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Pirataria de sementes de soja causa perdas de R$ 10 bilhões ao ano

Sementes piratas ocupam 11% da área plantada, o equivalente ao plantio da cultura em Mato Grosso do Sul.

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A pirataria de sementes de soja no Brasil gera perdas de cerca de R$ 10 bilhões ao ano para agricultores, indústria de sementes, setor de processamento de grãos e exportações. É o que aponta estudo inédito da CropLife Brasil (CLB), em parceria com a Céleres Consultoria, divulgado na última quarta-feira (02). A estimativa é de que as sementes piratas ocupem 11% da área plantada da cultura no Brasil, o equivalente ao total do plantio em Mato Grosso do Sul.

Fotos: Divulgação/CropLife Brasil

A projeção do aumento de receita com o fim da pirataria de sementes de soja prevê R$ 2,5 bilhões para os agricultores, R$ 4 bilhões ao setor de produção de sementes, R$ 1,2 bilhão para a agroindústria de farelo e óleo de soja e R$ 1,5 bilhão nas exportações do agro.

Além do impacto econômico para os produtores, a prática ilegal também promove prejuízos para governo e sociedade. O estudo estima que cerca de R$ 1 bilhão pode deixar de ser arrecadado em impostos nos próximos 10 anos com a pirataria de sementes.

O presidente da CLB, Eduardo Leão, destacou o papel das sementes frente aos desafios do setor produtivo. “O primeiro é a segurança alimentar, diante do ritmo acelerado de crescimento populacional, será exigido do planeta um aumento substancial na oferta de alimentos e energias renováveis, e isso passa diretamente pela agricultura. O segundo é o desafio climático: produzir mais com menos. Nesse contexto, a semente é uma das tecnologias mais relevantes”, frisou.

Leão reforçou, ainda, que o combate às práticas ilegais são fundamentais para a garantia de produtividade das lavouras no país. “A pirataria de sementes ameaça não apenas a produtividade no campo, mas também o avanço tecnológico da agricultura brasileira. Ao deixar de investir em sementes certificadas, o país perde em competitividade, sustentabilidade e arrecadação. É uma prática onde todos perdem, do agricultor às exportações no agro”, enfatizou.

Produtividade e qualidade

De acordo com o levantamento, nos últimos 20 anos, a produção brasileira de soja cresceu quase duas vezes mais que a expansão de área semeada. Isso significa que o plantio teve um crescimento médio de 3,5% ao ano, enquanto a produção um aumento anual médio de 6%. Essa diferença, segundo a pesquisa, é resultado de constante investimento em tecnologia e representa um ganho de produtividade de 35% no mesmo período.

Conforme a análise, a produtividade média no Brasil foi de 59 sacas por hectare na safra 2023/2024 e a utilização de sementes piratas resultou em uma perda média de 17% de produtividade ou quatro sacas por hectare.

A pesquisa conclui ainda que as sementes piratas podem reduzir a qualidade do cultivo e dos grãos. O resultado é uma maior incidência de pragas, plantas daninhas e doenças nas lavouras, com um potencial vetor para a propagação de espécies invasoras, nocivas para o meio ambiente e proibidas por lei.

Anderson Galvão, CEO da Céleres, explicou o papel estratégico da semente certificada para a cadeia agrícola e detalhou as diferenças para a semente não certificada. “Quando falamos em sementes não certificadas, isso inclui tanto a semente salva (legal), quanto a pirata, comercializada sem respaldo legal ou tecnológico. Hoje, 33% da soja plantada no Brasil utiliza sementes não certificadas. Dessas, 11% são sementes piratas, que não foram regularizadas conforme o marco regulatório, explicou.

Além de comprometer todo o sistema produtivo, semente pirata pode gerar prejuízos ambientais de longo prazo. “Daí a importância e relevância da CropLife quantificar esses dados. Nós sabemos que existe a prática da pirataria, mas não a dimensão do problema em termos de perdas econômicas e fiscais”, complementou Galvão.

