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Empresas Siavs 2024

Pioneira em carne suína sustentável de Mato Grosso participa do mais importante evento da indústria de proteína animal do Brasil

Para diretor-presidente da Nutribras, esta é uma oportunidade de aproximar a empresas de novos clientes internacionais e nacionais.

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Uma das gigantes da suinocultura mato-grossense, a Nutribras Alimentos S/A é uma das empresas participantes do Salão Internacional de Proteína Animal (Siavs), de 06 a 08 de agosto, no Expo Anhembi, em São Paulo.

Fotos: Divulgação/Nutribras Alimentos S/A

Trata-se do maior evento da indústria de proteína animal do Brasil, reunindo, em um único espaço, toda a cadeia produtiva do setor.

São mais de 100 marcas brasileiras de cooperativas produtoras e exportadoras de aves, suínos, bovinos, ovos e peixes, empresas de genética, farmacêuticas, químicas, produtoras de insumos e de tecnologias.

Na cerimônia de abertura, estiveram presentes ministros, três governadores, parlamentares e representantes da cadeia produtiva nacional.

Juntos, a suinocultura e a avicultura são responsáveis por um valor bruto anual de produção que supera os R$ 350 bilhões, além de gerarem mais de 10 milhões de postos de trabalho, entre diretos e indiretos. Nos últimos 30 anos, a cadeia também gerou R$ 1,5 trilhão de receita fiscal em exportação.

O diretor-presidente da Nutribras Alimentos, Paulo Cezar Lucion, disse que esta será uma oportunidade de aproximação com clientes nacionais e internacionais que são esperados no evento.

Atualmente, cerca de 90% da carne suína produzida pela empresa abastece o mercado interno e os outros 10% são exportados. O plano a médio e longo prazo é aumentar a participação fora do Brasil em 20%. Atualmente a empresa exporta para países da América do Sul, Ásia e Leste Europeu. “Esta é uma grande oportunidade de ampliar os mercados compradores dos nossos produtos sejam na exportação de cortes ou de miúdos suínos. Também buscamos ampliar nossa presença no mercado nacional”, comentou Lucion.

A organização da Siavs espera que 25 mil pessoas passem pelo evento ao longo dos três dias de duração e que 10% do público seja de produtores rurais.

Lucion acrescenta que, é importante a participação do evento pela importância do setor de proteína animal para a riqueza do país, na geração de emprego e renda e o desenvolvimento das regiões. “Há uma grande cobrança do mercado por boas práticas ambientais e este é um dos maiores compromissos da Nutribras. Temos uma produção autossustentável que faz diferença na suinocultura brasileira”, citou.

Se destaca também investimentos que a empresa tem feito nas plantas em Sorriso e Vera por meio de uma produção autossustentável. Neste ano, a Nutribras deu início a um processo de expansão com investimentos de pouco mais de R$ 500 milhões na aquisição de novas áreas para plantio, com o objetivo de ser autossuficiente na produção de milho para a suinocultura, assim como já é na produção de soja. Até 2026 a empresa deverá plantar em 35 mil hectares.

A indústria localizada em Sorriso (MT), atualmente abate 2,3 mil suínos/dia. O fornecimento dos animais é proveniente de granjas próprias, criando o ciclo autossustentável, no qual os dejetos vão para os biodigestores, para produção de biogás (tudo o que é subproduto de uma atividade, se torna matéria prima para atividade seguinte), e o biofertilizante de uso nas lavouras na produção de milho e soja utilizados na fábrica de ração.

Fonte: Assessoria Nutribras Alimentos S/A

Empresas

GTF reforça bancabilidade e avança em nova fase de crescimento com emissão de R$ 375 milhões em CRA

Com aumento de mais de 350%, segunda emissão do CRA reforça estrutura financeira da empresa.

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Foto: Divulgação/GTF

A GTF, uma das seis maiores empresas produtoras de carne de frango do Brasil e uma das dez maiores exportadoras dessa proteína no país, anuncia a conclusão de sua segunda emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), no valor de R$ 375 milhões.

A segunda emissão tem o objetivo de fortalecer a estrutura de capital da companhia, alongar seu passivo e melhorar o mix de produtos. A nova captação de recursos permitirá à GTF investir no desenvolvimento de novos produtos, incluindo os IQF (Individually Quick Frozen), voltados à exportação e ao mercado consumidor doméstico. O objetivo é expandir o share da empresa no mercado externo e entregar mais valor ao consumidor.

