampliar a receita, desenvolver e crescer na atividade”. Por fim, o vice-presidente enaltece que o “agro não é só uma paixão, mas responsável por manter a balança comercial”.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Valdir Colatto, a capacitação em Chapecó contribui para o planejamento de uma nova etapa da ovinocaprinocultura catarinense. “A Secretaria da Agricultura está à frente disso, quando criou a Câmara Setorial da Ovinocaprinocultura para realmente organizar o setor, que conta com apoio de várias entidades, mas que ainda não tem um projeto em conjunto para implementarmos no Estado, como é com a cadeia de suínos e aves”, afirma.

Competitividade

Vice-presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/SC, Antônio Marcos Pagani de Souza

O diretor técnico do Sebrae/SC, Fábio Búrigo Zanuzzi, explica que no início deste ano foi realizado um diagnóstico para verificar a atuação da entidade em todo o território catarinense. “Percebemos que muitos projetos setoriais estavam sendo implementados via atendimento individual. A partir disso, propomos a criação da Gerência de Competitividade Setorial, que é responsável por fazer o planejamento desses projetos. Porque temos um grande número de ações individuais, porém precisamos estruturá-las de maneira mais adequada”, complementa.

Zanuzzi afirma que a intenção é conhecer as vocações dos territórios para, posteriormente, estudar, planejar e desenvolver um projeto setorial. “Por exemplo, confecção tem empresas em todas regiões, então, podemos ter um projeto estadual com núcleos de ações nas regionais. Atualmente, nesse setor são mais de 110 mil CNPJs, porém cada território tem uma particularidade. No Sul é o jeans, no Vale do Itajaí é moda e no Extremo-Oeste o uniforme”, expõe.

No início deste ano foi realizado um diagnóstico para verificar a atuação da entidade em todo o território catarinense

Com a estruturação desses projetos será possível ampliar a visibilidade das ações e de seus resultados, além de ampliar os segmentos atendidos para beneficiar um maior número de micro e pequenas empresas em Santa Catarina.

De acordo com o gerente de competitividade do Sebrae/SC, Roberto Tavares, o objetivo é equilibrar os números de atendimento – em 2023, foram mais de 300 mil –, os esforços na resolução das demandas e os resultados para as empresas (faturamento, produtividade e competitividade). “Para isso, precisamos reorganizar nossos projetos setoriais, com o atendimento coletivo de determinados segmentos com trabalho de médio e longo prazo. Para medir a performance dos pequenos negócios, com melhoria do processo produtivo, acesso a novos mercados, participação de feiras e sessões de negócios”, enfatiza.

A atuação da Gerência de Competitividade é dividida em núcleos de setor econômico: indústria; comércio e serviços e agronegócio.

Fonte: Assessoria Sebrae/SC

Notícias Foz do Iguaçu - Paraná

Simpósio brasileiro vai debater os gargalos relacionados à sanidade de sementes

Discussões vão ocorrer durante o 22º Congresso Brasileiro de Sementes, de 10 a 13 de setembro, em Foz do Iguaçu – Paraná

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Fotos: Divulgação

A necessidade crescente de sementes de alta qualidade sanitária vai nortear as discussões do 16º Simpósio Brasileiro de Patologia de Sementes, que vai ocorrer, dia 11 de setembro, durante o 22º Congresso Brasileiro de Sementes, de 10 a 13 de setembro de 2024, em Foz do Iguaçu (Paraná). O objetivo do simpósio é discutir as lacunas e problemas relacionados à sanidade de sementes, trazendo especialistas de diversos setores para buscar soluções práticas e eficazes.

O simpósio contará com uma ampla programação, incluindo sessões de palestras, uma mesa redonda e o lançamento do livro “Patologia de Sementes: a Ciência Básica”, escrito por mais de 50 autores especialistas em áreas relevantes para a sanidade de sementes.

A coordenadora do Comitê de Patologia de Sementes, Ellen Noly Barrocas, explica que no Congresso anterior foram identificados os principais gargalos visando a melhoria da sanidade de sementes brasileira, incluindo a falta de treinamento, a carência de laboratórios especializados e a diminuição profissionais com especialização na área. “Este simpósio visa não apenas discutir esses problemas, mas também propor soluções e iniciar em um futuro bem próximo programas de treinamento para atender a essas demandas” afirma Ellen.

A mesa redonda será o ponto central das discussões, abordando os problemas mais urgentes na sanidade de sementes, com foco nas soluções práticas. “Contaremos com a participação de diversos especialistas e representantes de diversas áreas, que vão trazer a perspectiva dos desafios enfrentados neste setor e soluções que o setor vem desenvolvendo” explica Ellen, que estará na coordenação da mesa redonda.