Avanço tecnológico

O levantamento destaca também que o combate à pirataria de sementes pode contribuir para o aumento de investimentos em variedades de sementes e avanço tecnológico em R$ 900 milhões nos próximos 10 anos, além de promover o lançamento de novos materiais mais produtivos, resistentes e que necessitam de menos defensivos químicos. “O potencial de receita perdido pelo setor chega a R$ 10 bilhões ao ano. Esse valor está dividido entre a indústria de sementes, que deixa de faturar, os produtores e a agroindústria, que perdem competitividade, e o governo, que perde arrecadação. Além disso, empregos deixam de ser criados e investimentos em pesquisa e desenvolvimento são desestimulados. É um ciclo que compromete a o ecossistema de inovação no campo”, reforçou Catharina Pires, diretora de Biotecnologia e Germoplasma da CLB.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, a terceira maior cadeia agrícola do país, a pirataria de sementes de soja é quase três vezes maior que a média nacional. No estado, a prática resulta em perdas anuais de R$ 1,1 bi.

Conforme o levantamento, cada ponto percentual de semente certificada adquirida pelo agricultor resulta em quase 100 mil sacas comercializadas a mais, um faturamento adicional de R$ 40 milhões.

Como resultado dos esforços de combate à pirataria, no fim do ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a apreensão de 1,4 mil toneladas de sementes irregulares de soja em Santiago (RS), sob a suspeita de destinação ao comércio ilegal, O valor estimado das sementes é de quase R$ 20 milhões. Foi a maior apreensão de sementes piratas da história.

Canal para denúncias

A CropLife Brasil realiza ações de combate à pirataria de insumos agrícolas e possui um canal de denúncias para receber informações sobre produtos ilegais, sementes e defensivos agrícolas. As denúncias, que podem ser anônimas, são endereçadas pela associação e encaminhadas para as autoridades públicas. De acordo com dados do Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), os insumos agrícolas ilegais movimentam mais de R$ 20,8 bilhões ao ano no Brasil.

A associação também lidera uma coalizão de empresas do setor sementeiro, além de entidades como a Associação Brasileira de Sementes e Mudas (ABRASEM), a Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (ABRASS), entre outras, para fortalecer o combate a essa prática ilegal.

Além disso, desenvolve ações junto ao governo, apoia a fiscalização com denúncias ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e promove treinamentos para órgãos policiais com o objetivo de capacitar e intensificar o combate à ilegalidade no campo.

A pirataria de sementes é um dos focos da campanha de Boas Práticas Agrícolas da CropLife Brasil, lançada no início de 2025, que reforça a importância do uso de sementes certificadas para garantir produtividade, sustentabilidade e segurança para o setor.

Fonte: Assessoria CropLife Brasil

Bovinos / Grãos / Máquinas

MBRF atinge 100% de rastreabilidade da cadeia de bovinos no Brasil

Companhia se torna pioneira global ao implementar sistema completo de monitoramento socioambiental, garantindo que fornecedores diretos e indiretos não atuem em áreas de desmatamento ou uso de trabalho irregular.

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Foto: MBRF

A MBRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, anuncia o cumprimento do compromisso público de atingir 100% a rastreabilidade territorial da cadeia de bovinos, considerando fornecedores diretos e indiretos, em todos os biomas brasileiros com originação de animais. Com esse marco, a MBRF se torna pioneira global no setor de proteína animal ao implementar um sistema completo, contínuo e verificável de monitoramento socioambiental de toda a cadeia de fornecimento.

Pioneira na adoção de processos estruturados e tecnologias de rastreamento e geomonitoramento via satélite no setor de proteína animal, a companhia monitora seus fornecedores diretos desde 2010. Com o avanço para o monitoramento integral dos indiretos, a MBRF passa a obter a rastreabilidade completa da cadeia, possibilitando que a matéria-prima utilizada em sua produção não tenha origem em áreas com desmatamento, trabalho análogo à escravidão ou infantil, áreas embargadas, unidades de conservação ou terras indígenas e quilombolas, reforçando seu modelo de produção responsável e alinhado às exigências socioambientais.

“Somos a única companhia do setor a assumir publicamente esse compromisso, com metas claras e prazos definidos, o que nos permite atender às expectativas de mercados altamente exigentes e reforçar a confiança de clientes e investidores. Esse importante avanço comprova que é possível produzir alimentos de forma sustentável, conciliando eficiência produtiva, conservação ambiental, redução de emissões e responsabilidade social”, afirma Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade e relações institucionais da MBRF.

O compromisso de rastreabilidade foi anunciado originalmente durante a COP26, em Glasgow (Escócia), com prazos diferenciados por bioma: Amazônia até 2025 e Cerrado até 2030. Durante a COP28, em Dubai (Emirados Árabes Unidos), a MBRF antecipou voluntariamente a meta para 2025. O trabalho teve início com um amplo mapeamento territorial, que identificou e classificou áreas por níveis de risco socioambiental, orientando estratégias de a implementação das ações de monitoramento e engajamento com produtores ao longo da cadeia.

