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Phibro Saúde Animal lança COMBAT, plataforma de monitoramento do estresse térmico para gado de corte

A plataforma COMBAT foi criada a partir da troca de conhecimento com estudiosos de diferentes regiões, incluindo pesquisadores internacionais

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Fotos: O Presente Rural e Divulgação Phibro

O estresse térmico é um dos mais importantes desafios da pecuária (de corte e leite). Além do desconforto que provoca, impacta no bem-estar e na produtividade dos bovinos. “O estresse térmico é um problema crescente. Os animais precisam de condições ambientais adequadas para expressar todo o seu potencial produtivo. Se enfrentam desafios com o calor, sofrem alterações metabólicas que os prejudicam, por exemplo, em ganhar peso e, assim, em ter o desempenho projetado. Estamos falando de prejuízos econômicos relevantes e crescentes”, explica Mauricio Graziani, presidente da Phibro Saúde Animal.

Tão importante quanto resolver os problemas advindos do estresse térmico é identificar em que situações os animais enfrentam esse distúrbio e, portanto, precisam de atenção. “Primeiro é preciso identificar o estresse térmico nos animais, o que não é uma tarefa fácil por vários fatores, especialmente em lotes grandes, porque os bovinos nem sempre demonstram de forma clara o seu estado corporal”, assinala Graziani.

A Phibro Saúde Animal desenvolveu uma plataforma exclusiva de monitoramento para ajudar os pecuaristas a identificar o estresse térmico dos bovinos e, assim, realizar os ajustes necessários. Trata-se do COMBAT Heat Stress Tool Box, já disponível para acesso em www.combatheatstresstoolbox.com.

“Está comprovado pela ciência que animais com menor estresse térmico se alimentam melhor, ficam menos doentes, utilizam de maneira mais eficiente a dieta e assim, têm melhor desempenho”, afirma o presidente da Phibro. “COMBAT é uma ferramenta essencial para ajudar os pecuaristas a produzirem mais arrobas de maneira mais eficiente e obter mais lucratividade com a manutenção do bem-estar do rebanho”, complementa.

A plataforma COMBAT foi criada a partir da troca de conhecimento com estudiosos de diferentes regiões, incluindo pesquisadores internacionais. “Essas discussões nos ajudaram a criar uma ferramenta de avaliação do estresse térmico na realidade do país, considerando o tipo de animal e as características do microambiente no qual estão inseridos”, afirma o presidente da Phibro.

Os pecuaristas inserem informações específicas sobre as propriedades e, principalmente, sobre os animais. Com base em relatórios detalhados e personalizados, a plataforma COMBAT mensura o nível de estresse a que os animais estão submetidos, além de fornecer uma predição, permitindo ao pecuarista se antecipar ao problema, mantendo assim o bem-estar dos bovinos e evitando perdas de produtividade.

“E para auxiliar no combate ao estresse térmico, a Phibro oferece OmniGen AF, uma solução nutricional exclusiva, que comprovadamente aumenta a capacidade de resistência dos animais ao calor, mantendo assim os níveis desejados de produtividade”, informa Graziani.

OmniGen AF mantém a saúde do animal e auxilia no controle de temperatura corporal, reduzindo a perda de energia e direcionando os recursos dos animais para a produção. Além disso, o suplemento contribui para o aumento do consumo de matéria seca, garantindo que os bovinos atinjam mais rapidamente o consumo projetado.

 

 

Fonte: Assessoria
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Qualidade e periodicidade de amostras laboratoriais são essenciais para identificação dos problemas sanitários de suínos e tilápia, aponta especialista

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O tratamento e a prevenção de enfermidades em propriedades de animais são processos cada vez mais importantes tanto em termos de produtividade quanto de bem-estar, biosseguridade e resultado econômico do negócio. Entretanto, para que tais processos sanitários sejam bem sucedidos é necessário se atentar primeiramente, ao diagnóstico e à sua qualidade, explica Talita Resende, coordenadora de diagnósticos do IPEVE, uma empresa SANPHAR Saúde Animal. “A confiabilidade e a precisão do diagnóstico laboratorial se dão a partir da qualidade das amostras e das informações epidemiológicas submetidas”, reforça a especialista.

Para a coordenadora de diagnósticos da SANPHAR/IPEVE, para que as amostras submetidas sejam de qualidade é preciso seguir alguns passos. Primeiro é necessário que, com a identificação de um problema sanitário na propriedade, o médico veterinário responsável faça o levantamento epidemiológico, pontuando sinais clínicos, faixa etária de animais afetados, protocolos de vacinação adotados, medicações anteriores, taxa de mortalidade e outras informações relevantes. Levantadas tais informações, o profissional seleciona exemplares de animais para a coleta de amostras.

Em casos de rebanhos suínos, por exemplo, Talita Resende explica que a coleta de amostras biológicas pode diferir de acordo com os exames desejados, como fezes, fragmentos de órgãos com lesões, swabs de amostras nasais e fecais e amostras de sangue. Por isso, a coleta deve ser supervisionada por veterinários. Já para criações de tilápia, exemplares inteiros de tilápia são frequentemente enviados ao laboratório para coleta destinada a exames bacteriológicos, parasitológicos, toxicológicos e de PCR. Porém, pelo fato de os peixes entrarem mais rápido em processo autolítico, os exemplares devem ser armazenados em grandes quantidades de gelo imediatamente após a despesca, com envio urgente ao laboratório, de modo que o processamento ocorra em no máximo 48 horas. “Além da qualidade das amostras, é necessário também ter atenção às condições de armazenagem, pois a questão central é que se os animais são selecionados sem critério e as amostras são incorretamente armazenadas até a chegada ao laboratório, há grandes chances de obtermos resultado diagnóstico incoerente, comprometendo todo o controle sanitário do rebanho/plantel”, ressalta a especialista da SANPHAR/IPEVE.

