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Phibro Saúde Animal recomenda suplementação mineral estratégica em bovinos no período das águas
Na época das chuvas (início do ano), as condições de oferta e de qualidade nutricional das pastagens melhoram, sendo o momento ideal para acelerar ao máximo o desempenho dos animais, otimizando o aproveitamento do pasto, favorecendo assim a eficiênc
“O Brasil tem duas estações climáticas bem definidas: o período seco e o das águas. A avaliação da distribuição da produção e das características qualitativas das pastagens nestes dois períodos é crucial para a adoção da correta estratégia de suplementação, para uma produção eficiente de bovinos de corte a pasto, durante todo o ciclo produtivo”, explica Newton Teodoro, gerente de produtos para bovinos da Phibro Saúde Animal.
Na época das chuvas (início do ano), as condições de oferta e de qualidade nutricional das pastagens melhoram, sendo o momento ideal para acelerar ao máximo o desempenho dos animais, otimizando o aproveitamento do pasto, favorecendo assim a eficiência produtiva. Para atingir este objetivo, é essencial o uso de uma suplementação nutricional estratégica específica, contribuindo para que as pastagens supram as necessidades dos animais. Para auxiliar os pecuaristas a terem sucesso neste período, com a produção de mais arrobas por hectare ao ano, a Phibro Saúde Animal realiza a Campanha das Águas.
“Neste período do ano, o pasto está no seu melhor momento, tanto em quantidade quanto em qualidade do capim. Com a suplementação estratégica aditivada com V-MAX®, obviamente adequada para os objetivos de produção traçados para cada categoria animal, o pecuarista consegue atingir ganhos indiscutíveis de produtividade. Com isso, consegue explorar todo o potencial genético dos animais e das pastagens”, explica Newton Teodoro.
A base da criação de bovinos no Brasil é a pasto, com gramíneas tropicais. “Desta forma, o manejo nutricional estratégico para o período das águas traz vários benefícios, dentre eles incremento do ganho de peso, modulação do rúmen e outros órgãos para receberem quantidade maior de concentrado na fase de acabamento (semiconfinamento ou confinamento)”, explica Fernando Kamada, assistente técnico da União Suplementação Animal.
Para a fêmeas, por exemplo, a correta suplementação mineral no período das águas é suficiente para mantê-las saudáveis e, assim, prontas para emprenhar novamente. A utilização de suplementos minerais com V-MAX® permite o incremento dos resultados reprodutivos das vacas, obtendo o melhor retorno financeiro na atividade de cria.
“Já para os bovinos de corte, a suplementação recomendada é a proteico-energética, para corrigir carências nutricionais do capim, mesmo em sua melhor fase”, complementa Fernando Kamada. Newton Teodoro, da Phibro, recomenda que o pecuarista trace a estratégia de suplementação com orientação técnica para obter o melhor resultado possível.
V-MAX® é um aditivo à base de virginiamicina, fórmula exclusiva da Phibro, que proporciona comprovadamente maior ganho de peso e desenvolvimento da carcaça, gerando melhor aproveitamento dos nutrientes da pastagem, com redução da idade de abate e aumento da produção de arroba por hectare
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