Verde+

O avanço na rastreabilidade da cadeia de bovinos integra um esforço mais amplo da MBRF no campo da sustentabilidade, estruturado no Programa Verde+, que é baseado nos princípios de produção-conservação-inclusão. A iniciativa se apoia em três pilares: a adoção de tecnologias de monitoramento e rastreabilidade, a oferta de assistência técnica aos produtores e o desenvolvimento de mecanismos financeiros que incentivem práticas sustentáveis no campo.

A companhia conta com um sistema de geomonitoramento via satélite em operação 24 horas por dia, sete dias por semana. Atualmente, a MBRF monitora cerca de 25 milhões de hectares, área equivalente ao território do estado de São Paulo ou do Reino Unido.

Os critérios socioambientais obrigatórios para a habilitação e a manutenção de fornecedores incluem a verificação de embargos ambientais (Ibama, ICMBio e Sema), sobreposição com áreas legalmente protegidas, áreas de desmatamento, listas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) relacionadas ao trabalho análogo à escravidão, além de sobreposição com territórios indígenas e quilombolas. Além dos critérios tradicionais de conformidade, a MBRF incorpora também aspectos relacionados a biodiversidade, como indicadores voltados à compreensão e à prevenção de impactos adversos, incluindo o estresse hídrico. Fornecedores associados a qualquer não conformidade são automaticamente bloqueados para novas aquisições de animais no sistema da companhia até os devidos esclarecimentos e regularizações.

Grãos

Além da cadeia de bovinos, a MBRF monitora integralmente a cadeia de fornecimento de grão. A meta de garantir 100% de rastreabilidade dos fornecedores diretos e indiretos em todos os biomas brasileiros foi anunciada na COP26, em Glasgow (Escócia), e atingida com antecedência: os fornecedores diretos foram monitorados integralmente em 2023, e a meta para os fornecedores indiretos foi cumprida em dezembro de 2024.

Estratégia de sustentabilidade

A MBRF, por meio de sua plataforma de sustentabilidade, atua para conciliar produtividade com a preservação dos recursos naturais e da biodiversidade. A companhia adota práticas que protegem os biomas onde atua, promovem o bem-estar animal e respeitam os direitos humanos ao longo de toda a cadeia de valor.

As iniciativas incluem o uso eficiente de água e energia, o melhor aproveitamento dos alimentos, a redução das emissões de gases de efeito estufa e a gestão responsável da cadeia de fornecimento, com foco no controle de origem, no combate ao desmatamento e na promoção da inclusão social. Essa abordagem reforça o compromisso da MBRF com uma produção de alimentos sustentável, transparente e alinhada às expectativas da sociedade, dos mercados e dos investidores.

Fonte: Assessoria MBRF
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Bovinos / Grãos / Máquinas

SBSBL renova liderança científica e projeta fortalecimento do evento no setor leiteiro

Nova presidência destaca foco em produtividade, gestão e integração entre pesquisa e produção.

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Fotos: Karina Ogliari/MB Comunicação

A presidência da comissão científica do Simpósio Brasil Sul de Bovinocultura de Leite (SBSBL) passou por uma transição planejada, apresentada aos membros durante reunião realizada neste mês de fevereiro. Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o Simpósio inicia um novo ciclo com a saída do Zootecnista, Claiton André Zotti, que esteve à frente da comissão nos últimos três anos, e a entrada do Zootecnista, Daniel Augusto Barreta, como novo presidente.

A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destacou a importância do trabalho desenvolvido pelas comissões científicas e agradeceu a contribuição de Zotti. “As mudanças fazem parte do amadurecimento das entidades e dos eventos. O Claiton teve um papel fundamental na construção do Simpósio, sempre com uma visão técnica alinhada à realidade do campo. A escolha do Daniel segue o mesmo critério que adotamos em todas as comissões: competência técnica, proximidade com o setor, diálogo com a diretoria e respeito dos colegas”, afirmou.

