Conectado com
FACE

Notícias Aves e Suínos

Pif Paf Alimentos recebe Selo Mais Integridade pelo terceiro ano

Certificação do Ministério da Agricultura reconhece as boas práticas de gestão, ética e sustentabilidade das companhias brasileiras do agronegócio

Publicado em

em

Divulgação.

A Pif Paf Alimentos conquistou, novamente, a certificação do “Selo Mais Integridade”, certificado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Este é o terceiro ano consecutivo em que a empresa recebe a premiação, representando os setores de aves e suínos do país. Desta forma, segue autorizada a utilizar o Selo 2020/21, nas embalagens de seus produtos, também ao longo de 2021. Desta vez, a premiação foi conferida a apenas 20 empresas brasileiras do agronegócio, por cumprirem as avaliações de conduta ética na gestão e de boas práticas de responsabilidade socioambiental. A lista foi divulgada dia 18/01/21.

Para a Pif Paf, é um novo atestado da qualidade do trabalho realizado por toda a equipe. “A empresa começou com essa jornada há muitos anos, implementando comitês de ética e compliance, canais de denúncia, código de conduta e tantas outras práticas de ética e de governança. Temos o Conselho de Administração, toda a diretoria executiva e as lideranças alinhados em prol de um processo muito robusto para garantir a sustentabilidade e competitividade, com ética e integridade. Isso mostra que é possível ter empresas que realmente entregam valor para todos os envolvidos, seja a comunidade, seja o meio ambiente, os acionistas e os colaboradores”, destaca o CEO da companhia mineira, Rodrigo Alves Coelho.

De acordo com a Portaria nº 61 do Mapa, de 20 de fevereiro de 2020, publicada no Diário Oficial da União (DOU), para conseguir a certificação, é preciso comprovar a implementação de programa de Compliance, de código de ética e conduta, de canais de denúncias e consolidar essa cultura internamente. Além disso, as obrigações trabalhistas precisam ser cumpridas rigorosamente, assim como as práticas devem estar em consonância com as metas para o Desenvolvimento Sustentável das Organizações das Nações Unidas (ONU), entre outras exigências. A documentação dos interessados é analisada pelo Comitê Gestor do Selo, composto por representantes de instituições públicas e privadas.

SaibaMais
O Selo Mais Integridade é de uso restrito, registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). É estampado nas embalagens dos produtos, a fim de diferenciar as empresas e entidades do agronegócio que desenvolvem boas práticas de governança e gestão, ética e sustentabilidade, capazes de minimizar riscos de ocorrência de desvios de conduta e de fazer cumprir a legislação, em especial a Lei Anticorrupção (Lei 12.846, de 1º de agosto de 2013). As empresas certificadas podem utilizar o selo, que é validado pelo Instituto Ethos de Responsabilidade Social, pelo período de um ano. Em sua primeira edição, em 2018, apenas 11 companhias brasileiras foram certificadas. Em 2019, o número chegou a 15, sendo que nove conquistaram a renovação, entre elas a Pif Paf.

Fonte: Ass. de Impressa.
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

doze + 19 =

Notícias Cooperativismo barriga-verde

Apesar da pandemia, cooperativas de SC têm surpreendente crescimento em 2020

Receita operacional bruta foi de R$ 49,8 bilhões

Publicado em

em

Divulgação

Com receita operacional bruta de R$ 49,8 bilhões, as cooperativas de todos os ramos deram importante contribuição ao desenvolvimento catarinense em 2020. O crescimento foi da ordem de 23,3% – o maior das últimas décadas – e o agronegócio foi mais uma vez a locomotiva na geração de empregos, renda e na produção de riquezas.

A avaliação é da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) e foi anunciada nesta semana pelo presidente Luiz Vicente Suzin. O levantamento abrangeu as 251 cooperativas registradas na entidade.

Um dos dados mais relevantes do estudo é a expansão do número de associados (cooperados) que cresceu 11,6% no ano passado com o ingresso de mais 313.023 pessoas. No conjunto, as cooperativas reúnem agora mais de 3 milhões de catarinenses, ou, em números exatos 3.021.094 pessoas. Isso significa que mais da metade da população barriga-verde está vinculada ao sistema.

As que mais atraíram associados foram as cooperativas de crédito que têm atualmente 2,2 milhões de cooperados, as de infraestrutura que atuam em distribuição de energia elétrica (383 mil pessoas), as de consumo (320 mil) e as agropecuárias (73,5 mil).

As cooperativas também contrataram 8,2% mais em 2020 e criaram 5.546 novos postos de trabalho. Juntas, elas mantêm 73.332 empregados diretos.

O protagonismo do setor primário ancorou o expressivo desempenho: as 46 cooperativas agropecuárias responderam por 69,2% das receitas totais do sistema cooperativista catarinense e cresceram 34% no ano passado. Faturaram R$ 34,4 bilhões e contrataram 4.950 novos trabalhadores.