A especialista em qualidade de sementes, Maria de Fátima Zorato, da MF Zorato Treinamentos (Paraná), é uma das convidadas para a mesa redonda e vai falar sobre o impacto da utilização de sementes de qualidade fitossanitária e as necessidades dos produtores.

Também participará da mesa redonda a pesquisadora e professora Norimar Denardin, da Universidade de Passo Fundo e do Centro de Biotecnologia na Agricultura (Cebtecagro), que fará uma análise crítica das práticas laboratoriais de avaliação de qualidade de sementes e a adequação da legislação atual.

Também foi convidada Evelyn Koch, vice-coordenadora do comitê, especialista em Controle de Qualidade e Sistemas de Gestão da Qualidade em Laboratórios, da consultoria Conqualy, que irá ressaltar a importância da qualidade dos laboratórios, padronização de métodos e a necessidade de treinamento em sanidade de sementes.

A Coordenadora do Laboratório Agronômica – Diagnóstico Fitossanitário e Consultoria, Tatiana Mituti, vai trazer para o debate uma visão prática sobre a gestão dos principais problemas na sanidade de sementes, tanto no mercado nacional quanto internacional.

Complementando a mesa redonda, o representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), coordenador de Controle de Pragas, Glauco Antonio Teixeira, que vai abordar a legislação pertinente à sanidade de sementes e discutir legislações atuais relacionadas ao tema.

Para falar sobre o ensino da patologia de sementes nas universidades e os desafios na formação acadêmica foi convidado o professor José da Cruz Machado, professor voluntário da Universidade Federal de Lavras

E para fechar o assunto, teremos a participação de Fernanda Falcão, da Sementes Falcão, que trará a visão dos produtores sobre a necessidade de garantia de sanidade para as sementes que vão ao campo.

Palestras

Além da mesa redonda, o simpósio terá palestras sobre temas essenciais, incluindo o cenário atual da análise sanitária de sementes, que será proferida pela professora Carolina Siqueira, da Universidade Federal de Lavras (Minas Gerais).

O representante da Tagro -Tecnologia Agropecuária, Carlos Utiamada, vai apresentar em sua palestra os resultados do ensaio de rede de tratamento de sementes e a gerente de Estratégias de Regulamentação de Sementes- Bayer LATAM, Maria Arminda, vai falar sobre as estratégias da indústria frente a regulamentação e Sanidade.

Para fechar o ciclo de palestras, o gerente da Kynetec, Cristiano Limberger, vai abordar a evolução do mercado de tratamento de sementes no controle de doenças.

Desafios e caminhos para o futuro

A coordenadora do Comitê de Patologia de Sementes, Ellen Noly Barrocas, observa que a detecção precoce e o manejo adequado de patógenos em sementes são fundamentais para a sustentabilidade da produção agrícola e para a segurança alimentar global.

Ela destaca a importância de métodos de diagnóstico eficientes para detectar microrganismos patogênicos em sementes que podem comprometer os cultivos agrícolas. “Técnicas avançadas, como as moleculares, são essenciais para identificar patógenos com precisão e rapidez, prevenindo a disseminação de doenças e garantindo a qualidade das sementes” afirma a especialista.

CBSementes

O 22º Congresso Brasileiro de Sementes (CBSementes), promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates), traz este ano o tema “Semente: A matéria-prima da sustentabilidade”.

O evento é voltado a pesquisadores, agrônomos, produtores rurais, acadêmicos, representantes de empresas do setor agrícola, formuladores de políticas públicas e interessados na temática da sustentabilidade e inovação no setor de sementes.

O CBSementes conta com o apoio de diversos parceiros e patrocinadores. Para fazer sua inscrição, visite o site oficial do congresso https://cbsementes.com/

Fonte: Assessoria Abrates
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Aplicativo Avicultura RS On está disponível em nova versão

Ferramenta passou por um processo de modernização, permitindo aos usuários usufruir de uma experiência mais dinâmica, com melhorias no layout e facilidades no acesso às áreas específicas de interesse do público.

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A partir desta terça-feira (16), a Organização Avícola do Rio Grande do Sul disponibiliza a versão mais atualizada do aplicativo Avicultura RS On. A ferramenta passou por um processo de modernização, permitindo aos usuários usufruir de uma experiência mais dinâmica, com melhorias no layout e facilidades no acesso às áreas específicas de interesse do público.

Fotos: Divulgação/Asgav

A tela inicial do aplicativo apresentará notícias recentes do setor, vídeos, espaço para publicidade e divulgação de empresas, além do classiviário (que reúne um cadastro central de fornecedores de diversas categorias como equipamentos, maquinário, laboratórios, saúde e nutrição animal, genética, entre outros). O desenvolvimento desse espaço, que tem o objetivo de reunir empresas fornecedoras de segmentos distintos, viabiliza a classificação das marcas conforme bom atendimento e outros atributos.