Três anos de crescimento

Zootecnista, Daniel Augusto Barreta e a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin

Ao se despedir da presidência da comissão científica, Claiton André Zotti, agradeceu a oportunidade de liderar o grupo e ressaltou o caráter coletivo do trabalho desenvolvido. “Foram três anos muito prazerosos, trabalhando com uma equipe comprometida, que exerce o voluntariado com seriedade e dedicação. Cada colega conhece o esforço envolvido em organizar um evento desse porte, e isso fez toda a diferença”, comentou.

Zotti explicou que a decisão de deixar o cargo está relacionada a questões profissionais, cada vez mais frequentes em sua rotina. Ainda assim, buscou conduzir a comissão com intensidade e foco. “Sempre acreditei em um trabalho intenso e bem feito. Tentamos mostrar os desafios do setor leiteiro e representar aquilo que realmente está acontecendo no campo. Tivemos também uma participação crescente da bovinocultura de corte nos debates”, pontuou.

Entre as principais conquistas do período, Zotti destacou o crescimento do Simpósio e a resposta positiva do público. “O reconhecimento é coletivo. Crescemos muito nesses três anos, com avaliações positivas e uma trajetória ascendente. Conseguimos representar as demandas do mercado, identificar gargalos e levar esse conteúdo de forma clara para os profissionais e produtores de leite. Esse é, sem dúvida, o principal sucesso do SBSBL”, avaliou.

Novos desafios

Zootecnista, Claiton André Zotti e a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin

Ao assumir a presidência da comissão científica, o Zootecnista Daniel Augusto Barreta destacou a satisfação em iniciar a nova missão. “É uma satisfação começar essa nova etapa como presidente da comissão científica de um Simpósio que vem se destacando como um marco, não apenas para a região oeste, mas para Santa Catarina e para o Sul do Brasil”, afirmou.

Baretta ressaltou que a partir da 15ª edição, o objetivo é fortalecer ainda mais o posicionamento do SBSBL como um evento estratégico para a cadeia produtiva do leite. “Nossa intenção é continuar o trabalho das comissões anteriores, elevando o Simpósio como um evento relevante para o setor produtivo”, explicou.

Ao comentar os próximos desafios, o presidente destacou o momento delicado vivido pelo setor leiteiro e a necessidade de eficiência. “O mercado é muito dinâmico. Passamos por um período desafiador, e manter produtividade e lucratividade exige eficiência, que passa por nutrição, sanidade, reprodução e gestão. Esses temas seguirão no centro da programação, para que técnicos e produtores saiam do Simpósio com energia renovada para enfrentar os desafios do setor”, afirmou.

Outro ponto destacado por Baretta é a valorização do debate científico. “A publicação de resumos científicos, que já acontece em algumas edições, é fundamental para elevar o SBSBL como um ambiente de discussão científica, aproximando universidades, pesquisadores e o setor produtivo”, concluiu.

SBSBL

Médicos veterinários, zootecnistas, produtores rurais, consultores, estudantes, pesquisadores e demais profissionais da agroindústria já podem garantir sua inscrição para o 15º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS), que será realizado entre os dias 06 a 08 de outubro de 2026, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Esalq promove simpósio para fortalecer protagonismo feminino na pecuária

Evento Vozes do Campo reúne especialistas e profissionais em Piracicaba (SP) no dia 13 de março, com 10 horas de programação técnica, mesas-redondas e certificação.

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Fotos: Shutterstock

O Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo, realiza no dia 13 de março, em Piracicaba (SP), o Simpósio Vozes do Campo – Protagonismo Feminino na Pecuária 2026. O encontro acontece no Instituto Pecege, das 07h45 às 20 horas, com expectativa de reunir cerca de 300 participantes entre estudantes e profissionais do setor.

Com carga horária de 10 horas e certificação emitida pela Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz, o simpósio tem como foco a valorização e o fortalecimento da atuação feminina nas diferentes cadeias da pecuária brasileira. A proposta inclui ampliar a difusão de conhecimento técnico, estimular a troca de experiências e consolidar redes profissionais no agronegócio. “O fortalecimento do protagonismo feminino na pecuária é estratégico para o desenvolvimento sustentável do agronegócio. O Vozes do Campo nasce para dar visibilidade, gerar conexão e impulsionar carreiras por meio de conhecimento técnico de excelência”, afirma o professor Diogo Fleury Azevedo Costa, do Departamento de Zootecnia da Esalq.