Com uma meta de faturamento de R$ 5 bilhões até 2026, a GTF projeta um crescimento contínuo e sustentável nos próximos anos. Em 2024, a empresa alcançou a marca de R$ 4 bilhões em faturamento, o que impulsionou o lançamento de um novo plano estratégico.

A GTF é proprietária das marcas Canção, de proteínas congeladas de frango e peixe, que juntas representam 90%, do faturamento da empresa, e da Lorenz, maior esmagadora de mandioca do Brasil, responsável pelos 10% restantes. A companhia tem planos para ampliar sua capacidade de produção, por meio da expansão de suas plantas, e projeta atingir, nos próximos cinco anos, uma capacidade de abate superior a 800 mil aves por dia. Esse crescimento faz parte de uma estratégia mais ampla, voltada para o fortalecimento da presença da GTF no mercado de capitais e para a consolidação de sua liderança no setor de alimentos.

“Nós projetamos um crescimento contínuo e sustentável nos próximos anos. Em 2024, alcançamos a marca de R$ 4 bilhões em faturamento, o que impulsionou o lançamento de um novo plano estratégico. Esta segunda emissão marca mais um passo importante nesse processo de expansão. Estamos reforçando a empresa com investimentos em novas plantas, automação, inovação, embalagens e sustentabilidade, com o objetivo de continuar crescendo de forma sólida”, afirmou Vinícius Gonçalves, vice-presidente da GTF.

Fonte: Assessoria GTF
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LCA e cooperativismo fortalecem o agronegócio e elevam renda fixa do Sicoob

Crescimento de 17% em nove meses reflete a confiança dos cooperados e o papel do crédito cooperativo no financiamento seguro e sustentável do campo.

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Reprodução / Foto: Site Sicoob

A carteira de renda fixa do Sicoob registrou um salto de 17% em apenas nove meses, passando de R$ 187,98 bilhões, em dezembro de 2024, para R$ 219,98 bilhões, em setembro de 2025. O desempenho expressivo confirma a preferência dos cooperados por produtos que oferecem segurança, liquidez e estabilidade.
Do total, 81% da carteira é composta por RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), título exclusivo das cooperativas financeiras, tradicionalmente associado a proteção e previsibilidade. Outros 18,5% correspondem às LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), instrumento essencial para financiar o agronegócio e muito buscado por investidores que priorizam isenção de IR e rentabilidades competitivas. Na comparação de setembro de 2024 a setembro de 2025, o avanço na captação total chega a 19%.
“Os cooperados reforçaram sua confiança na renda fixa, que oferece maior previsibilidade e equilíbrio às carteiras. Esse movimento evidencia como o cooperativismo financeiro se consolidou como uma alternativa sólida, competitiva e eficiente para quem busca segurança e bons retornos”, afirma Francisco Reposse Junior, diretor Comercial e de Canais do Sicoob.
A base de cooperados investidores também cresceu: passou de 1,54 milhão para 1,67 milhão no período analisado. Hoje, 18% de todos os cooperados do Sicoob utilizam produtos de renda fixa da instituição.

“A ampliação da base impulsionou também o crescimento dos fundos de investimento. Desde 2023, o patrimônio líquido dos fundos renda fixa distribuídos pelo Sicoob cresceu mais de 346%, mostrando que estamos democratizando o acesso a soluções antes restritas aos grandes centros financeiros”, destaca Mario Sergio Dornas, diretor de Gestão De Recursos De Terceiros do Sicoob.
O avanço dos fundos ganhou tração a partir da ampliação do portifólio e a criação da plataforma de investimento, em junho de 2023. Naquele ano, o patrimônio líquido dos fundos distribuídos pelo Sicoob era de R$ 307,9 milhões. Em setembro de 2025, esse valor chegou a R$ 1.065,8 bilhões. Do total, quase 99% dos recursos dos fundos de varejo renda fixa estão alocados no Fundo DI, reforçando a busca por liquidez e estabilidade. “Nosso compromisso é continuar oferecendo produtos alinhados à realidade dos cooperados, com alternativas que tragam segurança e retornos consistentes para quem cresce junto com o Sicoob”, Reposse.

