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Phibro Saúde Animal realiza encerramento do Programa para Clientes
A agenda do Programa Phibro Educação Executiva incluiu palestras objetivas e focadas nas várias áreas do negócio
A Phibro Saúde Animal contribui para a gestão dos negócios dos seus parceiros comerciais. Esta é a principal finalidade do Programa Phibro Educação Executiva, que teve mais uma etapa concluída em evento na sede da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo. Participaram do encontro 25 empresários do agronegócio de várias partes do Brasil. A programação incluiu palestras de Alexandra Favero La Lima, especialista em Branding; Luiz Sandoval, ex-presidente do Grupo Silvio Santos, e Luiz Tejon, Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e dirigente do Núcleo de Agronegócio da ESPM. “Foi uma ótima oportunidade para reunir um grupo do alto escalão das principais empresas trazendo temas ricos para a ampliação dos seus negócios. A aceitação foi excelente e já estamos programando novos encontros como parte do programa”, informa Mauricio Graziani, diretor-geral no Brasil da Phibro Saúde Animal.
“Foi uma excelente oportunidade para analisar a saúde da empresa. Consegui ter uma visão desde a gestão até a parte técnica. Todo o conteúdo proporcionado pela Phibro foi excelente. Tudo o que ouvi e aprendi é aplicável aos negócios. Felizmente, muitos dos conceitos apresentados já são praticados por minha empresa. Além disso, espelhar-se em profissionais de sucesso é sempre positivo para as organizações”, disse Donato Godoy, da União Suplementação Animal (MS).
A agenda do Programa Phibro Educação Executiva incluiu palestras objetivas e focadas nas várias áreas do negócio. Com foco em vendas, o consultor Luiz Tejon comentou sobre a importância de mudar percepções sobre experiências futuras, usando linguagem e outras formas de comunicação verbal. O conteúdo da palestra é referente ao seu livro Gestão de Vendas – 21 Segredos do Sucesso, ele enfatiza que as atitudes em vendas que geram a descoberta das aptidões profissionais. “Venda é resultado. E esse resultado é consequência de um bom planejamento”, assinalou Tejon.
O experiente executivo Luiz Sandoval contou sobre sua longa e rica trajetória ao lado do dono do Baú. Foram várias histórias, inclusive exemplos inspiradores para os empresários presentes. “Nas épocas boas, desenvolvemos os talentos; nas horas difíceis formamos o caráter”, enfatizou Sandoval.
Para Nathalia Ribeiro, gerente de Marketing da Bigsal Nutrição Animal (RO), programa foi enriquecedor. “Além de ótimos palestrantes, a interação entre a turma foi excelente. Importante colocar no mesmo grupo gestores que enfrentam dificuldades diferentes, trocando desafios, o que funciona e o que precisa melhorar. A Phibro foi perspicaz adaptando a realidade a assuntos pertinentes ao nosso dia a dia. Não ficamos presos em teorias, mas em assuntos que nos ajudam na gestão dos nossos negócios e que normalmente não são abordados em eventos”, detalhou Nathalia.
O Programa Phibro Educação Executiva, da Phibro Saúde Animal, teve início em 2016 e contou com três módulos: administração e finanças; com coordenação do professor Masahiro Hara; gestão e sucessão em empresas familiares, com coordenação do professor, Eduardo Najjar; e marketing e liderança, com a coordenação do professor Luiz Tejon. O Programa teve a curadoria do departamento de educação executiva da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), e as aulas foram realizadas na Instituição
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