A abertura será conduzida por Thais Vieira, diretora da Esalq. Ao longo do dia, a programação contempla palestras técnicas, mesas-redondas e momentos de integração. Entre os temas estão mercado da proteína animal, criação e manejo de bezerras, posicionamento estratégico no agro, gestão de pastagens, qualidade da carne, avanços na avicultura, cadeia do pescado e reprodução equina com a técnica ICSI.

Participam especialistas da Esalq/USP e da Universidade Federal de Lavras, além de representantes do setor produtivo, consultorias e empresas privadas. Duas mesas-redondas integram a agenda: uma dedicada à projeção de carreira da mulher no agro e outra voltada à diversidade de atuações femininas além da bovinocultura.

A programação inclui coffee breaks, brunch e o encerramento “Do Campo ao Copo: Um brinde às Vozes que ecoam”, espaço destinado ao networking entre participantes.

As inscrições estão abertas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, clicando aqui. O investimento é de R$ 100 para estudantes de graduação e pós-graduação e R$ 300 para profissionais. O pagamento pode ser realizado via pix, boleto bancário, disponível até quatro dias antes do evento ou cartão de crédito, com opção de parcelamento.

Programação Vozes do Campo: Protagonismo Feminino na Pecuária 2026

  • 07h às 07h45 | Credenciamento
  • 07h45 às 08h | Palestra: Abertura com a diretora Esalq, Thais Vieira.
  • 08h às 08h30 | Palestra: Mercado da proteína animal, com representante da Scot Consultoria.
  • 08h30 às 08h40 | Perguntas e Respostas
  • 08h40 às 09h10 | Palestra: A bezerra de hoje é a vaca do amanhã, com a professora Carla Bittar do Departamento de Zootecnia da Esalq.
  • 09h10 às 09h20 | Perguntas e Respostas
  • 09h20 às 09h50 | Coffee break
  • 09h50 às 10h20 | Palestra: Da faculdade à autoridade no mercado: o caminho do posicionamento estratégico no agro, com Josiane Lage da Pecuária Roxa.
  • 10h20 às 10h30 | Perguntas e Respostas
  • 10h30 às 11h | Palestra: Os 25 anos da Fazenda Figueira com a coordenadora de Pesquisas da Estação Experimental Hildegard Georgina Von Pritzelwitz, Laísse Lima.
  • 11h às 11h10 | Perguntas e Respostas
  • 11h10 às 11h40 | Palestra: Conhecimento em prática: o que o mercado espera de você, com Ana Paula Silva da Fazenda Cigana.
  • 11h40 às 11h50 | Perguntas e Respostas
  • 11h50 às 12h10 | Mesa Redonda tema Projeção na Carreira da Mulher – Palestrantes da manhã + Moderadoras
  • 12h10 às 13h10 | Brunch
  • 13h10 às 13h40 | Palestra: Atendendo as exigências da vaca de alta performance, com a professora Marina Arruda Danés da UFLA.
  • 13h40 às 13h50 | Perguntas e Respostas
  • 13h50 às 14h20 | Palestra: Mergulhando fundo: avanços na cadeia do pescado, com a coordenadora do Grupo de Estudos e Extensão em Inovação Tecnológica e Qualidade do Pescado da Getep/LCA/Esalq, Juliana Galvão.
  • 14h20 às 14h30 | Perguntas e Respostas
  • 14h30 às 15h | Palestra: Revolução da reprodução equina com a técnica ICSI, com a diretora In Vitro Equinos, Perla Fleury.
  • 15h às 15h10 | Perguntas e Respostas
  • 15h10 às 15h40 | Coffee break
  • 15h40 às 16h10 | Pasto é patrimônio: como multiplicar valor com boa gestão, com Janaína Martuscello da Forragicultura e Pastagens.
  • 16h10 às 16h20 | Perguntas e Respostas
  • 16h20 às 16h50 | Voando alto: avanços na avicultura brasileira, com Diana Suckeveris da Novonesis.
  • 16h50 às 17h | Perguntas e Respostas
  • 17h às 17h30 | Qualidade de carne com Andreia Mesquita da Território da Carne.
  • 17h30 às 17h40 | Perguntas e Respostas
  • 17h40 às 18h10 | Mesa Redonda Tema: Diversidade de atuações femininas nas cadeias produtivas além do gado bovino – Palestrantes da tarde + Moderadoras
  • 18h10 às 20h10 | Do Campo ao copo: um brinde às Vozes que ecoam com drinks, petiscos e muito networking.

Fonte: Assessoria Instituto Pecege
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