Empresas
Phibro Saúde Animal desafia a crise e abre vagas estratégicas nas áreas de Bovinos, Aves e Suínos para ampliar a equipe técnica
A empresa está abrindo novas vagas, objetivando fortalecer a equipe e crescer ainda mais
Para enfrentar um ano de grandes desafios, como promete ser 2016, algumas empresas apertaram os custos de mão de obra, fazendo cortes de funcionários às vezes estratégicos, esperando, com essas medidas, garantir melhores resultados econômicos.
A Phibro Saúde Animal vai em outra direção. A empresa está abrindo novas vagas, objetivando fortalecer a equipe e crescer ainda mais.
“O Brasil é um dos mais importantes mercados para a Phibro Saúde Animal e vem contribuindo para o aumento do faturamento global da empresa, que atingiu US$ 749 milhões no ano fiscal de julho 2014 a junho 2015 – crescimento de 8% sobre o exercício anterior. Isso mostra que nossa estratégia está gerando os resultados esperados. Assim, não vemos motivos para mudar e estamos ampliando os projetos de crescimento, inclusive incorporando novos profissionais à equipe”, explica Stefan Mihailov, presidente da Phibro no Brasil.
Como exemplo, a empresa anuncia a abertura de vagas para a gerência técnica de aves, gerência técnica de suínos, gerência de produtos de aves e suínos e coordenador de território bovinos.
“As perspectivas são positivas para o agronegócio brasileiro, especialmente nos setores exportadores. A questão cambial tornou o Brasil mais competitivo e isso pode aumentar nossa participação no mercado global. Esse cenário é favorável à Phibro já que o mercado para aves e suínos exige a adoção de tecnologias que aumentam a produtividade e ainda há espaço para crescimento”, comenta Stefan Mihailov.
“Investimos em mais profissionais para adequar nossa estrutura para o atendimento dos desafios futuros. Nossa estratégia é de médio e longo prazo e independe de instabilidade momentânea. Acreditamos no Brasil”, ressalta Mihailov.
Sobre as vagas
O posto de Gerente Técnico de Aves tem como missão principal oferecer suporte técnico aos negócios da Phibro Saúde Animal, atuando no desenvolvimento de novos produtos e aplicações, conforme decisões estratégicas, bem como propagar informações técnicas voltadas a alavancar o resultado da empresa. Necessário graduação em Veterinária, agronomia ou Zootecnia, desejável pós-graduação em áreas correlatas; e experiência mínima de 7 anos na área técnica.
O novo Gerente Técnico de Suínos tem como uma das responsabilidades levantar necessidades e elaborar programas de treinamento visando à formação da equipe comercial, distribuidores, clientes e outros, no aprimoramento técnico das moléculas produzidas e comercializadas pela empresa, buscando maximizar os resultados, além de desenvolver Boletins Técnicos. Também é sua atribuição manter um plano de relacionamento com Universidades e Centros de Pesquisa para atualização dos resultados técnicos e assuntos de maior relevância referente aos produtos comercializados e produzidos pela empresa. Necessário graduação em Veterinária, agronomia ou Zootecnia, desejável pós-graduação em áreas correlatas; e experiência mínima de 7 anos na área técnica.
O Gerente de Produtos de Aves e Suínos será responsável pelo gerenciamento dos produtos da marca, criando e construindo valor econômico dos produtos da categoria de saúde animal, mensurado por penetração de mercado, crescimento de receita, aumento de margem, retenção de clientes e desenvolvimento de novos mercados. Necessário experiência mínima de 10 anos na indústria de saúde animal, e pelo menos 4 anos no segmento de aves e suínos.
Coordenador de Território Bovinos para trabalhar nos estados de SP, GO, MT e RO. Esta posição tem como principais atribuições: monitorar e atualizar planos de negócios para os clientes de respectiva região baseado no desempenho e oportunidades de crescimento de cada cliente. Realizará apresentações técnico-comerciais dos produtos ou soluções, seguindo o posicionamento estratégico de marketing, dominando tanto os aspectos de características e resultados técnicos, quanto de custo-benefício.
Os interessados em fazer parte da equipe da Phibro Saúde Animal devem enviar um email para selecao@pahc.com com o título “Phibro Contrata”.
Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas Ameaça silenciosa
Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves
Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.
A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.
Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.
“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.
Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.
“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.
A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.
Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.
Empresas
Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos
A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.
A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.
“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.
A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.
Empresas
Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor
Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.
Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.
Manutenção e ventilação: aliados da produtividade
A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.
Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.
Alta nas temperaturas exige preparação antecipada
De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.
Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