Outra novidade é que a revista institucional da Organização Avícola, que agora vai poder ser acessada na palma da mão, pois o aplicativo concentrará em boa resolução todas as edições da publicação. O aplicativo também terá outras funções, como a central de estatísticas, cadastro específico de fornecedores de grãos (milho e outros), consultorias, entidades de classe e de outros setores e índices e cotações de mercado (carne de frango, ovos e milho), proporcionando mais interação na plataforma. “O App Avicultura RS terá muita informação, canais de publicidade e divulgação para empresas e prestadores de serviços que atendem o setor. Como hoje o acesso aos smartphones está cada vez maior, quem apostar neste espaço estará em evidência no world poultry, isso é, na avicultura mundial”, explica o presidente executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul e idealizador do app, José Eduardo dos Santos.

No app, também está disponível os associados da Organização Avícola do Rio Grande do Sul por categoria (fornecedores, frigoríficos, indústria e produção de ovos e genética).

A Organização Avícola do Rio Grande do Sul é formada pelas entidades membros Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas no Estado Rio Grande do Sul (Sipargs).

Fonte: Assessoria Organização Avícola Rio Grande do Sul
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Notícias Atenção produtores rurais

Prazo para emissão do CCIR encerra nesta semana

O CCIR 2024 substituirá o documento expedido em 2023 e só será válido com a quitação da Taxa de Serviços Cadastrais referente a exercícios anteriores.

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Certificado de Cadastro de Imóvel Rural é fundamental para transferir imóvel e acessar financiamentos - Foto: Divulgação/CNA

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) alerta sobre o prazo para o produtor rural emitir o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) 2024. O documento está disponível no portal do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para emissão até quinta-feira (18).

O Ccir, que é emitido de forma gratuita, possibilita transferir, arrendar, hipotecar, desmembrar, partilhar (em caso de divórcio ou herança) o imóvel rural, além de facilitar o acesso aos financiamentos bancários para investimento na propriedade.

O presidente do Sistema Faesc/Senar e vice-presidente de Finanças da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Zeferino Pedrozo, reforça a importância do documento ao mencionar que é fundamental para qualquer transação envolvendo imóvel rural. “Além disso, facilita a vida do produtor rural no momento de buscar crédito, pois comprova que o imóvel está em situação regular. Por isso, é indispensável que todos os proprietários de imóveis rurais providenciem o Ccir o mais rápido possível” orienta o dirigente.

O Ccir 2024 substituirá o documento expedido em 2023 e só será válido com a quitação da Taxa de Serviços Cadastrais referente a exercícios anteriores. Para emitir, basta acessar o site do Incra e selecionar a opção “Emissão do CCIR”, ou acessar diretamente pelo link: https://sncr.serpro.gov.br/ccir/emissao.

Importante destacar que caso o imóvel rural possua algum tipo de impedimento cadastral no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), o Ccir não estará disponível para emissão. Neste caso, o titular deverá entrar em contato ou se dirigir às Unidades Municipais de Cadastramento (UMC), vinculadas às Prefeituras Municipais, às Unidades Avançadas do Incra ou às Salas da Cidadania das Superintendências Regionais do Incra, a fim de receber orientações para resolução da pendência existente.

Fique atento

  • O Ccir não é enviado pelos Correios para o endereço de correspondência do titular;
  • O Ccir só é válido com a quitação da Taxa de Serviços Cadastrais;
  • O acesso ao documento é gratuito;
  • O Ccir do exercício 2024 contém valores de débitos da Taxa de Serviços Cadastrais referentes a exercícios anteriores, caso existam;
  • O vencimento da Taxa de Serviços Cadastrais, referente ao exercício 2024, será 30 dias após a data de lançamento, ficando os débitos não pagos sujeitos à cobrança de multa e juros de mora, em consonância com a Lei nº 8.022, de 12 de abril de 1990, sendo os valores corrigidos de forma automática pelo sistema;
  • A quitação dos valores correspondentes à Taxa de Serviços Cadastrais por meio de boleto com códigos de barras deverá ser efetuada na rede de atendimento do Banco do Brasil;
  • A quitação da Taxa de Serviços Cadastrais por meio de pix poderá ser realizada utilizando sistemas ou aplicativos de qualquer agente financeiro que permita esse tipo de pagamento;
  • A quitação da Taxa de Serviços Cadastrais por meio de Cartão de Crédito poderá ser feita utilizando um dos prestadores de pagamento disponíveis na página de emissão do Ccir, observando a tarifa correspondente ao serviço de cada prestador.

Mais informações no edital https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-n-692-de-12-de-junho-de-2024-565158771

Fonte: Assessoria CNA
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