Esse resultado foi impulsionado pelas exportações de carnes e grãos, com extraordinário crescimento em receitas e em volumes. As fortes compras chineses de proteínas animal e vegetal no mercado mundial catapultaram as vendas das cooperativas, potencializadas, ainda, pela situação cambial: o dólar valorizado frente ao real ampliou os ganhos pelo câmbio e valorizou ainda mais os produtos de exportação. A China, sozinha, ficou com cerca de 40% das exportações.

O dirigente expôs que “as dificuldades não impediram os investimentos na base produtiva, na diversificação de produtos e serviços e na qualificação de colaboradores, dirigentes e associados”. Os novos padrões de conduta nas organizações, ditados pelo enfrentamento da pandemia, estimularam ainda mais a racionalização da gestão, a otimização dos processos e a elevação do grau de excelência em produtos e serviços, ampliando a presença no mercado.

“Em um ano em que a pandemia assolou quase todos os setores e a economia brasileira andou em marcha lenta, as cooperativas catarinenses cresceram porque adaptaram suas atividades e seus processos produtivos aos desafios impostos pela crise econômica”, observa Suzin.

Resultados

Refletindo o excelente desempenho do período, as cooperativas contabilizaram sobras (lucros) no montante de R$ 4,4 bilhões em 2020. Esse resultado é 92% superior ao obtido no exercício anterior. Os ramos com melhores resultados foram o agropecuário (R$ 2,7 bilhões), crédito (R$ 1,09 bilhão) e saúde (R$ 393 milhões). O patrimônio líquido também aumentou (22,1%) para R$ 19,7 bilhões. Os estatutos das cooperativas definem, em regra, que cerca de 60% dos resultados são capitalizados e 40% devolvidos aos cooperados.

Ramos em expansão

O movimento econômico mais expressivo foi gerado pelas cooperativas dos ramos agropecuário, crédito, saúde, consumo, infraestrutura e transporte.

As 46 cooperativas agropecuárias representam 69,2% do movimento econômico de todo o sistema cooperativista catarinense. No conjunto, essas cooperativas mantêm um quadro social de 73.539 cooperados e um quadro funcional de 48.287 empregados. O faturamento anual do ramo agropecuário totalizou  R$ 34,4 bilhões.

O ramo de crédito apresenta o maior número de associados e a segunda posição em movimento econômico. As 62 cooperativas de crédito reúnem 2,2 milhões de cooperados, mantêm 11.232 empregados e movimentaram R$ 6,4 bilhões no último ano.

O ramo de saúde, com 31 cooperativas e 17.280 associados, faturou R$ 5,072 bilhões. Emprega 7.612 pessoas.

O ramo de transporte, formado por 44 cooperativas, teve R$ 1,2 bilhão de movimento, beneficiando 5.324 cooperados.

No ramo de infraestrutura atuam 39 cooperativas de eletrificação rural com 383.302 associados. Em 2020, essas cooperativas faturaram R$ 1,3 bilhão. Elas mantêm um quadro funcional de 1.995 colaboradores.

As 16 sociedades cooperativas que atuam no ramo de consumo com 320.455 associados, faturaram R$ 1,2 bilhão no ano passado. Sustentam 3.423 empregos diretos.

Os ramos de trabalho, produção de bens e serviços, mesmo com menor expressão econômica, são instrumentos para a promoção de renda às pessoas físicas, que organizadas na forma de cooperativas prestam serviços especializados aos mais diversos segmentos da sociedade. São 13 cooperativas formadas por 1.563 cooperados que, em 2020, geraram R$ 28,4 milhões em receitas.

Qualificação

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo em Santa Catarina (SESCOOP/SC), entidade do Sistema S vinculada à OCESC, promoveu uma robusta programação de capacitação e qualificação profissional que beneficiou 118.448 pessoas, entre dirigentes, cooperados e empregados das cooperativas. As principais linhas de atuação foram as atividades delegadas (112.583 participantes), o auxílio-educação (3.691) e o programa aprendiz cooperativo (2.174). Os investimentos totalizaram R$ 16,9 milhões, no ano.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Rio Grande do Sul

Custos de produção do trigo tem alta de 21,77% para esta safra

Projeção da FecoAgro/RS avalia que gasto do produtor será de R$ 3,99 mil por hectare ou R$ 66,62 a saca

Publicado em

em

Divulgação

A safra de trigo deste ano iniciará com alta de 21,77% nos custos de produção se comparado a 2020. É o que indica o primeiro levantamento dos custos de produção da cultura do trigo para 2021 realizado pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS). Na avaliação da entidade, a relação de troca poderia ser melhor se os valores não aumentassem além da inflação.