Outro fator importante é a periodicidade dos exames, enquadrando-se nas medidas de monitoria sanitária. “Quando pensamos em coleta de amostras para vacinas autógenas, devemos lembrar que este tipo de vacina é desenvolvido para controlar doenças específicas de cada rebanho e, neste mesmo rebanho, de animais de faixas etárias específicas. Por isso, a coleta de amostras deve ser frequente, de modo que os produtores tenham à disposição as cepas a serem utilizadas na composição das vacinas autógenas que melhor representem os agentes em circulação no rebanho naquele momento”.

Em seu portfólio, a SANPHAR/IPEVE oferece uma ampla gama de testes diagnósticos para suínos e tilápia, como exames anatomopatológicos, histopatológicos, bacteriológicos, parasitológicos, sorologia por diversos métodos e detecção de agentes por PCR, além de contar com um time especializado de técnicos para visitas a clientes e auxílio em coletas de amostras e monitoria sanitária para fabricação de vacinas autógenas que controlam, com eficiência, doenças bacterianas nas criações animais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Devido ao aumento dos preços de milho e soja, pecuaristas precisam buscar alternativas nas dietas de alto grão para bovinos de corte em confinamento

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A adoção de dietas de alto grão é uma opção importante nos projetos de pecuária de corte intensiva, visando resultados mais rápidos na terminação. O objetivo central é acelerar o ganho de peso e obter melhor acabamento de carcaça, atendendo às demandas do mercado. “Milho e farelo de soja são base para qualquer concentrado. Porém, com o aumento dos custos, os confinadores devem buscar matérias-primas alternativas disponíveis em sua região e adaptar o manejo nutricional com cautela, medindo a relação custos benefício. Entre as opções surgem sorgo, caroço de algodão, DDG, WDG, torta de algodão, entre outros, que podem ajudar a reduzir os custos de produção e manter o ganho dos bovinos em confinamento”, afirma o médico veterinário Bruno Pascoal, consultor técnico comercial da Auster Nutrição Animal.

“O mesmo vale para o volumoso. A silagem de milho ou de sorgo entram como primeira opção devido à sua bromatologia, mas alternativas com boas fontes de fibra efetiva podem ser usadas para esse fim, desde que o profissional tenha uma visão macro da dieta total. É o caso, por exemplo, do capim Napier e do bagaço de cana, proveniente de usinas de álcool e açúcar”, complementa o especialista da Auster.

Entre as condições para a introdução da dieta de alto grão, Bruno Pascoal destaca que os bovinos devem passar por período de adaptação e transição do pasto para o confinamento, preparando e adaptando sua microbiota ruminal para receber dieta mais densa. Já a idade e o peso de entrada dos animais, assim como a duração do confinamento e peso de abate, dependem de diversos fatores como genética dos animais, sexo e destino da carne. “No confinamento convencional, os animais entram com estrutura corporal pronta, mas com muito espaço para ganho de peso até o abate, exigindo atenção especial na nutrição para que consigam o maior ganho de peso possível. Já animais precoces e super precoces entram no confinamento mais jovens e consequentemente mais leves, mas recebem bonificação por qualidade de carcaça no abate.”, explica o veterinário.

Com o objetivo de contribuir para a necessária nutrição do gado, de maneira a alcançar o ganho de peso e a terminação desejada, a Auster Nutrição Animal oferece Númia BC Confinamento, núcleo que conta com minerais e aditivos, como leveduras e flavomicina, que modulam o ambiente ruminal e auxiliam no melhor aproveitamento da dieta, fornecendo as condições ideais para os animais apresentarem o melhor desempenho, estando prontos para o abate mais cedo, mais pesados e com melhor rendimento carcaça.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Kemin anuncia novo gerente de Serviços Técnicos Júnior

Com mestrado em zootecnia, José Luiz Schneiders, será responsável pela difusão de informações e orientação técnica para formulação de dietas de monogástricos a clientes e equipe da empresa

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Zootecnista José Luiz Schneiders - Foto: divulgação

A Kemin anuncia a contratação do zootecnista José Luiz Schneiders como gerente de Serviços Técnicos Júnior. Com graduação e mestrado em zootecnia pela Unioeste, ele desenvolve pesquisas em nutrição e alimentação animal e tem mais de 10 anos de experiência em empresas do setor.

Schneiders chega a empresa em momento de ampliação da estrutura do departamento técnico e será responsável por gerar conhecimento e orientar tecnicamente clientes e profissionais da equipe da Kemin com relação ao uso e formulação de dietas mais eficientes em performance ou redução de custos, afirmou a médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin, Elisa François.

“Visando uma ampliação de portfólio de produtos, a chegada do José Luiz Schneiders tem o objetivo de estrear uma nova plataforma de produtos da Kemin no país. Ele possui uma sólida experiência em nutrição de monogástricos e vem somar ao nosso time de serviços, mantendo sempre o melhor atendimento para os nossos clientes e parceiros”, destaca.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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