Fonte: Assessoria Sicoob
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Vetanco analisa 32 mil amostras de grãos e comprova cenário crítico de micotoxinas na América Latina

E-book Micotoxinas – Prevalência na América Latina, de 2025, conta com dados de 10 países e análise dos riscos para aves, suínos e bovinos (corte e leite)

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Foto: Divulgação

As micotoxinas são metabólitos secundários produzidos por fungos e muitos deles são altamente tóxicos e estão mais prevalentes do que nunca, elevando significativamente o risco à saúde e ao desempenho produtivo de aves, suínos, bovinos de leite e bovinos de corte. Esta informação é respaldada pelos dados de 2025 presentes no e-book Micotoxinas – Prevalência na América Latina, elaborado pela Vetanco Brasil e apresentado ao mercado durante a Exposição Internacional de Produção e Processamento (IPPE), um dos maiores eventos da indústria de proteínas animais, realizada em Atlanta (EUA).

O levantamento analisou 32.301 amostras coletadas em dez países (Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru e Uruguai), em 2025. Esse volume de dados é recorde, o que confere solidez estatística e alto valor preditivo aos resultados observados.

Do total de amostras analisadas, 85% apresentaram pelo menos uma micotoxina e 66% evidenciaram cocontaminação com duas ou mais micotoxinas, confirmando que a exposição múltipla continua sendo a regra e não a exceção. Este cenário reforça a complexidade do desafio e a necessidade de abordagens de controle integrais”, alerta a Vetanco.

“O desafio é estrutural, multifatorial e dominado pela coexposição, com um claro protagonismo das toxinas de Fusarium, tanto por prevalência quanto por carga tóxica, exigindo estratégias de combate simultâneo sobre diferentes micotoxinas e mecanismos de ação”.

Em termos de prevalência geral, as micotoxinas mais frequentes no levantamento de 2025 foram as Fumonisinas – FUM (61%), seguidas pelas Aflatoxinas – AFLA (46%), Zearalenona – ZEA (34%) e Deoxinivalenol – DON (31%). Este padrão confirma o predomínio de micotoxinas associadas ao Fusarium spp., particularmente em cereais energéticos.

Por tipo de alimento, o milho apresenta o maior risco para Fumonisinas, tanto em prevalência (77%) quanto em concentração (≈2.090 ppb), enquanto o trigo e a soja mostraram perfis mais equilibrados, mas com presença significativa de DON, ZEA e T-2 (tricoteceno).

Risco elevado para avicultura, suinocultura e pecuária

Comprometimento da saúde intestinal, indução de processos inflamatórios e prejuízo da resposta a desafios bacterianos, reduzindo, assim, a eficiência produtiva. Estes são os principais problemas associados à presença das micotoxinas na nutrição das aves, o que mostra uma situação preocupante. Foram relatados altos níveis de FUM e a presença concomitante de DON, T-2 e AFLA, num contexto de 66% de cocontaminação.

Os bovinos de corte e de leite também estão em perigo. Destaque para DON e FUM, cujos níveis médios superam os limiares de risco para esses animais, particularmente em dietas baseadas em milho e subprodutos. “Estas micotoxinas associam-se principalmente à redução do consumo, menor eficiência alimentar e alterações metabólicas, efeitos que podem ser amplificados em sistemas de alta produção leiteira ou confinamento intensivo. Já ZEA, com prevalência de 34% e valores médios acima do limite mínimo, representa um fator de risco reprodutivo, mesmo na ausência de sinais clínicos evidentes”.

No caso dos suínos, a situação é igualmente crítica. Individualmente, valores médios de ZEA superam amplamente os níveis de segurança para porcas e fêmeas de reposição, afetando a taxa de reprodução e o tamanho da leitegada. Por outro lado, os níveis de FUM triplicam os limites de segurança, afetando tanto o aparelho respiratório quanto o sistema imune.

Detoxa Plus é um eficaz aditivo antimicotoxinas da Vetanco indicado para inativação de ZEA, T2, FUM, OTA e Adsorção de AFLA em produtos destinados a alimentação animal. Trata-se de uma ferramenta de escolha para o manejo integral do risco micotoxicológico, pois oferece abordagem ampla frente a cenários de alta prevalência, elevada concentração e cocontaminação, permitindo proteger a saúde animal e sustentar o máximo potencial produtivo em sistemas cada vez mais exigentes.

Fonte: Assessoria Vetanco
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