Segundo a FecoAgro/RS, para cobrir estes gastos, incluindo a aquisição de insumos, manutenção de máquinas e equipamentos, combustíveis, entre outros, serão necessários desembolsar para cada hectare produzido R$ 3.997,10 considerando uma produtividade média de 60 sacas por hectare, ou seja, o custo para a produção de uma saca é de R$ 66,62 a saca de 50 quilos e o produtor precisará colher 52,96 sacas para pagar todos os gastos da lavoura. Na safra anterior o custo era de R$ 3.282,38, representando um custo por saca de R$ 54,71.

Conforme o economista da FecoAgro/RS, Tarcísio Minetto, entre os ítens que compõem os custos básicos e que compõem a lavoura, os insumos e as máquinas são os maiores, além dos aumentos nos combustíveis nas últimas semanas que também deverão impactar. “Apesar dos aumentos de custos a relação de troca melhorou com a elevação do preço dos grãos em geral. Esse cenário se mostra favorável, mas no caso do trigo poderia ser melhor pois os custos se elevaram significativamente sendo repassada também para estes custos a variação cambial”, observa.

Para o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, o aumento dos custos preocupa, pois isso diminui o resultado do produtor. O dirigente salienta que, mesmo com o aumento de custos, a Rede Técnica Cooperativa projeta um aumento de 10% na área de trigo no Rio Grande do Sul. Isso faz com que este ano se plante 1,02 milhão de hectares. “Esperamos não ter problema de clima e que possamos ter uma safra recorde de trigo, o que é muito bom para o produtor e para a economia”, destaca.

Nos próximos dias a FecoAgro/RS também deverá lançar os custos de produção para as culturas da soja e do milho.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Paraná

Cooperativas de lácteos dos Campos Gerais fecham 2020 com mais de R$ 2 bilhões de faturamento

Produção totalizou mais de 3,5 milhões de litros por dia nas Unidades de Beneficiamento de Leite de Castro, Ponta Grossa e Itapetininga

Publicado em

em

Divulgação/Castrolanda

As cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, representadas pela marca institucional Unium, fecharam o ano de 2020 com novas conquistas, apesar das dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19. Com 1.114 colaboradores divididos entre três Unidades de Beneficiamento de Leite (em Castro, Ponta Grossa e Itapetininga), a produção de lácteos atingiu um volume de produção de 3,541 milhões de litros por dia em 2020.

Para o gerente comercial da Castrolanda, Egidio Maffei, os bons resultados do setor são reflexo da mudança de consumo dos brasileiros. “Foi notável o aumento no consumo de leite e derivados no ano de 2020, impulsionados, principalmente, pelo auxílio emergencial, pelo crescimento do home office e das refeições em casa, e esse aumento teve impacto direto na indústria. Além disso, a Unium segue investindo em tecnologia e expansão para aumentar cada vez mais sua capacidade de produção”, ressalta.

Em 2020, a Unium investiu mais de R$18 milhões na estrutura de lácteos. “O investimento na indústria e o aumento no consumo andam juntos. Quanto mais nos dedicamos ao ciclo produtivo e à qualidade dos produtos, mais seremos reconhecidos, tanto nas prateleiras dos supermercados como pelas empresas parceiras para as quais industrializamos”, explica Maffei.

Projetos para 2021

Para este ano, a expectativa é desenvolver ainda mais a área. “Dentro da Unium, o ramo de lácteos é um carro forte e o objetivo, ano após ano, é ganhar ainda mais reconhecimento e qualidade para os produtos. Em 2021 já começamos com uma conquista importante, que foi a renovação da certificação internacional FSSC 22000”, conta.

Essa certificação, concedida pela Bureau Veritas – organização mundial responsável por indicar padrões relacionados à comercialização, respeito ao meio ambiente e segurança dos alimentos -, foi renovada para a Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL) da Unium em Itapetininga/SP.

A indústria recebeu a validação após auditoria realizada na primeira quinzena de 2021 e traz credibilidade a toda cadeia envolvida, visto que 95% da produção da cooperativa é destinada a multinacionais e empresas nacionais de grande porte. O reconhecimento global é baseado no sistema de gestão e trata das exigências para produtos acabados e os processos.

A Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL) Ponta Grossa/PR, também está direcionando esforços para que, ao longo de 2021, conclua o seu processo de certificação na FSSC 22.000. Já a Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL) de Castro/PR, que atualmente já possui a FSSC 22.0000, deve passar pela recertificação até abril deste ano.

Além disso, outro destaque para o sucesso do setor são as parcerias e relações comerciais entre empresas. “A Unium conta os maiores players do mercado de lácteos como parceiros comerciais como multinacionais e grandes empresas nacionais de referência na área. E essa parceria e troca de experiências trazem ainda mais força para todas as envolvidas”, finaliza o gerente.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
SBSA 2021

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.